Arquivos da categoria: Economia

Bolsa de Valores de SP supera 80 mil pontos pela primeira vez na história

17 janeiro, 2018 às 10:41  |  por Fernando Tupan
Do blog do Vicente/Hamilton Ferrari
Pela primeira vez na história, a Bolsa de Valores de São Paulo (B3) atingiu o patamar de 80 mil pontos. O feito foi obtido no final da manhã desta terça (16/1), após alta de 0,32%. O Ibovespa, principal indicador, foi influenciado pelos bons resultados das bolsas internacionais, principalmente a americana, que retomou hoje após o feriado de Martin Luther King na segunda (15/1). Além disso, há um otimismo quanto ao cenário econômico, que aponta uma expansão da atividade.

Atraso complicador

17 janeiro, 2018 às 07:00  |  por Fernando Tupan

Dp Angelo Rigon

A JMK, empresa que administra o contrato de prestação de serviços de manutenção da frota oficial do governo do Paraná, não tem pago regularmente as empresas parceiras, que são na maioria pequenas oficinas que executam os serviços fornecendo também as peças. Chegou ao blog que algumas aqui na região noroeste alegam que o atraso é frequente e se intensificou nos últimos meses, chegando a 120 dias de atraso após a conclusão do serviço. Devido à situação muitas empresas se descredenciaram, poucas persistem. Outra alegação é de que ultimamente a JMK só tem pago valores significativos em protesto e caso o parceiro assim o faça a administradora corta essa parceria automaticamente. O estado por sua vez diz que tem pago regularmente a administradora e portanto não pode intervir. A verdade é que ninguém sabe ao certo o de quem é a culpa desta inadimplência. A rigor, o blog soube, a JMK não realiza serviço algum, cobra 25% da fatura como taxa de administração.

Vereador Dr. Brito é preso suspeito de fraudar e direcionar licitações na Saúde

16 janeiro, 2018 às 12:55  |  por Fernando Tupan

Do G1 Paraná

O vereador Dr. Brito, do Patriota, e outras cinco pessoas foram presas nesta terça-feira (16) na oitava fase da Operação Pecúlio. A ação coordenada pela Polícia Federal (PF), em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, investiga supostas fraudes em licitações na área da Saúde. Segundo o procurador Alexandre Porciúncula, Dr. Brito é o líder e o principal beneficiário do esquema criminoso. “Ele é pré-candidato a deputado estadual e visava angariar dinheiro para a campanha”, destacou ao apontar o servidor e assessor de imprensa do vereador, José Reis, conhecido como Cazuza, como o mentor intelectual.

Consórcio Castilho-J.Malucelli é declarado vencedor de licitação do Contorno Sul Metropolitano com proposta de R$ 294,9 milhões. Empresa concorrente pede suspensão do processo

16 janeiro, 2018 às 10:44  |  por Fernando Tupan

Por Murilo Gatti/Maringá Post

As empresas Construcap CCPS Engenharia e Comércio S.A. e a Sociedad Anonima de Obras y Servicios Copasa do Brasil entraram com uma representação, com pedido de liminar, junto à Superintendência Regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) no Estado do Paraná, para que seja suspenso o procedimento licitatório do Contorno Sul Metropolitano de Maringá. O pedido foi publicado nesta segunda-feira (15/1) no Diário Oficial da União (DOU). Em reunião no dia 20 de dezembro, o Consórcio Construcap-Copasa teve a inabilitação no processo mantida, depois de perder um processo judicial. Na ocasião, o Consórcio Castilho-J.Malucelli, com proposta de R$ 294,9 milhões, foi declarado vencedor.

Além do recurso apresentado pelo Consórcio Construcap-Copasa, o Dnit também analisa recurso da Construtora Triunfo S.A.. A empresa apresentou uma proposta de R$ 226 milhões para realizar a obra.

No entanto, a comissão de licitação entendeu que a Triunfo terceirizaria vários serviços e alguns custos de insumos estavam abaixo do preço de mercado. Desta forma, em tese, o projeto executivo da obra não seria atendido e a fiscalização seria mais complexa.

O orçamento do Dnit para a obra, conforme consta do projeto de maio de 2016, quando o primeiro edital de licitação foi publicado, é de R$ 337,4 milhões.

Dentro da concorrência há outros dois participantes: o Consórcio Contorno Maringá (Barbosa Mello – Paulista – Stenobras), que apresentou proposta de R$ 327,6 milhões para a obra, e o Consórcio Nova Maringá (Constran – Comsa), que ofertou R$ 327,8 milhões.

