Arquivos da categoria: Vida profissional

Qual é o seu propósito?

4 outubro, 2017 às 06:00  |  por Luciana Kotaka

Talvez em algum momento você se sinta perdido e precise repensar sua vida

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Certo dia, você se dá conta de que tudo o que acreditava não lhe serve mais. Suas escolhas talvez tenham sido equivocadas, algo em sua vida não lhe dá mais satisfação. Será que essa situação já aconteceu com você? O que sente ao abrir os olhos pela manhã?

Atualmente muitas pessoas vêm relatando que estão perdidas, confusas, iniciando uma busca por um sentido maior em suas vidas que vai muito além da rotina diária que estão acostumados a realizar. Atividades que normalmente seriam satisfatórias se tornaram entediantes, não se sentem estimulados a continuar a viver dentro dos mesmos padrões que normalmente sentiam-se felizes. Será que está faltando um propósito maior? O que de fato faria nesse momento caso pudesse escolher?

É preciso muita coragem para dar uma reviravolta na vida, engrenar a primeira marcha novamente e iniciar um novo caminho. Mas será que é preciso mesmo ou é possível alinhar o que faz hoje com um novo propósito? Essa urgência em mudar e dar um novo sentido à vida pode ser muito angustiante, pois não é fácil construir um caminho e no meio da caminhada perceber que é necessário fazer um desvio, muitas vezes muito além da rota idealizada. Mas é necessário olhar isso de frente e se permitir uma nova chance, para poder sentir-se alinhado com seus sonhos.

Esse conflito, mesmo que de alguma forma assuste, pode ser o gatilho inicial para dar um sentido maior à sua vida. O medo? Esse a gente olha de frente e confronta, afinal o que seria da vida se ficássemos paralisados cada vez que ele surgisse à nossa frente.

 

Ser gentil pode ser um desafio

27 junho, 2017 às 14:15  |  por Luciana Kotaka


Por que pequenos gestos de delicadeza podem ser tão difíceis de se realizar?

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Você já parou para pensar que ser gentil pode ser uma qualidade que falte em seu curriculum? Pode parecer estranho, mas nem sempre somos como nos vemos. Temos a estranha mania de acharmos que somos “quase perfeitos”, pois são poucas as pessoas que olham para si mesmas e assumem que têm defeitos que são mal vistos por nossa sociedade.

Ser gentil é um comportamento que vem sendo extinto, basta darmos uma olhadinha no Facebook e já identificamos várias pessoas que parecem terem faltado na aula de boas maneiras. Talvez, na verdade, seja o desequilíbrio entre o antes eu não podia e agora eu acho que posso. Digo tudo o que penso, mesmo se doer. Nasceu a era do eu faço o que quero, falo o que penso, pois sou autêntico.

Mas ainda existem aqueles que ao olharmos em seus olhos, iremos enxergar o brilho da amorosidade, irá nos cumprimentar, fará a gentileza de segurar a porta do elevador, elogiará nossos olhos e ainda se oferecerá para ajudar gratuitamente.

Ao mesmo tempo que por um lado, vemos esses valores sendo extintos, há todo um outro movimento contrário resgatando comportamentos que são fundamentais para a boa convivência, principalmente aqueles que buscam a evolução pessoal.

Quanto mais nos dispusermos a olhar para nosso interior buscando melhorar nossos pontos frágeis, mais abertos estaremos para permitir vivermos de forma mais livre, o que leva sem dúvida a uma forma mais espontânea de nos relacionarmos com o outro e com o mundo.

Quando não há medo, há liberdade, inclusive de sermos gentis, de elogiar gratuitamente, alimentando o amor próprio de nosso próximo.

Minha proposta é alertar você do quanto pode fazer a diferença na vida de alguém que esteja precisando de um elogio, de uma gentileza, para que possa quem sabe ser até o suspiro que faltava para conseguir permanecer presente nesse mundo tão caótico.

Faça a diferença, encha o balde do outro, seja apenas gentil, vamos tentar?

