Arquivo mensais:novembro 2016

Araucária se transforma em árvore de Natal sustentável

28 novembro, 2016 às 09:22  |  por Ana Maria Ferrarini

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A diretoria de Distribuição da Copel junto com voluntários está desenvolvendo o projeto de uma árvore de Natal feita totalmente de materiais reaproveitados. Poste, varas de manobra e cabos de aço dão forma a uma araucária que foi projetada pelo designer Oswaldo Foutoura Dias.

A obra de arte faz parte da comemoração de fim de ano da empresa e ficará exposta em frente ao Palácio Iguaçu, onde acontecerá o auto de Natal da Copel.

A estrutura da  árvore será iluminada por lâmpadas de led, que serão alimentadas por um sistema fotovoltaico, utilizando placas solares, iluminando a araucária de forma sustentável, sem gasto de energia elétrica.

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A iniciativa desse projeto foi do direto presidente da Copel Distribuição, Antonio Sérgio Guetter e tem como lema “a Copel feita pelo copelianos”, e é um presente para todos os paranaenses.

Partindo desse principio, diversos funcionários se voluntariaram para dar vida e luz à árvore.

Na última quarta-feira (23.11) iniciaram-se os trabalhos práticos no polo do Atuba. Todos os voluntários tem se decicado intensamente ao projeto.

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Startup paranaense incentiva consumo de marcas locais

28 novembro, 2016 às 08:58  |  por Ana Maria Ferrarini

Iniciativa pioneira no país tem o objetivo de conscientizar os consumidores a respeito do impacto de suas decisões de compra

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A plataforma paranaense voltapravoce® (www.voltapravoce.com.br), iniciativa pioneira no país e que tem o objetivo de conscientizar os consumidores a respeito do impacto das suas decisões de compra, foi lançada no dia 19, no gramado (Parcão) do Museu Oscar Niemeyer (MON). A ideia do projeto é que, ao invés de optar por produtos e serviços fornecidos por empresas globais, as pessoas passem a valorizar e dar preferência aos itens fabricados na sua região, como forma de impulsionar a economia brasileira, promover ganhos sociais e reduzir os impactos ambientais.

Conforme estudos que foram utilizados como base para o projeto, as marcas locais geram um retorno financeiro à sua região (de origem) cerca de três vezes maior do que as marcas globais. Os dados são do economista norte-americano e especialista em consumo local, Michael Shuman, obtidos a partir de mais de 20 pesquisas realizadas em várias partes do mundo. “Quando você compra de uma marca local, a riqueza fica no lugar que a gerou, sem que os valores escapem para outros lugares do mundo. Isso se traduz em mais oportunidades de trabalho, em transferência de renda para a população e no desenvolvimento de toda uma cadeia produtiva. Além disso, se você consome um produto que foi fabricado perto de você, o impacto ambiental gerado pelo transporte é reduzido”, explica José Buffo, idealizador da plataforma.

O voltapravoce® surgiu a partir da percepção de uma prática já comum em outros países – de valorizar e dar preferência aos produtos regionais – e também de uma reflexão a respeito do mercado brasileiro. “Se você começar a observar nos supermercados, por exemplo, vai perceber que poucas marcas globais fornecem a maioria dos produtos. Já as marcas locais não tem tanto espaço. Há aí um enorme horizonte de oportunidades a ser explorado pelas empresas regionais e que pode impactar a economia, basta apenas que o consumidor faça as escolhas certas”, afirma Buffo.
Além de empreender esforços no sentido de conscientizar o consumidor, com a divulgação de textos e informações relativas às vantagens envolvidas na prática do chamado “consumo local”, a plataforma funcionará como uma vitrine para as marcas regionais. O site irá destacar as boas práticas promovidas por empresas da indústria, do comércio e de serviços, além do retorno econômico, social e ambiental promovido por essas companhias.

