• Curitiba Cia de Dança estreia espetáculo “Relações”

    No dia 8 de novembro, às 20h, a Curitiba Companhia de Dança, escola de dança da capital paranaense, apresenta o seu espetáculo inédito “Relações”, que aborda os relacionamentos humanos por meio da coreografia do carioca Carlos Laertes.

    A apresentação, que é dividida em duas partes, promove a investigação coreográfica das relações dentro das grades dos academicismos clássicos e contemporâneos, observando a experiência do desejo humano pelo outro e o seu estado inicial, realçando o equilíbrio entre a libertação e a alienação.

    No primeiro momento, o palco é dividido em dez estruturas metálicas, que espelham o ambiente de cada intérprete, passando uma ideia mais árida da superfialidade cotidiana, ambientando guetos, ruas e vielas.

    Já no segundo ato, uma rampa de dois metros e meio de altura, muda a perspectiva dos dançarinos e do público, trazendo lembranças de várias relações, positivas ou negativas, e oferecendo relatos físicos sobre o desejo, encontros e dominações perante uma atmosfera de perigo.

    “A linguagem do corpo é a primeira forma que o homem descobriu para se relacionar com o outro, seja uma pessoa, um animal ou um objeto. Relações nos cercam como labirintos, sejam elas curtas, duradouras, infindas ou até imperceptíveis. Relacionar-se é estar vivo”, comenta o coreógrado Carlos Laerte, que trouxe a ligação entre o cinema e a linguagem do corpo como fragmento do desejo, discussão e relação.

    Os ingressos estão disponíveis com valores a partir de R$16 (meia) e podem ser adquiridos pelo Disk Ingressos ou diretamente na bilheteria do Centro Cultural Teatro Guaíra.

    O espetáculo “Relações” é realizado pela Curitiba Companhia de Dança e dos Amigos Apoiadores da Dança de Curitiba. Parte da renda arrecadada será doada para o Pequeno Cotolengo.

    **Estudantes, doadores de sangue, professores, portadores de necessidades especiais (PNE), portadores de câncer, pessoas acima de 60 anos e trabalhadores da indústria também são beneficiados com meia-entrada.

    Ficha Técnica:
    Direção Geral: Nicole Vanoni
    Concepção, Dramaturgia e Coreografia: Carlos Laerte
    Assistente de Direção: Claudio Fontan
    Ensaiadores: Claudio Fontan e Eunice Oliveira
    Professora: Viviane Cecconello 
    Professora da técnica de Alexander: Sheila Tramujas
    Figurino: H-AL / Alexandre Linhares e Thifany F.
    Cenário: Carlos Laerte
    Trilha Sonora: Luciano Salvador Bahia 
    Edição Trilha Sonora: Dj Marcão
    Execução cenográfica: Reinaldo Rocha e Élio Chaves 
    Iluminação: Fabia Regina
    Produção: Bia Reiner
    Realização: Curitiba Cia de Dança e Amigos e Apoiadores da Dança de Curitiba 
    Elenco/Curitiba Cia de Dança: Ane Adade, Clarissa Moura, Danilo Silvestre, Davi Mero, Edgar Marques, Frederick Nicolás, Hamilton Félix, Jaruam Miguez, Leonardo Silveira, Marcela Pinho, Nayara Santos, Nicole Vanoni, Patrich Lorenzetti, Rubens Vital, Tatiana Araújo.
    Estagiário: Mario Gilberto

     

    Sobre a Curitiba Cia De Dança – A Curitiba Cia de Dança foi criada em 2013 por Nicole Vanoni e um grupo de artistas de origem e experiências diferenciadas, que se aglutinam ao redor da ideia de experimentação, pesquisa e criação em dança contemporânea, e na diversidade de experiências com coreógrafos diferentes. A primeira obra coreográfica da Cia, “A Lenda das Cataratas”, com concepção de Rafael Zago, surgiu em 2014 e participou de festivais no Brasil e no exterior. Em 2017, a apresentação “Memória de Brinquedo”, uma vitoriosa parceria entre a Cia e o renomado coreógrafo brasileiro Luiz Fernando Bongiovanni, surgiu para retratar as preocupações e provocar o espectador em relação ao mundo moderno e tecnológico. Em 2018, a Curitiba Cia de Dança estreia, no Oeste do Paraná, o espetáculo “Cirandas” baseado nas cirandas de Villa-Lobos e, para o final do ano, prepara o espetáculo “Relações” do coreógrafo carioca Carlos Laerte.

    Serviço:
    Curitiba Cia de Dança apresenta “Relações”
    Data: 8 de novembro (quinta-feira)
    Horário: 20h
    Local: Centro Cultural Teatro Guaíra ( Rua XV de Novembro, 971 – Centro)
    Valor: R$16 (Meia ) / R$26 (inteira)

    **Estudantes, doadores de sangue, professores, portadores de necessidades especiais (PNE), portadores de câncer, pessoas acima de 60 anos 
    e trabalhadores da indústria também são beneficiados com meia-entrada.

    Realização: Curitiba Companhia de Dança e Amigos Apoiadores da Dança de Curitiba
    Classificação: Livre
    Evento oficial: https://www.facebook.com/events/2190588107934306/

  • Sarau Corpo/Exposição traz o melhor da dança contemporânea neste final de semana

    Um dos meus projetos favoritos no Studio é o Sarau que apresentamos anualmente. Ele faz parte da nossa grade curricular e é desenvolvido pelos alunos de dança contemporânea, fazendo com que eles vivenciem a experiência de um projeto de pesquisa em dança e que consigam acessar um processo de criação.

    As duas últimas edições do Sarau foram verdadeiros sucessos e nos encheram de orgulho, em 2016 abordamos o tema Notações de Um Cotidiano Incomum e em 2017 o tema No Verso Eu Existo. Para a edição 2018 estamos preparando uma apresentação muito especial, o Sarau Corpo/Exposição.

    O Sarau Corpo Exposição, que acontece neste sábado (27/10) às 20h30, irá abordar situações de movimento em que os bailarinos vão experimentar o quão adaptável e criativo eles são em variados contextos. Acessaremos um poderoso potencial de movimento diante da crise, através de experiências práticas para desenvolver força, resistência, capacidade de adaptação e criatividade.

    Convido todos vocês a prestigiarem nossa apresentação que foi pensada nos amantes da arte e da dança. Os ingressos podem ser adquiridos na hora por R$10. Para mais informações, é só acessar www.facebook.com.br/studiojulianaribeiro.

     Um beijo,

    Juliana Ribeiro.

    Juliana Ribeiro é coreógrafa, bailarina e diretora do Studio de Dança Juliana Ribeiro.

  • Curitiba Cia de Dança em turnê no Nordeste

    Até 27 de outubro, a Curitiba Cia de Dança entra em curta turnê pelo Nordeste do Brasil. Dois espetáculos da companhia serão apresentados durante o período. Uma delas é “Quando se Calam os Anjos”, que conta com a direção geral de Nicole Vanoni e coreografia de Airton Rodrigues, e leva para o palco questões cênicas e dramatúrgicas, realçando um universo pós-moderno virtual, em que os encontros são marcados pelo descaso com o outro e pela falência do ser humano.

