Arquivos da categoria: Política

Governo diz que tirou sites do ar para evitar ações de Gleisi e Requião

21 agosto, 2014 às 15:54  |  por Narley Resende

O governo do Paraná retirou do ar todos os sites módulos de notícia para se proteger de ações judiciais durante o período eleitoral. A legislação proíbe qualquer tipo de publicidade institucional durante o período eleitoral e para evitar multas por interpretações da Justiça Eleitoral, o governo suspendeu todos os sites informativos. A medida inclui a Agência Estadual de Notícias, as páginas da Secretaria de Segurança Pública, das polícias civil e militar, da Secretaria de Estado da Saúde, da Secretaria de Estado da Saúde, entre outras.

Segundo a assessoria do governo, a decisão de suspender as páginas surgiu depois da última ação movida na Justiça pela coligação da candidata ao governo, senador Gleisi Hoffmann (PT). A coligação questionou uma notícia veiculada no site do Detran-PR sobre a disponibilidade de vagas para um curso de reciclagem em determinado município.

A ação movida pela coligação “Paraná Olhando Pra Frente” questionou 15 matérias publicadas no site do Detran-PR durante o período eleitoral. Entre as notícias estavam “Governador entrega caminhão para Detran Móvel”; “Cidades do Paraná com maiores frotas registram quedas em acidentes de trânsito” e “Detran orienta motoristas sobre como recorrer das multas”. Notícias publicadas nos sites da Copel, Sanepar, Agência Estadual de Notícias e no Facebook oficial do governo do Paraná também foram alvos de ações judiciais movidas por Gleisi e também pelo candidato Roberto Requião (PMDB).

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Aciolli recorre e continua campanha mesmo com candidatura barrada no TRE

20 agosto, 2014 às 16:43  |  por Narley Resende

O deputado estadual Roberto Aciolli (PV) recorreu da decisão do Tribunal Regional Eleitoral que barrou sua candidatura à reeleição. Aciolli afirma que está em campanha e segue cumprindo sua agenda parlamentar normalmente. Sobre a decisão da relatora do processo contra ele, a juíza Vera Lúcia Feil Ponciano, que acatou o pedido de impugnação da candidatura feito do Ministério Público Eleitoral, Aciolli afirma que entende a existência de “divergências nas interpretações dos Tribunais Regionais Eleitorais” e busca novos posicionamentos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A equipe jurídica do deputado já entrou com recurso para reverter a decisão. “Confio que a questão será esclarecida com sucesso e, portanto, continuo minha caminhada normalmente junto aos eleitores paranaenses”, declarou Roberto Aciolli.

O deputado já foi condenado em 2010 por fazer doação de pessoa jurídica, do qual ele era dirigente, para a sua própria campanha. Na época, a empresa do deputado foi condenada e Aciolli foi considerado inelegível até 2018. O MPE pediu então o indeferimento de sua candidatura o que foi acatado pela relatora e aprovado por unanimidade pelo plenário do TRE reunido nesta terça-feira (19) à noite.

Foto: divulgação

Foto: divulgação

Rede garante que Marina Silva descarta apoio ao PSDB do Paraná e São Paulo

20 agosto, 2014 às 14:26  |  por Narley Resende

A ex-senadora Marina Silva (PSB) deve ser oficializada nesta quarta-feira candidata à Presidência da República e já já teria deixado claro que “ficará longe dos tucanos em São Paulo e no Paraná”. Segundo o Rede Sustentabilidade, partido em construção liderado por Marina, entre as restrições impostas pela ex-senadora para candidatura à presidência após a morte de Eduardo Campos (PSB) está “não subir no palanque com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, candidato à reeleição, e com Beto Richa, no Paraná, ambos do PSDB”, diz a nota do Rede.

Eduardo Campos articulou 14 palanques para sua campanha e Marina e o Rede teriam optado por não apoiar apenas os tucanos de São Paulo e Paraná. Marina deve seguir as condições anteriores à morte de Campos. Ela foi contrária às duas alianças e comunicou isso ao então candidato, que compreendeu sua posição.

Pedágio volta ao centro do debate político

18 agosto, 2014 às 14:01  |  por Narley Resende

Richa aposta em negociação, enquanto Requião e Gleisi insistem em disputa judicial

O pedágio voltou ao centro do debate político nas eleições deste ano no Paraná. Enquanto o governador e candidato à reeleição, Beto Richa (PSDB), aposta na negociação com as concessionárias como forma de garantir a retomada de obras de duplicação das rodovias, os candidatos do PMDB, senador Roberto Requião, e do PT, senadora Gleisi Hoffmann, insistem na disputa judicial para a revisão dos contratos e tarifas – estratégia que não deu resultado nos oito anos dois dois mandatos anteriores do peemedebista.