Faça seu ano render

4 janeiro, 2017 às 06:00  |  por Luciana Kotaka

Metas curtas podem te proporcionar realização pessoal e profissional mais rápido

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Toda virada de ano é igual, muda-se o local, a beleza dos fogos, as pessoas ao redor, mas o foco está em mudar o que não está te fazendo feliz.

Pode ser mudança de trabalho, perda de peso, dar um basta em um relacionamento complicado, estudar uma língua, entrar em uma academia e muitas outras coisas. A questão é que o ano passa e quando se dá conta não realizou nem uma das mudanças que seriam importantes para você.

O tempo passa, vamos envelhecendo, descuidando de situações que deveriam ser prioridades em nossa vida e te pergunto por quê?

Apesar de vermos pessoas próximas realizar mudanças fantásticas, parece que falta algo que nos impulsione para podermos nos sentir realizados. Não vou entrar em detalhes aqui até porque cada pessoa se constitui a partir de uma história, sendo impossível abranger nesse texto o que pode ser o gatilho sabotador em sua vida.

Porém, penso que posso levá-lo a refletir sobre o assunto e quem sabe você possa sair desse engessamento que te prende e saia experimentando o sabor das mudanças?

- O que significa não realizar seus desejos?

- Não realizá-los te obriga a permanecer em um lugar, qual seria?

- Deixar passar o tempo e não fazer algo que seria bom para você deve ser um sintoma de algo, pense.

- Há quanto tempo se sente preso e sem iniciativa?

- O que estava acontecendo em sua vida antes de começar a se sentir paralisado?

- Qual o ganho secundário que permanecer nesse lugar te propicia?

- O que você gostaria de fazer em sua vida que não está fazendo?

Pense em cada questão, deixe as resistências e racionalizações de lado e escute seu coração, para assim entender o que está te impedindo de ser feliz, de se sentir realizado e/ou livre.

Quando nos permitimos pensar a respeito com carinho e sem ficar arrumando justificativas, conseguimos entender as motivações que fazem nos paralisar, impedindo de buscar a satisfação pessoal e sentir-se competente.

Faça o seu ano render, metas curtas, possíveis de realizar, um objetivo de cada vez.

Salvar

Salvar

Salvar

Salvar

Dizer não, pode ser extremamente libertador

10 setembro, 2016 às 12:36  |  por Luciana Kotaka

Muitas vezes esquecemos de que somos seres com capacidade de escolha

No more

Dizer não a uma pessoa pode custar várias noites de sono, com exceção de algumas pessoas das quais se sentem fortalecidas para colocar limites, uma grande parcela das pessoas se sente constrangida, até porque a necessidade de agradar e a culpa fazem com que cedam ao invés de impor o que deseja.

Quantas vezes assistimos um amigo e até um familiar passando por uma situação abusiva sem que consiga resolver e para quem está de fora vê com clareza qual seria a solução?

O que vemos é que pessoas com dificuldades em dizer não, apresentam algumas características das quais se tornam alvos fáceis para pessoas manipuladoras e abusivas, veja abaixo:

- A baixa autoestima faz com que o sujeito duvide de sua capacidade, sempre se menosprezando quanto às qualidades e direitos que possam ter;

- Vemos o quanto pessoas inseguras vivem no limite, sempre em cima do muro, apesar de terem consciência do que é certo ou errado, acabam cedendo e ficam remoendo e gastando energia desnecessária que poderia ser evitado caso conseguisse dizer um sonoro não cada vez que sentisse necessidade;

- A autossabotagem é um excelente exemplo de comportamentos que visam a vitimização, pessoas que acabam entrando em situações em que não gostariam, porém que reforçam o quanto fazem tudo errado, o quanto são infelizes, colocando-se como vítimas das circunstâncias.

