Vindouro com almoço executivo
O restaurante Vindouro agora tem almoço todo dia, de segunda a sábado, e bar de vinho.
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O restaurante Vindouro agora tem almoço todo dia, de segunda a sábado, e bar de vinho.
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Abre nesta terça-feira, oficialmente, o Bar Libertadores. A festa terá a presença do músico carioca Rafael Almeida, ator e cantor da Rede Globo, e do maior ilusionista do Brasil, Philip Blue. O ceviche e o panini del mercato, o tradicional sanduíche de mortadela na baguete, fica por conta do chef peruano Andrés Espinoza. Pisco sour, com certeza, além de chope da Brahma e música ao vivo. Rua Senador Xavier da Silva, 242, São Francisco. Telefone 41 3082-5615.
Mais uma loja, desta vez é a vizinha São José dos Pinhais que terá mais uma pizzaria com a marca Baggio. A inauguração é na próxima quarta-feira (1º de setembro). Carlos Puhl e Erica Domingues entram na administração da casa – primeira franquia dos irmãos Baggio. Na rua Visconde do Rio Branco, no centro da cidade. A Baggio Pizzeria & Focacceria completa 11 anos em Curitiba. Telefone 41 3058-2828.
Com recheio de emoção, assim foi a entrega do prêmio aos melhores restaurantes, bares e comidinhas da revista Veja Curitiba “Comer & Beber”. A festa no Espaço Batel II para 700 convidados, na última quinta-feira, foi superconcorrida. Foram premiadas 33 especialidades diferentes. É claro que é difícil agradar todo mundo, mas alguns prêmios são inquestionáveis. Junior Durski sobe ao palco todos os anos e não poderia ser diferente, é imbatível em algumas categorias: carne e comida internacional, ou variada, como a revista indicou.
Cuore di Cacao também é outra vencedora que todos os anos leva o prêmio, difícil concorrer com as meninas.
Foi gostoso de ver a festa da família da dona Alice Thereza Justus Ewy, que há mais de trinta anos faz a “empada original” e até hoje só tinham levado indicações. “Ficamos felizes pela mãe, acho que ela merecia esse reconhecimento”, conta Jo, uma das filhas que trabalha na loja. Fizeram uma festa contagiante, deu a impressão que todo mundo vibrou, “até os concorrentes torceram”, contou Jo, na foto abaixo com a mãe.
Paulino da Costa, do DOP Cucina, levou o prêmio de melhor chef e também emocionou. Logo depois da festa, entrou na cozinha do restaurante e disse à equipe: “esse prêmio é de vocês”. Assim é o Paulino, uma pessoa simples, talentosa e afetuosa. No dia seguinte foi agradecer até a assessoria de imprensa que divulgou o restaurante durante o primeiro ano de funcionamento.
Schwarzwald, o Bar do Alemão, também não sai da lista dos melhores: com chope e carne de onça. O novíssimo Bistrô do Victor, com a chef Eva dos Santos à frente, consagra a especialidade “peixe e frutos do mar”, da rede de restaurantes “Victor”. Só dá eles.
O restaurante Terra Madre foi eleito novamente o melhor restaurante contemporâneo e é outra escolha acertada. Isabela Freiberger, uma das proprietárias, e o chef Ivan Lopes receberam o prêmio. O novo cardápio da casa apresentado em abril pesou na escolha, com certeza.
Senti não ver a Bresser ganhar, a nova pizzaria no Cabral está no ponto certo. Também senti não ver as jovens e talentosas chefs Kika Mader, do ótimo Sel et Sucre, e Gabriela Carvalho, do Quintana, no palco. Enfim, talvez alguns ajustes na premiação poderiam ser feitos. As categorias “barreado” e “brasileiro” poderiam ser fundidas, afinal, não temos tanta tradição assim, são poucas as opções na cidade, uma categoria para restaurantes franceses seria mais acertada. Santa Felicidade é uma referência, não adianta negar, justificaria seu retorno à lista. Leia mais »
No tempo em que Curitiba tinha pouco mais de 500 mil habitantes, havia uma gincana preparada por um clube local que arregimentava jovens da cidade em torno da competição. Duas equipes monopolizavam a disputa, uma delas era o Les Paxá. A capital paranaense já chega na casa dos dois milhões e a garotada de hoje, com certeza, não ouviu falar da inocente brincadeira, ficou apenas a lembrança entre aqueles que participavam. Imagino que foi pensando nesses bons tempos que Zico Garcez achou o rumo que procurava. Com os dois pés na cozinha, seja à frente do restaurante que já comandou, ou cozinhando para amigos, ou ainda se aperfeiçoando no assunto, parece que é num bar que a sua estrela vai brilhar. Informalidade é o tom e as comidinhas são as tradicionais, como sanduíche de pernil com verde e cachorro quente, que estarão ao lado de algumas massas e filés, poucas e caprichadas opções, garante Zico, mas se for amigo e ligar pedindo um algum prato especial, por exemplo, vai ter. Nas paredes no “Pachá”, as fotos da época evocam saudades. “Escolhi esse nome também porque aqui é um pouco difícil ‘pachá’”, brinca ele, referindo-se ao endereço do local. Exagero, é só seguir pela Nilo Peçanha e virar à esquerda no sinaleiro depois do Opet, onde funcionou por anos o colégio Lins de Vasconcelos, pronto, está na Rua Cláudio Manoel da Costa, o bar é no número 548. É daquele tempo? Então vá até o blog da turma aqui.
