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'Vinhos e adegas'

Las Acequias, Rosedal

27 janeiro, 2010 por Jussara Voss
22:23

Mais sobre vinhos. Alcioni Dümes, da loja La Vinothèque, sugere o vinho Las Acequias, Rosedal. Um malbec encorpado, porém aveludado, de acordo com ele. Acompanha muito bem carnes mais elaborados, com ervas, por exemplo, ou cordeiro. R$ 89,90. Saldanha Marinho, 1487.

Receba os comentários de Renato Machado

27 janeiro, 2010 por Jussara Voss
20:42

Você pode ir até o site da CBN e escutar os seus comentaristas preferidos, ou ouvir no rádio, é claro, mas eu gosto da dica de cadastrar o e-mail lá para receber os boletins, como o do  Renato Machado, por exemplo. Esta semana, o jornalista anda pela França conhecendo as novidades do mercado local. Dia desses, ele falou dos preços dos vinhos no exterior, a diferença pode chegar até quatro vezes mais do é praticado aqui. Acho que a causa vai além dos altos impostos. Achei interessante também o comentário sobre a combinação de vinhos com queijos, sabe qual é o indicado? Vinho branco. Eu nem desconfiava. Você sabia? O especialista sugere, entre outras uvas, a sancerre como a ideal, “…vai vestir o queijo, enxugar-lhe a gordura e compensar o sabor forte”. Oito horas da noite, e eu lendo isso, lembrei que ainda não jantei, vou começar abrindo uma garrafa de vinho.

Paul Rigaud Brut, Cave Extrême e Extrême chegam a Curitiba

15 dezembro, 2009 por Jussara Voss
18:46

O francês radicado na Argentina Jean-Edouard Rochebouët, da vinícola Cave Extrême, estava feliz. Pela primeira vez em Curitiba, constatava o mercado potencial da cidade e do país, a boa venda dos seus produtos antes mesmo do lançamento oficial e a aprovação de quem estava degustando os espumantes Paul Rigaud Brut, Cave Extrême e Extrême na última terça-feira (8), no restaurante Duo. Eu também ficaria. Com as características de um bom champagne e preço de um espumante, R$ 74,90, escolheria o Extrême para acompanhar uma refeição, certamente. É um vinho gastronômico. Produção de apenas 10 mil garrafas. Escolheria também o Cave Extrême, R$ 38,90, para acompanhar um coquetel, ou um bate papo. Já o Paul Rigaut Brut é mais indicado para aqueles que preferem os espumantes suaves, como os demi ou moscatel, “fácil de tomar”. Os empresários Guilherme Franco e Omar Omeiri, que agora somam às suas atividades a de importadores de vinhos com a novíssima La Bodegha, também apostaram firme. Franco não pensou duas vezes quando, pesquisando bebidas no país vizinho para importar, provou os produtos da Cave Extrême, “tem tudo para agradar”, festeja.

Pinot Noir, Chardonnay e Chenin Blanc nos espumantes da Cave Extrême.

Ele é fã de champanhe, não é para menos, Jean-Edouard de Rochebouët ocupou o cargo de diretor-geral na Moët Chandon da Argentina durante 15 anos, então, para esse francês produzir espumantes foi um caminho natural. Livre para fazer o que quer na sua própria empresa, Rochebouët apostou na bebida. “Acho que somos uma exceção, pois os espumantes são a especialidade e o principal produto da nossa bodega, o que não acontece no país conhecido pela produção de vinhos tintos”, contou.

Um francês na Argentina, fã de champanhe

Mas qual a receita para um bom espumante? “Equilíbrio entre açúcar e acidez, para ter frescor e vivacidade”, ensina Jean-Edouard, proprietário da linda vinícola, localizada a 70 km de Mendoza. Gostei da preocupação do produtor, que fez sua formação em Reims, na região de Champagne, em explicar ao garçom a maneira de servir. “Não vendemos cerveja, é só um fio de espuma”, brincou. É uma cena muito comum, poucas pessoas sabem, ou se preocupam com o serviço que é tão importante.