O usuário também poderá saber mais sobre os empreendimentos paranaenses, divididos nas seguintes categorias: Cooperativas, Arranjos Produtivos Locais, Micro e Pequenas Empresas, Médias e Grandes Locais, Criativas, Tecnologia e Turismo. Em breve, a plataforma ainda apresentará um índice de empresas paranaenses, por segmento, onde será possível acessar os principais produtos e informações relativas às companhias alinhadas ao voltapravoce®, e um “radar”, que indicará os pontos de comercialização das marcas locais mais próximos do consumidor.
Já as empresas locais que apoiam o projeto terão à sua disposição diversos materiais de comunicação que as identificam como integrantes desse movimento. Dessa maneira, os consumidores poderão reconhecer facilmente quais são as marcas que proporcionam um retorno efetivo ao país. “Para as marcas, será também uma ferramenta de diferenciação e para contato com o seu público, por meio de selos e peças de comunicação para embalagens, gôndolas e pontos de vendas”, acrescenta Buffo.

Poder do 1%

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De acordo com Buffo, a intenção da plataforma não é alterar por completo o hábito de compra das pessoas. Mas, que elas passem a observar e incluir nos seus mixes de consumo algum produto local, mesmo que seja apenas um. É o que ele chama do “Poder do 1%”.

“Se as pessoas fizerem trocas para produtos locais equivalentes a apenas 1% de suas compras por semana, haverá um grande impacto na economia. O 1% é capaz de fazer com que as marcas sobrevivam e cresçam. O 1% pode trazer mais empregos de volta, botar mais comidas em nossas mesas, mais roupas novas em nossos corpos”, resume.
A equipe do voltapravocê®, inclusive, fez o cálculo sobre o retorno financeiro do 1% semanal em compras locais, baseado no salário médio do brasileiro e na população economicamente ativa. Ao final de um ano, o acréscimo nas companhias regionais seria de cerca de R$ 1 bilhão.

Para fazer a diferença

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O voltapravocê® nasceu em 2014, em sintonia com o mundo das novas economias – as economias colaborativas, cooperativas, participativas. Por ser antes de tudo um projeto de interesse social, a plataforma atraiu uma equipe de empreendedores individuais e empresas da economia criativa, que passaram a trabalhar juntos para que o conceito fosse delineado. “É uma iniciativa inédita nesse formato, pois conecta pessoas, empresas e instituições de uma maneira abrangente e segmentada. Há um movimento mundial de valorização do local, porém as iniciativas são pontuais e regionalizadas. Não há nada similar que proponha essa amplitude que nós propomos”, destaca Buffo.

O idealizador do projeto, José Buffo, é um dos mais premiados redatores publicitários do Paraná. Ele fundou a Heads Propaganda, a segunda maior agência independente do Brasil. Após vender suas ações no negócio, ele iniciou a mobilização em torno do voltapravocê®, reunindo pessoas engajadas em torno da ideia e incluindo novas abordagens ao projeto – resultando na proposta ampla, transformadora e colaborativa. “O voltapravocê® propõe que o consumidor faça escolhas simples, que voltam para o seu próprio bem, para o bem da sua família e para o futuro do país. Uma solução que evidencia o poder dos consumidores e que pode motivar um novo panorama econômico”, reforça.

Serviço – Plataforma Voltapravocê®
www.voltapravoce.com.br

O compromisso da notícia com a causa dos animais

28 novembro, 2016 às 08:54  |  por Ana Maria Ferrarini

A informação precisa reafirmar os verdadeiros valores e posicionamentos, de uma maneira consciente, para fortalecer a luta diária frente aos desafios

A causa dos animais requer reflexão e debate para conseguir evoluir. É necessário saber interagir com as pessoas que ainda desconhecem os seus valores e princípios. As notícias devem ser divulgadas com o intuito de buscar solução para os problemas, jamais com sensacionalismo, banalizando a violência, às vezes até indiretamente incentivando.

Para enfrentar a questão dos maus-tratos é necessário maior engajamento e a ampliação da consciência dos profissionais da imprensa. A imprensa não pode criar na sociedade o sentimento pessimista de achar que a situação dos animais está cada vez pior.

Segundo Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News (http://www.revistaecotour.tur.br) – “é preciso oferecer informações sobre ações, projetos e políticas sérias em prol do bem estar dos animais, ressaltando sempre os bons exemplos. Contribuindo, assim, para a conscientização, além de estimular o intercâmbio, através do diálogo entre as pessoas, facilitando a compreensão sobre a importância da defesa do direito dos animais”.

