Arquivo da tag: renuncia

MP quer que presidente da Câmara de Cambé renuncie

13 setembro, 2017 às 07:54  |  por Ivan Santos

A 2ª Promotoria de Justiça de Cambé (Norte Central), expediu ontem recomendação administrativa ao presidente da Câmara de Vereadores da cidade, Paulo Soares (PTB) para que renuncie ao cargo e adote providências para a escolha de um novo gestor para a Casa. O Ministério Público sustenta que o vereador, que ocupou a presidência nos últimos dois anos, foi reconduzido ao cargo de forma ilegal.

Continuar lendo

“Não renunciarei”, garante Temer

18 maio, 2017 às 16:23  |  por Ivan Santos

TEMER DEPOIMENTO

Em rápido pronunciamento na tarde de hoje, o presidente Michel Temer (PMDB) garantiu que não pretende renunciar ao mandato, e negou que agido para comprar o silêncio de ninguém, como aponta a delação do dono do grupo JBS, Joesley Batista, que teria gravado o peemedebista dando aval para o pagamento de uma “mesada” ao ex-presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB/RJ), preso em Curitiba desde o final do ano passado em Curitiba, pela operação Lava Jato. “Não renunciarei. Repito: não renunciarei. Sei o que fiz. Sei da correção dos meus atos e exijo investigação plena e muito rápida para os esclarecimentos ao povo brasileiro. Essa situação de dúvida não pode persistir por muito tempo”, disse Temer, aparentando nervosismo.

Continuar lendo

Alvaro Dias defende renúncia de Temer

18 maio, 2017 às 15:14  |  por Ivan Santos

alvaro

O senador Alvaro Dias (PV) defendeu hoje que o presidente Michel Temer (PMDB) – que teria sido gravado pelo dono do grupo JBS, Joesley Batista dando aval para a compra de silêncio do ex-presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB/RJ) – renuncie imediatamente ao cargo. Para o senador, esta seria a solução seria menos traumática para a população brasileira do que a instauração de novo processo de impeachment.

Continuar lendo

Projeto exige renúncia de vereador que assumir cargo no Executivo

13 março, 2017 às 12:31  |  por Ivan Santos

euler

Com o apoio de 13 vereadores, foi protocolada hoje pelo Professor Euler (PSD), uma proposta de emenda à Lei Orgânica do Município (LOM) que obriga os parlamentares a renunciarem ao mandato se optarem por ocupar secretaria na prefeitura de Curitiba. A exigência também valeria para quaisquer cargos públicos fora da Câmara Municipal, seja na cidade, no governo estadual ou na administração federal.

Continuar lendo

Para Ducci, renúncia de Cunha é manobra

7 julho, 2016 às 15:47  |  por Ivan Santos

ducci

O deputado federal Luciano Ducci (PSB) comentou a renúncia de Eduardo Cunha à presidência da Câmara. “Cunha renunciou e diz que foi para salvar a presidência da Câmara, foi para salvar seu mandato. A estratégia é sair dos holofotes para tentar ganhar tempo no processo de cassação que é alvo na Casa. Assim que o processo chegar ao plenário, ele será cassado”, disse Ducci.

Eduardo Cunha renuncia à presidência da Câmara

7 julho, 2016 às 14:33  |  por Ivan Santos

Cunha Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Agência Brasil

O presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), renunciou há pouco à presidência da Casa. Ele permanece com o mandato de deputado federal.

“Resolvi ceder ao apelos generalizados dos meus apoiadores [...] Somente a minha renúncia poderá pôr fim a esta instabilidade sem prazo. A Câmara não suportará infinitamente”, disse, ao ler sua carta de renúncia em entrevista à imprensa no Salão Nobre da Câmara. Ele informou ter encaminhado a carta ao primeiro-vice-presidente da Casa.

Ao ler a carta, Cunha disse que é alvo de perseguição por ter aceito a denúncia que deu início ao processo de impeachment de Dilma Rousseff. “Sofri e sofro muitas perseguições em função das pautas adotadas. Estou pagando um alto preço por ter dado início ao impeachment. Não tenho dúvidas, inclusive, de que a principal causa do meu afastamento reside na condução desse processo de impeachment da presidenta afastada”, disse.