Se você se identificou com algumas das características acima, busque dentro de você a mudança necessária para dizer o que pensa e deseja, lembrando sempre que sair dizendo não de forma inadequada não é a solução. O importante é aprendermos a sermos assertivos, dizer não com elegância, podendo assim assumir o desejo do que queremos e sentimos como correto.

Não perca tempo, tenha foco

12 julho, 2016 às 06:00  |  por Luciana Kotaka

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Nada melhor do que conseguir sentar e organizar um projeto pendente, não é mesmo? Mas nem sempre o entusiasmo e o foco estão presentes, sabemos o caminho, mas falta motivação para que possamos fazer as atividades planejadas.

Trabalhar nem sempre dá prazer, muitas vezes estamos tão ralados de tanto tentar que acabamos desestimulados para recomeçar. Mas não adianta se esconder do trabalho, uma hora vamos ter que encará-lo, melhor que seja um sucesso do que um fracasso, concorda comigo?

Portanto, vamos lá, arregace as mangas e sente-se em frente ao computador, inicie já o seu projeto de vida. Quando pensamos em projeto pode englobar muitas coisas, como: estudar para um concurso, montar um planejamento estratégico, acabar a monografia, superar-se no próximo campeonato, não importa o quê, somente faça o seu melhor.

E quando por mais que deseje que dê certo você não consegue sair do lugar? Já adquiriu hábitos ruins que te fazem desistir logo de cara? A saída é procurar ajuda, então vou lhe dar algumas dicas, umas já conhecidas, outras podem ser novidades.

- Primeiro entender o que esse projeto escolhido tem a ver com você. Você gosta da atividade escolhida? Ela irá te favorecer a médio e longo prazo?

- Quais as chances reais de realmente você se empenhar e não desistir no meio do caminho?

- Feche os olhos e se visualize daqui a 20 anos, você se vê ainda trabalhando nessa atividade que escolheu?

- Caso tenha chegado à conclusão de que está no caminho certo, o que precisa para sentar e começar a desenhar ou desenvolver o projeto?

- Se empacou em algum ponto, ou situação, quem poderia lhe ajudar a sair do lugar?

Se com todas essas questões esclarecidas ainda não conseguir se motivar, você ainda tem a opção de buscar a ajuda de um hipnoterapeuta, um processo que pode lhe auxiliar a manter o foco e a motivação. A Hipnose Ericksoniana se baseia no respeito à individualidade e na conexão efetiva com a mente inconsciente. É comprovado pela neurociência que a mente inconsciente é responsável por 95% de nossas mudanças comportamentais e, por isso, a Hipnose Ericksoniana é considerada, atualmente, a ferramenta mais transformadora por utilizar técnicas eficazes de comunicação com a mente.

Você pode até buscar outras alternativas, só não desista de seu sonho, abra a porta de possibilidades que tem a sua frente, só assim poderá sentir-se realizado.

Você vive cansado? Veja como algumas dicas podem ajudar a vencer esse mal

1 março, 2016 às 07:00  |  por Luciana Kotaka

Algumas mudanças no estilo de vida e da rotina já fazem uma grande diferença para melhorar a disposição

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A fadiga pode ter origem emocional e de alguma forma as pessoas que se sentem cansadas demais podem estar se sobrecarregando de trabalhos das quais são responsabilidades de outras pessoas e até em função de seu comportamento perfeccionista. Nada as satisfazem e repetem, refazem em busca de perfeição. Em outros momentos o fato de acabarem fazendo mais do que deveriam é uma forma de ganho secundário, para serem notadas, elogiadas, valorizadas e até para ficarem em uma posição de vítima.

No sentido emocional pode ser resultante de problemas emocionais que não foram resolvidos, levando à depressão, ansiedade e transtornos alimentares, como as compulsões. Do ponto de vista orgânico é importante passar por uma avaliação médica, para verificar a existência de alguma doença que pode estar promovendo esse quadro.

Já a síndrome da fadiga crônica se caracteriza por uma fadiga extrema, onde não se consegue explicar por nenhuma condição médica. Quando chega a esse quadro, qualquer atividade, seja mental ou física, a pessoa se sentirá exaurida de energia.