Omar Omeiri, o chef Rodrigo Cavichiollo e Guilherme Franco. Cavichiollo foi o responsável pelas comidinhas servidas no corretíssimo coquetel.

Que venham os cavas da Gramona

8 dezembro, 2009 por Jussara Voss
18:28

A família Gramona, da bodega de mesmo nome, imagine, já passou por nossas terras. Os espanhóis aventureiros olharam longe e nos idos de 1930 se instalaram no interior de São Paulo. Tudo isso porque eles têm o dever de inovar e buscar o melhor. Fazem isso há 125 anos. No Brasil, infelizmente, a experiência não deu frutos. Nosso líquido espumante vem dos 40 hectares das cinco fincas em Penedes, na região de Barcelona, uma das mais ricas para a produção de vinho e que há mais de 150 anos produz as uvas Xarel-lo, num dos vinhedo mais antigos dessa variedade no lugar.


Conheci os cavas da Gramona, importadas pela Porto da Porto e Casa Flora, com a Ana Lopez Lidon, uma química que resolveu deixar o trabalho de consultoria numa multinacional para ir atrás de uma profissão que fosse também uma paixão. Encontrou o rumo e na faculdade recebeu o convite do professor de Cava para trabalhar. Adivinhe em qual empresa. Hoje, a Master em Enologia e Viticultura é gerente de exportação e sai orgulhosa a mostrar pelo mundo um produto que conheceu e passou a admirar e que lhe deu o caminho que buscava. Ana contou um pouco da história da casa e alguns fatos que ajudaram a consolidar a vinícola, que só produz cavas e vinhos brancos, como o desastre da praga da Philoxera e o fôlego extra quando cresceu a demanda da França pela bebida e o champagne virou moda.

100 best wines
A Bodega Gramona acumula prêmios, está entre as “Top 100” do mundo pela eleição da Wine&Spirits, ao lado dos vinhos espumantes da Krug e Louis Roederer, seus vinhos também estão entre os 10 melhores vinhos espanhóis, pela Wine Enthusiast e pelo Guia Peñin 2010. Levou a Gran Medalla de Oro no Concurso Mundial de Bruselas em 2008. Poderia dizer que são vinhos complexos, elegantes, finos, mas acho que isso todo mundo já disse algum dia, eu digo que me apaixonei pelos sabores e pelos produtos da Gramona, sai encantada. Entre os vinhos degustados desde um cava jovem, que satisfaz o consumidor que está aprendendo a beber, até as especiais, para os muito exigentes. Senti pinhão e café, o que é difícil, quase nunca identifico os aromas, na Gramona Imperial 2005 Gran Reserva Brut, se estou certa, e a especialista comentou que esses aromas costumam se intensificar com o tempo. Perfeito.

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Pérez Cruz

28 novembro, 2009 por Jussara Voss
13:34

Foi uma noite de tempestades, Curitiba recebeu raios e uma tromba-d’água de dar medo. Através da enorme parede envidraçada do restaurante parecia que o mundo desabava, galhos de árvores ameaçavam quem ousasse enfrentá-los, mas lá dentro, no  Duo, reinava a calmaria, também pudera, nós experimentávamos os vinhos da Pérez Cruz, joias do Maipo Alto, no Chile, apresentados pela Wine Company, ali a força era das uvas transformadas. Duas facetas da natureza. Como num filme, com goles estudados íamos bebendo aos poucos, escutando as explicações do enólogo sobre os vinhos e a jovem – apenas sete anos produzindo – bodega familiar.

Depois das apresentações dos produtos iniciamos a degustação com os vinhos mais simples da casa chilena. Entre empresários, não fossem alguns amigos e conhecidos, eu diria que estaria quase desambientada, mas nada disso, me senti tão em casa que às vezes deixava o papo dos vizinhos para dar uma espiada nas imagens dos desfiles de Paris, minha outa paixão, que passavam numa TV gigante na entrada do restaurante.

