Fundação Grupo Boticário recebe troféu ambiental em Congresso Nacional

25 maio, 2017 às 16:31  |  por Ana Maria Ferrarini
Leide Takahashi recebeu o Troféu Empresa Amiga do Meio Ambiente pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza  Foto: Christiana Marques

Leide Takahashi recebeu o Troféu Empresa Amiga do Meio Ambiente pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza
Foto: Christiana Marques

A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza foi premiada com o Troféu Empresa Amiga do Meio Ambiente, durante o XVII Congresso Brasileiro do Ministério Público de Meio Ambiente. A homenagem, recebida por Leide Takahashi, gerente de projetos ambientais da instituição, foi um reconhecimento às ações de conservação da natureza realizadas em todo o Brasil, ao longo dos 26 anos de história da Fundação Grupo Boticário.

A premiação foi concedida pela Abrampa (Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente), que realiza todos os anos o congresso com o propósito de promover debates sobre temas ambientais e estimular pesquisas relacionadas ao Direito Ambiental. Este ano, o evento foi realizado entre os dias 26 e 28 de abril, na cidade de São Paulo.

 

Dez impactos causados pela redução de áreas naturais no Brasil

25 maio, 2017 às 16:29  |  por Ana Maria Ferrarini

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Recentemente, o governo federal propôs a redução de mais de 1 milhão de hectares da área de unidades de conservação (UCs), que inclui áreas do Pará, na Amazônia, e de outras regiões do Brasil.

A mudança, que já foi aprovada por uma comissão mista de deputados e senadores, acontece por meio de uma ferramenta ágil e destinada apenas a assuntos urgentes: as medidas provisórias. No último dia 16 de maio, a MP 756 foi aprovada pela Câmara dos Deputados, que autoriza a mudança de categoria de parques nacionais e de florestas nacionais e os transforma em áreas de preservação ambiental (APAs), cujas restrições para exploração são menores.

A proposta atinge uma região que sofre com o desmatamento há anos. Apesar da redução do índice histórico de desmatamentos na Amazônia, em 2016 ainda foram registrados 8 mil km² pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) – área equivalente a quase uma vez e meia o Distrito Federal, que tem 5,7 mil km². As consequências dessas ações não afetam somente quem vive perto das florestas, mas abrange todo o País, de Norte a Sul, sem contar o impacto causado na fauna, na flora e nos serviços ambientais daquelas áreas reduzidas pela proposta.

Confira dez fatos e impactos que a redução de florestas causa para o meio ambiente e para a população:

1. A falta ou excesso de chuva no Brasil é influenciada pela Amazônia

É na Amazônia que são formados os rios aéreos ou voadores, que são massas de ar carregadas de vapor d’água. A floresta amazônica atrai a umidade evaporada pelo oceano e cria correntes de ar que transportam essa umidade em direção ao Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil. De acordo com o biólogo e diretor da Permian Brasil, Fábio Olmos, existem diversos estudos que mostram que a segurança hídrica nacional depende da Amazônia. “Tanto os centros urbanos como o campo, a região mais povoada do País ou a mais remota, dependem dos serviços ambientais fornecidos pela floresta e outros ecossistemas naturais. Isso sem nem mencionar a questão das emissões de gases de efeito estufa associadas ao desmatamento, que intensificam a mudança global do clima”, afirma ele, que também é membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza.

2. Conservação da natureza não está na lista da maioria dos governantes

Parece ser uma triste verdade. As recentes mudanças anunciadas pelo governo brasileiro demonstram que as regras atendem aos interesses de poucos e não a vontade de muitos. No Pará, os limites do Parque Nacional do Rio Novo, Parque Nacional do Jamanxim e da Área de Proteção Ambiental do Tapajós correm sérios riscos de serem alterados. Essas últimas mudanças aconteceram por meio das Medidas Provisórias 756 (aprovada pela Câmara dos Deputados na terça, 16 de maio) e 758, que, além do Pará, também propõe alteração na área do Parque Nacional de São Joaquim, em Santa Catarina.

