• 20/09/2018

    Festival de dança Movimento em Pauta agita o Teatro Fernanda Montenegro neste fim de semana

    Nos dias 21, 22 e 23 de setembro o Teatro Fernanda Montenegro recebe mais uma edição do festival Movimento em Pauta, que reúne os principais bailarinos da cidade em apresentações de diversas modalidades. A entrada custa R$ 20 e as apresentações acontecem a partir das 20h.

    Os bailarinos do Studio de Dança Juliana Ribeiro sobem ao palco nos três dias com apresentações em solo e em grupo da tetracampeã brasileira de salsa, Carina Trombim, que ministra aulas na escola, além de coreografias solo e em grupo de jazz.

    “Estamos mais uma vez no Movimento em Pauta e é sempre uma alegria. É um espaço que tradicionalmente incentiva a dança e sempre nos sentimos prestigiados ao participar”, conta Juliana Ribeiro, diretora do Studio que leva seu nome.

     

    Serviço

    Studio de Dança Juliana Ribeiro no Movimento em Pauta

    Local: Teatro Fernanda Montenegro (Shopping Novo Batel – Alameda Dom Pedro II, 255)

    Apresentações nos dias 21, 22 e 23.

    Apresentações a partir das 20h.

    Valor: R$ 20.

  • 12/09/2018

    6 transformações na vida de quem dança

    Olá! Essa semana eu trago para vocês um ponto de vista diferente, o olhar dos meus alunos sobre a dança. Eu conversei com seis deles para saber o que mudou na vida após começarem a dançar e as respostas são pura inspiração.

    Olha só:

    “A dança me deu mais confiança em tudo na vida. Para falar com as pessoas, para me posicionar, me impor quando necessário e para me mostrar mais como artista”, Carol Petik.

     

    “A dança mudou minha maneira de ver o corpo. Quando comecei a entender o que era a dança, parei de ver o corpo como algo malicioso e muito intimo, comecei a ver como algo maravilhoso que fala sem palavras. Outro ponto eram as minhas notas na escola, que sempre foram muito boas mesmo quando eu não tinha tempo de estudar em casa. Eu sempre estava nas aulas de dança e fazia tudo na sala, muito rápido, e mesmo assim tirava 10 até nas coisas que não sabia”,  Thamires Hilareck

     

    “Dançar me ajudou quando tive depressão, foi uma indicação da psiquiatra e me ajudou a ter pulsão de vida”, Helen Carvalho.

     

    “A dança me ajudou com a cognição, consigo aprender as coisas com mais facilidade e resolver problemas com mais rapidez, tanto na parte escolar como nos problemas cotidianos”, Fernanda Dias.

     

    “A dança ampliou minha percepção de mundo, me permitiu aceitar minhas particularidades. Me trouxe possibilidades diferentes de expressão ocultando o receio da fala”, Maria Wendt.

     

    “A dança me trouxe uma vida mais saudável, me permitiu tratar de uma doença de um jeito que eu me sentisse bem, cuidando do meu corpo e mente. Dançar me faz livre e especial, pois quando a faço não tenho preocupações com mais nada no mundo, exceto ser feliz”, Emilly Charleaux.

     

    E você? O que a dança mudou na sua vida? Conta pra mim ;)

    Boa semana!

    Juliana Ribeiro.

    Juliana Ribeiro é coreógrafa, bailarina e diretora do Studio de Dança Juliana Ribeiro

  • 06/09/2018

    A dança muito além da sala de aula

    Eu costumo falar muito com meus alunos sobre a importância das atividades fora do studio, como treinos e ensaios. Estas atividades extras são, sem dúvida, a maneira mais rápida de evoluir na dança.

    Se pararmos para pensar que a semana tem sete dias e um aluno passa, em média, três horas dançando – considerando três aulas semanais – a frequência é baixa. O aluno passa mais tempo ocioso do que treinando.

    Por isso é tão importante praticar exercícios fora da sala, mesmo que seja em casa.  Barras, sequências, centro, fortalecimento, alongamento, quanto mais se treina, mais alto é o nível de excelência.

