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“Não renunciarei”, garante Temer

18 maio, 2017 às 16:23  |  por Ivan Santos

TEMER DEPOIMENTO

Em rápido pronunciamento na tarde de hoje, o presidente Michel Temer (PMDB) garantiu que não pretende renunciar ao mandato, e negou que agido para comprar o silêncio de ninguém, como aponta a delação do dono do grupo JBS, Joesley Batista, que teria gravado o peemedebista dando aval para o pagamento de uma “mesada” ao ex-presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB/RJ), preso em Curitiba desde o final do ano passado em Curitiba, pela operação Lava Jato. “Não renunciarei. Repito: não renunciarei. Sei o que fiz. Sei da correção dos meus atos e exijo investigação plena e muito rápida para os esclarecimentos ao povo brasileiro. Essa situação de dúvida não pode persistir por muito tempo”, disse Temer, aparentando nervosismo.

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Alvaro Dias defende renúncia de Temer

18 maio, 2017 às 15:14  |  por Ivan Santos

alvaro

O senador Alvaro Dias (PV) defendeu hoje que o presidente Michel Temer (PMDB) – que teria sido gravado pelo dono do grupo JBS, Joesley Batista dando aval para a compra de silêncio do ex-presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB/RJ) – renuncie imediatamente ao cargo. Para o senador, esta seria a solução seria menos traumática para a população brasileira do que a instauração de novo processo de impeachment.

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Projeto exige renúncia de vereador que assumir cargo no Executivo

13 março, 2017 às 12:31  |  por Ivan Santos

euler

Com o apoio de 13 vereadores, foi protocolada hoje pelo Professor Euler (PSD), uma proposta de emenda à Lei Orgânica do Município (LOM) que obriga os parlamentares a renunciarem ao mandato se optarem por ocupar secretaria na prefeitura de Curitiba. A exigência também valeria para quaisquer cargos públicos fora da Câmara Municipal, seja na cidade, no governo estadual ou na administração federal.

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Para Ducci, renúncia de Cunha é manobra

7 julho, 2016 às 15:47  |  por Ivan Santos

ducci

O deputado federal Luciano Ducci (PSB) comentou a renúncia de Eduardo Cunha à presidência da Câmara. “Cunha renunciou e diz que foi para salvar a presidência da Câmara, foi para salvar seu mandato. A estratégia é sair dos holofotes para tentar ganhar tempo no processo de cassação que é alvo na Casa. Assim que o processo chegar ao plenário, ele será cassado”, disse Ducci.

Eduardo Cunha renuncia à presidência da Câmara

7 julho, 2016 às 14:33  |  por Ivan Santos

Cunha Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Agência Brasil

O presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), renunciou há pouco à presidência da Casa. Ele permanece com o mandato de deputado federal.

“Resolvi ceder ao apelos generalizados dos meus apoiadores [...] Somente a minha renúncia poderá pôr fim a esta instabilidade sem prazo. A Câmara não suportará infinitamente”, disse, ao ler sua carta de renúncia em entrevista à imprensa no Salão Nobre da Câmara. Ele informou ter encaminhado a carta ao primeiro-vice-presidente da Casa.

Ao ler a carta, Cunha disse que é alvo de perseguição por ter aceito a denúncia que deu início ao processo de impeachment de Dilma Rousseff. “Sofri e sofro muitas perseguições em função das pautas adotadas. Estou pagando um alto preço por ter dado início ao impeachment. Não tenho dúvidas, inclusive, de que a principal causa do meu afastamento reside na condução desse processo de impeachment da presidenta afastada”, disse.

Cunha chorou ao ler alguns trechos da carta.

O peemedebista disse também que sempre falou a verdade. “Comprovarei minha inocência nesses inquéritos. Não recebi qualquer vantagem indevida de quem quer que seja”, disse.

Eduardo Cunha chegou no início da tarde pela chapelaria da Câmara, passou na Secretaria-Geral da Mesa e marcou a entrevista à imprensa no Salão Nobre da Casa, apesar de ter sido autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a circular na Câmara apenas para se defender do processo de cassação no Conselho de Ética ou na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Em ocasiões anteriores, por várias vezes, Cunha negou que iria renunciar.

Com a decisão de Cunha de deixar a vaga, a Câmara terá que convocar novas eleições no prazo de até cinco sessões plenárias – deliberativas ou de debates com o mínimo de 51 deputados presentes – para uma espécie de mandato-tampão, ou seja, para um nome que comandará a Casa até fevereiro do próximo ano quando um novo presidente será eleito.

