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De saída, Richa já busca apoio para candidaturas do irmão e do filho

20 fevereiro, 2018 às 15:51  |  por Ivan Santos

beto richa

Apesar do suspense, a renúncia do governador Beto Richa (PSDB) para disputar uma vaga no Senado já é dada como certa no Centro Cívico. Prefeitos da confiança de Richa já vem sendo chamados a conversar pelo governador nos últimos dias. Na pauta da conversa, o apoio às pré-candidaturas de seu filho, Marcello Richa (PSDB) a deputado estadual, e a seu irmão, José ‘Pepe’ Richa Filho, a deputado federal.

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Suposto acordo entre Beto Richa e Ricardo Barros agita Centro Cívico

15 fevereiro, 2018 às 13:45  |  por Ivan Santos
Foto: Arnaldo Alves / ANPr.

Foto: Arnaldo Alves / ANPr.

Nos bastidores do Centro Cívico, o comentário corrente ontem era de que o governador Beto Richa (PSDB) teria fechado um acordo com o grupo do ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP), pelo qual concordaria em renunciar ao cargo em abril para disputar o Senado, e com isso, abrir caminho para que a esposa de Barros, a vice-governadora Cida Borghetti (PP), assuma o comando do Palácio Iguaçu e concorra à reeleição. Em troca, a nova governadora assumiria o compromisso de manter pessoas de confiança de Richa em postos chave na nova administração.

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MP quer que presidente da Câmara de Cambé renuncie

13 setembro, 2017 às 07:54  |  por Ivan Santos

A 2ª Promotoria de Justiça de Cambé (Norte Central), expediu ontem recomendação administrativa ao presidente da Câmara de Vereadores da cidade, Paulo Soares (PTB) para que renuncie ao cargo e adote providências para a escolha de um novo gestor para a Casa. O Ministério Público sustenta que o vereador, que ocupou a presidência nos últimos dois anos, foi reconduzido ao cargo de forma ilegal.

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“Não renunciarei”, garante Temer

18 maio, 2017 às 16:23  |  por Ivan Santos

TEMER DEPOIMENTO

Em rápido pronunciamento na tarde de hoje, o presidente Michel Temer (PMDB) garantiu que não pretende renunciar ao mandato, e negou que agido para comprar o silêncio de ninguém, como aponta a delação do dono do grupo JBS, Joesley Batista, que teria gravado o peemedebista dando aval para o pagamento de uma “mesada” ao ex-presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB/RJ), preso em Curitiba desde o final do ano passado em Curitiba, pela operação Lava Jato. “Não renunciarei. Repito: não renunciarei. Sei o que fiz. Sei da correção dos meus atos e exijo investigação plena e muito rápida para os esclarecimentos ao povo brasileiro. Essa situação de dúvida não pode persistir por muito tempo”, disse Temer, aparentando nervosismo.

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Alvaro Dias defende renúncia de Temer

18 maio, 2017 às 15:14  |  por Ivan Santos

alvaro

O senador Alvaro Dias (PV) defendeu hoje que o presidente Michel Temer (PMDB) – que teria sido gravado pelo dono do grupo JBS, Joesley Batista dando aval para a compra de silêncio do ex-presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB/RJ) – renuncie imediatamente ao cargo. Para o senador, esta seria a solução seria menos traumática para a população brasileira do que a instauração de novo processo de impeachment.

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Projeto exige renúncia de vereador que assumir cargo no Executivo

13 março, 2017 às 12:31  |  por Ivan Santos

euler

Com o apoio de 13 vereadores, foi protocolada hoje pelo Professor Euler (PSD), uma proposta de emenda à Lei Orgânica do Município (LOM) que obriga os parlamentares a renunciarem ao mandato se optarem por ocupar secretaria na prefeitura de Curitiba. A exigência também valeria para quaisquer cargos públicos fora da Câmara Municipal, seja na cidade, no governo estadual ou na administração federal.