Cunha chorou ao ler alguns trechos da carta.

O peemedebista disse também que sempre falou a verdade. “Comprovarei minha inocência nesses inquéritos. Não recebi qualquer vantagem indevida de quem quer que seja”, disse.

Eduardo Cunha chegou no início da tarde pela chapelaria da Câmara, passou na Secretaria-Geral da Mesa e marcou a entrevista à imprensa no Salão Nobre da Casa, apesar de ter sido autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a circular na Câmara apenas para se defender do processo de cassação no Conselho de Ética ou na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Em ocasiões anteriores, por várias vezes, Cunha negou que iria renunciar.

Com a decisão de Cunha de deixar a vaga, a Câmara terá que convocar novas eleições no prazo de até cinco sessões plenárias – deliberativas ou de debates com o mínimo de 51 deputados presentes – para uma espécie de mandato-tampão, ou seja, para um nome que comandará a Casa até fevereiro do próximo ano quando um novo presidente será eleito.

Com a renúncia, pode se encerrar o impasse sobre a permanência de Waldir Maranhão (PP-MA) no comando da Câmara. Maranhão assumiu o cargo desde que Cunha foi afastado da presidência da Câmara pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Pugliesi volta atrás e mantém candidatura para “ajudar o PMDB”

17 agosto, 2014 às 13:59  |  por Narley Resende

O deputado estadual Waldyr Pugliesi (PMDB) voltou atrás e não vai mais desistir de sua candidatura à reeleição. Depois da reunião de dissolução da Comissão Executiva Estadual do PMDB, o senador Roberto Requião (PMDB), candidato à reeleição, anunciou que Pugliesi seria coordenador da campanha peemedebista ao governo na Região Norte do Paraná e fez um apelo para que ele acumulasse a função com a própria campanha.“O deputado Waldyr Puglisi era uma sugestão minha para presidir o partido, mas o deputado é candidato e será nosso coordenador na região”, diz.

O deputado entrou em contato com o Bem Paraná para dizer que vai permanecer candidato. “Ainda tenho tempo e o senador Requião acredita que é importante para o partido”, recua.

O parlamentar só não havia “batido o martelo” sobre a renúncia porque foi convencido pelos demais deputados do PMDB a adiar a decisão. A bancada do partido – a maior da Assembleia, com 13 parlamentares – teme ter ainda mais dificuldade para se reeleger sem Pugliesi, que na eleição passada teve 66.513 votos.

waldyr pugliesi4

Foto: divulgação / Waldyr Pugliesi

Ogier Buchi anuncia novo vice na chapa do PRP ao governo do Paraná

3 agosto, 2014 às 13:09  |  por Narley Resende

O candidato a vice-governador, na chapa de Ogier Buchi (PRP), o odontólogo Valfredo Dzazio, desistiu de concorrer nas eleições deste ano. Além dele, outros quatro do Partido Republicano Progressista (PRP) renunciaram às candidaturas. O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE) homologou no último sábado (02) as renúncias de Celso Luiz Soares Rocha, que era o primeiro suplente ao Senado do PRP, Evani Aparecida Caldas de Lima e Edite Correa de Arruda, que seriam candidatas a uma vaga na Assembleia Legislativa.

Segundo Ogier Buchi, o novo vice “já está escolhido há uma semana” e o ex-presidente da Câmara de Ponta Grossa, nos Campos Gerais, Valfredo Dzazio teria desistido da candidatura por uma “dificuldade” em prestações de contas anteriores.  Dzazio foi candidato a vereador sete vezes, e segundo Buchi, na última campanha “não cuidou da prestação de contas”. O indicado para substituir o vice na chapa do PRP é o advogado de São José dos Pinhais Elson de Almeida Ribas.

O prazo para a primeira parcial das prestações de contas dos candidatos terminou neste sábado (02) e a os valores gastos pelos candidatos até agora, assim como valores arrecadados e as despesas com origem e destino dos recursos, será divulgada no dia 06 de agosto, pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR).

ogier vice

Foto: reprodução / Facebook

 

 

 

 

 

André Vargas oficializa renuncia à vice-presidência da Câmara

16 abril, 2014 às 16:20  |  por Ivan Santos

Folhapress

O deputado licenciado, André Vargas (PT-PR), formalizou nesta quarta-feira, 16, na Mesa Diretora da Câmara a renúncia ao cargo de vice-presidente da Casa. O documento não apresenta, no entanto, nenhuma menção à possibilidade de ele abrir mão do mandato de parlamentar.