    As cenas, criadas com jogos de luz, sons e movimentos ajudam a construir a dramaturgia, que por sua vez aposta na ironia, inquietude e na sensualidade, utilizando a fisicalidade dos corpos como poesia. O espetáculo “Memória de Brinquedo” também fará parte da turnê. Criada e coreografada por Luiz Fernando Bongiovanni e direção artística de Nicole Vanoni, a peça celebra histórias, lembranças e sensações tecidas ao longo da infância, buscando incentivar a reflexão sobre o mundo tecnológio e a ludicidade.

    Neste trabalho, a companhia promove um resgate poético e um incentivo ao ato de brincar que é considerada atividade fundamental para o desenvolvimento físico e psicológico das crianças. O espetáculo se apropria de várias fontes, que vão desde a memória individual/coletiva da brincadeira e sua representação simbólica, até estudos recentes da neurociência.

     

    FICHA TÉCNICA QUANDO SE CALAM OS ANJOS

    Direção Geral e Concepção- Nicole Vanoni
    Coreografias- Airton Rodrigues
    Assistente de Direção e Coordenação de Palco: Claudio Fontan
    Ensaiadora - Eunice Oliveira e Claudio Fontan
    Elenco/Curitiba Cia de Dança: Ane Adade, Clarissa Moura, Danilo Silvestre, Davi Lopes, Edgar Marques, Fernando Gomes, Frederick Nicolás, Hamilton Félix, Jaruam Miguez, Leonardo Silveira, Marcela Pinho, Nayara Santos, Nicole Vanoni, Patrich Lorenzetti, Rubens Vital, Tatiana Araújo.
    Estagiário: Mario Gilberto
    Trilha Sonora: Raul Arcangelo
    Figurino: Paulinho Maia
    Projeto de Luz: Osvaldo Gazotti
    Operação de Luz: Fabia Regina
    Professora de Ballet: Viviane Cecconello
    Fotos e Vídeos: Willian Abbin
    Produção: Bia Reiner
    Realização: Curitiba Cia de Dança e AADC – Amigos e Apoiadores da Dança de Curitiba

     

    FICHA TÉCNICA MEMÓRIA DE BRINQUEDO
    Direção Geral: Nicole Vanoni
    Concepção e Coreografia: Luiz Fernando Bongiovanni
    Assistente de Direção: Claudio Fontan
    Assistente de Coreografia: Patrícia Machado
    Ensaiadores: Patrícia Machado, Claudio Fontan e Eunice Oliveira
    Professores: Viviane Cecconello e Leandro de Lara
    Figurino e Cenário: Gelson Amaral
    Costureira: Noeli Santana
    Iluminação: Fabia Regina
    Produção: Bia Reiner
    Realização: Curitiba Cia de Dança
    Elenco/Curitiba Cia de Dança: Ane Adade, Danilo Silvestre, Davi Mero, Edgar Marques, Fernando Gomes, Frederick Nicolás, Hamilton Félix, Jaruam Xavier, Leonardo Silveira, Marcela Pinho, Nayara Santos, Nicole Vanoni, Patrícia Machado, Patrich Lorenzetti, Rubens Vital, Tatiana Araújo.
    Estagiário: Mario Gilberto

     

  • Curitiba Cia de Dança se apresentou na abertura da Bienal de Curitiba

    No dia 18 de outubro, às 20h, no Museu Oscar Niemeyer, estreou a 25ª edição da Bienal de Curitiba, referência em arte contemporânea e reconhecida pela imprensa especializada como um dos principais eventos de arte do mundo. A Curitiba Cia de Dança, escola respeitada no segmento na capital paranaense, foi a responsável pela abertura oficial do evento e apresentou uma performance inédita, em parceria com Alexandre Linhares, estilista responsável pela marcal H-AL, baseada em uma de suas obras, que consiste em fotografia em tecidos, manifestada no outdoor têxtil, em que fatias de bordados dialogam com visões independentes de uma mesma paisagem.

    Oito partes refletem diferentes visões do mundo e formam um painel, assim como peças vestíveis pelos dançarinos. Em uma delas, as palavras retroalimentação, interdependência e circulação transitam livremente. Também existe o dialogo com a criação feminina, a agitação, a corrida, a pausa e o mundo que gira independentemente do seu entorno.

    A parceria com o estilista vai além da apresentação e também ocorrerá no novo epetáculo, “Relações”, com estreia marcada para o dia 7 de novembro, no Teatro Guaíra, com a coreografia do carioca Carlos Laerte.

    A 25ª Bienal de Curitiba vai de 18 de outubro a 31 de dezembro de 2018, e contará com edição especial, envolvendo uma mostra principal e a participação de outros centros culturais da cidade, além de espaços públicos com programações paralelas, intervenções urbanas e exposições em galerias e museus.

     

    FICHA TÉCNICA

    Concepção: Alexandre Lunhas e Tifany

    Coreografia: Claudio Fontan

    Bailarinos: Elenco/Curitiba Cia de Dança: Clarrisa Moura, Danilo Silvestre, Davi Mero, Frederick Nicolás, Leonardo Silveira, Rubens Vital e Tatiana Araújo.

    Estagiário: Mario Gilberto.

  • Vem aí o Sarau Corpo/Exposição

    Todo ano desenvolvo um projeto de pesquisa para meus alunos de dança contemporânea em formato de Sarau. O meu objetivo é incentivá-los a vivenciar essa experiência e acessar um processo de criação. Nos últimos dois anos os temas escolhidos foram No Verso Eu Existo (2017) e Notações de Um Cotidiano Incomum (2016). Para a edição 2018 vamos abordar o tema Corpo/Exposição.

    O Sarau Corpo/Exposição trará situações de movimento em que os bailarinos vão experimentar o quão adaptável e criativo eles são em variados contextos. Acessaremos um poderoso potencial de movimento diante da crise, através de experiências práticas para desenvolver força, resistência, capacidade de adaptação e criatividade.

    Convido todos vocês a prestigiarem a apresentação, que vai acontecer no dia 27/10, sábado, às 20h30. Os ingressos podem ser adquiridos na hora por R$10. Tenho certeza de que será uma ótima oportunidade para reunir os amantes da dança e da experimentação. Para mais informações, é só acessar www.facebook.com.br/studiojulianaribeiro.

    Um beijo e vejo vocês lá!

    Juliana Ribeiro.

    Juliana Ribeiro é coreógrafa, bailarina e diretora do Studio de Dança Juliana Ribeiro.

  • Curitiba recebe o espetáculo de dança “Quando se Calam os Anjos”

    Na próxima quarta-feira (10), às 20h, a Curitiba Companhia de Dança, uma das mais respeitadas escolas de dança do Brasil, se apresenta no SESC da Esquina, no centro de Curitiba, com o espetáculo “Quando se Calam os Anjos”.

