CPI da Ponta do Félix é jogo de cena
O governador Requião pediu ontem, na “escolinha”, apoio da oposição para uma CPI na Assembleia Legislativa com o objetivo de investigar a atuação da Fundação Copel em operação envolvendo o terminal Ponta do Félix, em Antonina. Puro jogo de cena. Requião tem maioria mais do que suficiente para abrir uma CPI, mas não tem interesse em que isso aconteça, já que as investigações podem respingar em seu irmão, Eduardo, ex-superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA). Prova de que o pedido do governador não é sério, e tenta apenas jogar uma cortina de fumaça sobre o caso, foi que o líder do governo na Assembleia, deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), que normalmente corre para obedecer as ordens do chefe, desconversou ontem sobre a criação da CPI. Com a velha desculpa de que as comissões permanentes da Casa podem fazer a investigação. O governador Requião pediu ontem, na “escolinha”, apoio da oposição para uma CPI na Assembleia Legislativa com o objetivo de investigar a atuação da Fundação Copel em operação envolvendo o terminal Ponta do Félix, em Antonina. Puro jogo de cena. Requião tem maioria mais do que suficiente para abrir uma CPI, mas não tem interesse em que isso aconteça, já que as investigações podem respingar em seu irmão, Eduardo, ex-superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA). Prova de que o pedido do governador não é sério, e tenta apenas jogar uma cortina de fumaça sobre o caso, foi que o líder do governo na Assembleia, deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), que normalmente corre para obedecer as ordens do chefe, desconversou ontem sobre a criação da CPI. Com a velha desculpa de que as comissões permanentes da Casa podem fazer a investigação.