Além de mais de 36 ações movida durante a gestão Requião, entre 2003 e 2010 para revisar contratos, o Ministério Público Federal investiga 13 atos não publicados em Diário Oficial que substituíram trechos de obras previstas. De acordo com o relatório do MPF publicado em março deste ano, as seis concessionárias que administram trechos de rodovias federais no Paraná teriam sido beneficiadas com as alterações – parte delas realizadas durante a administração requianista.

Entre os três principais candidatos, Richa é o único que quer manter os contratos de concessão, ao mesmo tempo em que sua administração negocia a inclusão e antecipação de mais obras. Graças a isso, afirma, teria conseguido retomar o diálogo com as empresas e viabilizado obras em mais de 200 quilômetros de rodovias.

Requião pretende retomar a briga judicial, mas agora já admite que “os contratos precisão ser cumpridos”. A afirmação repetida durante a campanha à reeleição ao governo em 2006, “baixa ou acaba”, foi substituída por um discurso mais prudente. “A luta contra o pedágio continua. Entramos com várias ações contra o pedágio  na gestão 2003-2010, mas a Justiça não teve tempo de julgar e o atual governador retirou as ações. Não vamos aceitar redução de obras em troca de redução de tarifas”, afirma.

Richa nega ter retirado as ações e até já conseguiu um direito de resposta contra Requião na Justiça Eleitoral por conta das afirmações. Segundo o tucano, as únicas ações que foram retiradas envolvem demandas judiciais que já perderam objeto, como reajustes de tarifa já concedidos pela Justiça.

Gleisi também pretende solicitar a ”revisão de todos os contratos envolvendo concessionárias no Estado”. Gleisi afirma que quando assumiu a vaga no Senado em 2010 solicitou análise do TCU sobre o pedágio no Paraná e a decisão foi de que havia um desequilíbrio econômico-financeiro na tarifa em prejuízo ao usuário. No final de 2011, o TCU determinou ao governo do Paraná que, no  prazo de um ano, fizesse uma revisão nos contratos e reestabelecesse o equilíbrio da tarifa. A postura da candidata petista é combativa com relação ao assunto. “O governo do Estado pediu prazo e não fez essa revisão, mas agora quer aportar recursos para garantir investimentos; é um acinte; ter pedágio caro e ainda colocar dinheiro público para fazer investimentos”, acusa.

Leia a matéria completa no Bem Paraná

Foto: Franklin de Freitas

Foto: Franklin de Freitas

Dissidentes conseguem reintegração de posse da sede do PMDB

18 agosto, 2014 às 13:35  |  por Narley Resende

Os dissidentes do PMDB, liderados pelo secretário-geral e ex-governador Orlando Pessuti e o secretário-geral do partido em Curitiba Doático Santos conseguiram um mandado de reintegração de posse da sede do partido em Curitiba assinado pelo juiz substituto José Eduardo de Mello Leitão Salmon. Além disso, o juiz concedeu a anulação do ato promovido pelo senador Roberto Requião, candidato ao governo, que alterou a formação da Comissão Executiva do PMDB na última sexta-feira. Pessuti registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil e entrou com o pedido no final de semana. O juiz de plantão determinou a nulidade dos atos do grupo liderado por Requião.

Na sexta-feira (15), Requião promoveu uma reunião do lado de fora da sede do diretório, na Rua Vicente Machado, em Curitiba, e destituiu cinco membros da Executiva com o argumento de que estariam “atrapalhando” a candidatura dele ao governo do Paraná. O presidente Osmar Serraglio; o terceiro vice-presidente Stephanes Junior; o secretário-geral Orlando Pessuti; o segundo suplente Alexandre Curi; e o terceiro suplente Doático dos Santos foram destituídos dos cargos na Executiva Estadual por 42 votos dos 71 membros do diretório estadual do PMDB. O principal argumento para viabilizar a medida e destituir Serraglio, o ex-governador Orlando Pessuti e outros dissidentes, foi a acusação de infidelidade partidária por não apoiarem a candidatura do partido ao Palácio Iguaçu.