Com a renúncia, pode se encerrar o impasse sobre a permanência de Waldir Maranhão (PP-MA) no comando da Câmara. Maranhão assumiu o cargo desde que Cunha foi afastado da presidência da Câmara pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Pugliesi volta atrás e mantém candidatura para “ajudar o PMDB”

17 agosto, 2014 às 13:59  |  por Narley Resende

O deputado estadual Waldyr Pugliesi (PMDB) voltou atrás e não vai mais desistir de sua candidatura à reeleição. Depois da reunião de dissolução da Comissão Executiva Estadual do PMDB, o senador Roberto Requião (PMDB), candidato à reeleição, anunciou que Pugliesi seria coordenador da campanha peemedebista ao governo na Região Norte do Paraná e fez um apelo para que ele acumulasse a função com a própria campanha.“O deputado Waldyr Puglisi era uma sugestão minha para presidir o partido, mas o deputado é candidato e será nosso coordenador na região”, diz.

O deputado entrou em contato com o Bem Paraná para dizer que vai permanecer candidato. “Ainda tenho tempo e o senador Requião acredita que é importante para o partido”, recua.

O parlamentar só não havia “batido o martelo” sobre a renúncia porque foi convencido pelos demais deputados do PMDB a adiar a decisão. A bancada do partido – a maior da Assembleia, com 13 parlamentares – teme ter ainda mais dificuldade para se reeleger sem Pugliesi, que na eleição passada teve 66.513 votos.

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Foto: divulgação / Waldyr Pugliesi

Ogier Buchi anuncia novo vice na chapa do PRP ao governo do Paraná

3 agosto, 2014 às 13:09  |  por Narley Resende

O candidato a vice-governador, na chapa de Ogier Buchi (PRP), o odontólogo Valfredo Dzazio, desistiu de concorrer nas eleições deste ano. Além dele, outros quatro do Partido Republicano Progressista (PRP) renunciaram às candidaturas. O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE) homologou no último sábado (02) as renúncias de Celso Luiz Soares Rocha, que era o primeiro suplente ao Senado do PRP, Evani Aparecida Caldas de Lima e Edite Correa de Arruda, que seriam candidatas a uma vaga na Assembleia Legislativa.

Segundo Ogier Buchi, o novo vice “já está escolhido há uma semana” e o ex-presidente da Câmara de Ponta Grossa, nos Campos Gerais, Valfredo Dzazio teria desistido da candidatura por uma “dificuldade” em prestações de contas anteriores.  Dzazio foi candidato a vereador sete vezes, e segundo Buchi, na última campanha “não cuidou da prestação de contas”. O indicado para substituir o vice na chapa do PRP é o advogado de São José dos Pinhais Elson de Almeida Ribas.

O prazo para a primeira parcial das prestações de contas dos candidatos terminou neste sábado (02) e a os valores gastos pelos candidatos até agora, assim como valores arrecadados e as despesas com origem e destino dos recursos, será divulgada no dia 06 de agosto, pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR).

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Foto: reprodução / Facebook

 

 

 

 

 

André Vargas oficializa renuncia à vice-presidência da Câmara

16 abril, 2014 às 16:20  |  por Ivan Santos

Folhapress

O deputado licenciado, André Vargas (PT-PR), formalizou nesta quarta-feira, 16, na Mesa Diretora da Câmara a renúncia ao cargo de vice-presidente da Casa. O documento não apresenta, no entanto, nenhuma menção à possibilidade de ele abrir mão do mandato de parlamentar.

O texto da carta entregue na Mesa é o mesmo lido pelo líder do PT na Câmara, Vicentinho (PT-SP), no última quarta-feira, 09, no Salão Verde da Câmara.

Na ocasião, Vargas explicou que tomou a decisão de deixar a vice-presidência após a abertura do processo disciplinar contra ele no Conselho de Ética. O processo foi aberto após ser revelado que o petista tinha viajado em um jatinho emprestado pelo doleiro Alberto Yousseff, preso na Operação Lava-Jato, da Polícia Federal.

O presidente em exercício da Câmara, Fábio Faria (PSD-RN), informou que a partir de desta quarta começará a contar o prazo de cinco sessões do plenário para que seja feita a substituição de Vargas na Mesa. “Com a oficialização será aberto o prazo regimental para a escolha do novo vice-presidente. Não poderá haver candidatura avulsa, essa vaga cabe apenas ao PT em razão da proporcionalidade do tamanho da bancada do PT na Casa”, afirmou Farias.

O líder do PT, Vicentinho, comunicou ontem que até o próximo dia 29 a bancada deverá indicar o nome para o lugar do paranaense. Entre os mais cotados para o cargo estão os deputados José Guimarães (CE) e Paulo Teixeira (SP).