    Eu destaco principalmente a importância do alongamento diário. É preciso ser feito todo dia, sem furos, para o resultado aparecer. Outro ponto que todo bailarino precisa cuidar é do intelecto. Assistir filmes de dança, frequentar espetáculos, ler cadernos de cultura e livros sobre o assunto, ir a saraus, prestigiar companhias menores, enfim. Alimentar a alma com arte e dança.

    A evolução de cada bailarino não deve ser delegada para a escola ou o professor, esta é uma responsabilidade individual. O aluno precisa buscar aprimoramento em tudo que faz e isso é uma busca constante e um caminho a ser descoberto de forma solo.

    Um beijo e bom feriado para todos vocês, dancem bastante!

    Juliana Ribeiro.

    Juliana Ribeiro é coreógrafa, bailarina e diretora do Studio de Dança Juliana Ribeiro.

  • 29/08/2018

    Make para dançar

    Uma das habilidades que uma bailarina pode desenvolver é aprender a se maquiar. As apresentações acabam exigindo cuidados com os cabelos e a pele, por isso ter os produtos necessários e noções básicas de maquiagem facilitam muito a rotina de apresentações.

    E não são só as mulheres que se maquiam, os homens também podem aderir aos produtos e caprichar na aplicação. Eu separei alguns vídeos bem legais com maquiagens para mulheres e homens, espero que vocês gostem:

    Make para homens com Ruan Galdino

    Ruan Galdino é bailarino, tem 21 anos, mora em Joanesburgo e dança no Joburg Ballet. Ele tem esse canal super bacana e mostra como aplica a make.

    https://www.youtube.com/watch?v=ztKwrWAM-mg

    Make para bailarinos clássicos

    O Canal Cinco6 Sete8 é direcionado para bailarinos clássicos em qualquer grau de formação, interessados e amantes da dança. Neste vídeo é possível aprender os segredos da maquiagem para bailarinos clássicos.

    https://www.youtube.com/watch?v=_UhzSUFngYM

    Make básica e que todo mundo precisa saber

    A top maquiadora Alice Salazar ensina os três obrigatórios para a maquiagem: uma paleta de pó, um pincel para esfumar o côncavo e  sombra marrom. Vale a pena aprender a base de toda boa maquiagem.

    https://www.youtube.com/watch?v=4Z3YpdeMy-Q

    Como remover a maquiagem

    Saber aplicar a maquiagem é importante, mas saber como retirá-la é ainda mais. A saúde da pele pode ser comprometida se a retirada for realizada de qualquer maneira. Aqui você vai aprender com a Camila Coelho, uma das blogueiras mais importantes do país, como realizar essa tarefa.

    https://www.youtube.com/watch?v=q3nCgxFAgvw

     

    E você, quais os seus segredos de maquiagem? Conta pra mim!

    Um beijo, Juliana Ribeiro.

    Juliana Ribeiro é coreógrafa, bailarina e diretora do Studio de Dança Juliana Ribeiro.

  • 22/08/2018

    04 jeitos de prender o cabelo para as aulas de dança

    Se tem uma coisa que pode atrapalhar a vida de qualquer bailarino é o cabelo no rosto. Parece engraçado, mas o cabelo pode acabar com a concentração e tirar o foco da aula e dos movimentos.

    Já notou como na maioria das vezes os bailarinos estão de cabelo preso? É esse o motivo. Por isso, separei alguns tutoriais para ajudar na hora de prender o cabelo, espero que vocês gostem.

    • Aprenda a fazer um coque de bailarina clicando aqui Lembre-se que o coque precisa ficar bem firme. Se você tiver franja, fica à seu critério deixar aparente ou não. Se for deixar aparente, capriche no gel para fixar o cabelo.
    • A trança embutida prende o cabelo e ainda é linda! Separei um tutorial bem fácil que encontrei no youtube, acredito que vai ajudar quem não sabe fazer sem ajuda.
    • As tranças de boxeadores são outra opção super na moda e relativamente fáceis de fazer. Aqui você encontra um vídeo bem legal para aprender as famosas boxer braids.
    • Se o seu cabelo é curto e você não consegue prender, invista em faixas de cabelo, presilhas e outros apetrechos. Mesmo o cabelo curto pode atrapalhar na hora de dançar e os acessórios ajudam e ainda dão um charme no look do dia a dia.