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Para Ducci, renúncia de Cunha é manobra

7 julho, 2016 às 15:47  |  por Ivan Santos

ducci

O deputado federal Luciano Ducci (PSB) comentou a renúncia de Eduardo Cunha à presidência da Câmara. “Cunha renunciou e diz que foi para salvar a presidência da Câmara, foi para salvar seu mandato. A estratégia é sair dos holofotes para tentar ganhar tempo no processo de cassação que é alvo na Casa. Assim que o processo chegar ao plenário, ele será cassado”, disse Ducci.

Eduardo Cunha renuncia à presidência da Câmara

7 julho, 2016 às 14:33  |  por Ivan Santos

Cunha Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Agência Brasil

O presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), renunciou há pouco à presidência da Casa. Ele permanece com o mandato de deputado federal.

“Resolvi ceder ao apelos generalizados dos meus apoiadores [...] Somente a minha renúncia poderá pôr fim a esta instabilidade sem prazo. A Câmara não suportará infinitamente”, disse, ao ler sua carta de renúncia em entrevista à imprensa no Salão Nobre da Câmara. Ele informou ter encaminhado a carta ao primeiro-vice-presidente da Casa.

Ao ler a carta, Cunha disse que é alvo de perseguição por ter aceito a denúncia que deu início ao processo de impeachment de Dilma Rousseff. “Sofri e sofro muitas perseguições em função das pautas adotadas. Estou pagando um alto preço por ter dado início ao impeachment. Não tenho dúvidas, inclusive, de que a principal causa do meu afastamento reside na condução desse processo de impeachment da presidenta afastada”, disse.

Cunha chorou ao ler alguns trechos da carta.

O peemedebista disse também que sempre falou a verdade. “Comprovarei minha inocência nesses inquéritos. Não recebi qualquer vantagem indevida de quem quer que seja”, disse.

Eduardo Cunha chegou no início da tarde pela chapelaria da Câmara, passou na Secretaria-Geral da Mesa e marcou a entrevista à imprensa no Salão Nobre da Casa, apesar de ter sido autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a circular na Câmara apenas para se defender do processo de cassação no Conselho de Ética ou na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Em ocasiões anteriores, por várias vezes, Cunha negou que iria renunciar.

Com a decisão de Cunha de deixar a vaga, a Câmara terá que convocar novas eleições no prazo de até cinco sessões plenárias – deliberativas ou de debates com o mínimo de 51 deputados presentes – para uma espécie de mandato-tampão, ou seja, para um nome que comandará a Casa até fevereiro do próximo ano quando um novo presidente será eleito.

Com a renúncia, pode se encerrar o impasse sobre a permanência de Waldir Maranhão (PP-MA) no comando da Câmara. Maranhão assumiu o cargo desde que Cunha foi afastado da presidência da Câmara pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Pugliesi volta atrás e mantém candidatura para “ajudar o PMDB”

17 agosto, 2014 às 13:59  |  por Narley Resende

O deputado estadual Waldyr Pugliesi (PMDB) voltou atrás e não vai mais desistir de sua candidatura à reeleição. Depois da reunião de dissolução da Comissão Executiva Estadual do PMDB, o senador Roberto Requião (PMDB), candidato à reeleição, anunciou que Pugliesi seria coordenador da campanha peemedebista ao governo na Região Norte do Paraná e fez um apelo para que ele acumulasse a função com a própria campanha.“O deputado Waldyr Puglisi era uma sugestão minha para presidir o partido, mas o deputado é candidato e será nosso coordenador na região”, diz.

O deputado entrou em contato com o Bem Paraná para dizer que vai permanecer candidato. “Ainda tenho tempo e o senador Requião acredita que é importante para o partido”, recua.

O parlamentar só não havia “batido o martelo” sobre a renúncia porque foi convencido pelos demais deputados do PMDB a adiar a decisão. A bancada do partido – a maior da Assembleia, com 13 parlamentares – teme ter ainda mais dificuldade para se reeleger sem Pugliesi, que na eleição passada teve 66.513 votos.

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Foto: divulgação / Waldyr Pugliesi