São Paulo III: Girarrosto e Dalva e Dito
Na última viagem a São Paulo também fui conhecer o novo mercadinho do Alex Atala no Dalva e Dito. Um charme. O restaurante está todo modificado. A sala das samambaias virou um bar e é a entrada do local, que continua bonito. O mercadinho tem pães, pipoca e frango assado, entre outras gostosuras, e funciona onde era a entrada do restaurante. Escolhi pirarucu para o prato principal (foto), mas cai de boca mesmo no ratatuile do sertão, tenho lá minha implicância com criadores de cativeiros. O couvert, com pimentas variadas, pães fantásticos e outras delicadezas, além da bebida e do atendimento e da arquitetura e decoração do lugar, contam pontos, claro. O que falta? Atala não fica ali, está no D.O.M. sempre que possível, pois o chef tem viajado bastante por conta dos eventos internacionais de que participa. Não faz muito tempo um taxista do aeroporto de Congonhas passou um e-mail pra mim, deve ter encontrado o blog numa busca pelo chef, dizendo que ele tinha esquecido a mala no seu carro. Peru, Polônia, Japão, poucos dias em cada cidade, dá para imaginar o cansaço. Ainda não provei a famosa galinhada servida aos sábados depois da meia-noite. Programa imperdível.
Na mesma viagem ainda almocei no Girarrosto, achando que iria encontrar o chef Ivo Lopes, que nada. Ele está montando um restaurante, foi o que eu fiquei sabendo apenas, sem mais detalhes sobre o novo empreendimento. Voltando ao Girarrosto, o novo restaurante é um megainvestimento, lugar chique e bacana, a cara de São Paulo, instalado onde funcionava o Cadoro, que foi durante muitos anos uma tradição na capital. Os donos trabalham firme para que tudo funcione. Ninguém menos do que Salvatore Loi, que tinha acabado de deixar o Fasano, estava lá. Quando terminei o almoço, ele estava fazendo reunião com a equipe da cozinha, a famosa brigada.























































