    A obra, que conta com a direção geral de Nicole Vanoni e coreografia de Airton Rodrigues, leva para o palco questões cênicas e dramatúrgica, realçando um universo pós-moderno virtual, em que os encontros são marcados pelo descaso com o outro e pela falência do ser humano.

    As cenas, criadas com jogos de luz, sons e movientos, ajudam a construir a dramaturgia, que por sua vez aposta na ironia, inquietude e na sensualidade, utilizando a fisicalidade dos corpos como poesia.

    Curitiba Companhia de Dança convida Balé Teatro Guaíra

    Na data, a Curitiba Companhia de Dança também convida o Balé Teatro Guaíra para se apresentar com o espetáculo “Super Natural”, que conta com a direção de Cintia Napoli.

    A mostra, que é um fruto de um intercâmbrio entre o Balé e o sul coreano Jae Duk Kim, permeio o sentido das palavras foco, concentração e alma. A coreografia, que traz uma breve amostra da linguagem artística do líder do renomado grupo de dança contemporânea Modern Table, revela características singulares, com uma dança ritualística e contemporânea, sempre em consoância com a trilha sonora composta pelo próprio coreógrafo, e resultando em uma experiência estética ímpar e uma hibridização de corpos brasileiros com a influência da cultura oriental.

    Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do SESC da Esquina (R. Visc. do Rio Branco, 969 – Centro) e saem por R$20.

    **Estudantes, doadores de sangue, professores, portadores de necessidades especiais (PNE), portadores de câncer, pessoas acima de 60 anos e trabalhadores da indústria também são beneficiados com meia-entrada.

    Sobre a Curitiba Cia De Dança – A Curitiba Cia de Dança foi criada em 2013 por Nicole Vanoni e um grupo de artistas de origem e experiências diferenciadas, que se aglutinam ao redor da ideia de experimentação, pesquisa e criação em dança contemporânea, e na diversidade de experiências com coreógrafos diferentes. A primeira obra coreográfica da Cia, “A Lenda das Cataratas”, com concepção de Rafael Zago, surgiu em 2014 e participou de festivais no Brasil e no exterior. Em 2017, a apresentação “Memória de Brinquedo”, uma vitoriosa parceria entre a Cia e o renomado coreógrafo brasileiro Luiz Fernando Bongiovanni, surgiu para retratar as preocupações e provocar o espectador em relação ao mundo moderno e tecnológico. Em 2018, a Curitiba Cia de Dança estreia, no Oeste do Paraná, o espetáculo “Cirandas” baseado nas cirandas de Villa-Lobos e, para o final do ano, prepara o espetáculo “Relações” do coreógrafo carioca Carlos Laerte.

    FICHA TÉCNICA QUANDO SE CALAM OS ANJOS
    Direção Geral e Concepção- Nicole Vanoni 
    Coreografias- Airton Rodrigues
    Assistente de Direção e Coordenação de Palco: Claudio Fontan
    Ensaiadora - Eunice Oliveira e Claudio Fontan 
    Elenco/Curitiba Cia de Dança:  Ane Adade, Clarissa Moura, Danilo Silvestre, Davi Lopes, Edgar Marques, Fernando Gomes, Frederick Nicolás, Hamilton Félix, Jaruam Miguez, Leonardo Silveira, Marcela Pinho, Nayara Santos, Nicole Vanoni, Patrich Lorenzetti, Rubens Vital, Tatiana Araújo.
    Estagiário: Mario Gilberto
    Trilha Sonora: Raul Arcangelo
    Figurino: Paulinho Maia
    Projeto de Luz: Osvaldo Gazotti
    Operação de Luz: Fabia Regina
    Professora de Ballet: Viviane Cecconello
    Fotos e Vídeos: Willian Abbin
    Produção: Bia Reiner
    Realização: Curitiba Cia de Dança e AADC – Amigos e Apoiadores da Dança de Curitiba

    FICHA TÉCNICA SUPER NATURAL
    Direção: Cintia Napoli
    Duração: 20 min
    Coreografia: Jae Duk  Kim
    Composição Musical: Jae Duk Kim
    Reposição coreográfica: Airton Rodrigues
    Ensaiadores: Airton Rodrigues e Soraia Felício
    Assistente de Ensaio: Regina Kotaka
    Elenco: Betina D'Agnoluzzo, Carlos Matos, Claudia Sibille, Clarissa Cappellari, Gloria Candemil, João Bicalho, Juliana Rodrigues, Karin Chaves, LeandroVieira, Leonardo Lino, Luana Nery, Luana Teodoro, Luciana Volosxki, Malki Pinsag, Murilo Machado, Nelson Mello, Paula Sousa, ReinaldoPereira, Rene Sato, Ricardo Alves, Rodrigo Castelo Branco, Rodrigo Leopoldo, Vitor Rosa. 

    Serviço:
    Curitiba Companhia de Dança “Quando os Anjos se Calam”
    Local: Sesc da Esquina (Rua Visconde do Rio Branco, 969 - Centro)
    Data e horário: Quarta-feira (10) - 20h
    Entrada: R$20
    Facebook: facebook.com/curitibaciadedanca/
    Instagram: @curitibaciadedanca

    Curitiba Companhia de Dança convida Balé Teatro Guaíra – Espetáculo “Super Natural”
    Local: Sesc da Esquina (Rua Visconde do Rio Branco, 969 - Centro)
    Data e horário: Quarta-feira (10) - 20h
    Facebook: facebook.com/curitibaciadedanca/
    Instagram: @curitibaciadedanca

  • Começando o Projeto Verão em 3, 2, 1....

    O inverno ficou para trás e muitas pessoas já estão se preocupando com o famoso “Projeto Verão”. Um perfil frequente entre os alunos que me procuram são aqueles que querem emagrecer mas que acabam encontrando na dança mais do que uma atividade física: uma paixão.

    Escolher a dança como atividade física, estando ou não em busca de perder uns quilinhos, é sempre uma ótima opção. Mas para quem não abre mão de perder aqueles quilinhos extras é inegável que essa atividade contribui, e muito, para o emagrecimento.

    Um ótimo exemplo é a aula de balé, que pode queimar até 300 calorias, já imaginou? Fazer zumba três vezes por semana pode queimar até 900 calorias! E, na minha opinião, você emagrece se divertindo, bem diferente da rotina de academia com horas e mais horas de esteira, sem interação e estímulo.

    Outro grande ponto a favor da dança como maneira de emagrecer é a diversão. Modalidades como dança contemporânea, jazz, zumba, balé e samba são as que mais queimam calorias e também as mais animadas. É divertido participar e os alunos não frequentam como se fosse uma obrigação.

    Então, se o seu desejo é emagrecer, vão aí as minhas recomendações: procure um médico de confiança e uma modalidade que tenha a ver com o seu perfil. O seu corpo e a sua mente vão agradecer!

