Arquivo mensais:fevereiro 2007

Enquadrado

28 fevereiro, 2007 às 21:10  |  por Marcus Vinícius

Lá nos primórdios da New Republic, Millôr Fernandes saudou assim o nascimento do PV:

‘Afinal uma esquerda conservadora!’

ATEU, GRAÇAS A DEUS

28 fevereiro, 2007 às 18:58  |  por Marcus Vinícius

“Eu sou mais comunista do que o Requião. O Requião ainda acredita um pouco em Deus. Eu não”.

Do líder do PMDB na Assembléia, Waldyr Pugliesi, proclamando sua condição de ateu convicto. Requião nem tanto.

RODAPÉ

28 fevereiro, 2007 às 17:22  |  por Marcus Vinícius

O Jorge Modesto que lança amanhã, no plenarinho da Assembléia, o inacreditável – porque risível (ou vice-versa) – Instituto Bolivariano do Saber é aquele mesmo que vem fazendo das vísceras coração para minar o posto de Doático Santos no PMDB municipal. Sim, é coisa de baixo clero, mas não deixa de ser sintomático.

PC DO BAR

28 fevereiro, 2007 às 17:02  |  por Marcus Vinícius

Ligado ao grupo do vice-governador, Orlando Pessuti, Modesto comanda a “Turma do Javali”, dada a conspirações em torno de um prato do porco do mato. No mais, se proclama a esquerda do PMDB. Mas revolução mesmo só nos limites do botequim.

ALIÁS

28 fevereiro, 2007 às 16:38  |  por Marcus Vinícius

Secretário de Obras com alto teor de constrangimento, o peemedebista Marcelo Almeida confidenciou a amigos que não passa semana sem que ele se sinta um “obreiro”. E não é do verbo obrar.

CASA DO SENHOR

28 fevereiro, 2007 às 16:32  |  por Marcus Vinícius

No “sai capeta” protagonizado pelos irmãos Requião na “Escolinha” de terça-feira, Roberto fez as vezes de Bispo e Maurício de Pastor. Assim não há diabo que agüente! Quaquaquá.

A FRASE

28 fevereiro, 2007 às 15:38  |  por Marcus Vinícius


“O pior sobre certos homens é que quando não estão bêbados, estão sóbrios.”

Do prefeito de Curitiba, Beto Richa, jogando pesado contra a Banda Brava do PMDB.

PSOL DE LASCAR

28 fevereiro, 2007 às 15:13  |  por Marcus Vinícius

Heloísa Helena que me perdoe, mas o PSOL já nasceu quadrado. Que o diga dois ex-deputados do partido, o catita Babá (PA) e a gabola Maninha (DF), que gastaram, em pleno recesso, 100% da verba indenizatória para divulgação da “atividade parlamentar”. INATIVIDADE, diga-se.