25 junho, 2012 por Jussara Voss
19:27

Não sei porquê não segui o meu instinto e não fui conhecer o Tempo Doeloe, pois as outras dicas da Carla Pernambuco já tinham sido boas, enfim, eu tinha mais opções e a promessa de que teria uma refeição memorável fez com que eu atravessasse a rua do chocolate Puccini e fosse conhecer o Krua Thai. Não que o jantar não estivesse bom, longe disso, mas como sabem, procuro sabores de tirar o folego. É uma boa opção, mas agora tenho outra desculpa para voltar à cidade. Além dos bombonis Puccini, quero conhecer a “mesa de arroz”, rijsttafel. Os holandeses incorporaram a refeição que é da Indonésia. Fiquei curiosa. Curiosidade também para provar os croquetes de carne vendidos em máquinas por um Euro. Febo: vai ficar para outra estada, não foi dessa vez. Apesar da dica não ser para comer, preciso lembrar do Kenkenhof, o parque da flores, mas veja que abre apenas em alguns meses do ano. E se estiver por lá, ande muito pelo Jordaan, coma broodje haring, o sanduíche com arenque, cebola e picles, e compre hagelslad, o granulado para brigadeiro, que os holandeses comem até no café da manhã. Encerro o post falando das panquecas, outra especialidade deles. Fui atrás da tradição e encostei a bicicleta na calçada da The Pancake Bakery. Entrei. Aleluia! Experimentei as salgadas pannenkoeken e as doces poffertjes, que parecem uns bolinhos. Foi bom, muito bom, pena não ter fotos.


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21 junho, 2012 por Jussara Voss
19:55

Juro, não sei se fiquei impressionada pelo fato de o chocolate não levar conservantes e, por isso, deve ser consumido em sete dias, ou pela loja tão bem decorada, ou pela beleza dos chocolates expostos, enfim, o fato é que o Puccini Bomboni não me sai da cabeça. Na verdade, sei que é a lembrança do chocolate derretendo na minha boca e o sabor, o aroma e a textura perfeitos que me marcaram a ponto de querer voltar para experimentar mais. Não acredito que eu comprei um bomboni, um!, e quatro bastões de marzipã. Com o cheiro que tinha a loja, simplesmente, não acredito. E não foi fácil comprar. Uma hora a loja estava fechada, depois esqueci o pacote, a loja fechou e eu iria embora no dia seguinte. Voltei pela terceira vez e fui salva pelo garçom do restaurante próximo que conhecia o funcionário da limpeza que trabalhava à noite. A dica foi da Constance Escobar, e que dica. Inesquecível. Aqui o link para o post dela, e além do site da loja, quase nada de informação. Adorei a descrição encontrada na web “no sugar, no butter, no fondant, no artificial additives”. Some a isso, ingredientes frescos e inusitados, têm os tradicionais também, é claro, e preparo artesanal. De decoração minimalista, são duas lojas na cidade. Não esqueço do meu hazelnut gianduia. Impossível.





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19 junho, 2012 por Jussara Voss
18:27
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18 junho, 2012 por Jussara Voss
21:22




Deixando Amsterdam para trás, a primeira cidade de uma longa jornada, logo fiquei com saudades. Moraria ali, com certeza. Bem que me avisaram. Não conhecia. Andaria de bicicleta, muito, ou de barco pelos canais. A cidade, é que é muito bonita, tem mais bicicletas do que gente. Achei pouco tempo para as descobertas gastronômicas. Sempre acho isso, já não é novidade. Minhas escolhas seriam dois restaurantes da lista World’s 50 Best Restaurants, da revista britânica Restaurant, porém, Oud Sluis (21º) e De Libirje (33º) estão afastados da cidade e tornaram as minhas opções mais difíceis. Segui, então, as dicas certeiras da Carla Pernambuco, a quem preciso agradecer. Veja aqui o post dela. Como a chef, adorei o ritmo da cidade, o comércio abre às 11h e fecha às 18h, preciso falar mais? A primeira, o restaurante do The College. Hotel da lista dos endereços charmosos, lembrou-me o Faena de Buenos Aires. Instalado em um ginásio do século19, o restaurante funciona como uma escola e para julgá-lo é preciso considerar que era um domingo e que o chef Wilko Hoogendoorn não estava. Foi um bom jantar. Veja as fotos. Não recebi o cardápio, como combinado. Boas lembranças saborosas de alguns pratos, como as sobremesas. Dá para recomendar. E para quem pediu mais fotos, aqui está um post de imagens, que, na seleção das mesmas já começo a recuperar meu ânimo, nos últimos dias adormecido, exceto no fim de semana, de emoções intensas. Esse “lembrar” quem sabe ajude a empurrar essa gripe, que teimou em voltar, para longe.













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