    Juliana Ribeiro é bailarina profissional, coreógrafa e diretora do Studio de Dança Juliana Ribeiro

  • Peça O Menino Quadradinho e o Tempo das Palavras, de Ziraldo, em última apresentação neste sábado (29) no Teatro Bom Jesus

    Neste sábado (29) acontecem as duas últimas sessões da peça O Menino Quadradinho e o Tempo das Palavras, espetáculo teatral musicado que leva aos palcos do Teatro Bom Jesus a história do Menino Quadradinho, personagem de Ziraldo apaixonado por histórias em quadrinhos.

    Toda a renda obtida com a bilheteria nos dois horários de apresentações, às 15h e às 17h, será revertida para o Hospital Pequeno Príncipe. A montagem tem nomes de peso das artes paranaenses, como o iluminador Beto Bruel, a diretora Fátima Ortiz, a compositora Rosy Greca e coreografia de Juliana Ribeiro, bailarina e diretora da Companhia de Dança Juliana Ribeiro. No elenco, os atores Rafael Wolff, Juliana Spricigo, Flora Vieira Chagas, Saulo Soull e Victória Flach.

    “A peça é linda e retrata como ninguém o mundo cheio de aventura e imaginação do Ziraldo, além do cunho filantrópico da montagem”, conta Juliana Ribeiro.

    Serviço:

    Dia 29 de setembro, às 15h e 17h

    Teatro Bom Jesus (Rua 24 de maio, 135)

    Ingressos à venda no site: https://www.diskingressos.com.br/evento/8011/29-09-2018/pr/curitiba/o-menino-quadradinho-e-o-tempo-das-palavras

    Crianças de até 06 anos não pagam.

    Ficha Técnica do Espetáculo:

    Elenco:

    Rafael Wolff

    Juliana Spricigo,

    Flora Vieira Chagas,

    Saulo Soull e

    Victória Flach.

    Tradução em Libras:

    Jonatas Medeiros

    Tradutor Ator:

    Jonatas Medeiros

    Rafaela Hoebel

    Viviana Rocha

    Produção Fluindo Libras: Felipe Patrício.

    Texto: Enéas Lour e Fatima Ortiz

    Direção: Fatima Ortiz

    Assistente de Direção: Jean Carlos Sanchez

    Produção executiva do espetáculo: Daniel Valenzuela

    Composição e Direção Musical: Rosy Greca

    Arranjos, sonoplastia e execução instrumental: Ervin Fast

    Direção de estúdio e preparação vocal: Rosy Greca

    Iluminação: Beto Bruel

    Cenários e adereços: Ricardo Alberti

    Cenotécnico: Fabiano Hoffmann

    Figurinos e modelagem: Sóluá Carneiro

    Coreografias: Juliana Ribeiro

    Criação de adereços: Ricardo Alberti e Sóluá Carneiro

    Confecção de Adereços: Guilherme Almeida

    Costureira: Sindy Crespim

    Maquiagem: O grupo, sob orientação de Daniel Valenzuela

    Estúdio de gravação/mixagem/masterização: Estúdio da Cântaro

    Técnico de gravação/mixagem/masterização: Cristiano Vaz

    Captação de imagens: Cristiano Vaz

    Fotos: Aleksander Schoeffel

    Edição e montagem de vídeo-projeção: Cristiano Vaz, Jean Carlos Sanches e Manolo Fraga

    Execução de Luz: Jean Carlos Sanchez

    Execução de som: Andrei Hundsdorfer de Paula

    Execução de vídeos: Márcio Junior

    Contrarregra: Kesley Ladaninski

    Desenho gráfico: Evandro Marenda

    Ensaios: Espaço Cultural Pé no Palco

    Coordenação espetáculo e oficinas: Rosy Greca Produções Artísticas

  • Festival de dança Movimento em Pauta agita o Teatro Fernanda Montenegro neste fim de semana

    Nos dias 21, 22 e 23 de setembro o Teatro Fernanda Montenegro recebe mais uma edição do festival Movimento em Pauta, que reúne os principais bailarinos da cidade em apresentações de diversas modalidades. A entrada custa R$ 20 e as apresentações acontecem a partir das 20h.

    Os bailarinos do Studio de Dança Juliana Ribeiro sobem ao palco nos três dias com apresentações em solo e em grupo da tetracampeã brasileira de salsa, Carina Trombim, que ministra aulas na escola, além de coreografias solo e em grupo de jazz.

    “Estamos mais uma vez no Movimento em Pauta e é sempre uma alegria. É um espaço que tradicionalmente incentiva a dança e sempre nos sentimos prestigiados ao participar”, conta Juliana Ribeiro, diretora do Studio que leva seu nome.

     

    Serviço

    Studio de Dança Juliana Ribeiro no Movimento em Pauta

    Local: Teatro Fernanda Montenegro (Shopping Novo Batel – Alameda Dom Pedro II, 255)

    Apresentações nos dias 21, 22 e 23.

    Apresentações a partir das 20h.

    Valor: R$ 20.

  • 6 transformações na vida de quem dança

    Olá! Essa semana eu trago para vocês um ponto de vista diferente, o olhar dos meus alunos sobre a dança. Eu conversei com seis deles para saber o que mudou na vida após começarem a dançar e as respostas são pura inspiração.

    Olha só:

    “A dança me deu mais confiança em tudo na vida. Para falar com as pessoas, para me posicionar, me impor quando necessário e para me mostrar mais como artista”, Carol Petik.

     

    “A dança mudou minha maneira de ver o corpo. Quando comecei a entender o que era a dança, parei de ver o corpo como algo malicioso e muito intimo, comecei a ver como algo maravilhoso que fala sem palavras. Outro ponto eram as minhas notas na escola, que sempre foram muito boas mesmo quando eu não tinha tempo de estudar em casa. Eu sempre estava nas aulas de dança e fazia tudo na sala, muito rápido, e mesmo assim tirava 10 até nas coisas que não sabia”,  Thamires Hilareck

     

    “Dançar me ajudou quando tive depressão, foi uma indicação da psiquiatra e me ajudou a ter pulsão de vida”, Helen Carvalho.

     

    “A dança me ajudou com a cognição, consigo aprender as coisas com mais facilidade e resolver problemas com mais rapidez, tanto na parte escolar como nos problemas cotidianos”, Fernanda Dias.

     

    “A dança ampliou minha percepção de mundo, me permitiu aceitar minhas particularidades. Me trouxe possibilidades diferentes de expressão ocultando o receio da fala”, Maria Wendt.

     

    “A dança me trouxe uma vida mais saudável, me permitiu tratar de uma doença de um jeito que eu me sentisse bem, cuidando do meu corpo e mente. Dançar me faz livre e especial, pois quando a faço não tenho preocupações com mais nada no mundo, exceto ser feliz”, Emilly Charleaux.

     

    E você? O que a dança mudou na sua vida? Conta pra mim ;)

    Boa semana!

    Juliana Ribeiro.