Após ser suspensa em 2016, a concorrência do Contorno Sul Metropolitano de Maringá teve a primeira reunião de julgamento das propostas em fevereiro de 2017.

Contorno Sul Metropolitano tem 32,4 quilômetros

O projeto do Contorno Sul Metropolitano propõe a construção de um desvio rodoviário de 32,4 quilômetros. O ponto inicial é a BR-376, saída para Mandaguaçu, próximo ao entreposto da transportadora G10. O ponto final, na BR-376, é a usina de biodiesel da Petrobrás, no contorno de Marialva.

A proposta é que o desvio rodoviário passe próximo à Penitenciária Estadual de Maringá (PEM) e corte a PR-323, em Paiçandu. De volta ao território de Maringá, o desvio irá passar próximo ao Aeroporto Regional Silvio Name Júnior e dentro da Cidade Industrial. Depois, o contorno passa por áreas rurais de Marialva e Sarandi.

Dentro do orçamento do Governo Federal para 2018, foi aprovada uma emenda de bancada que destina R$ 70 milhões para o início das obras do Contorno Sul Metropolitano.

Brasil se abre a empresas estrangeiras fabricantes de armas

16 janeiro, 2018 às 05:00  |  por Fernando Tupan

Uma série de contratos firmados sem licitação por órgãos de segurança pública com a austríaca Glock destinam uma fatia significativa dos recursos do mercado nacional de armas para a empresa. Desde que vendeu o primeiro lote de pistolas semiautomáticas para uma instituição brasileira, em 2005, a multinacional tem avançado no comércio interno e nos últimos três anos fechou negócios que chegam ao patamar de R$ 21 milhões. As informações são do Correio Braziliense.

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Ninguém mais quer se chamar “Odebrecht”

15 janeiro, 2018 às 20:53  |  por Fernando Tupan

Do Antagonista

A Folha informa que a Odebrecht Óleo e Gás passará a se chamar Ocyan. O objetivo, claro, é se distanciar dos escândalos de corrupção envolvendo a marca de sua controladora. Outras empresas do conglomerado mudaram de nome e de marca já no ano passado. A Odebrecht Agroindustrial passou a se chamar Atvos, e a Odebrecht Realizações Imobiliárias ficou sendo só OR. O caso lembra a piada do italiano que, depois da queda do regime fascista, vai ao cartório pedir a mudança de seu nome:

Partidos querem usar fundos Partidário e Eleitoral para financiar ‘pupilos’

15 janeiro, 2018 às 14:30  |  por Fernando Tupan
Presidentes e tesoureiros de partido estão com a caneta cheia para escolher seus pupilos nas eleições de outubro. Com a proibição de financiamento empresarial e o fracasso das doações de pessoas físicas nas eleições municipais de 2016, restaram para as legendas os R$ 888 milhões do Fundo Partidário e os R$ 1,7 bilhão do Fundo Eleitoral para financiar as campanhas deste ano. As regras, inclusive, ainda precisam ser definidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Não se sabe se ambos poderão ser usados ou apenas o fundo eleitoral, recém-criado na reforma política aprovada pelo Congresso. As informações do Correio Braziliense.

O par dialético

15 janeiro, 2018 às 06:00  |  por Fernando Tupan

A economia voltou a crescer, mas a crise de financiamento do Estado impõe um “voo de galinha”. Com a mudança de cenário na economia mundial, o nosso velho desenvolvimentismo não tem vez

Do Luiz Carlos Azedo

A esquerda brasileira tem uma forte tradição nacionalista, resultado da convergência de velhas concepções nacional-libertadoras e do populismo. Até o golpe de 1964, a luta contra o imperialismo era considerada mais importante do que a defesa da democracia. No governo João Goulart, por exemplo, a aliança entre comunistas, petebistas e pessedistas que levou Juscelino Kubitschek à Presidência foi rompida. A esquerda considerava um retrocesso político sua volta ao poder nas eleições marcadas para 1965, devido à sua “conciliação” com os Estados Unidos. Enquanto o líder petebista Leonel Brizola se lançava candidato a presidente (“cunhado não é parente”), o líder comunista Luís Carlos Prestes articulava a reeleição de João Goulart. A divisão do campo democrático por causa das ideias nacionalistas jogou os liberais nos braços dos setores conservadores liderados por Carlos Lacerda e Magalhães Pinto, que articulavam o golpe de Estado. Entre eles estavam, por exemplo, o próprio Juscelino e aquele que viria a liderar a campanha das Diretas Já, Ulysses Guimarães.