Neste dia, depois de uma temporada cinzenta em Curitiba, brilhou o sol lá fora e o C La Vie. Sotaque francês com muita classe e personalidade. Descubra o tem por trás dessas contas, vale a pena.
Fiquei muito bem impressionada com o novíssimo C La Vie. A casa tem tudo para fazer sucesso. Dá para ver que todos os detalhes foram pensados, desde a decoração sóbria e moderna, com as minhas cores preferidas, num casarão antigo no bairro do Batel onde os gradis de ferro ganharam destaque, até a escolha do consultor. O restaurante tem o respaldo de um dos principais chefs franceses radicado no Brasil, Erick Jacquin, dono do La Brasserie, em São Paulo.
O melhor foi ver que os alunos do consultor estão afiados, mesmo na ausência de Jacquin e com apenas algumas semanas de funcionamento. Eduardo Marcondes comandou o almoço para a imprensa com competência, revelando, apesar da idade, apenas 28 anos, que sabe o que faz. Ele já passou pela Vino! Batel, Caffe Maria, Sale Pepe, Armazém Santo Antônio e Café Padrino, em Curitiba, e Bistrot Mamma Lu, em Joinville. Trabalhou com chef italiano Luciano Bossegia e ficou dois meses em São Paulo com Jacquin.
Foi uma grata surpresa conhecer a proposta e a comida do novíssimo representante da culinária francesa que Curitiba ganhou. Dizem que Jacquin é muito exigente, na sua cozinha só ingredientes frescos e muita disciplina. Se é assim mesmo, pode prosseguir, dá resultado. E espero que continue.
Outro ponto positivo é que a casa abre para o almoço com o mesmo menu a la carte da noite, além das sugestões do chef para cada dia da semana, e não fecha durante o dia, à tarde é possível fazer um lanche à moda francesa com os sanduíches tradicionais do país. Das 15h às 19h, desde canapés de foie gras e salmão até o croque monsieur e croque madame. Juro que vou provar. Se eles servirem vinho em taça, então, não saio mais de lá. A loja de vinhos Vino!, que já funcionava no local, foi ampliada, fica junto a um bar e inspira para horas de bom papo. Alguns pratos que fazem sucesso na casa paulista estão aqui e os clientes já descobriram, são os mais pedidos. “O pato está há mais de dez anos no menu do meu restaurante”, revela Jacquin. O “canard em cocotte, chef Jacquin”, ou pato na panela (R$ 59,00), foi dividido para que pudéssemos provar outros pratos. O cardápio tem os clássicos da gastronomia francesa, mas também “releituras”, e eu fiquei querendo experimentar diferentes especialidades do chef. “Foie gras de pato quente com manga e chocolate amargo (R$ 59), paleta de cordeiro confit e lentilhas de Puy (R$ 49), a entrada de raviólis de lagostins com molho de Sauternes e gengibre (R$ 36,00), entrecôte maturado ao forno, molho trufado e champignon fresco (R$ 47,00) que me aguardem.
Quem estava na cozinha não imagina como fiquei feliz saboreando o robalo com azeite de oliva e ervas frescas (R$ 44,00), igual ao que eu faço em casa, sem molhos pesados ou ingredientes que atrapalham o sabor do peixe. O camarão assado com polenta cremosa com creme de basílico (R$ 29,00), outro prato provado, estava perfeito, no ponto.
Jacquin destaca a versão tradicional do petit gâteau, ao chocolate quente (R$ 18). De acordo com a assessoria, foi ele quem introduziu esta receita no Brasil. Eu posso falar do que eu experimentei, “brownie choco pistache”, que a simpática e também competente Harumi, apresentou e me fez perder o controle, não consegui parar de comer até terminar com o doce.