3. Não estamos reduzindo o desmatamento

Por cerca de 10 anos, até a celebração do Acordo de Paris na Conferência de dezembro de 2015 (COP21), a redução de desmatamentos na Amazônia era destaque global ano após ano: a taxa anual foi reduzida em 83% e oscilou entre 5 a 6 mil km²/ano até 2015. Em 2016, no entanto, os desmatamentos medidos pelo sistema PRODES do INPE registraram quase 8 mil km² na região. Entre as causas, pode-se apontar tanto as reduções orçamentárias dos órgãos ambientais reguladores, como mudanças do Código Florestal Brasileiro, em 2012, que anistiaram desmatamentos ilegais do passado, encorajando o descumprimento da lei.

4. O Brasil é um país que não cumpre acordos internacionais

O Acordo de Paris foi assinado em 2015 por dezenas de países que se comprometeram a parar e reduzir o aquecimento global e suas consequências. O ideal é que as nações signatárias promovam mudanças para que o aumento não supere 1,5°C. O Brasil foi protagonista nas negociações que concretizaram o pacto e se comprometeu a reduzir em 37% as emissões de gases de efeito estufa até 2025, 43% até 2030 em relação às emissões de 2005, e zerar o desmatamento ilegal na Amazônia até 2030. Ou seja, até lá, o Brasil está dizendo que continuará tendo desmatamento ilegal na Amazônia; e, quanto aos demais Biomas, o compromisso brasileiro não traz metas específicas. De acordo com o climatologista Carlos Nobre, membro da Academia Brasileira de Ciências e da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, com as constantes reduções de áreas protegidas e o aumento do desmatamento, dificilmente chegaremos à meta de desmatamento zero, que já era desafiadora. “A relação entre o desmatamento, a floresta e o clima é real e nos afeta diariamente. Não podemos perder o trem da história, pois o custo será o futuro de nossa e das próximas gerações”, analisa Nobre.

5. O clima do planeta está esquentando

A temperatura média do planeta está aumentando e isso é perigoso! Dados divulgados pela Nasa, agência espacial americana, e pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), em janeiro deste ano, confirmam que a temperatura do planeta bateu recordes pelo terceiro ano consecutivo. Em 2016, o planeta estava 0,99 grau Celsius mais quente que a média do século XX. Há grande consenso científico de que a maior parte do aquecimento observado nos últimos 60 anos é devido ao aumento da concentração de gases de efeito estufa, como o dióxido de carbono (CO2), decorrente da emissão de combustíveis fósseis, do desmatamento, entre outros. Quanto menos áreas naturais tivermos, pior ficará a situação.

6. Quando uma floresta é derrubada, as outras regiões também são afetadas

Além do impacto no regime de chuvas, as florestas também atuam como reguladores do clima, proteção de rios e das espécies que vivem nelas, entre muitos outros fatores. O recente surto de febre amarela que alarmou o Brasil é consequência do desmatamento da Mata Atlântica, por exemplo.

7. Pecuária é uma das atividades mais poluentes

A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) lançou o relatório Estado das Florestas do Mundo 2016 e concluiu que, no Brasil, mais de 80% do desmatamento está ligado à conversão de terras em terrenos de pasto. Além disso, o relatório analítico do SEEG (Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa) do Observatório do Clima mostra que as emissões diretas e indiretas do agronegócio representam dois terços das emissões brasileiras de gases de efeito estufa.

