Respeitável público
Esta é a nova versão – revista e ampliada – de um blog que andava ciscando por aí há coisa de três meses. Qualquer semelhança com fatos, datas e pessoas, juro, não é mera coincidência. Humildemente peço licença a Stanislaw Ponte Preta – ou a seu heterônimo Sérgio Porto – para chamar o que vai aqui, ora em diante, de Festival de Besteiras Que Assola o País. Desde que se inaugurou o evento, no longínquo Sixty-Six, o Bananão não mudou nadicas de nada. Donde o epíteto Febeapá é perfeito.
E não se restringe à política, o que, convenhamos, seria muita presunção. Invade a cultura, o futebol, a saúde, a economia, a culinária, o sexo, os botecos, a margem dos palácios e vai desaguar no Rio Belém onde então bóia ao lado de outras cloacas.
É isso, um pouco e mais além que se traduz aqui. Os literatos chamam de delírio cotidiano, os pragmáticos de realidade nua e crua. Eu prefiro “vidinha besta”. Que enxergo com olhos macunaímicos e aquela mesma preguiça do cotidiano.
A turma do Ôba! (os otimistas de carteirinha) diz que chegou a hora dessa gente bronzeada mostrar o seu valor. A turma do Êpa! (a dos pessimistas, na qual me incluo) diz que só acredita neste país se beber o suficiente. Até agora eu não vi ninguém largar o copo.
1 July, 2007 às 15:27
Oba, culinária!