Siri-mole
Nem quero saber muitos detalhes de como o siri-mole é criado porque acho que daí não comeria, o fato é que a iguaria, antes escassa no Sul, acaba de entrar em alguns restaurantes. Alex Atala ajudou a divulgar o siri que é produzido pela Blueshell Brasil, de Blumenau, Santa Catarina, e criou receitas com o crustáceo, que não tem areia e é muito limpo. Confira no programa da rádio Eldorado aqui. É chamado de siri-mole porque quando ele troca a carapaça ela fica mole, não calcificada, e é nessa hora que é pescado. Aqui, já experimentei a muqueca de siri no Bar e no Bistrô do Victor. Mas o tempurá do Nakaba é campeão. Eva dos Santos, do Bistrô do Victor, faz na brasa e é igualmente bom. Coma devagar, porque é uma raridade. Aliás, no menu-degustação do Nakaba, além de servir tempurá de siri-mole, tem guioza, o pastel chinês, de camarão, shishamo e mais 15 niguiris, se eu não perdi a conta, os “bolinhos de arroz” com peixes fresquíssimos, de fazer até agnóstico e ateu agradecer a Deus pelo prazer de comer. O menu não é repetido porque depende do que tem na cozinha, o produto tem de ser o melhor. Telefone antes. Confie no chef e permita-se. Depois me conte se não tenho razão.
Publico, apesar de a foto não estar boa, não resisto, olha o tamanho. Acredite, é uma vieira.










11 January, 2012 às 14:37
Olá.
Moro em Curitiba e gostaria de saber onde eu posso comprar siri-mole. Vc diz que é cultivado em Blumenau, SC. Poderia me passar o endereço, por favor?
Um grande abraço,
Hugo