8. Medidas provisórias deveriam ser usadas com mais cautela

Na hora de mudar ou propor normas, o governo tem três caminhos possíveis: as medidas provisórias (MPs), os decretos e os projetos de lei. Os decretos podem ser feitos apenas pelo presidente, governadores e prefeitos para determinadas leis. Os projetos de lei são a maneira mais tradicional e “certa” de se propor uma mudança, mas também são mais lentas e burocráticas. É aí que surgem as MPs, que devem ser usadas apenas em casos relevantes e urgentes e quem define isso é o presidente da República. Uma medida precisa ser aprovada em no máximo 120 dias e tem força de lei imediata. Usar uma MP para alterar a área de uma unidade de conservação, por exemplo, é uma distorção grave da lei, de acordo com o advogado especializado em causas ambientais, Marcelo Dantas, que é membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza. “Se as alterações sugeridas na Amazônia são urgentes a ponto de pedir uma medida provisória, certamente elas atendem a interesses específicos e que divergem da opinião da população. Essa manobra foi feita para driblar a burocracia e reduzir a resistência na aprovação”, explica.

9. Florestas e áreas de preservação podem gerar emprego e renda

Acreditar que desmatamento e danos ambientais estão ligados ao desenvolvimento é um pensamento, no mínimo, atrasado. Carlos Eduardo Young, economista e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, defende o conceito de economia verde: uma prática que estimula atividades associadas à preservação ambiental, uso eficiente de recursos e inclusão social. “As atividades ‘verdes’ tendem a ser mais intensivas em mão de obra e em produtos manufaturados com maior conteúdo de inovação”, explica.

10. O desmatamento das áreas naturais induz a mais violência no campo

Há no Brasil uma tradição de que, se for estabelecido um uso produtivo da terra, é possível ter direito à sua posse. Nesse ponto de vista, a taxa de desmatamento tende a aumentar e dar a oportunidade para que grileiros reclamem para si o direito à posse; e o resultado: violência. De acordo com o artigo “Direitos de Propriedade, Desmatamento e Violência: Problemas para o Desenvolvimento da Amazônia”, publicado em 2014, nos municípios onde há mais desmatamento, a taxa de homicídios também é maior. Para o pesquisador Carlos Eduardo Young, que é membro da Rede de Especialistas e um dos autores do artigo, “há inúmeros estudos que apontam como o processo de desmatamento é acompanhado por atos de violência, que vão do conflito entre posseiros e grileiros, até a expulsão dos antigos moradores da floresta. Casos, ainda, que podem resultar em homicídio”, explica.

*Carlos Nobre, Carlos Eduardo Young, Fábio Olmos e Marcelo Dantas fazem parte da Rede de Especialistas de Conservação da Natureza, uma reunião de profissionais, de referência nacional e internacional, que atuam em áreas relacionadas à proteção da biodiversidade e assuntos correlatos, com o objetivo de estimular a divulgação de posicionamentos em defesa da conservação da natureza brasileira. A Rede foi constituída em 2014, por iniciativa da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

Burger vegetariano

25 maio, 2017 às 16:25  |  por Ana Maria Ferrarini
Sem carne, mas com muito sabor. De olho nesta receita, o JPL Burgers traz uma novidade para quem aprecia os hambúrgueres que não levam proteína animal. Todos os sanduíches da rede já podem ser pedidos com a opção de burgers vegetarianos nas três lojas – ParkShopping Barigui, Mercadoteca e Distrito 1340. Além disso, também é possível escolher o tipo de pão: integral, sem glúten ou o convencional.
Sanduiche Riviera do JPL Burgers
O burger “veggie” do JPL tem receita própria. Leva em sua preparação berinjela, proteína de soja, batata, cebola, alho, alecrim e molho shoyu. Muito saboroso, agrada não só quem é vegetariano ou segue algum tipo de dieta, mas como todos que apreciam diferentes paladares.  Os pães também são exclusividade, criados pela Fabulosa Bakery, e não possuem lactose.
Um dos sanduíches mais novos do cardápio é o Vegas, que traz burger de 100 gramas, maionese, cebola roxa, tomate e alface, por R$ 14,90. Outro destaque é o Riviera, uma releitura de um grande sucesso de cardápio antigo da casa que foi resgatado. Traz o burger padrão da casa, com 200 gramas de carnes selecionadas, mais sour cream, provolone, pimenta jalapeño e alface americana. Custa R$ 26,90 (apenas o sanduíche) ou R$ 29,90 (com batatas fritas).
Mas não faltam sabores diferentes. Um dos grandes sucessos da marca, o Hellburger leva com queijo muçarela, bacon e queijo cheddar, a R$ 25,90. O New Yorker Ramone (R$ 24,90) é preparado com cebola crispy, molho lemon pepper e queijo muçarela. O Super Series, por sua vez, conta com muçarela, alface, tomate e maionese, vendido a R$ 22,90. Outra dica para quem busca algo diferente é o La Crosse, que apresenta uma combinação bem diferente: queijo gorgonzola com cogumelos e alho poró (R$ 29,90).
Para os pequenos, uma sugestão “kids” é o Rocky Jr (R$ 16,90), versão com hambúrguer de 100 gramas, servido no pão com muçarela e barbecue, além de batatas smiles.
INFORMAÇÕES: www.jplburgers.com.br