    Juliana Ribeiro é coreógrafa, bailarina e diretora do Studio de Dança Juliana Ribeiro

  • A dança muito além da sala de aula

    Eu costumo falar muito com meus alunos sobre a importância das atividades fora do studio, como treinos e ensaios. Estas atividades extras são, sem dúvida, a maneira mais rápida de evoluir na dança.

    Se pararmos para pensar que a semana tem sete dias e um aluno passa, em média, três horas dançando – considerando três aulas semanais – a frequência é baixa. O aluno passa mais tempo ocioso do que treinando.

    Por isso é tão importante praticar exercícios fora da sala, mesmo que seja em casa.  Barras, sequências, centro, fortalecimento, alongamento, quanto mais se treina, mais alto é o nível de excelência.

    Eu destaco principalmente a importância do alongamento diário. É preciso ser feito todo dia, sem furos, para o resultado aparecer. Outro ponto que todo bailarino precisa cuidar é do intelecto. Assistir filmes de dança, frequentar espetáculos, ler cadernos de cultura e livros sobre o assunto, ir a saraus, prestigiar companhias menores, enfim. Alimentar a alma com arte e dança.

    A evolução de cada bailarino não deve ser delegada para a escola ou o professor, esta é uma responsabilidade individual. O aluno precisa buscar aprimoramento em tudo que faz e isso é uma busca constante e um caminho a ser descoberto de forma solo.

    Um beijo e bom feriado para todos vocês, dancem bastante!

    Juliana Ribeiro.

    Juliana Ribeiro é coreógrafa, bailarina e diretora do Studio de Dança Juliana Ribeiro.

  • Make para dançar

    Uma das habilidades que uma bailarina pode desenvolver é aprender a se maquiar. As apresentações acabam exigindo cuidados com os cabelos e a pele, por isso ter os produtos necessários e noções básicas de maquiagem facilitam muito a rotina de apresentações.

    E não são só as mulheres que se maquiam, os homens também podem aderir aos produtos e caprichar na aplicação. Eu separei alguns vídeos bem legais com maquiagens para mulheres e homens, espero que vocês gostem:

    Make para homens com Ruan Galdino

    Ruan Galdino é bailarino, tem 21 anos, mora em Joanesburgo e dança no Joburg Ballet. Ele tem esse canal super bacana e mostra como aplica a make.

    https://www.youtube.com/watch?v=ztKwrWAM-mg

    Make para bailarinos clássicos

    O Canal Cinco6 Sete8 é direcionado para bailarinos clássicos em qualquer grau de formação, interessados e amantes da dança. Neste vídeo é possível aprender os segredos da maquiagem para bailarinos clássicos.

    https://www.youtube.com/watch?v=_UhzSUFngYM

    Make básica e que todo mundo precisa saber

    A top maquiadora Alice Salazar ensina os três obrigatórios para a maquiagem: uma paleta de pó, um pincel para esfumar o côncavo e  sombra marrom. Vale a pena aprender a base de toda boa maquiagem.

    https://www.youtube.com/watch?v=4Z3YpdeMy-Q

    Como remover a maquiagem

    Saber aplicar a maquiagem é importante, mas saber como retirá-la é ainda mais. A saúde da pele pode ser comprometida se a retirada for realizada de qualquer maneira. Aqui você vai aprender com a Camila Coelho, uma das blogueiras mais importantes do país, como realizar essa tarefa.

    https://www.youtube.com/watch?v=q3nCgxFAgvw

     

    E você, quais os seus segredos de maquiagem? Conta pra mim!

    Um beijo, Juliana Ribeiro.

    Juliana Ribeiro é coreógrafa, bailarina e diretora do Studio de Dança Juliana Ribeiro.

  • 04 jeitos de prender o cabelo para as aulas de dança

    Se tem uma coisa que pode atrapalhar a vida de qualquer bailarino é o cabelo no rosto. Parece engraçado, mas o cabelo pode acabar com a concentração e tirar o foco da aula e dos movimentos.

    Já notou como na maioria das vezes os bailarinos estão de cabelo preso? É esse o motivo. Por isso, separei alguns tutoriais para ajudar na hora de prender o cabelo, espero que vocês gostem.

    • Aprenda a fazer um coque de bailarina clicando aqui Lembre-se que o coque precisa ficar bem firme. Se você tiver franja, fica à seu critério deixar aparente ou não. Se for deixar aparente, capriche no gel para fixar o cabelo.
    • A trança embutida prende o cabelo e ainda é linda! Separei um tutorial bem fácil que encontrei no youtube, acredito que vai ajudar quem não sabe fazer sem ajuda.
    • As tranças de boxeadores são outra opção super na moda e relativamente fáceis de fazer. Aqui você encontra um vídeo bem legal para aprender as famosas boxer braids.
    • Se o seu cabelo é curto e você não consegue prender, invista em faixas de cabelo, presilhas e outros apetrechos. Mesmo o cabelo curto pode atrapalhar na hora de dançar e os acessórios ajudam e ainda dão um charme no look do dia a dia.

     

    E você, qual o seu penteado para dançar? Conta pra mim!

    Um beijo, Juliana Ribeiro.

    Juliana Ribeiro é coreógrafa, bailarina e diretora do Studio de Dança Juliana Ribeiro.

  • Transtorno alimentar não é coisa de bailarino

    O post dessa quarta-feira é sobre um assunto que me preocupa muito: os distúrbios alimentares entre bailarinos. Um assunto que de certa forma ainda é tabu e para alguns, uma ação normal e que faz parte do processo de emagrecimento. Acreditem, existem pessoas que pensam assim. É assustador e triste, pois a dança é uma arte democrática e o peso nem de longe deveria ser pré-requisito para a prática.

    Os bailarinos são vistos como um grupo de risco para o desenvolvimento de transtornos alimentares em função da grande preocupação com o corpo e a forma física. A percepção da imagem distorcida é uma realidade para aqueles que se formaram em escolas ou com profissionais que pregam o culto a magreza e o emagrecimento a qualquer custo.

    Um estudo muito legal realizado pela Revista Brasileira de Medicina no Esporte com 71 bailarinos de uma instituição representante da elite do balé clássico brasileiro apontou que 31% deles apresentaram comportamentos de risco para transtorno alimentar, sem distinção entre homens e mulheres. Você pode conferir este estudo completo clicando aqui

    A minha orientação para bailarinos que sofrem com transtornos alimentares é procurar orientação de um profissional de saúde, somente alguém da área poderá traçar um plano para conter a doença e tratá-la. Não confie em dicas milagrosas, confie em um profissional que possa realmente ajudar.

    Outro conselho que acho válido para todos é olhar com atenção aquele colega, amigo, familiar que sofre com algum transtorno alimentar. Nem sempre a pessoa está ciente da sua doença, uma conversa pode ajudar a entender o que acontece.

    Obrigada por mais uma semana aqui no blog!

    Juliana Ribeiro é coreógrafa, bailarina e diretora do Studio de Dança Juliana Ribeiro.