O oficial de Justiça esteve na manhã desta segunda-feira (18) na sede do PMDB para cumprir o mandado de reintegração de posse da Comissão Executiva do partido, assinada pelo juiz José Eduardo de Mello Leitão Salmon do plantão judiciário, às 21h50 deste domingo (17). A reintegração foi realizada por intermédio do secretário-geral do partido, ex-governador Orlando Pessuti.

O assessor jurídico de Requião e ex-secretário de Segurança Pública, Luiz Fernando Delazari afirma que a reintegração de posse do imóvel não altera a mudança na Executiva do partido que foi destituída. “Nós encaminhamos toda a documentação ao Diretório Nacional e a nova Executiva será convalidada hoje, não tem o que se discutir, não vamos recorrer da reintegração porque é apenas uma questão a ser discutida e não altera a nova formação do partido”, garante.

De acordo com a ação encaminhada pelos dissidentes do PMDB, “não há provas nos autos que comprovem que a Comissão Executiva do partido tenha sido dissolvida”.

Foto: divulgação / Orlando Pessuti

Foto: divulgação / Orlando Pessuti

 

Horário eleitoral no rádio e TV começa nesta terça-feira

17 agosto, 2014 às 19:47  |  por Narley Resende

A propaganda eleitoral em rádio e televisão começa amanhã em todo o país. O horário eleitoral segue até o dia 2 de outubro, três dias antes da votação do primeiro turno. A propaganda eleitoral para os candidatos que disputam a Presidência da República e a Câmara Federal será veiculada às terças, quintas e sábados.

Os candidatos ao governo, Senado, a deputado estadual/distrital vão se apresentar às segundas, quartas e sextas. A propaganda de rádio é veiculada sempre das 7h00 às 7h50 e das 12h00 às 12h50. Na TV, nos mesmos dias, os horários serão das 13h às 13h25 e das 20h30 às 20h55.

Leia no site do TSE

Beto Richa lidera em pesquisa estadual do Instituto Veritá

17 agosto, 2014 às 19:12  |  por Narley Resende

A pesquisa do Instituto Veritá que havia sido impugnada pela Justiça depois de uma liminar conseguida pelo PPL foi liberada pela Justiça neste domingo (17). A sondagem com abrangência estadual sobre a disputa pelo governo do Estado aponta que o governador Beto Richa (PSDB) teria chances de vencer já no primeiro turno, caso a eleição fosse hoje e não fosse considerada a margem de erro de três pontos.

Segundo levantamento do Instituto Veritá realizado em 45 municípios paranaenses, Richa teria hoje 50,4% dos votos válidos – excluídos os eleitores que disseram votar em branco ou anular, e os indecisos – contra 33,7% do senador e candidato do PMDB, Roberto Requião. Em seguida, aparece a senadora e candidata do PT, Gleisi Hoffmann, com 14,4%.

Bem distante, aparece o candidato do PSOL, Bernardo Pilotto, com 0,7%. Os candidatos Túlio Bandeira (PTC), Ogier Buchi (PRP), Rodrigo Tomazzini (PSTU) e Geonísio Marinho (PRTB) teriam menos de 1% dos votos válidos. A margem de erro é de 2,05% para mais ou menos.

Quando se somam os índices, os candidatos de oposição chegam a 49,7% dos votos válidos. Richa, com 50,4%, teria portanto a chance de vencer no primeiro turno, mas o resultado ficaria dentro da margem de erro, em empate técnico com a soma dos demais concorrentes.

Ainda em se levando em conta a consulta estimulada – quando o eleitor é apresentado a uma lista de candidatos, e considerando os votos brancos, nulos e indecisos, Richa teria 40,2% dos votos, contra 26,9% de Requião e 11,5% de Gleisi Hoffmann. O candidato Bernardo Pilotto foi escolhido por 0,5% dos entrevistados. Túlio Bandeira (PTC), Ogier Buchi (PRP), Rodrigo Tomazzini (PSTU) e Geonísio Marinho (PRTB) aparecem com menos de 1% dos votos. Brancos e nulos somam 10,2% e indecisos 10,0%.

Na simulação de segundo turno entre Beto Richa e Roberto Requião, o instituto aponta vitória de Richa, com 58,1% do percentual válido, contra 41,9% de Requião. Se o candidato do PSDB disputasse o segundo turno contra Gleisi Hoffmann, o tucano venceria com 63,9% dos votos, contra 36,1% da petista.