Menu vegano

25 maio, 2017 às 16:22  |  por Ana Maria Ferrarini

Desapega

O Lagundri volta a inovar e promove todas as semanas, nas noites de segunda e terça-feira, o Desapega, que oferece o menu vegano da casa por R$ 39,90, incluindo a degustação da entrada, prato principal e sobremesa.

Realizado até julho, o Desapega tem um conceito divertido que pode ser conferido nos vídeos inusitados estrelados pela própria equipe do Lagundri, postados no facebook: https://www.facebook.com/LagundriCuritiba/

Enquanto durar a promoção – às segundas e terças-feiras –, os clientes poderão também degustar os demais pratos do dia do cardápio por R$ 49,90.

Serviço: Desapega

Todas as segundas-feiras e terças-feiras

Horário: a partir das 20h30

Local: Lagundri – Rua Saldanha Marinho, 1061, Centro

Informações: (41) 3232-7758

 

 

Você Q Faz lança avental vegano

28 abril, 2017 às 17:41  |  por Ana Maria Ferrarini

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Novos estilos de vida, como vegetarianismo e o veganismo, estão cada vez mais em alta. A Você Q Faz, marca com mais de 40 produtos para customização, acaba de lançar um avental para atender a um público que não para de crescer, os veganos.  O lançamento vai agradar a todos que curtem o novo sabor e a nova culinária escolhida.

Coberto por vegetais, frutas, folhas e legumes, o avental Vegano da marca promete inovar os conceitos de estilo na cozinha. Além de poder ser customizado, o produto é alegre e bem-humorado. “A Você Q Faz tenta agradar a todos os públicos e oferece opções de produtos para personalizar que atendem de bebês a avós. O público vegano está representado pelo avental que retrata um novo estilo de vida”, explica o diretor da marca Rafael Boni Ruschel.

O kit do avental custa R$55,00 para adultos e R$ 45,00 para crianças nas lojas físicas ou na virtual e vem acompanhado com quatro canetinhas coloridas que não saem após a lavagem. “Os produtos da Você Q Faz são produzidos com algodão e nenhum foi testado em animal. Vale ressaltar que as canetinhas são atóxicas e sua base química é água”, afirma Ruschel.

A marca da Você Q Faz oferece também outros modelos de aventais, como “Tempero do chef”, “Gostosuras” e “Família Delícia”, além de bodies de bebês, camisetas, quadrinhos, almofadas, etc. É possível adquirir mais canetinhas coloridas e acessórios de customização a parte, pela loja virtual ou pela física. Confira mais informações no site: www.voceqfaz.com.br.