     

    E você, qual o seu penteado para dançar? Conta pra mim!

    Um beijo, Juliana Ribeiro.

    Juliana Ribeiro é coreógrafa, bailarina e diretora do Studio de Dança Juliana Ribeiro.

  • 15/08/2018

    Transtorno alimentar não é coisa de bailarino

    O post dessa quarta-feira é sobre um assunto que me preocupa muito: os distúrbios alimentares entre bailarinos. Um assunto que de certa forma ainda é tabu e para alguns, uma ação normal e que faz parte do processo de emagrecimento. Acreditem, existem pessoas que pensam assim. É assustador e triste, pois a dança é uma arte democrática e o peso nem de longe deveria ser pré-requisito para a prática.

    Os bailarinos são vistos como um grupo de risco para o desenvolvimento de transtornos alimentares em função da grande preocupação com o corpo e a forma física. A percepção da imagem distorcida é uma realidade para aqueles que se formaram em escolas ou com profissionais que pregam o culto a magreza e o emagrecimento a qualquer custo.

    Um estudo muito legal realizado pela Revista Brasileira de Medicina no Esporte com 71 bailarinos de uma instituição representante da elite do balé clássico brasileiro apontou que 31% deles apresentaram comportamentos de risco para transtorno alimentar, sem distinção entre homens e mulheres. Você pode conferir este estudo completo clicando aqui

    A minha orientação para bailarinos que sofrem com transtornos alimentares é procurar orientação de um profissional de saúde, somente alguém da área poderá traçar um plano para conter a doença e tratá-la. Não confie em dicas milagrosas, confie em um profissional que possa realmente ajudar.

    Outro conselho que acho válido para todos é olhar com atenção aquele colega, amigo, familiar que sofre com algum transtorno alimentar. Nem sempre a pessoa está ciente da sua doença, uma conversa pode ajudar a entender o que acontece.

    Obrigada por mais uma semana aqui no blog!

    Juliana Ribeiro é coreógrafa, bailarina e diretora do Studio de Dança Juliana Ribeiro.

  • 08/08/2018

    Minha profissão é bailarina

    A minha profissão é bailarina. Sou formada em dança e sinto muito orgulho em tê-la não só como lazer, mas como o meu ofício. Sei que não é a carreira mais concorrida nos vestibulares, sei inclusive que muitas pessoas sequer sabem que dançar pode ser uma profissão, o que me entristece. Porém sou parte desse movimento de resistência na dança e recomendo para todos os jovens que conheço a dança como profissão.

    O sonho da maior parte dos aspirantes a bailarinos é dançar em uma importante companhia, uma vez que oferecem condições salariais melhores e o reconhecimento artístico, com seleção por meio de audições. Mas para quem não sabe, é possível trabalhar com a dança em outras funções, como coreógrafo, professor, diretor de companhia, ensaiador, preparador corporal, diretor, administrador de escolas de dança, pesquisador entre outras.

    O que sempre reforço é a necessidade de uma formação, que pode seguir três caminhos: o ensino formal, regulamentado e oferecido pelos cursos técnicos e pelas faculdades de dança; o ensino não formal, também chamado de ensino livre, que é oferecido nas escolas de dança independentes; e por último, o ensino informal, com aprendizado de forma independente.

    Para os iniciantes, sempre digo que a dança é uma profissão que requer treinamento e qualificação, com investimento financeiro e pessoal acima de muitas profissões tradicionais. A carreira de um bailarino é curta comparada com uma carreira de atleta, e é raro algum chegar a idade da aposentadoria oficial no exercício da profissão. A maioria dos bailarinos começa a se lançar na profissão por volta dos 18-20 anos e para de dançar antes dos quarentas anos.