Em relação à possível renúncia de André Vargas ao mandato, até o momento nada foi formalizado. O petista chegou a anunciar que iria renunciar ontem, mas recuou da ideia. Por meio de nota, o deputado informou na tarde de terça-feira que estava “reestudando a hipótese de renúncia” ao mandato parlamentar.

“De acordo com a Constituição Federal, a renúncia ao mandato será inócua, pois não surtirá qualquer efeito. Em face disso, o deputado André Vargas (PT-PR) está reestudando a hipótese de renúncia”, diz a mensagem divulgada por sua assessoria. O parágrafo 4º do artigo 55 da Constituição diz que a “renúncia de parlamentar submetido a processo que vise ou possa levar à perda do mandato, nos termos deste artigo, terá seus efeitos suspensos até as deliberações finais de que tratam os §§ 2º e 3º”. A emenda constitucional de revisão é de 1994.

Depois de ter prisão decretada, Valdemar Costa Neto renuncia ao mandato de deputado

5 dezembro, 2013 às 17:17  |  por Ivan Santos


Foto: José Cruz/ABr

O deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP) apresentou carta de renúncia ao seu mandato, que foi lida há pouco em Plenário da Câmara Federal pelo deputado Luciano Castro (PR-RR). O pedido de renúncia ocorreu após a notícia de que o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou sua prisão (o mandado de prisão pode ser emitido a qualquer momento). Costa Neto é um dos condenados no processo do mensalão (Ação Penal 470). Recebeu pena de sete anos e dez meses por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

A renúncia encerra qualquer possibilidade de processo de cassação do mandato pela Câmara. Na carta, o deputado diz que renunciou para não impor ao Parlamento “mais um constrangimento institucional”.

Costa Neto também alega inocência. “Reitero que fui condenado por crimes que não cometi. Serenamente, passo a cumprir uma sentença de culpa, flagrantemente destituída do sagrado duplo grau de jurisdição”, diz a carta.

Ele é o segundo deputado a renunciar ao mandato depois de condenação no processo do mensalão. Nesta semana, o então deputado José Genoino (PT-SP) também renunciou para evitar o processo de cassação.

Costa Neto já havia renunciado ao mandato de deputado federal em 2005, após ter o nome associado, pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Correios, ao escândalo do mensalão, o mesmo que deu origem ao processo no Supremo Tribunal Federal.

O suplente de Costa Neto é Hélcio Silva (PT), atual vice-prefeito de Mauá (SP), que terá que se desligar do cargo para assumir o mandato de deputado federal.

Genoino renuncia ao mandato para escapar da cassação

3 dezembro, 2013 às 13:46  |  por Ivan Santos

Agência Câmara

O deputado licenciado José Genoino (PT-SP) apresentou há pouco a carta de renúncia de seu mandato parlamentar à Mesa Diretora da Câmara Federal. A comunicação foi feita pelo 1º vice-presidente da Câmara dos Deputados, Andre Vargas (PT-PR), durante reunião da Mesa, um pouco antes da decisão final sobre a abertura ou não de processo de cassação de seu mandato.

O 2º secretário da Mesa, deputado Simão Sessim (PP-RJ), acrescentou que o pedido oficial de renúncia foi apresentado quando a votação da cassação já havia iniciado e a maoria dos votos era para a abertura do processo.

O diretor-geral da Câmara, Sergio Sampaio, disse que, mais tarde, vai divulgar comunicado oficial sobre a possível aposentadoria ou não do agora ex-deputado. O deputado Renato Simões (PT-SP) já estava no lugar do Genoino e, segundo a Secretária Geral da Mesa, vai continuar no mandato.

Em seu comunicado de renúncia, o agora ex-deputado José Genoino reafirmou sua inocência no caso do mensalão, pelo qual foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a tantos anos de prisão em regime semi-aberto.

Genoino comunicou sua renúncia destacando que iniciará nova batalha para reafirmar sua inocência. “Com história de mais de 45 anos de luta na defesa intransigente do povo brasileiro e da democracia, darei uma breve pausa nessa luta, que representa o início de uma nova batalha dentre tantas outras que já enfrentei”, afirmou.

O ex-deputado, que no momento cumpre pena domiciliar devido a seu estado de saúde, destacou que, “entre a humilhação e a ilegalidade”, prefere o risco da luta. Ressaltou ainda que não acumulou patrimônio e riqueza, agradecendo a confiança que seus eleitores depositaram nele.

Ele criticou ainda a transformação de seu processo de cassação em espetáculo.