Movimento Greenk reúne nova geração de apaixonados por tecnologia e sustentabilidade

28 abril, 2017 às 17:38  |  por Ana Maria Ferrarini

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O Movimento Greenk foi criado com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do descarte correto do lixo eletrônico (e-lixo). Greenk é a junção das palavras “geek” (aficcionados por tecnologia e pela cultura pop) e “green”. Idealizado por um grupo de empresários da área de comunicação, o movimento já conta com parceiros como a Fundação SOS Mata Atlântica, Instituto GEA, ABINEE (Associacão Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), ABRIN (Associação Brasileira de Reciclagem e Inovação), Synctronics e Virada Sustentável, entre outros.

 ”O Brasil é o maior produtor de e-lixo da América Latina, com cerca de 1,2 milhão de toneladas ao ano”, afirma Fernando Perfeito, executivo com mais de 15 anos de atuação no mercado de tecnologia. Segundo ele, apenas 2% desse montante é descartado de forma correta. “Isso significa que a quase totalidade do e-lixo que geramos é desprezada sem nenhum tratamento, condenando terrenos e lençóis freáticos e representando riscos à saúde humana. Precisamos reverter essa realidade”, explica.

Fernando Perfeito é gerente geral do Greenk Tech Show, maior evento de tecnologia e sustentabilidade do Brasil, que vai acontecer no mês de junho, na Bienal do Ibirapuera. Com diversas atrações, como as Arenas Games, Youtubers e do Conhecimento – que receberá convidados em apresentações especiais –, o Greenk Tech Show vai convocar os apaixonados por tecnologia para um grande movimento em torno do descarte correto. Todo visitante que levar seu e-lixo para descarte no evento terá direito à meia entrada.

E mais: todo o e-lixo recolhido durante os três dias de evento será reencaminhado para seu desmonte correto e a quase totalidade retornará para a indústria, como peças para novos equipamentos ou como matéria-prima, seguindo as práticas da Economia Circular.

Observação de aves como hobby cresce no Brasil

28 abril, 2017 às 17:36  |  por Ana Maria Ferrarini
Soldadinho-do-araripe. Foto: Aquasis

Soldadinho-do-araripe. Foto: Aquasis

Gonçalves Dias já dizia: “as aves que aqui gorjeiam, não gorjeiam como lá”. A rica biodiversidade brasileira estimula os olhos e ouvidos aguçados e as lentes a postos dos observadores de aves. Hoje (28/04) é o dia destes observadores, pessoas que praticam o hobby conhecido internacionalmente como birdwatching.

O ato de observar aves é bastante difundido na Inglaterra, mas os brasileiros se interessam cada vez mais por essa atividade. Há dez anos, o número de birdwatchers não chegava a dois mil. Hoje, de acordo com a Avistar Brasil, ONG que organiza o maior encontro de observação de aves da América Latina, o país tem mais de 35 mil praticantes, com potencial para chegar a 100 mil nos próximos três anos.
O Brasil é o segundo país do mundo com maior diversidade de aves, 1.809 segundo a BirdLife International, ficando atrás somente da Colômbia (1.877 espécies). Conheça um pouco mais sobre o birdwatching em cada um dos 6 ambientes naturais brasileiros:
Amazônia
A biodiversidade da Amazônia, bioma que abrange 9 estados do Norte, Nordeste e Centro-oeste do país é conhecida mundo afora e isso se reflete na diversidade de espécies de aves, aproximadamente 700. Para quem quer praticar birdwatching indica-se usar como base a cidade de Manaus. Muitas expedições saem da capital do Amazonas e levam o turista para visitar ilhas fluviais e a passeios na mata.
Os biomas do Pantanal, da Mata Atlântica e a Amazônia são os destinos mais conhecidos para a observação de aves, mas o Nordeste brasileiro também tem ótimas opções. Para quem quer conhecer um pouco mais sobre os pássaros que habitam a Caatinga, o estado do Ceará é parada obrigatória. A cidades mais buscadas são Guaramiranga e Quixadá (que conta com espécies como bacurauzinho-da-caatinga - Caprimulgus hirundinaceus) e também a região do Cariri (habitat do soldadinho-do-araripe - Antilophia bokermanni). Já para observar espécies como o periquito-cara-suja (Pyrrhura griseipectus) a mata úmida do Maciço de Baturité é a melhor opção.