A defesa do direito dos animais exige conscientização através da educação, se transformando no melhor caminho para ampliar a luta contra as crueldades. É preciso intensificar a qualidade da formação dos profissionais de imprensa e o compromisso em valorizar os animais na sociedade.

Os formadores de opinião precisam pensar num mundo prático para cultivar toda a teoria transformadora nas relações entre os animais e os humanos, colaborando na construção de uma consciência crítica, combatendo as mazelas que vivemos no cenário atual.

“A informação precisa reafirmar os verdadeiros valores e posicionamentos, de uma maneira consciente, para fortalecer a luta diária frente aos desafios que temos para impedir que os animais sejam expostos as situações degradantes”, enfatiza Vininha F.Carvalho.

A abordagem necessita ser apresentada de uma maneira clara e objetiva, através de profissionais que conseguem dar um enfoque construtivo. Normalmente, a pauta que envolve a defesa dos direito dos animais é mantida apenas enquanto o problema permanece visível, não dando a mesma ênfase às soluções e medidas de correção do problema. A notícia é feita superficialmente e com um grande apelo sensacionalista.

É fundamental ter a frente do relato, profissionais especializados para propiciar a divulgação correta dos fatos que envolvem os animais, sendo capaz de formar através de seu trabalho uma legião de multiplicadores e educadores em busca de uma vida cada vez mais digna para os animais.

Infelizmente existem pessoas que em nome de defender os animais, acabam gerando uma grande confusão na cabeça do público com os quais se relaciona. Associam as crueldades sofridas pelos animais a pedidos de doação, dando origem a perigosa “indústria da esmola”, que não permite que a causa dos animais evolua e acaba transformando esta ideologia numa causa sem solução e credibilidade.

O engajamento do formador de opinião é que dará o sentido correto para a matéria. Uma notícia deve mostrar o problema enfrentado pelo animal e o que poderia ter sido feito para evitar os maus-tratos. Jamais deverá ser demonstrado que a impunidade imperou, pois isto enfraquece o processo de conscientização em prol dos animais.

“O trabalho dos jornalistas competentes e idealistas, compromissados com a ética serão cada vez mais valorizados. Através deles, será possível conquistar mentes e sensibilizar corações, estimulando a cidadania, a prática de uma postura ética no relacionamento com os animais será a diretriz”, conclui a ambientalista e editora da Revista Ecotour News.

A partir do momento, que as mentes forem mudadas, de maneira a estabelecer uma nova visão, todos saíram ganhando, os veículos de imprensa terão sua missão fortalecida e a crueldade será combatida.

Carob House comemora Certificado SVB no Dia Mundial Vegano

1 novembro, 2016 às 18:03  |  por Ana Maria Ferrarini

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Garantia de que os produtos são livres de qualquer tipo de matéria prima de origem animal, selo reforça comprometimento da marca com valores como ética, transparência e responsabilidade socioambiental

No Dia Mundial Vegano, que é celebrado em 1º de novembro com objetivo de chamar a atenção para essa filosofia de vida que descarta o consumo de qualquer produto de origem animal, a Carob House celebra uma importante conquista. A marca especialista em alfarroba recebeu o “Selo Vegano” para toda sua linha de doces saudáveis.

Emitido pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), o selo representa uma garantia para o consumidor de que os produtos são livres de qualquer matéria prima de origem animal e também de que não utilizam animais em testes. O selo “Certificado SVB Vegano” começa a ser estampado nas embalagens dos produtos Carob House, o que reforça o comprometimento da marca com valores sustentáveis e éticos de produção, que há 15 anos trabalha para oferecer uma nutrição saborosa e segura.

Responsável por introduzir no mercado nacional a alfarroba, uma vagem de origem mediterrânea, a Carob House conseguiu unir em seus produtos os benefícios nutricionais do vegetal ao um sabor irresistivelmente exótico. Desde que foi fundada, a Carob House oferece uma linha de produtos com características nutricionais para atender um mercado crescente. Segundo levantamento da consultoria Euromonitor, apesar da economia em retração, o segmento de alimentos industrializados saudáveis cresceu 12,8% no ano passado. Entre 2009 e 2014, a venda de produtos naturais e orgânicos chegou a crescer 98% no país, demonstrando uma maior consciência e preocupação do brasileiro com suas escolhas alimentares.