Os principais sintomas são o cansaço, depressão, ansiedade, estresse, insônia, perda ou aumento de apetite, falta de energia, para praticar atividade física, falta de concentração, dificuldade em tomar decisões e diminuição do sistema imunológico.

Praticar atividades físicas ajuda muito no controle do cansaço, estresse e ansiedade promovendo a liberação de substâncias como hormônios da endorfina, que relaxa o organismo promovendo a sensação de bem-estar. Lembrando que a atividade física ajuda a ter um sono reparador, mas deve ser respeitado o ritmo de cada pessoa, até em função do cansaço contínuo que se sente.

As pesquisas mostram que o ideal é dormirmos oito horas por noite, variando para menos ou mais de acordo com cada pessoa. Alguns organismos necessitam de menos horas e outras mais, mas no geral oito horas seriam o suficiente para manterem-se saudáveis.

Outras dicas que podem ajudar a melhorar a sua disposição:

- Praticar a meditação ou Mindfulness, que são exercícios para mantermos a atenção focada no agora, já que a ansiedade costuma fazer com que as pessoas vivam na expectativa do futuro, dos problemas diários;

- Não se sobrecarregar com tarefas quando não se tem tempo hábil para realizá-las;

- Dormir pelo menos oito horas por dia;

- Praticar alguma atividade que faça desligar dos problemas e que não exigem grande esforço mental, como o artesanato, pintura, andar de bicicleta, sair para passear com o cachorro da família, etc.

- Comer algo leve à noite antes de se deitar;

- A psicoterapia pode auxiliar quem sofre de insônia que pode ter vários outros gatilhos emocionais que a levam a não relaxar e se entregar ao sono profundo;

- A hipnose também é uma forma de trabalho que ajuda muito a superar os problemas emocionais, com técnicas elaboradas de acordo com o histórico do paciente;

- Não ficar assistindo televisão ou vídeos com notícias ruins antes de adormecer.

Um fator importante é avaliar o quanto a pessoa tem feito para si mesmo, se tem se permitido momentos de lazer, como leituras, uma massagem, saída com amigos e até artesanato. Com a correria que vivemos sobra pouco tempo para nos dedicarmos aos momentos que proporciona prazer, desta forma parar para ter um instante de tranquilidade e lazer faz uma grande diferença.

 

 

Tudo o que focamos aumenta

29 janeiro, 2016 às 07:00  |  por Luciana Kotaka

Um pouco de flexibilidade irá ajudar você a sentir menos estresse

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Você já parou para pensar na brincadeira do telefone sem fio? Esse é somente um exemplo de como funciona o repassar de informações, acabamos mudando pequenos trechos e no final a informação chega toda distorcida.

Isso porque de alguma forma a informação que chegou chamou atenção, aumentamos sem intenção, mas foi somente uma analogia, que eu fiz, para que possamos entender como funciona algo que liga nossa atenção. (está certo essa relação que fiz?)

Da mesma forma situações comuns do dia a dia podem se transformar em algo muito grande, fazendo o estresse aumentar, causando irritação, palavras grosseiras e impaciência. Essa situação não é boa para ninguém, afinal esse processo se transforma em uma agressão a si mesmo, e também para quem está ao nosso lado.

É muito interessante identificar se essas situações vêm acontecendo com você, tornaram-se corriqueiras e de alguma forma vem causando mal-estar. Está certo de que estamos passando por uma série se situações políticas, segurança, financeira que vem abalando muito nosso emocional, mas será que esse comportamento é recente ou você cresceu aprendendo que um copo que caiu no chão teve o efeito de uma bomba?

Isso mesmo, aprendemos a potencializar situações, perdemos a naturalidade de enxergar as situações de forma concreta e leve. Um copo caiu? Era de um jogo favorito? E daí? Quebrou?