Celeus obrieni. Foto: Acervo Fundação Grupo Boticário

Celeus obrieni. Foto: Acervo Fundação Grupo Boticário

Cerrado

Outra opção é fazer um passeio na região também conhecida como “savana brasileira”. A paisagem do Cerrado é cheia de árvores cascudas com troncos retorcidos, que sobrevivem a intenso calor, cachoeiras e cerca de 340 espécies de aves.  A maioria das excursões saem da cidade de Alto Paraíso (GO), a cerca de 400 km de Goiânia e 230 km de Brasília, e levam ao Parque Nacional da Chapa dos Veadeiros.

Mata Atlântica

Bando de Papagaio-de-peito-roxo (Amazona vinacea). Foto: Jaime Martinez/Acervo Fundação Grupo Boticário

Bando de Papagaio-de-peito-roxo (Amazona vinacea). Foto: Jaime Martinez/Acervo Fundação Grupo Boticário

Mais de 900 espécies de aves habitam a Mata Atlântica, um dos biomas mais ricos do mundo em biodiversidade e que cobre territórios de 17 estados brasileiros. Deste total, 325 espécies de aves podem ser avistadas na Reserva Natural Salto Morato, localizada em Guaraqueçaba, no litoral norte do Paraná, a 163 quilômetros de Curitiba.  A Unidade de Conservação (UC) é mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza desde 1994 e, em 1999, foi reconhecida pela Unesco como Sítio do Patrimônio Natural da Humanidade. São 2.253 hectares que integram a maior área contínua de Mata Atlântica do Brasil.
Pampa

Patativa-tropeira. Foto: Marcio Repenning/Acervo Fundação Grupo Boticário

Patativa-tropeira. Foto: Marcio Repenning/Acervo Fundação Grupo Boticário

Mesmo tendo uma fauna expressiva, com quase 500 espécies de aves, o Pampa ainda não é tão explorado pelo hobby. O bioma, que abrange o Rio Grande do Sul, no Brasil, abriga mais de 10 espécies de aves globalmente ameaçadas de extinção como é o caso do veste-amarela (Xanthopsar flavus), dos caboclinhos (Sporophila palustris) e (Sporophila cinnamomea) e da noivinha-de-rabo-preto (Xolmis dominicanus).

Pantanal

O Pantanal tem como ave-símbolo o tuiuiú (Jabiru mycteria), ave que chega a ter 1,4 m de comprimento. Além dela, a prática de birdwatching, geralmente feita a partir de barcos, possibilita conhecer mais de 600 espécies de aves.  Um dos principais atrativos é o Parque Nacional do Pantanal Matogrossense, no município de Poconé, no Mato Grosso.

Animais conquistam novos espaços na sociedade

28 abril, 2017 às 17:30  |  por Ana Maria Ferrarini

Desde os mais remotos tempos, o animal tem contribuído de alguma forma para que os homens possam construir um mundo melhor. Muitas das civilizações utilizaram os cavalos como meio de transportes, os gatos para proteger os celeiros dos ratos, os bois para arar as terras para o plantio, os pombos correio na comunicação a longa distância e os cães no auxílio à guarda das propriedades, permitindo o desenvolvimento econômico e cultural dos povos. Através da confecção de selos, brasões, estátuas, desenhos e símbolos foram prestados inúmeras homenagens a eles.

Os grandes gênios da humanidade foram verdadeiros amantes dos animais. Quem já não ouviu essa célebre frase de Leonardo da Vinci:- “Chegará o dia em que os homens conhecerão o íntimo dos animais, e nesse dia, um crime contra qualquer um deles será considerado um crime contra a humanidade”.