Começamos bem: com o Pérez Cruz Reserva Cabernet Sauvignon, 2007, de taninos suaves, eleito entre os 12 melhores Cabernet Sauvignon do Chile no guia de Patrício Tapia, o Descorchados; depois o Pérez Cruz Reserva Limited Edition Carmenere, 90 pontos Robert Parker e o Pérez Cruz Reserva Limited Edition Cot, premiado como um dos melhores vinhos tintos de outras cepas do Chile; seguindo com o Pérez Cruz Reserva Limited Edition Syrah, 92 pontos Wine Enthusiast, que eu gostei muito. Aí já era possível notar o potencial da vinícola que chegou ao ponto máximo com o Pérez Cruz Liguai, 91 pontos Robert Parker e o Pérez Cruz Quelen, destacado entre os melhores vinhos de corte do país, 92 ponto no Guia Descorchados, servidos generosamente para deleite dos convidados. Escolheria o Pérez Cruz Reserva Limited Edition Cot e o Pérez Cruz Reserva Limited Edition Syrah do “segundo” time e elegeria o Pérez Cruz Quelen, de inspiração Bordeaux, como campeão, contudo, sem desprezar o igualmente excelente Pérez Cruz Liguai.

Os vinhedos da Pérez Cruz começaram a ser plantados, nos anos 90, pelos descendentes do empresário Don Pablo Pérez Zañartu, que adquiriu a terra – Fundo Liguai de Huélquen – no Vale do Maipo Alto, origem de alguns ícones do Chile, como Almaviva e Domus Áurea, na metade do século passado.

Para a família, de 11 irmãos, alguns na foto, o que importa é qualidade, mais que tudo, por isso, a produção de um ano deles é a quantidade de um dia de outra grande vinícola chilena, por exemplo. Não compram vinho, nem uvas, o vinhedo é próprio. Só produzem vinho tinto, seis no total e estão em 23 mercados no mundo.

As modernas instalações da bodega já valeriam uma visita, é belíssima, um projeto do arquiteto José Cruz Ovalle, com um edifício em madeira laminada de 6 mil metros quadrados com entradas naturais de luz e uma base de pedra. “Uma cobertura de madeira sustentada por pilares curvos foi desenhada para permitir o isolamento térmico e circulação de correntes de ar, condições ótimas para a elaboração de vinhos”, explicam os proprietários. Os primeiros vinhos da Pérez Cruz foram engarrafados em 2002. A equipe de enologia é formada por Germán Lyon que é assessorado por Álvaro Espinoza e Juan Carlos Faúnde.


Noite mais que gostosa. Desta vez, não fiquei tão preocupada em identificar sabores, ou aromas, ou em aprender. Fiquei pensando na vida tranquilamente, conversando com as pessoas conhecidas que estavam ali… Espere aí, acho que escutei o enólogo falar que fazia vinhos que fizessem pensar… será que foi isso mesmo?

(fotos: divulgação)

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Jorge Lucki na Grand Cru

26 novembro, 2009 por Jussara Voss
15:42

Tintos franceses em degustação comandada pelo jornalista e enólogo Jorge Lucki na Grand Cru do Jardim Botânico no Rio de Janeiro. Dia 2 de dezembro, às 20h. R$ 290 por pessoa. Veja os vinhos.
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Barolo Pio Cesare na Tratoria Porcini

23 novembro, 2009 por Jussara Voss
15:45

Degustação vertical do vinhos Barolo Pio Cesare no jantar promovido pela Decanter e a Tratoria Porcini. O evento ainda tem a participação do premiado sommelier Guilherme Corrêa. Nesta quarta-feira (25), às 20h. Reservas: 41 3039-2333.