Pronto! Quebrou. Agora, você pode berrar aos quatro cantos da casa, ou respirar e limpar, afinal foi só um copo, você está bem. E isso pode acontecer em qualquer outra situação de sua vida, uma doença que se transforma em um possível câncer, a vida financeira que espalha para sete cantos que está na pior.

O que acha de tentar mudar essa forma de enxergar as situações de sua vida, tentar um novo olhar frente aos acontecimentos, enxergar algum ponto positivo para que se justifique algum acontecimento, menos se estressar.

Tudo o que acontece em nossa vida nos proporciona aprendizagem, só precisamos prestar atenção no momento presente, entender que situações ruins fazem parte da nossa vida, a diferença é como encarar essas situações e usar a seu favor. Assim, tudo fica leve e fácil de enfrentar.

Então, vai colocar em prática ou continuar batendo a cabeça na parede?

A dor do luto

14 janeiro, 2016 às 07:00  |  por Luciana Kotaka

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Muitas pessoas que passam por esse momento difícil da perda de alguém muito querido sentem uma grande tristeza, um sentimento comum e natural nessa situação de dor e impotência.

Apesar de ser um sentimento natural muitas pessoas ficam apreensivas e misturam a tristeza com a depressão. Ambas podem aparecer nessa situação do luto, por isso todo cuidado é importante para se avaliar se é somente tristeza ou algo mais sério  prolongado além do que seria esperado.

Eu particularmente acho muito complicado classificar a dor em meses, em o que é normal ou não em uma situação assim. Cada pessoa desenvolve um vínculo de afeto por alguém e reagirá de forma diferente de outra até mesmo da própria família que também perdeu alguém, e como cada um reagirá tem a ver com a forma de amor e vinculação que se tem com a pessoa que se perdeu.

A tristeza é um sentimento que surge quando nos sentimos sem potência para agir, normalmente é momentâneo e tem a finalidade de nos fazer entrar em contato com o que sentimos e elaborar perdas, sejam ocasionais ou definitivas.

Já a depressão é uma doença do organismo como um todo, comprometendo o físico, o humor e o pensamento. A forma de ver e sentir a realidade ficam alterados, modificando as emoções, a disposição, a alimentação, o sono, e até mesmo como se sente em relação a si. Os sintomas são variados que vão desde uma tristeza leve ou pensamentos negativos até as alterações das sensações corporais. É muito importante distinguir de forma assertiva a diferença entre uma tristeza e a depressão, para que assim possa ter um tratamento eficiente.

Ambas as formas de sofrimento devem ser respeitadas, sendo fundamental que se receba acolhimento, carinho e compreensão nesse momento de dor. A psicoterapia tem o luto como uma especialidade da área de psicologia, onde o profissional se prepara para trabalhar a perda com seu paciente, como ele reage ao luto, na busca de reestruturá-lo para que consiga prosseguir com a vida apesar da dor e da saudade.

Tanto a tristeza, como a depressão são situações que necessitam de apoio psicológico e muitas vezes também de cuidados médicos, onde a medicação pode se fazer necessária até que o paciente consiga manter-se em equilíbrio.

 

Você já fez uma gentileza hoje?

27 novembro, 2015 às 01:00  |  por Luciana Kotaka

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Ainda me lembro de uma caminhada que fiz uma tarde em que vi um senhor no jardim de sua casa, tinha os olhos tristes e parecia um pouco bravo. Dei boa tarde a ele e sorri, vi o rosto dele se transformar. Ele sorriu timidamente e retribuiu o meu carinho, então continuei minha caminhada pensando se ele morava sozinho, como lidava com a solidão, se a família o visitava, se tinha um cãozinho. Feliz por pelo menos fazê-lo sorrir cheguei à conclusão de que podemos mudar a vida de uma pessoa com pequenas gentilezas.

