Com vocês: o “Paladar – Cozinha do Brasil”
Três dias com chefs brasileiros e estrangeiros. Os principais. A expectativa é grande. Na festa da abertura do “Paladar – Cozinha do Brasil”, no Grand Hyatt São Paulo, os cozinheiros capricharam nos ingredientes brasileiros. Eu, finalmente, consegui experimentar jambu, já vai para a lista, aprovadíssimo, agora só falta o turu…
Na entrada
Caldo de mocotó com abóbora e ravioli plin de queijo meia-cura, pimenta de cheiro e couve que Bianca, a simpática assistente da chef Ana Soares, serviu quentinho aquecendo o estômago de quem chegava à festa, como uma carícia infantil. Boas-vindas mesmo. “Plin” é o jeito de dobrar a massa.
Kanashiro: ele novamente
Sashimi de robalo com ponzu, que é o molho, com cupuaçu, “para dar o toque do Brasil”, diz Kanashiro, dando “o ponta pé inicial”. Perfeito. Salmão, gengibre, palmito pupunha, creme de tofu e azeite de trufa. 700 porções.
A “salada”de Montevidéu
O simpático Gastón Yelicich trouxe polvo, grão de bico e muito tempero do Uruguai: simplicidade e sabor.
Floyd Cardoz fez uma carne temperada com especiarias no ponto certo, faltou a saladinha.
Tacacá
Quem trouxe a sopa indígena foi o grupo do Rui Gomes, o responsável pelo banquetes do hotel, e matou a minha curiosidade. O caldo é feito com a mandioca brava, jambu, tucupi e pimentas da Amazônia.
Doces!
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Laurent Grolleau se esmerou e nem preciso falar do resultado. Veja as fotos. Saudades do macaron dele, que derrete na boca. Se o de abacaxi estava espetacular, imagine o de chocolate, pistache, avelã, lichia…
Compota de caju, espuma de catupiry e baunilha e chocolate “morango”.
Arroz com manga. Doce que não é doce, tem o ponto certo.
Vem de Minas
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Depois de tudo, cassoulet, especialidade de origem francesa, de milho, com pipoca e costelinha de porco e boa noite, ou seria bom dia?