  • Minha profissão é bailarina

    A minha profissão é bailarina. Sou formada em dança e sinto muito orgulho em tê-la não só como lazer, mas como o meu ofício. Sei que não é a carreira mais concorrida nos vestibulares, sei inclusive que muitas pessoas sequer sabem que dançar pode ser uma profissão, o que me entristece. Porém sou parte desse movimento de resistência na dança e recomendo para todos os jovens que conheço a dança como profissão.

    O sonho da maior parte dos aspirantes a bailarinos é dançar em uma importante companhia, uma vez que oferecem condições salariais melhores e o reconhecimento artístico, com seleção por meio de audições. Mas para quem não sabe, é possível trabalhar com a dança em outras funções, como coreógrafo, professor, diretor de companhia, ensaiador, preparador corporal, diretor, administrador de escolas de dança, pesquisador entre outras.

    O que sempre reforço é a necessidade de uma formação, que pode seguir três caminhos: o ensino formal, regulamentado e oferecido pelos cursos técnicos e pelas faculdades de dança; o ensino não formal, também chamado de ensino livre, que é oferecido nas escolas de dança independentes; e por último, o ensino informal, com aprendizado de forma independente.

    Para os iniciantes, sempre digo que a dança é uma profissão que requer treinamento e qualificação, com investimento financeiro e pessoal acima de muitas profissões tradicionais. A carreira de um bailarino é curta comparada com uma carreira de atleta, e é raro algum chegar a idade da aposentadoria oficial no exercício da profissão. A maioria dos bailarinos começa a se lançar na profissão por volta dos 18-20 anos e para de dançar antes dos quarentas anos.

    Como toda a profissão, tem suas dificuldades, suas glórias e requer muito amor por quem a escolhe. Sou suspeita para falar, mas não imagino profissão melhor! E você, está pensando em dançar profissionalmente ou já atua na área? Vamos trocar figurinhas? Envia um comentário pra mim, vou adorar saber da sua experiência!

    Juliana Ribeiro é coreógrafa, bailarina e diretora do Studio de Dança Juliana Ribeiro.

  • Dica para quem, assim como eu, curte dançar ao som dos Tribalistas

    “Somos muitos, quando juntos/somos um só”. Na canção do novo álbum dos Tribalistas, Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte reafirmam o laço afetivo-musical que os une há mais de 25 anos com parcerias que brilharam em dois discos em trio, diversas canções gravadas em seus álbuns individuais e por outros artistas, antes e depois do estrondoso sucesso do primeiro CD em conjunto, de 2002.

    A turnê inédita dos Tribalistas começa por Salvador, no dia 28 de julho, segue para o Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza, São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, Brasília e, por fim, Belo Horizonte. Na capital paranaense, o show acontece no dia 25 de agosto, na Pedreira Paulo Leminski e os ingressos já estão à venda pelo site da Eventim (https://www.eventim.com.br). Além disso, o público poderá tirar suas dúvidas em relação à turnê e às apresentações pelo email tourtribalistas@kappamakki.com.br.

    Nos 15 anos que separam o primeiro do segundo álbum, os Tribalistas incluíram em seus shows solos canções que se tornaram sucesso nacional e internacional, como “Passe em Casa”, “Velha Infância” e “Já Sei Namorar”. Essas e outras de ambos os discos formam a base do roteiro do show dirigido por Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown, Marisa Monte e Leonardo Netto, que também terá parcerias do trio gravadas por outros artistas ou por eles mesmos em outros projetos. A banda será formada por Dadi Carvalho (baixo, guitarra, bandolim e teclados), Pedro Baby (violão e guitarra), Pretinho da Serrinha (cavaquinho) e Marcelo Costa (bateria).

    Batman Zavareze, responsável pelo Festival Multiplicidade e pela direção de arte do impactante show “Verdade Uma Ilusão” de Marisa, criou o cenário da turnê unindo música, arte e tecnologia.

    A carioca Marisa, o paulista Arnaldo e o baiano Carlinhos moram cada um em sua cidade de origem, o que torna raro se encontrarem fisicamente para compor. A escolha de Salvador para lançamento da turnê foi apropriada. Foi lá que o projeto Tribalistas nasceu quando Brown produzia com Alê Siqueira o álbum Paradeiro, de Arnaldo Antunes, em 2001. Convidada a participar da faixa-título, Marisa permaneceu na cidade com eles e dali nasceram quase duas dezenas de canções. Alê Siqueira assinou com eles a coprodução de ambos os álbuns pilotados por Marisa, que também contou com Daniel Carvalho no segundo.

    O meio musical passou por grandes transformações nesses 15 anos. Com mais de 3 milhões de CDs vendidos no Brasil e no mundo. Sem fazer shows, os Tribalistas voltaram a surpreender com a inovadora iniciativa de lançamento do segundo álbum com uma transmissão ao vivo de grande impacto na fanpage dos três artistas, vista durante uma hora simultaneamente por 5,62 milhões de fãs em 52 países, em que apresentaramquatro canções: “Diáspora”, “Um Só”, “Fora da Memória” e “Aliança”.

    Lançado, em agosto de 2017, em CD e DVD pela Universal Music e nas plataformas digitais pela Altafonte, o álbum já é Disco de Ouro no Brasil e ganhou versão em vinil juntamente com o de 2002.

    “Meu convívio criativo e afetivo com Marisa e Carlinhos é uma das fontes mais férteis que me nutrem. Cada encontro nosso, para compor, cantar, gravar, conversar ou dar risada, desperta uma energia muito inspiradora, que agora poderemos celebrar ao vivo com nosso público” - Arnaldo Antunes

    "Minha maior expectativa é reencontrar os Tribalistas que estão além de Marisa, Arnaldo e eu, que é essa legião de pessoas que deu alma e ouvido ao nosso repertório nesses últimos 15 anos. Nós nos propomos a servir através da música e fazemos isso com tanta naturalidade e espontaneidade que o clima que criamos contagia a nós mesmos" - Carlinhos Brown

    “Estamos contando os dias para este encontro com os fãs ao vivo pela primeira vez. Dividir o palco com Carlinhos e Arnaldo é uma soma cujo resultado vai além de nós mesmos” - Marisa Monte

     

    Ficha Técnica do Show

    Direção: Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown, Marisa Monte e Leonardo Netto

    Direção de Arte: Batman Zavareze

    Direção de Produção: Simon Fuller

    Produção Executiva: Maria Fortes

    Iluminação: Juarez Farinon

    Som: Daniel Carvalho

    Figurino: Rita Murtinho

    Direção Geral: Leonardo Netto

    SERVIÇO

    Local: Pedreira Paulo Leminski - R. João Gava, 970 – Abranches

    Data: 25 de agosto

    Horário de abertura: 17h

    Horário de início do show: 21h

    Classificação: 16 anos
    *Menores de idade acompanhados por um responsável legal poderão participar.