Pequenas ações podem transformar o mundo, acredito muito nisso e venho praticando sempre que posso esses carinhos, seja com a caixa do mercado que já está estressada com o trabalho, com uma pessoa que precisa atravessar a rua, dando passagem a um carro, elogiando alguém que já se acostumou a somente apontar seus defeitos. Às vezes é difícil no início, mas aos poucos se torna um hábito bom, acredite me faz sentir uma felicidade autêntica.

Nós podemos mostrar ao outro que ser gentil é um comportamento admirável e não custa nada, além da nossa boa vontade. Doar um carinho, dizer um bom dia, fazer um elogio, sei que talvez para você seja difícil cumprimentar alguém que nunca viu ou conversou, porém a gentiliza é o caminho para alegrar a vida, mostrar que tem respeito ao próximo, que compartilham muitas situações parecidas e às vezes até mais difíceis.

Podemos mudar a forma de conversar e escolher palavras mais leves, isso é respeito. Quando ficamos muito íntimos é comum vermos pessoas sendo agressivas nas palavras, confundem intimidade com desrespeito. Não é porque compartilhamos de momentos juntos, porque somos da família, ou porque somos amigos de alguém que podemos falar o que queremos, é fundamental que possamos lembrar que cada um tem uma forma de ser e funcionar, que para mantermos um bom relacionamento precisamos ser gentis.

Fecho o texto com um pensamento que gosto muito e espero que você também, assim começando a distribuir pequenas gentilezas pelo seu caminho.

João Pedro Mariano

“A gentileza e suas causas: ela domina os atos, limita as palavras, conserva os princípios da vida, e torna qualquer pessoa muito mais que educada, ou seja, a gentileza pode revolucionar o mundo, mudar a história e torna o ser humano encantador.”

Workshop de Mindfulness

15 setembro, 2015 às 14:33  |  por Luciana Kotaka

No dia 10 de outubro estará acontecendo em Curitiba o Workshop de Mindfulness – A  prática da atenção plena na redução do estresse, da ansiedade e do comer intuitivo.

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Se ainda não ouviu falar sobre o tema, te proponho a fazer algumas reflexões:

Você já parou para pensar se em algum momento de seu dia está realmente presente no agora? Parece simples, pois sabemos que respiramos, ou que estamos em um determinado local, mas garanto que dificilmente você para pra respirar e sentir esse momento. Fazemos parte de um todo, estamos inseridos em grupos, vivemos o dia a dia de forma tão corrida e tudo fica no piloto automático.

O Mindfulness mostra que não para nos sentir presente. Parar, respirar e sentir o que está acontecendo, onde estamos e assim nos sentirmos plenos. Essa é uma técnica que vem nos proporcionar um estado absoluto de atenção, um conjunto de técnicas, ou exercícios mentais que visam nos levar a focarmos atenção de forma intencional na experiência direta do momento presente, numa atitude aberta e não julgadora.

Os benefícios são diversos e já contamos com estudos sobre os efeitos benéficos para a nossa saúde, incluindo a ansiedade, doenças geradas pelo estresse, dores crônicas, compulsões, ansiedade, câncer, entre outros.

Esse método conta com técnicas simples que podemos aplicar em qualquer lugar que estivermos, facilitando muito a prática no dia a dia. O simples comportamento de parar toda vez que entrar em seu carro, olhar a sua volta, e sentir-se parte desse universo já te coloca em contato com o seu eu mais profundo. Esse é um exemplo simples, porém existem diversas técnicas interessantes, mas garanto que essa já lhe trará benefícios para desligar o piloto automático e fazer com que preste mais atenção no presente.

Na internet você consegue encontrar sites que falam sobre os benefícios da técnica e locais onde pode aprender a praticar, mas também já contamos com livros e aplicativos bem facéis de adquirir, podendo começar já a praticar essa importante mudança em sua vida.

Local do evento:  Gandiva Yoga Ashram

                                    Rua Paulo Graeser Sobrinho, 722 – Mercês.

                                    Informações: Luciana – 41- 9113-1212 ou e-mail – praticasdemindfulness@hotmail.com

                                                       Tatiana – 43 – 9922-4774