O texto da carta entregue na Mesa é o mesmo lido pelo líder do PT na Câmara, Vicentinho (PT-SP), no última quarta-feira, 09, no Salão Verde da Câmara.

Na ocasião, Vargas explicou que tomou a decisão de deixar a vice-presidência após a abertura do processo disciplinar contra ele no Conselho de Ética. O processo foi aberto após ser revelado que o petista tinha viajado em um jatinho emprestado pelo doleiro Alberto Yousseff, preso na Operação Lava-Jato, da Polícia Federal.

O presidente em exercício da Câmara, Fábio Faria (PSD-RN), informou que a partir de desta quarta começará a contar o prazo de cinco sessões do plenário para que seja feita a substituição de Vargas na Mesa. “Com a oficialização será aberto o prazo regimental para a escolha do novo vice-presidente. Não poderá haver candidatura avulsa, essa vaga cabe apenas ao PT em razão da proporcionalidade do tamanho da bancada do PT na Casa”, afirmou Farias.

O líder do PT, Vicentinho, comunicou ontem que até o próximo dia 29 a bancada deverá indicar o nome para o lugar do paranaense. Entre os mais cotados para o cargo estão os deputados José Guimarães (CE) e Paulo Teixeira (SP).

Em relação à possível renúncia de André Vargas ao mandato, até o momento nada foi formalizado. O petista chegou a anunciar que iria renunciar ontem, mas recuou da ideia. Por meio de nota, o deputado informou na tarde de terça-feira que estava “reestudando a hipótese de renúncia” ao mandato parlamentar.

“De acordo com a Constituição Federal, a renúncia ao mandato será inócua, pois não surtirá qualquer efeito. Em face disso, o deputado André Vargas (PT-PR) está reestudando a hipótese de renúncia”, diz a mensagem divulgada por sua assessoria. O parágrafo 4º do artigo 55 da Constituição diz que a “renúncia de parlamentar submetido a processo que vise ou possa levar à perda do mandato, nos termos deste artigo, terá seus efeitos suspensos até as deliberações finais de que tratam os §§ 2º e 3º”. A emenda constitucional de revisão é de 1994.

Depois de ter prisão decretada, Valdemar Costa Neto renuncia ao mandato de deputado

5 dezembro, 2013 às 17:17  |  por Ivan Santos


Foto: José Cruz/ABr

O deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP) apresentou carta de renúncia ao seu mandato, que foi lida há pouco em Plenário da Câmara Federal pelo deputado Luciano Castro (PR-RR). O pedido de renúncia ocorreu após a notícia de que o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou sua prisão (o mandado de prisão pode ser emitido a qualquer momento). Costa Neto é um dos condenados no processo do mensalão (Ação Penal 470). Recebeu pena de sete anos e dez meses por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

A renúncia encerra qualquer possibilidade de processo de cassação do mandato pela Câmara. Na carta, o deputado diz que renunciou para não impor ao Parlamento “mais um constrangimento institucional”.

Costa Neto também alega inocência. “Reitero que fui condenado por crimes que não cometi. Serenamente, passo a cumprir uma sentença de culpa, flagrantemente destituída do sagrado duplo grau de jurisdição”, diz a carta.

Ele é o segundo deputado a renunciar ao mandato depois de condenação no processo do mensalão. Nesta semana, o então deputado José Genoino (PT-SP) também renunciou para evitar o processo de cassação.

Costa Neto já havia renunciado ao mandato de deputado federal em 2005, após ter o nome associado, pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Correios, ao escândalo do mensalão, o mesmo que deu origem ao processo no Supremo Tribunal Federal.

O suplente de Costa Neto é Hélcio Silva (PT), atual vice-prefeito de Mauá (SP), que terá que se desligar do cargo para assumir o mandato de deputado federal.