    Valores dos ingressos:
    PISTA
    R$100 (meia entrada)
    R$200 (inteira)

    PISTA PREMIUM
    R$200 (meia entrada)
    R$400 (inteira)

    CAMAROTE
    R$300 (meia entrada)
    R$600 (inteira)

    Sobre o Tribalistas

    Lançado em 2002, o primeiro CD/DVD dos Tribalistas alcançou a marca de mais de três milhões de cópias e logo se tornou um fenômeno não apenas no Brasil, mas também em vários países do mundo – notadamente na França, Itália, Espanha, Portugal e Argentina.

    Atentos às transformações tecnológicas ocorridas ao longo dos últimos anos, duas semanas antes do lançamento oficial do último álbum dos Tribalistas, em agosto do ano passado, Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown surpreenderam o público com uma apresentação online, na qual adiantaram quatro canções inéditas. A transmissão simultânea ao vivo aconteceu na fanpage dos três artistas e foi acompanhada por 5,62 milhões de seguidores em 52 países, incluindo Brasil, toda a América Latina, Estados Unidos, França, Espanha, Japão, Rússia e até Paquistão.

    O sucesso foi imediato. Segundo dados do Spotify, o lançamento dos quatro singles teve a melhor performance dentro da categoria MPB desde que a plataforma chegou ao Brasil, em 2014. Todos entraram no Top 100 Spotify e houve um aumento de 65% de ouvintes mensais do grupo. Contabilizando apenas a faixa etária de 23 a 27 anos, o crescimento foi de 73%.

    A turnê terá direção geral de Leonardo Netto e Tribalistas, direção de arte de BatmanZavarezee direção de produção de Simon Fuller.

    Sobre a Seven Entretenimento

    A Seven Entretenimento é uma das principais empresas de entretenimento do Brasil. Instalada em Curitiba, vem modernizando o mercado artístico e cultural inovando nas áreas de investimento e negócios dirigido ao lazer.

    A Seven já desenvolveu mais de 1.500 eventos ligados à área de entretenimento e oferece produtos como exposições, shows, turnês, feiras e eventos esportivos.

    Alguns dos maiores eventos que passaram pelo sul do Brasil nos últimos anos tiveram a marca da Seven Entretenimento em sua realização, como os shows internacionaisMaroon 5, Green Day, Iron Maiden, Katy Perry e Andrea Bocelli; os maiores nomes da música nacional, como: Ivete Sangalo, Marisa Monte e Roberto Carlos; os espetáculos Cirque Du Soleil, Circo da China e Disney On Ice; musicais infantis da Disney; simpósios e eventos exclusivos como Footecon e Risológico; o maior evento de tecnologia e cultura pop do sul do Brasil, Geek City, entre muitos outros.

  • Vale a pena participar de festivais de dança?

    Julho foi um mês especial para mim e os bailarinos que dançam na minha companhia. Juntos, participamos da 36ª edição do Festival de Dança de Joinville, um dos mais respeitados do mundo e que reúne bailarinos das mais diversas modalidades, etnias e formações, para dançar durante os 10 dias de evento.

    Este ano o Festival completou 35 anos de história e já foi catalogado pelo Guiness Book como o maior evento em número de participantes, com mais de 4.500 bailarinos. São dias de grande efervescência artística e que contribuem para a difusão cultural e o desenvolvimento do Brasil como polo de dança.

    A participação dos grupos envolvidos pode ser pela Mostra Competitiva, Palco Abertos, Mostra Contemporânea, Festival Meia Ponta ou pelos cursos. Nós participamos dos Palcos aAbertos, onde dançamos quatro vezes ao dia em um total de 12 apresentações.  Voltamos com uma bagagem gigantesca, conhecemos pessoas, dançamos muito, foram dias de intenso contato com a dança.

    Muitas pessoas me perguntam se vale a pena participar de festivais, principalmente os competitivos, e minha resposta é: depende. Aconselho a pesquisar sobre o festival e os eventos envolvidos, já que nem todos possuem critérios claros de apresentação ou seleção. Mas com uma boa pesquisa é possível separar o joio do trigo.  E, felizmente, o Festival de Joinville eu recomendo sem pestanejar, é uma experiência de vida.

    A emoção que conseguimos sentir durante o Festival é algo que não se ensina em sala de aula. A vivência de toda a Companhia, os dias juntos, o respeito ao outro, a união, tudo é uma forma de aprendizado.  

    Se você quiser saber mais sobre a minha experiência em festivais, envie um comentário aí embaixo, vou adorar responder.

    Um beijo, Juliana Ribeiro.

    Juliana Ribeiro é coreógrafa, bailarina e diretora do Studio de Dança Juliana Ribeiro.

  • A dança aceita todo mundo

    Hoje eu vou falar sobre um dos principais pontos da dança, que é a inclusão. Todo mundo sabe da minha paixão pela dança, mas a questão de aceitar qualquer corpo, gênero, idade ou cor, me fascina. A dança é uma arte que aceita, inclui, aproxima, cria vínculos, traz conexão e minha meta é difundir toda essa capacidade que o ato de dançar proporciona.

    Um dos clichês mais comuns que já ouvi durante a vida é de pessoas que reclamam por estar acima do peso considerado ideal, ou por julgarem não ter a idade “adequada”, e por isso não dançam. Gente, isso não existe!

    Então vamos por partes. Com relação ao gênero, esse é um ponto totalmente ultrapassado. Homens e mulheres podem – e devem – dançar qualquer modalidade, sem preconceitos. Existem algumas particularidades, no balé, por exemplo, homens não usam sapatilha de ponta, mas são pequenos detalhes que não interferem na atividade. Sabia que existem até bailarinos de dança do ventre? Pois é, mais uma prova que este limite não existe.

    A idade também não deve ser uma barreira, basta apenas avaliar qual é a mais indicada. Crianças precisam de atividades mais lúdicas, pessoas na terceira idade de modalidades com menor impacto. Minha recomendação é sempre procurar um especialista para tirar as possíveis dúvidas.

    Mas um dos pontos de maior conflito é com relação ao peso, o que é uma grande besteira. Peso não é e nunca foi um empecilho para dançar. Claro que algumas modalidades podem oferecer maior dificuldade se o sobrepeso for excessivo, mas tudo pode ser contornado.

    Um exemplo muito bacana sobre a questão do peso na dança é da dançarina americana Whitney Thore, que em 2014 começou a postar vídeos no youtube no canal Fat Girl Dancing (Garota Gorda Dançando). O sucesso foi tanto que hoje a Whitney tem um programa na TV, no canal TLC, chamado My Big Fat Fabulous Life (Minha Vida Gorda e Fabulosa) onde ela mostra sua vida e a rotina com a dança.

    Vou deixar vocês com este canal inspirador e que mostra que a dança aceita absolutamente todas as pessoas: Whitney Way Thore

    Um beijo, Juliana Ribeiro.

    Juliana Ribeiro é coreógrafa, bailarina e diretora do Studio de Dança Juliana Ribeiro.