Paul Rigaud, Cave Extrême e Extreme: no Brasil

23 novembro, 2009 por Jussara Voss
15:43

Guilherme Franco, da Adega Franco, está empolgado com a exclusividade da importadora La Bodegha para as suas lojas: os espumantes Paul Rigaud, Cave Extrême e Extreme. Eu, que amo espumantes e champagnes, gostei da novidade e vou provar. Veja os detalhes.
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Beaujolais Nouveau: saiba mais

20 novembro, 2009 por Jussara Voss
17:55

O jornalista Sébastien Lapaque, do Le Fígaro, comentou o que acontece hoje com Beaujolais Nouveau e dá uma lista com os melhores rótulos na publicação da última quinta-feira (19) no caderno Paladar, do O Estado de São Paulo.  Leia aqui o artigo. E completando o post sobre esses vinhos, que aqui estão sendo vendidos nos restaurantes Durski e Madero, um colega colocou o preço nos comentários. E ontem, eu tive a grata experiência de conhecer os vinhos da chilena Pérez Cruz. Depois conto. Desisti de querer “traduzir” os vinhos, deixo para os especialistas. Tenho muito que aprender. Vou registrar o que eu achei simplesmente.

20 novembro, 2009 por Jussara Voss
17:38

A Expand me mandou uma lista de vinhos que estão com desconto de até 40% até 6 de dezembro. Infelizmente, não consigo publicar, tem que passar lá pra conferir.

Malbec de France, Cahors

20 novembro, 2009 por Jussara Voss
17:32

Não é a primeira vez que me pedem sugestão de vinho francês bom e barato, não sou especialista no assunto, mas essa eu mato fácil: Malbec de France, Cahors. Tem na Adega Franco, na Adega Brasil e até em alguns supermercados. Custa em torno de R$ 45,00. Conheço quem importa e a família dos produtores. Recomendo sem medo. Se puder investir mais na compra, conheça os outros produtos, veja no site aqui.

Beaujolais Nouveau

19 novembro, 2009 por Jussara Voss
16:26

Vinho tinto de Bourgogne, sudeste da França, da safra de 2009 pode ser degustado nos restaurantes Durski e Madero entre os dias 19 e 20 de novembro, exatamente a data de lançamento internacional da nova safra da bebida. O famoso vinho Beaujolais Nouveau deve ser tomado jovem e a nova safra é lançada toda terceira quinta-feira do mês de novembro. Todos os anos.  Um vinho para festas, conta o sommelier da casa Jorge Ferlim. Os preços variam entre 30 e 100 reais para os mais simples.

Enoteca Grappolo & Vino

19 novembro, 2009 por Jussara Voss
16:15

Curitiba vai ganhar mais uma loja de vinho, desta vez no Juvevê, bom para os moradores do bairro e das redondezas. A Enoteca Grappolo & Vino é de Nelson Bregola e abre no dia 30 de novembro, com o sommelier Fabio Cardoso. Na Barão de Guaraúna, 500.

Gramona

19 novembro, 2009 por Jussara Voss
16:11

Cinco variedades de cavas da Gramona, tradicional vinícola espanhola, são as novas aquisições das importadoras Porto a Porto e Casa Flora. Os vinhos são elaborados na região de Barcelona, aos pés da cordilheira de Montserrat, à beira do Mediterrâneo – localização considerada uma das melhores da Espanha para produção da bebida…

Duorum: quando tudo conspira para o melhor resultado

11 novembro, 2009 por Jussara Voss
23:23

Duorum – do latim “de dois” – é um projeto que nasceu predestinado para dar certo. Sintonia entre os sócios, dedicação, profissionalismo e desejo de superação. É uma equação que só poderia dar no que deu: bons vinhos já na primeira safra comercializada e ainda com potencial para evoluir.

