Piselli
O Piselli, escolhido apenas por ser um dos poucos locais na capital paulista que fica aberto até mais tarde no começo da semana, foi uma ótima opção. O restaurante, indicação de um amigo, acabou sendo a grande surpresa da rápida estada em São Paulo. Tentamos o “eñe” sem sucesso.
![]()
Juscelino Pereira fala sobre a “trajetória da ervilha”, que é o nome da casa (amplie a figura).
![]()
Muito bem decorada, a casa tem na cozinha os chefes Boris Melon e Ivanildo Ângelo. Eu estava tão cansada que acabei nem perguntando quem dava plantão no dia, e apesar de serem listados quatro maîtres no cardápio fomos atendidos, muito bem é preciso dizer, pelo sommelier Ernesto Arahata. A indicação dele para a entrada que eu comi foi acertadíssima. Amei o “prosciutto d’anatra”, veja a foto abaixo. Ingredientes de qualidade e sabor inesquecível. Quando lembro do prato fico com vontade de repetir.
![]()
Presunto de peito de pato servido com rúcula, radicchio e queijo grana padano.
![]()
Ernesto indicou pratos clássicos, como as pastas. Para quem ainda não conhecia a casa não poderia ter sido melhor. O “spaghetti alla carbonara” estava divino, perfeito, no ponto, deixa saudades. Quero voltar para experimentar a “bresaola”, a bisteca fiorentina e o “tiramisu”. A costela de cordeiro com nhoque na manteiga e ervas também estava maravilhosa.
![]()
Não gostou do prato? Providenciam a troca rapidamente. Quer meia porção ou dividir com alguém? Não tem problema. Aliás, Ernesto resolveu tudo.
É tão fácil agradar. Delícia de restaurante, sabem servir.
Volto.