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É inconstitucional a lei que autoriza a União a bloquear bens de devedores do Fisco, dizem especialistas

14 janeiro, 2018 às 16:59  |  por Fernando Tupan

A regra permite que a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), sem precisar de ação judicial, determine a órgãos financeiros e de registros de bens que impeçam movimentações e alienações de propriedades pertencentes a quem esteja inscrito em dívida ativa, mesmo que injustamente

Do blog do Servidor

A autorização de penhora e bloqueio de bens pelo Fisco, sem autorização da Justiça, dada pela Lei 13.606/2018, sancionada nesta quarta-feira (10/1), já tem motivos para ter sua constitucionalidade questionada no Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo advogados, a nova lei viola súmulas do STF, artigos da Constituição Federal, a Lei de Execução Fiscal, o Código Tributário Nacional e o Código de Processo Civil. Para eles, os primeiros bloqueios já levarão ações à Justiça — que em breve chegarão ao Supremo.

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Trapalhada ministerial

14 janeiro, 2018 às 14:02  |  por Fernando Tupan

Do blog do Vicente

O governo, com seus meros 6% de popularidade, tinha tudo para surfar na onda de uma notícia excelente: a menor inflação em 19 anos. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou que o custo de vida havia fechado 2017 em 2,95%, inferior ao piso da meta fixado em lei, de 3%. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) cedeu, sobretudo, por causa da forte queda dos preços dos alimentos, o que favoreceu os mais pobres.

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Pano de fundo

14 janeiro, 2018 às 11:00  |  por Fernando Tupan

Do Ari Cunha

Forem amarradas as pontas algumas das principais variáveis que caracterizam o Brasil hoje, fica mais fácil entender não só o desenrolar do processo político mas até o que virá a seguir. Dessa forma não seria lugar comum afirmar que o pano de fundo atual irá ditar o que teremos em termos de eleição para este ano. Antes de tudo é preciso ressaltar que o principal problema do país, caracterizado pela desigualdade social e de renda, definitivamente continua sem resolução, apesar da propaganda massiva feita nos últimos anos por governos pretensamente ligados as massas. O Brasil segue, segundo Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH), levantado pelas Nações Unidas, como o décimo país mais desigual do planeta. Não é pouca coisa. Temos em nossa companhia países como o Haiti, Zâmbia, Paraguai e outros.

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Expansão do ensino a distância pode levar instituições a guerra de preços

14 janeiro, 2018 às 05:00  |  por Fernando Tupan

Início de ano é época de vestibular e de matrícula nas instituições de ensino superior. No caso daquelas que oferecem o ensino a distância (EAD), 2018 começa com um plano de expansão dos negócios depois de um período sem muito a ser comemorado. O projeto de expansão dos grandes grupos é resultado do marco regulatório do Ministério da Educação (MEC), publicado no ano passado, que flexibilizou algumas regras do segmento. A Uninter, do Paraná, é uma instituição de ensino com planos agressivos de crescimento. Em 2017, foram abertos 150 polos, o que levou ao encerramento do ano com 600 unidades. Em 2018, segundo o reitor Benhur Gaio, a previsão é abrir 250. “Até o marco regulatório, as regras limitavam muito o crescimento. Esta é a primeira vez que o ensino a distância passa por uma situação dessas, por isso o esforço tem sido tão grande para garantirmos a melhor infraestrutura”, afirma. As informações são do Correio Braziliense.

Deputado questiona Receita sobre tratamento “VIP” na análise de declaração de renda

13 janeiro, 2018 às 17:00  |  por Fernando Tupan
Do blog do Servidor
O deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR) protocolou requerimento de informação, nesta quinta-feira (11), pedindo explicações ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, acerca do suposto tratamento diferenciado, pela Receita Federal, às pessoas politicamente expostas. Medida neste sentido foi anunciada no governo do PT, em 2010, pelo ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega.
O objetivo de pedir agora as informações, de acordo com o parlamentar, é esclarecer quais os critérios adotados pela Receita para distinguir os cidadãos comuns de autoridades, políticos ou empresários no momento de analisar os dados de suas declarações de renda e incluí-las na “malha fina”. O requerimento de informação questiona ainda a quantidade de pessoas que fariam parte dessa lista e quantas caíram na malha fina nos últimos cinco anos.