Na pesquisa espontânea para o primeiro turno, mais da metade (50,5%) dos entrevistados não saberiam em quem votar. Beto Richa teria 22,5%; Requião, 14,6%; e Gleisi, 5,2%. Os outros candidatos são citados por menos de 1% dos entrevistados.

Avaliação – A maioria dos eleitores aprova como “governo do Paraná vem conduzindo o Estado”.  Entre os entrevistados, 67.4% aprovam o governo e 30,4% desaprovam. Não souberam ou não responderam somam 2,3%. Quando questionados sobre a “maneira como o governador vem conduzindo o Estado”, 36,0% dos eleitores com mais de 16 anos entrevistados acreditam que o governo é bom. Outros 28,3% estão entre os que assinalaram que o governo é regular positivo, 13,1% regular negativo, 9,1% péssimo, 8,2% ruim e 3,0% ótimo. Não sabem ou não responderam representam 2,3% do total.

A pesquisa do Instituto Veritá, com sede em Uberlândia (MG), foi realizada entre os dias 05 e 09 de agosto de 2014. A coleta de dados foi feita por meio de formulários eletrônicos com a utilização de tablets e o custo da pesquisa com registro PR­  0007/2014 é de R$ 93 mil. Foram checados, no mínimo, 20% dos questionários de cada pesquisador, por supervisores de campo ou, posteriormente, por telefone. Todo o material é verificado e codificado, segundo o Instituto. Esta é segunda sondagem ampla, com entrevistados em todo o Estado, registrada no Tribunal Superior Eleitoral pelo instituto de Minas Gerais. A pesquisa foi publicada com exclusividade pelo jornal Bem Paraná.

Legislativo

Álvaro lidera com folga para o Senado

A mesma pesquisa colocou o candidato do PSDB ao Senado da República, Álvaro Dias, como vencedor das eleições deste ano com 57,2% dos votos. O candidato Ricardo Gomyde (PCdoB) teria 3,3% dos votos; Professor Piva (Pscol), 2%; e Marcelo Almeida (PMDB), 1,9%. Somados, os candidatos Adilson Silva (PRTB), Luiz Bárbara (PTC) e Evandro Castagna (PSTU) não têm 1% dos votos na sondagem. Indecisos somam 17,2%; brancos e nulos 16,7% dos votos. Entre os votos válidos – desconsiderando brancos, nulos e indecisos – Álvaro Dias teria 86,3 % dos votos, contra 4,9% de Gomyde, 3,0 de Piva, 2,8% de Marcelo Almeida e 1,3% de Mauri Viana. Adilson Silva, Bárbara e Castagna, juntos, não conseguiriam 1% dos votos, segundo Veritá.

A margem de erro de 2,03% para mais ou menos coloca os candidatos Gomyde, Piva, Marcelo Almeida e Mauri Viana tecnicamente empatados. Além disso, a soma dos eleitores indecisos com brancos e nulos chega a 34% dos votos entre os entrevistados, ou seja, 782 dos 2302 não sabem ou não querem votar nos candidatos apresentados. A soma de todos dos votos de todos os outros candidatos, brancos, nulos e indecisos, não chega a 45% entre os entrevistados.

O líder isolado na pesquisa senador Álvaro Dias está no terceiro mandato no Senado e a pesquisa indica a quarta eleição. O candidato que aparece em segundo lugar, Ricardo Gomyde, é ex-secretário de futebol do Ministério dos Esportes. Ele ocupou o cargo durante a Copa do Mundo. Antes disso, foi presidente do Paraná Esporte, que equivaleria à secretaria do Esporte, no governo Requião. Também foi deputado federal entre 1995 e 1999.

O candidato Professor Piva ficou mais conhecido depois do debate na TV Band, nas eleições de 2010, quando ele concorria ao Senado e defendia a extinção do Congresso Nacional.

Já o candidato Marcelo Almeida (PMDB) tem a campanha mais cara declarada até agora entre os oito.  O gasto de Almeida pode chegar a R$ 30 milhões. Ele teve a candidatura questionada por adversários, inclusive dentro do partido, por ser herdeiro da empreiteira CR Almeida, sócia de duas concessões de empresas de pedágio no Paraná. O peemedebista é o político mais rico das eleições deste ano, segundo as declarações à Justiça Eleitoral. O suplente de deputado federal possui R$ 740,4 milhões em bens registrados em seu nome.