  • 4 livros que todo bailarino precisa ler

    Uma das minhas recomendações para quem dança é ler sobre o assunto. Apesar da literatura sobre dança não ser tão vasta, é possível encontrar muita coisa interessante em livrarias e sebos de todo Brasil. Mais do que ler, é preciso consumir a dança, para que esta arte continue viva e pulsante. Eu selecionei quatro livros que todo bailarino precisa ler, anota aí:

    O Livro da Dança – Companhia das Letras

    Este livro conta a trajetória da bailarina Inês Bogéa e apresenta informações sobre os principais bailarinos e companhias do mundo e também fala sobre capoeira, tudo com lindas ilustrações.

    Condicionamento físico para dança – Editora Manole

    Escrito por Erik Franklin, o livro é um best-seller deste segmento. É direcionado para profissionais ou para aqueles que um dia querem ser profissionais, abordando todos os estilos de dança com foco no condicionamento físico.

    História da dança no Ocidente – Editora Martins

    Um livro muito especial, escrito por Paul Bourcier, professor de história da dança na Universidade de Paris. A obra mostra as primeiras manifestações artísticas mapeadas na história, contando a evolução até os dias atuais.

    Temas para a dança brasileira – Editora SESC

    A autora Sigrid Nora reúne neste livro artigos de diversos profissionais relacionados ao universo da música, como críticos, pesquisadores e nomes importantes, onde debatem questões relacionadas a dança contemporânea nacional.

     

    Se você tem outras dicas de livros, compartilha comigo!

    Um beijo e boa leitura :*

    Juliana Ribeiro é coreógrafa, bailarina e diretora do Studio de Dança Juliana Ribeiro.

  • Curitiba Companhia de Dança resgata o lúdico no espetáculo “Memória de Brinquedo”, no SESC da Esquina

    Mostra de dança contemporânea, dirigida pelo coreógrafo brasileiro Luiz Fernando Bongiovanni,  colabora com a reflexão sobre o mundo tecnológico e a ludicidade em um trabalho poético que incentiva o ato de brincar

        Na próxima quarta-feira (11), às 20h, a Curitiba Companhia de Teatro apresenta, no Sesc da Esquina, o espetáculo “Memória de Brinquedo”, uma mostra de dança contemporânea que celebra histórias, lembranças e sensações tecidas e criadas ao longo da infância. A mostra também ocorre no dia 14 de julho (sábado), no mesmo horário, no Teatro Sesi. 
    Criado e coreografado por Luiz Fernando Bongiovanni, com direção artística de Nicole Vanoni, o espetáculo busca incentivar a reflexão sobre o mundo tecnológico e a ludicidade. Neste trabalho, a Curitiba Companhia de Dança promove um resgate poético e um incentivo ao ato de brincar, apontado como uma atividade fundamental para o desenvolvimento físico e psicológico das crianças, de acordo com um apanhado de várias fontes, que vão desde a memória individual /coletiva da brincadeira e sua representação simbólica, até estudos recentes da neurociência. 
        “Esta é uma pequena colaboração, um incentivo, para que todos – pais ou não – ponderem a respeito do mundo que estamos construindo e, talvez, por meio dessa inspiração possam unir esforços para resguardar essa atividade vital do mundo infantil. Brincar é o pensamento da criança e é preciso inteligência e sensibilidade para promover esse espaço tão necessário”, explica Luiz Fernando Bongiovanni.
    A mostra de dança investiga as relações do brincar a partir de memórias reais e ficcionais, por meio dos movimentos, fomentando e defendendo o resgate da brincadeira como etapa fundamental do desenvolvimento do indivíduo. 
        Após a mostra “Memória de Brinquedo” ocorrerá a apresentação especial dos alunos do Espaço Artístico Botânica, que ministra aulas de Balé e Jazz em Curitiba. Os ingressos estão à disposição com preços de variam de R$50 (inteira) e R$25 (meia-entrada) e podem ser adquiridos nas bilheterias dos teatros e na sede da Curitiba Companhia de Dança (Rua Padre Agostinho , 400 – São Francisco). 

    **Estudantes, doadores de sangue, professores, portadores de necessidades especiais (PNE), portadores de câncer, pessoas acima de 60 anos e trabalhadores da indústria também são beneficiados com meia-entrada.

     

        Sobre a Curitiba Companhia de Dança - A Curitiba Companhia de Dança foi criada em 2013 por Nicole Vanoni baseada na ideia de experimentação, pesquisa e criação em dança contemporânea, além da busca pela diversidade de experiências com coreógrafos diferentes. A primeira obra coreográfica da Cia, “A Lenda das Cataratas”, com concepção de Rafael Zago, surgiu em 2014 e participou de festivais no Brasil e no exterior. A segunda coreografia, denominada “Quando se Calam os Anjos” tem coreografia de Airton Rodrigues e transporta para o palco questões cênicas e dramatúrgicas que realçam um universo pós-moderno virtual onde vários encontros são marcados pelo descaso do outro ou até mesmo pela falência do ser humano. Realizando mais de 100 apresentações pelo país, “Quando se Calam os Anjos” é o espetáculo de maior êxito da Curitiba Cia de Dança, sendo agraciado por público e crítica. Estreando em 2017, “Memória de Brinquedo”, uma vitoriosa parceria entre a Cia e o renomado coreógrafo brasileiro Luiz Fernando Bongiovanni, vem mais uma vez retratar as preocupações e provocar o espectador em relação ao mundo moderno e tecnológico.

    FICHA TÉCNICA 
    Direção Geral: Nicole Vanoni 
    Concepção e Coreografia: Luiz Fernando Bongiovanni 
    Assistente de Direção: Claudio Fontan 
    Assistente de Coreografia: Patrícia Machado 
    Ensaiadores: Patrícia Machado, Claudio Fontan e Eunice Oliveira 
    Professores: Viviane Cecconello e Leandro de Lara 
    Figurino e Cenário: Gelson Amaral 
    Costureira: Noeli Santana 
    Iluminação: Fabia Regina 
    Produção: Bia Reiner 
    Realização: Curitiba Cia de Dança 
    Elenco/Curitiba Cia de Dança: Ane Adade, Danilo Silvestre, Davi Mero, Edgar Marques, Fernando Gomes, Frederick Nicolás, Hamilton Félix, Jaruam Xavier, Leonardo Silveira, Marcela Pinho, Nayara Santos, Nicole Vanoni, Patrícia Machado, Patrich Lorenzetti, Rubens Vital, Tatiana Araújo. 
    Estagiário: Mario Gilberto

    Serviço:
    Memória de Brinquedo
    Curitiba Companhia de Dança
    *Local 1 – SESC da Esquina (Rua Visconde do Rio Branco, 969 – Centro).
    Data: 11 de julho – Quarta-feira.
    Horário: 20 horas.
    *Local 2 – SESI São José dos Pinhais – Teatro SESI – São José dos Pinhais
    (Rua Quinze de Novembro, 1800 – Centro – São José dos Pinhais – PR)
    Data: 14 de julho – Sábado.
    Horário: 20 horas.
    Classificação: Livre.
    Informações: (41) 3528-2002
    www.curitibaciadedanca.com.br
    contato@curitibaciadedanca.com.br

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