Naquele dia, eu estava muito cansada e até pensei em desistir do convite para conhecer o Empório Biossana. Mas mantive a palavra e quase perdi o compromisso com amigas de tão gostoso que foi o fim de tarde. O Empório Biossana é um paraíso para quem gosta de alimentos orgânicos, naturais e integrais e comidinhas saudáveis. Entre potes de conserva, geleias, sucos e vinhos, chocolates importados, chás, café, azeites, dentre inúmeras outras opções, até cosméticos, conversa agradável e boa comida. O empório é a segunda casa de duas empresárias, a primeira surgiu com a proposta da ala de orgânicos no Mercado Municipal de Curitiba, mas na nova filial a casa cresceu e ganhou reforços e a ideia é continuar inovando com a promoção de aulas e palestras, por exemplo. Saí com uma sacolona de compras, não resisti, e superdicas da colega Adélia Lopes para curar males do corpo com ervas e infusões.
Neste sábado tem almoço no Café Babette, com cardápio tradicional francês. O menu custa R$ 33,00 por pessoa, (sem bebidas). E durante o mês de agosto, a Aliança Francesa promove, em parceria com o Le Cordon Bleu, a exposição “Cuisines de France”, com 13 painéis que apresentam a riqueza da cozinha francesa, mostrando para todos os públicos a sua originalidade. No Café Babette, que funciona na Aliança Francesa de Curitiba.
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Nesta sexta-feira, almoço harmonizado com vinhos verdes da Adega Monção, às 12h30. Promoção da Adega Barrinhas e La Vinothèque. Reservas: 41 3077-1020.
O homem que faz o melhor hambúrguer da cidade, Junior Durski, foi parar na Amazônia um pouco para matar as saudades dos amigos, ele morou 15 anos em Rondônia, mas também para buscar novidades para os seus restaurantes, depois viajou até Prudentópolis, sua cidade natal, para participar de um concurso gastronômico e agora se prepara para a segunda aula na 2ª Expovinhos, marcada para a próxima sexta-feira. Vinte pessoas vão saborear o “filet mignon alla Parmigiana”, na versão do chef. Eu, que não saí mais de 100 km daqui tentei repetir em casa o famoso sanduíche. Quem será que não gosta de hambúrguer? Só quem não come carne, com certeza. A receita? Um pão de qualidade que quanto esquentado faça croc croc, 500 gr de alcatra moída, 100 gr de carne de carneiro e 200 gr carne de porco, para cinco pessoas, sal, pimenta-do-reino moída na hora, cebola bem picada e só. Molde a carne com um pouco de óleo e asse em grelha bem quente. Eu gosto mal passado e alto, outros preferem mais fininho e até bem passado. Quando virar a carne coloque fatias de queijo cheddar em cima. Salada verde para acompanhar, quem sabe uma rodela de tomate e voilà! Essa é uma receita caseira, não é a do Durski.
Consegui. Eu, a tela do computador e uma horinha para soltar a língua, ou melhor, os pensamentos. Nos últimos dias, a vida enveredou por outros rumos. Andei cozinhando, pouco, é verdade. Coisas prosaicas, como o conhecido hambúrguer e uma delicada torta de maçã. Acho que já dá para ajudar os leitores que querem receitas. Aqueles que esperam histórias, vou ficar devendo. Nos dias longe daqui, fui ao lançamento do Guia Abrasel de turismo, gastronomia e serviços. O roteiro da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes agora atende o viajante local, o morador de Curitiba, da Região Metropolitana, do litoral e do interior também. Voltei ao Quintana e constatei como eu estava com saudades dos sabores exóticos da Gabriela Carvalho e fui ver como ficou a repaginada que o Sel et Sucre ganhou. Ficou ainda melhor, perdeu a cara quase infantil que tinha e é o local ideal para ir almoçar com os amigos. Por isso, tratei de agendar um almoço lá com pessoas especiais. É um dos meus locais preferidos na cidade. Na semana que passou, descobri também um empório de produtos orgânicos que vale uma visita. Assim que puder coloco as fotos e as receitas aqui. E para abrir o apetite, aproveito para lembrar que começou a 21º Bienal Internacional do Livro de São Paulo, no Pavilhão de Exposições do Anhembi. “100 receitas para Comer de Joelhos”, da Carla Pernambuco e o completíssimo “O Gosto do Vinho”, de Émile Peynaud, é um dos títulos disponíveis na Bienal que também terá palestras com especialistas e chefes no “Cozinhando com Palavras”. Veja a programação: www.bienaldolivrosp.com.br
Um post que escrevo para pesquisar na hora que eu quiser comprar vinhos nacionais. Sébastien Lapaque fala no Estadão sobre os vinhos naturais brasileiros e eu que ando cismada com os biodinâmicos, orgânicos etc., resolvi arquivar a dica. Ele esteve no restaurante da Roberta Sudbrack, no Rio de Janeiro, e além de comer muito bem e elogiar a chef brasileira, Lapaque enalteceu a carta de vinhos, disse que é a melhor carta da cidade. Então, vamos procurar: champagne Egly-Ouriert, Touraine Clos de Tue Boeuf de Puzelat, Mâcon-Village de Valette, Morgon de Lapierre. E os artesanais brasileiros, das uvas: Peverella de Bento Gonçalves, a Ancellota e a Tannat da Serra Gaúcha, como o Era dos Ventos, vinho branco 100% Peverella e o Barbera 2006 Angheben.