    Como toda a profissão, tem suas dificuldades, suas glórias e requer muito amor por quem a escolhe. Sou suspeita para falar, mas não imagino profissão melhor! E você, está pensando em dançar profissionalmente ou já atua na área? Vamos trocar figurinhas? Envia um comentário pra mim, vou adorar saber da sua experiência!

    Juliana Ribeiro é coreógrafa, bailarina e diretora do Studio de Dança Juliana Ribeiro.

  • 02/08/2018

    Dica para quem, assim como eu, curte dançar ao som dos Tribalistas

    “Somos muitos, quando juntos/somos um só”. Na canção do novo álbum dos Tribalistas, Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte reafirmam o laço afetivo-musical que os une há mais de 25 anos com parcerias que brilharam em dois discos em trio, diversas canções gravadas em seus álbuns individuais e por outros artistas, antes e depois do estrondoso sucesso do primeiro CD em conjunto, de 2002.

    A turnê inédita dos Tribalistas começa por Salvador, no dia 28 de julho, segue para o Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza, São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, Brasília e, por fim, Belo Horizonte. Na capital paranaense, o show acontece no dia 25 de agosto, na Pedreira Paulo Leminski e os ingressos já estão à venda pelo site da Eventim (https://www.eventim.com.br). Além disso, o público poderá tirar suas dúvidas em relação à turnê e às apresentações pelo email [email protected].

    Nos 15 anos que separam o primeiro do segundo álbum, os Tribalistas incluíram em seus shows solos canções que se tornaram sucesso nacional e internacional, como “Passe em Casa”, “Velha Infância” e “Já Sei Namorar”. Essas e outras de ambos os discos formam a base do roteiro do show dirigido por Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown, Marisa Monte e Leonardo Netto, que também terá parcerias do trio gravadas por outros artistas ou por eles mesmos em outros projetos. A banda será formada por Dadi Carvalho (baixo, guitarra, bandolim e teclados), Pedro Baby (violão e guitarra), Pretinho da Serrinha (cavaquinho) e Marcelo Costa (bateria).

    Batman Zavareze, responsável pelo Festival Multiplicidade e pela direção de arte do impactante show “Verdade Uma Ilusão” de Marisa, criou o cenário da turnê unindo música, arte e tecnologia.

    A carioca Marisa, o paulista Arnaldo e o baiano Carlinhos moram cada um em sua cidade de origem, o que torna raro se encontrarem fisicamente para compor. A escolha de Salvador para lançamento da turnê foi apropriada. Foi lá que o projeto Tribalistas nasceu quando Brown produzia com Alê Siqueira o álbum Paradeiro, de Arnaldo Antunes, em 2001. Convidada a participar da faixa-título, Marisa permaneceu na cidade com eles e dali nasceram quase duas dezenas de canções. Alê Siqueira assinou com eles a coprodução de ambos os álbuns pilotados por Marisa, que também contou com Daniel Carvalho no segundo.

    O meio musical passou por grandes transformações nesses 15 anos. Com mais de 3 milhões de CDs vendidos no Brasil e no mundo. Sem fazer shows, os Tribalistas voltaram a surpreender com a inovadora iniciativa de lançamento do segundo álbum com uma transmissão ao vivo de grande impacto na fanpage dos três artistas, vista durante uma hora simultaneamente por 5,62 milhões de fãs em 52 países, em que apresentaramquatro canções: “Diáspora”, “Um Só”, “Fora da Memória” e “Aliança”.

    Lançado, em agosto de 2017, em CD e DVD pela Universal Music e nas plataformas digitais pela Altafonte, o álbum já é Disco de Ouro no Brasil e ganhou versão em vinil juntamente com o de 2002.