Segundo a editora da Revista Ecotour News (www.revistaecotour.tur.br), Vininha F. Carvalho, com todos os avanços da ciência, o convívio com os animais, é ainda considerado um dos melhores recursos terapêuticos e, eles fazem um bem enorme às pessoas. É o melhor remédio para o corpo e para a alma.

Atualmente existem milhares de cães e gatos de raça ou não que fazem parte das famílias. Eles vivem ao lado de seu dono, sem se importar com a posição social do mesmo, seja um mendigo ou um importante presidente, oferecendo todo o seu amor.

Por outro lado, alguns animais continuam sendo vítimas da irresponsabilidade e da crueldade humana, utilizados como entretenimento, esporte e disputas.

A proteção aos animais está deixando de ser apenas um ato de caridade e passa a ser considerada uma obrigação legal, devido à luta de abnegados, que conseguiram junto aos órgãos governamentais a implementação de leis, buscando proporcionar uma condição de vida mais digna. Em nosso cotidiano, sentimos a necessidade de adquirir cada vez mais conhecimentos sobre este assunto, para compreender melhor os problemas e buscar as soluções.

Vininha F. Carvalho , enfatiza que dentro dos espaços conquistados pelos animais, eles se tornaram nos últimos tempos estrelas de TV em todo o mundo. – “Eles devem continuar brilhando com suas participações no meio artístico, transmitindo ás pessoas muito mais que uma emoção passageira, ou pior, sendo usados como objeto para fazer sensacionalismo. Desejo vê-los sempre respeitados e jamais explorados, com o único intuito de bons desempenhos de audiência”, conclui.

O futuro de todos os animais, inclusive dos humanos, depende do esforço e da vontade dos poderes públicos e da comunidade em manter o equilíbrio ecológico no planeta.

Cem gramas diários de carne vermelha aumentam em 19% os riscos de diabetes tipo 2

29 março, 2017 às 17:46  |  por Ana Maria Ferrarini

Um novo estudo do Departamento de Nutrição da Escola de Saúde Pública de Harvard descobriu forte associação entre o consumo de carne vermelha – especialmente processada – e o aumento do risco de diabetes tipo 2, doença que atinge cerca de 350 milhões de pessoas no mundo todo.

Os pesquisadores descobriram que 100 gramas diários de carne vermelha estavam associados a 19% de aumento de risco de diabetes tipo 2. E a metade dessa quantidade de carne processada (um cachorro-quente ou duas fatias de bacon, por exemplo) estava associada ao aumento de 51% nesse risco.

O estudo também mostra que a substituição da carne vermelha por outras fontes de proteína como laticínios com pouca gordura, nozes e grãos integrais pode baixar os riscos em até 23%.

As conclusões são do maior estudo sobre o assunto, com cerca de 300 mil pessoas, acompanhadas desde a década de 1970 e publicado no “American Journal of Clinical Nutrition”.

Homus de Feijão Branco

29 março, 2017 às 17:44  |  por Ana Maria Ferrarini

HomusFeijaoBrancoPadraoWPIngredientes

1 xícara (de chá) de feijão branco cru
2 colheres (de sopa) de tahine
3 colheres (de sopa) de azeite de oliva
3 colheres (de sopa) de suco de limão
1 dente de alho médio (pode tirar o miolo, para ficar mais suave)
Sal a gosto
Pimenta a gosto
Cominho a gosto

Modo de preparo

Antes de tudo, deixe o feijão de molho, coberto com o dobro de água, por 8 horas.
Escorra, lave e coloque em uma panela de pressão, cubra com 1 dedo de água e deixe cozinhar em fogo médio. Assim que pegar pressão, abaixe o fogo, deixe cozinhar por 15 minutos e desligue.
Escorra e coloque em um processador ou liquidificador potente, adicione o tahine, azeite, suco de limão, o alho e tempere com sal, pimenta e cominho a gosto. Bata até obter uma pasta uniforme e leve à geladeira por pelo menos 3 horas antes de servir, para ficar ainda mais gostoso. Está pronto!