Enquadrado
Lá nos primórdios da New Republic, Millôr Fernandes saudou assim o nascimento do PV:
‘Afinal uma esquerda conservadora!’
Lá nos primórdios da New Republic, Millôr Fernandes saudou assim o nascimento do PV:
‘Afinal uma esquerda conservadora!’
“Eu sou mais comunista do que o Requião. O Requião ainda acredita um pouco em Deus. Eu não”.
Do líder do PMDB na Assembléia, Waldyr Pugliesi, proclamando sua condição de ateu convicto. Requião nem tanto.
O Jorge Modesto que lança amanhã, no plenarinho da Assembléia, o inacreditável – porque risível (ou vice-versa) – Instituto Bolivariano do Saber é aquele mesmo que vem fazendo das vísceras coração para minar o posto de Doático Santos no PMDB municipal. Sim, é coisa de baixo clero, mas não deixa de ser sintomático.
Ligado ao grupo do vice-governador, Orlando Pessuti, Modesto comanda a “Turma do Javali”, dada a conspirações em torno de um prato do porco do mato. No mais, se proclama a esquerda do PMDB. Mas revolução mesmo só nos limites do botequim.
Secretário de Obras com alto teor de constrangimento, o peemedebista Marcelo Almeida confidenciou a amigos que não passa semana sem que ele se sinta um “obreiro”. E não é do verbo obrar.
No “sai capeta” protagonizado pelos irmãos Requião na “Escolinha” de terça-feira, Roberto fez as vezes de Bispo e Maurício de Pastor. Assim não há diabo que agüente! Quaquaquá.
“O pior sobre certos homens é que quando não estão bêbados, estão sóbrios.”
Do prefeito de Curitiba, Beto Richa, jogando pesado contra a Banda Brava do PMDB.
Heloísa Helena que me perdoe, mas o PSOL já nasceu quadrado. Que o diga dois ex-deputados do partido, o catita Babá (PA) e a gabola Maninha (DF), que gastaram, em pleno recesso, 100% da verba indenizatória para divulgação da “atividade parlamentar”. INATIVIDADE, diga-se.