    “Meu convívio criativo e afetivo com Marisa e Carlinhos é uma das fontes mais férteis que me nutrem. Cada encontro nosso, para compor, cantar, gravar, conversar ou dar risada, desperta uma energia muito inspiradora, que agora poderemos celebrar ao vivo com nosso público” - Arnaldo Antunes

    "Minha maior expectativa é reencontrar os Tribalistas que estão além de Marisa, Arnaldo e eu, que é essa legião de pessoas que deu alma e ouvido ao nosso repertório nesses últimos 15 anos. Nós nos propomos a servir através da música e fazemos isso com tanta naturalidade e espontaneidade que o clima que criamos contagia a nós mesmos" - Carlinhos Brown

    “Estamos contando os dias para este encontro com os fãs ao vivo pela primeira vez. Dividir o palco com Carlinhos e Arnaldo é uma soma cujo resultado vai além de nós mesmos” - Marisa Monte

     

    Ficha Técnica do Show

    Direção: Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown, Marisa Monte e Leonardo Netto

    Direção de Arte: Batman Zavareze

    Direção de Produção: Simon Fuller

    Produção Executiva: Maria Fortes

    Iluminação: Juarez Farinon

    Som: Daniel Carvalho

    Figurino: Rita Murtinho

    Direção Geral: Leonardo Netto

    SERVIÇO

    Local: Pedreira Paulo Leminski - R. João Gava, 970 – Abranches

    Data: 25 de agosto

    Horário de abertura: 17h

    Horário de início do show: 21h

    Classificação: 16 anos
    *Menores de idade acompanhados por um responsável legal poderão participar.

    Valores dos ingressos:
    PISTA
    R$100 (meia entrada)
    R$200 (inteira)

    PISTA PREMIUM
    R$200 (meia entrada)
    R$400 (inteira)

    CAMAROTE
    R$300 (meia entrada)
    R$600 (inteira)

    Sobre o Tribalistas

    Lançado em 2002, o primeiro CD/DVD dos Tribalistas alcançou a marca de mais de três milhões de cópias e logo se tornou um fenômeno não apenas no Brasil, mas também em vários países do mundo – notadamente na França, Itália, Espanha, Portugal e Argentina.

    Atentos às transformações tecnológicas ocorridas ao longo dos últimos anos, duas semanas antes do lançamento oficial do último álbum dos Tribalistas, em agosto do ano passado, Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown surpreenderam o público com uma apresentação online, na qual adiantaram quatro canções inéditas. A transmissão simultânea ao vivo aconteceu na fanpage dos três artistas e foi acompanhada por 5,62 milhões de seguidores em 52 países, incluindo Brasil, toda a América Latina, Estados Unidos, França, Espanha, Japão, Rússia e até Paquistão.

    O sucesso foi imediato. Segundo dados do Spotify, o lançamento dos quatro singles teve a melhor performance dentro da categoria MPB desde que a plataforma chegou ao Brasil, em 2014. Todos entraram no Top 100 Spotify e houve um aumento de 65% de ouvintes mensais do grupo. Contabilizando apenas a faixa etária de 23 a 27 anos, o crescimento foi de 73%.

    A turnê terá direção geral de Leonardo Netto e Tribalistas, direção de arte de BatmanZavarezee direção de produção de Simon Fuller.

    Sobre a Seven Entretenimento

    A Seven Entretenimento é uma das principais empresas de entretenimento do Brasil. Instalada em Curitiba, vem modernizando o mercado artístico e cultural inovando nas áreas de investimento e negócios dirigido ao lazer.

    A Seven já desenvolveu mais de 1.500 eventos ligados à área de entretenimento e oferece produtos como exposições, shows, turnês, feiras e eventos esportivos.

    Alguns dos maiores eventos que passaram pelo sul do Brasil nos últimos anos tiveram a marca da Seven Entretenimento em sua realização, como os shows internacionaisMaroon 5, Green Day, Iron Maiden, Katy Perry e Andrea Bocelli; os maiores nomes da música nacional, como: Ivete Sangalo, Marisa Monte e Roberto Carlos; os espetáculos Cirque Du Soleil, Circo da China e Disney On Ice; musicais infantis da Disney; simpósios e eventos exclusivos como Footecon e Risológico; o maior evento de tecnologia e cultura pop do sul do Brasil, Geek City, entre muitos outros.

  • 01/08/2018

    Vale a pena participar de festivais de dança?

    Julho foi um mês especial para mim e os bailarinos que dançam na minha companhia. Juntos, participamos da 36ª edição do Festival de Dança de Joinville, um dos mais respeitados do mundo e que reúne bailarinos das mais diversas modalidades, etnias e formações, para dançar durante os 10 dias de evento.