Transparência e responsabilidade
Quando a Carob House foi fundada pouco se falava em produtos sem glúten, sem leite ou sem adição de açúcar. Embora a adesão à alimentação vegetariana estrita já existisse, a quantidade de alimentos inovadores e saborosos para esse público era restrita. “Mais que atender essa demanda tínhamos o entendimento que esse consumidor é exigente e bem informado. Então, além do investimento em pesquisa e da paixão em produzir um produto único no mercado nacional, valores como ética, transparência e responsabilidade socioambiental guiaram nosso plano de negócios”, destaca Eloisa Helena Orlandi, Diretora Executiva da Carob House.

Toda a linha da marca especialista em alfarroba (tais como barras de frutas, snacks, bombons, tabletes, gotas, entre outros) é isenta de adição de açúcares, glúten, leite, cafeína e soja. De sabor único, a alfarroba tem potente ação antioxidante e é reconhecida pela comunidade técnico-científica pelos benefícios na proteção cardiovascular.

Mais que uma escolha social e ambiental consciente, os produtos da empresa conhecida como a “casa da alfarroba” proporcionam um deleite saudável. “O propósito da Carob House é promover o bem estar e a satisfação dos consumidores, tornando a vida mais leve, fácil e prazerosa, uma vez que torna possível agregar nutrição e sabor. É possível comer sem culpa”, assegura Carmine Giunti, Diretor Industrial e P&D.

“CERTIFICADO SVB VEGANO”
De acordo com informações da SVB, o selo “CERTIFICADO SVB VEGANO” fornece a garantia ao consumidor de que o desenvolvimento e fabricação de um determinado produto não teve qualquer uso de animais ou suas partes. O objetivo principal do selo é fomentar e fortalecer os ingredientes e produtos veganos em todos os elos da cadeia de fornecimento de alimentos, cosméticos e outros produtos. Desde a fabricação dos insumos até a gôndola do supermercado, a certificação exigirá direta ou indiretamente dos participantes desta cadeia que forneçam comprovações de que os ingredientes e processos são inteiramente veganos.

Serviço:
Carob House
www.carobhouse.com
www.facebook.com/CarobHouse
Instagram: @carob_house

1º de Novembro – Dia Mundial Vegano

1 novembro, 2016 às 16:34  |  por Ana Maria Ferrarini

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O Dia Mundia Vegano foi estabelecido em 1994 por Louise Wallis, então presidente da Vegan Society da Inglaterra, a instituição vegana mais antiga do mundo, a que oficializou e cunhou o termo “vegano”. Louise estabeleceu que todo dia 1º de novembro seria comemorado o Dia Mundial Vegano justamente no aniversário de 50 anos da Vegan Society, criada em 1944.

O que é o veganismo e quem são os veganos

O veganismo não é uma dieta, e sim o conjunto de ações em todos os aspectos da vida que demonstra recusa ao sofrimento dos animais. Os veganos, como são chamados os que praticam o veganismo, têm uma alimentação vegetariana, ou seja, nada de origem animal entra no cardápio. Isso inclui todos os tipos de carnes, todos os laticínios, ovos, mel e tudo que tenha em sua origem o sofrimento de algum animal. Nenhum produto de origem animal é livre de sofrimento e é por isso que os veganos não os consomem.

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Receitas lindas, criativas, saborosas e saudáveis são a marca da culinária vegana, mas a filosofia vai muito além da cozinha. Veganos não apoiam ou colocam o seu dinheiro em nada que envolva sofrimento, inclusive de outros seres humanos. Circos com animais, roupas com peles de animais – incluindo couro –, rodeios, cosméticos e produtos de higiene testados em animais, produtos sabidamente produzidos por trabalhadores em condições desumanas e tantos outros itens estão fora da vida de uma pessoa vegana.

Pode parecer complicado a quem ouve falar nisso pela primeira vez, mas com um pouco de boa vontade, pesquisa e foco nas vítimas (os animais), qualquer pessoa pode se tornar vegana. Não há limitação de classe social, gênero ou idade. Basta que haja informação e vontade.

Que tal aproveitar essa data tão importante em todo o mundo para refletir e reconhecer os direitos daqueles vulneráveis às nossas ações que estão sofrendo neste momento? Saiba como começar em www.sejavegano.com.br.

Site www.vista-se.com.br