José Maria Soares Franco, um dos “dois”,  esteve em Curitiba no começo da semana para falar sobre um assunto que lhe dá muito prazer, os vinhos do projeto Duorum. O enólogo tem o entusiasmo de quem está começando um novo trabalho e é apaixonado pelo o que faz, só que traz na bagagem experiência de sobra, foram 28 anos fazendo vinhos na Sogrape, casa do famoso Barca Velha, entre outros vinhos. Em poucos meses, deu uma reviravolta na sua carreira e encontrou no amigo de infância o sócio ideal, o também enólogo conceituado João Portugal Ramos, produtor de vinhos alentejanos. Dois amigos, quase irmãos, com muita experiência e muita vontade de produzir vinhos de qualidade. Essa é a receita deles. “Depois de se fazer um amigo, não é difícil fazer uma sociedade”, ensina. Figura carismática, Franco vibra em contar como tudo aconteceu. Foi nas férias do verão de 2006, em Sintra, quando os amigos se encontraram. Passado seis meses a empresa Duorum Vinhos estava pronta. E, pouco tempo depois, em novembro de 2009, nós estamos provando seus vinhos no Brasil, trazidos pelas importadoras Casa Flora e Porto a Porto. Primeira vez no País, Franco comentou sobre suas impressões: surpresa com o número de revistas que tratam de vinho, o aumento do consumo da bebida e a alta gastronomia praticada aqui, ele já passou pelo Rio de Janeiro, São Paulo, agora, Curitiba, onde disse que comeu um cordeiro “do além” no restaurante Durski, entre outros pratos perfeitos. No último registro de consumo de vinho aqui, Portugal subiu para a terceira posição, ficando atrás somente do Chile e da Argentina em garrafas importadas.

Promessa de um novo Douro

A base da Duorum é criar vinhos frescos, aromáticos e que não sejam pesados, o que significa no máximo 13,5º de álcool. “São vinhos para a gastronomia. Vinho fora da refeição não faz sentido”, afirma. Exceção para os espumantes, fortificados e alguns brancos, eu acrescentaria. Fazer vinho é um desafio para o enólogo, “quanto mais se aprende mais se exige”, diz. Para Franco, primeiro “sonha-se” o vinho e depois se faz. O profissional sabe o que fala, com produtores de vinho na família, Franco desde criança acompanhava o pai nas visitas as vinícolas e se encantava com as histórias ouvidas entre barricas, que fizeram nascer o interesse pela bebida e pela ciência. Planos para o futuro? Tudo pode acontecer, não existe limite, mas ele não pensa muito nisso, agora, só quer trabalhar e produzir cada vez melhor. “O que importa para nós é a qualidade das nossas bebidas. Quero me realizar pessoalmente e profissionalmente. Acreditamos no projeto”, finalizou o homem que tem paixão pela terra, deixando, além dos sabores provados, lição de vida. Para ele, cultura e história estão associadas ao vinho e aí ele deixa escapar a sua outra paixão.

Duorum Colheita 2007
Vinhas velhas de Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Sousão, em barricas de carvalho francês durante um período entre 12 a 18 meses. O Colheita é o mais simples, de cor vermelha intensa e com tanino um pouco presente, está pronto para consumir. Bom em relação ao preço em torno de R$ 60,00.  Gostaria de provar acompanhando uma refeição. Produção 150 mil garrafas. Na Wine Espectator: 88 pontos.

Duorum Reserva 2007
Vinhas velhas de Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Sousão. Estágio em barricas de carvalho francês durante um período entre 12 a 18 meses. Álcool: 13,5%. Acidez equilibrada, alcançou 91 pontos na Wine Espectator em começo de carreira. De cor violeta intensa, sente-se a estrutura, mas também o frescor. Acho que é um vinho para se deixar evoluir. Em torno de R$ 140,00.  Produção: 15 mil garrafas.

Vintage
“Todo sonho de um enólogo é um vintage”, comemorou Franco quando apresentou o Duorum Vintage. “Produzir um vintage no primeiro ano foi uma grata surpresa”, disse. O vintage é um vinho de qualidade excepcional, é a classificação mais alta da bebida obtida da colheita de um ano só. O vinho de cor intensa, de frutas vermelhas, cereja escura, encorpado, aromático e de lágrimas gelatinosas arrebatou. Marcante. Fico devendo as informações técnicas, aqui não cabem as palavras…

(Fotos das garrafas: divulgação)

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