Richa presta contas depois de intimação da Justiça

17 agosto, 2014 às 19:00  |  por Narley Resende

O Tribunal Superior Eleitoral divulgou neste final de semana as contas parciais do governador Beto Richa (PSDB), candidato à reeleição. A campanha tucana ao governo do Paraná protocolou as contas referentes ao mês de agosto depois da intimação da Justiça Eleitoral. Segundo a declaração, Richa arrecadou R$2,1 milhões (R$ 2.184.344,94)  até agora.

As despesas entre 5 de julho e 11 de agosto somaram R$ 675,3 mil (R$ 675.348,34). O maior valor de doação partiu da empresa Moinho Iguaçu Agroindustrial Ltda, com R$ 1 milhão em recursos. A determinação da Justiça Eleitoral foi conseguida pela coligação da senadora Gleisi Hoffmann (PT) ao governo do Estado. Os advogados da campanha petista entraram com uma ação na Justiça e conseguiram a decisão inédita de obrigar um candidato a prestar contas parciais.

Gleisi Hoffmann ainda é a candidata ao governo que maior gasto e arrecadação até agora, com R$2,5 milhões (R$ 2.580.500,00) arrecadados e gasto de 1,5 milhão (R$ 1.555.227,90) no primeiro mês de campanha. O candidato Roberto Requião (PMDB) declarou recursos de R$ 304,6 mil (R$304.683,22) e gastos de R$ 341,5 mil (R$ 341.544.32). Requião gastou aproximadamente R$ 35 mil a mais do que arrecadou até agora.

Consulte as declarações dos candidatos no site do TSE

Beto Richa tem vantagem em Maringá, segundo Instituto Visão

17 agosto, 2014 às 15:29  |  por Narley Resende

O governador Beto Richa (PSDB), candidato à reeleição, tem vantagem em Maringá (norte), segundo a primeira realizada no município. A pesquisa do Instituto Visão mostra Richa com 37,6% das intenções de voto. O segundo colocado é o senador Roberto Requião (PMDB), com 27,5%, seguido de Gleisi Hoffmann (PT), com 20,4%. O instituto ouviu 800 pessoas de Maringá entre 8 e 13 de agosto.O registro da sondagem no TRE é PR-00012/2014. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos.

A pesquisa foi publicada na edição 938 do jornal Impacto Paraná. Os entrevistados que não sabem, não responderam ou votam branco e nulo somam 12,4%. O candidato Ogier Buchi (PRP) tem 0,6%; Bernardo Pilotto (Psol) 0,6%; Geonisio Marinho (PRTB) 0,6%; Tulio Bandeira (PTC) 0,1%; e Rodrigo Tomazini (PSTU) 0,1% das intenções de voto em Maringá.

PESQUISA MARINGÁ

Reunião entre PSB e Rede vai discutir apoio de Marina Silva no Paraná

17 agosto, 2014 às 14:54  |  por Narley Resende

Representantes do PSB do Paraná devem se reunir hoje com membros da Rede Sustentabilidade, partido em construção da possível candidata à presidência da República pelo PSB Marina Silva. As lideranças da Rede e do PSB marcaram a reunião para definir se mantém apoio ao governador e candidato à reeleição Beto Richa (PSDB). O presidenciável Eduardo Campos (PSB), que morreu em um acidente de avião em Santos (SP), na última quarta-feira, firmou acordo com Richa e garantiu palanque duplo ao governador, junto com o candidato do PSDB à presidência Aécio Neves.

O presidente do PSB nacional, Roberto Amaral, afirmou que o partido deve manter os apoios firmados por Campos. Já o coordenador da Rede no Paraná, o candidato a deputado federal Eduardo Reiner (PV), afirma que existe uma nota oficial do “partido” e “a decisão de não apoiar Richa deve ser mantida”. Reiner afirma que até este momento só há especulação e as decisões foram tomadas. “O vice de uma possível candidatura de Marina pode apoiar o Richa (pelo PSB)”, cede, já que houve determinação do partido de Campos. O presidente estadual do PSB, Severino Araújo Nunes era amigo de Campos e já disse que vai se pronunciar somente depois do luto. Eduardo Campos foi velado neste domingo em Recife (PE).

O PSB tem até o próximo sábado para apresentar ou não Marina Silva como candidata oficial da legenda. O partido pretende apresentar os candidatos nos próximos dias e oficializar a chapa na quarta-feira (20). A propaganda eleitoral em rádio e TV começa nesta terça-feira (19).