A família Schneider cresceu, encontrou num cliente um amigo que acabou sócio e o primeiro fruto é a nova casa no bairro do Cabral, que, além das lojas conta com um espaço preparado para comemorações, ou para dividir boa comida com os amigos. É o projeto de expansão das lojas de chocolates e massas ganhando força. “Então, é você o sortudo”, disse para o especialista em marketing Rodrigo Camargo, sócio junto com o irmão na expansão dos negócios, durante a apresentação do local para a imprensa. Ele retribuiu com um sorriso. Quisera eu estar no seu lugar, também estaria feliz. Com produtos como os encontrados nas lojas da Cuore di Cacao e do Empório Rosmarino é difícil errar.
Apostando na evolução do mercado consumidor, eles entram com o conceito de boutique gastronômica em Curitiba, reunindo tudo no mesmo local e mantendo a qualidade. Solange Schneider é a responsável pelas massas e molhos, antepastos e sobremesas, as filhas Bibiana e Carolina pelos chocolates. A matéria prima são as marcas francesa Valhrona e belga Callebaut. Carolina Schneider é a chocolatière e trabalha ao lado da irmã Bibiana Schneider que é designer. “Meu pai também está junto conosco e é um atento descobridor de tendências”, explicou Bibiana, durante a apresentação das responsabilidades de cada um na empresa.
(Foto: Bárbara Magalhães)
“Elas esqueceram de comentar que fica por minha conta a ‘pesada’ tarefa de provar as novidades preparadas”, brincou Paulo Schneider. Na foto abaixo, ele aparece ao lado da consultora Tháys Ferrao e da sommelier Sandra Zottis, responsável pela harmonização dos vinhos no jantar. Paulo cuida da seleção dos produtos das prateleiras do empório, onde estão azeites importados, vinhos, utensílios de cozinha e até filmes sobre gastronomia, reforçando que estamos mesmo numa boutique de luxo. No novo espaço uma cozinha gourmet completa o ambiente preparado para receber com conforto até 30 pessoas.
Acompanho a trajetória da família desde a abertura das lojas em 2004 e admiro o trabalho e a dedicação de todos. “As meninas”, como carinhosamente chamamos, fazem pelo menos uma viagem de estudos e prospecção todos os anos. E foi a participação da Cuore di Cacao no Salão do Chocolate de Paris 2007 que deu um empurrãozinho para mais sucesso. “Somos a primeira – e por enquanto única – chocolataria brasileira a participar do evento, que permite grande experiência com o público internacional, contato pessoal com grandes nomes de chocolaterias na França, além do reconhecimento nacional”, explica Carolina. Com talento e paixão, e depois de muito trabalho, vem o reconhecimento. É a fórmula. Escutei Solange contando parte da história que não conhecia. Sabia que as meninas começaram fazendo trufas numa Páscoa, se não estou enganada, num período de greve da universidade. Esse foi o início, depois disso, a mãe contou que elas trabalhavam no fim do turno do restaurante da família, entrando pela madrugada para dar conta das encomendas. Por isso, a vitória tem um sabor tão doce assim, e é fácil virar amigo da família que veio do Rio Grande do Sul conquistar, com simpatia e competência, todos que provam seus produtos. Será que deu para notar que sou fã?



Salada de feijão branco com frutos do mar. Ravioli de taleggio e porcini ao creme de porcini e lascas de vitelo. Acompanhou: Château de Pourcieux 200, Provence.


Lombo de bacalhau grelhado e confitado com minilegumes, servido com Vallado DOC 2007. Douro, Portugal.

Seleção de queijos e frutas secas com Château mon Monbazillac, 2006. Dordogne, França.

Seleção de chocolates da Cuore di Cacao, com Fonseca Tawny. Porto, Portugal.
E nem fotografei e falei dos pequenos bocados servidos antes do jantar, servidos com Pommery. Falar o quê? Só provando. Anote o endereço para as suas próximas comemorações.
Na Zahil comprando vinho você pode ganhar um decanter, precisa gastar mais de R$ 350,00. A loja também está associada ao Nu Jazz Club de Curitiba, no Full Jazz Bar do Hotel Slavieiro no Batel. Veja a programação no site, sempre tem atrações bacanas.
O Aguativa Golf Resort inclui workshop de cervejas especiais com harmonização de petiscos, aula e degustação de cachaça no programa para o dia dos pais.
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