    Este ano o Festival completou 35 anos de história e já foi catalogado pelo Guiness Book como o maior evento em número de participantes, com mais de 4.500 bailarinos. São dias de grande efervescência artística e que contribuem para a difusão cultural e o desenvolvimento do Brasil como polo de dança.

    A participação dos grupos envolvidos pode ser pela Mostra Competitiva, Palco Abertos, Mostra Contemporânea, Festival Meia Ponta ou pelos cursos. Nós participamos dos Palcos aAbertos, onde dançamos quatro vezes ao dia em um total de 12 apresentações.  Voltamos com uma bagagem gigantesca, conhecemos pessoas, dançamos muito, foram dias de intenso contato com a dança.

    Muitas pessoas me perguntam se vale a pena participar de festivais, principalmente os competitivos, e minha resposta é: depende. Aconselho a pesquisar sobre o festival e os eventos envolvidos, já que nem todos possuem critérios claros de apresentação ou seleção. Mas com uma boa pesquisa é possível separar o joio do trigo.  E, felizmente, o Festival de Joinville eu recomendo sem pestanejar, é uma experiência de vida.

    A emoção que conseguimos sentir durante o Festival é algo que não se ensina em sala de aula. A vivência de toda a Companhia, os dias juntos, o respeito ao outro, a união, tudo é uma forma de aprendizado.  

    Se você quiser saber mais sobre a minha experiência em festivais, envie um comentário aí embaixo, vou adorar responder.

    Um beijo, Juliana Ribeiro.

    Juliana Ribeiro é coreógrafa, bailarina e diretora do Studio de Dança Juliana Ribeiro.

  • 25/07/2018

    A dança aceita todo mundo

    Hoje eu vou falar sobre um dos principais pontos da dança, que é a inclusão. Todo mundo sabe da minha paixão pela dança, mas a questão de aceitar qualquer corpo, gênero, idade ou cor, me fascina. A dança é uma arte que aceita, inclui, aproxima, cria vínculos, traz conexão e minha meta é difundir toda essa capacidade que o ato de dançar proporciona.

    Um dos clichês mais comuns que já ouvi durante a vida é de pessoas que reclamam por estar acima do peso considerado ideal, ou por julgarem não ter a idade “adequada”, e por isso não dançam. Gente, isso não existe!

    Então vamos por partes. Com relação ao gênero, esse é um ponto totalmente ultrapassado. Homens e mulheres podem – e devem – dançar qualquer modalidade, sem preconceitos. Existem algumas particularidades, no balé, por exemplo, homens não usam sapatilha de ponta, mas são pequenos detalhes que não interferem na atividade. Sabia que existem até bailarinos de dança do ventre? Pois é, mais uma prova que este limite não existe.

    A idade também não deve ser uma barreira, basta apenas avaliar qual é a mais indicada. Crianças precisam de atividades mais lúdicas, pessoas na terceira idade de modalidades com menor impacto. Minha recomendação é sempre procurar um especialista para tirar as possíveis dúvidas.

    Mas um dos pontos de maior conflito é com relação ao peso, o que é uma grande besteira. Peso não é e nunca foi um empecilho para dançar. Claro que algumas modalidades podem oferecer maior dificuldade se o sobrepeso for excessivo, mas tudo pode ser contornado.

    Um exemplo muito bacana sobre a questão do peso na dança é da dançarina americana Whitney Thore, que em 2014 começou a postar vídeos no youtube no canal Fat Girl Dancing (Garota Gorda Dançando). O sucesso foi tanto que hoje a Whitney tem um programa na TV, no canal TLC, chamado My Big Fat Fabulous Life (Minha Vida Gorda e Fabulosa) onde ela mostra sua vida e a rotina com a dança.

    Vou deixar vocês com este canal inspirador e que mostra que a dança aceita absolutamente todas as pessoas: Whitney Way Thore

    Um beijo, Juliana Ribeiro.

    Juliana Ribeiro é coreógrafa, bailarina e diretora do Studio de Dança Juliana Ribeiro.

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