“As Minhas Receitas Japonesas”
“As Minhas Receitas Japonesas” é o livro com receitas da chefe Mari Hirata. Pratos clássicos recheados com textos sobre histórias de receitas, ingredientes e tradições. Editora Publifolha; R$ 32.
“As Minhas Receitas Japonesas” é o livro com receitas da chefe Mari Hirata. Pratos clássicos recheados com textos sobre histórias de receitas, ingredientes e tradições. Editora Publifolha; R$ 32.
Quando vejo o desenho acima impresso novamente no novo livro já sei que devo gostar da obra. Não costumo ter muitas lembranças, sou assim o que as pessoas chamam de “meio desligada”, mas lembro que essa figurinha me ajudou a decidir pela compra da publicação anterior do chefe, há cinco anos.
Como não tinha muito tempo para a leitura no momento da compra, comecei a folhear para ter idéia do que estava à minha frente e cai direto nos capítulos: “o erro” e “erros que só você vê”. Dei de cara com: “…calibragem entre a quantidade de molho e a quantidade de proteína e de sua guarnição”, identificando o meu problema no fim de semana, que eu conto no post aí embaixo. E continuei a leitura: “quando o erro acontece, é duro. Você tem de se manter forte e não se abalar… errar, todos erramos”. E mais: “…o erro (e no começo erra-se muito) nos ensina… Isso eu sei, pensei com meus talheres. “Alcançar a perfeição é impossível, porém se aproximar (e muito) dela é obrigação”. Fecho o livro e agradeço as palavras.
“Escoffianinhas”. Peço licença para o chefe e escrevo no diminutivo, sem desmerecer a obra, para contar que, além da caixa linda, acompanha uma versão “de bolso”, ou melhor, “de cozinha”, muito prática. Assim o livro, dividido em aprendizado, sonho e realidade, pode ser preservado. “Escoffianas brasileiras” é uma expressão que o ensaísta, sociólogo e parceiro de Atala, Carlos Dória, usou na resenha que escreveu sobre o primeiro livro dele, uma união do nome e obra de “dois artesões”: Auguste Escoffier e Heitor Villa-Lobos, ambos admirados pelo chefe.
Andava inconformada porque ainda não tinha um dicionário de gastronomia, isso porque tenho vários dicionários, aliás, não vivo sem eles e nenhum da área na qual estou tão envolvida ultimamente. Agora, posso ficar tranqüila (só não sei se uso o trema ou não) porque ganhei “o” dicionário. Na dedicatória especial: “olha aí o vosso dicionário”. Quando conto, minhas amigas não acreditam como fico feliz ganhando panelas, ou dicionários, vai entender…
Outro presente especialíssimo do dia foi o minilivro de receitas acompanhado de uma saborosa seleção de músicas da chef e restauratrice Dahoui comprado no restaurante Ruella de São Paulo! Merci, merci… P.S. Ela também gostar de gatos é pura coincidência…