• O jogo das proporções: estampas

    Conhecer o próprio corpo facilita as nossas escolhas diante da moda. São inúmeras as ofertas do mercado em relação ao que podemos vestir, mas é fato que nem tudo o que está nas lojas fica bem em mim ou em você. E isso não é novidade! O importante é saber que isso acontece não pelo fato de não termos um corpo com as medidas que gostaríamos, mas simplesmente porque existem cortes, tecidos, modelos, cores e estampas que valorizam mais ou menos determinadas silhuetas. Existem muitos recursos que nos permitem equilibrar a aparência, e gosto de enquadrá-los no que chamo de “jogo das proporções”. Entre os elementos que citei acima, hoje vamos usar as estampas para entender um pouquinho melhor essa história.   FUNDO CLARO X FUNDO ESCURO Estampas com fundo claro aumentam visualmente a área onde estão sendo usadas. Já as estampas com fundo escuro agem como emagrecedoras. estampas fundo claro e escuro baixo fundo claro e escuro cima   LISTRAS HORIZONTAIS X LISTRAS VERTICAIS Sempre ouvimos dizer que listras horizontais aumentam, enquanto listras verticais alongam e diminuem. Verdade? Depende! Quando observamos as imagens abaixo, percebemos que sim, a estampa vertical cria a impressão de um corpo mais longilíneo.   estampas listra vertical e horizontal   Mas, quando observamos as próximas imagens, lembramos rapidamente que, para toda regra, há exceções! E o que talvez nunca tenham lhe contado é que o tamanho das listras influencia muito nessa regrinha. Na imagem seguinte, note como o volume do quadril parece o mesmo ou até menor quando as listras são menores e horizontais.   estampa listra fina e grossa   E na próxima sequência, olha só que interessante: quanto maior a listra, maior parece a área onde está sendo usada. E isso vale para estampas de uma forma geral.   estampas listras verticais Ao escolher roupas listradas, lembre-se que as listras menos espaçadas e com tamanhos irregulares são aquelas que mais cumprem o papel de alongar ou disfarçar!   ESTAMPAS GRANDES X ESTAMPAS PEQUENAS O ideal é que as estampas tenham um tamanho proporcional ao corpo que irá usá-las. Nesse sentido, se você for toda pequenininha, é interessante evitar as estampas muito grandes e espaçadas. Por outro lado, se você tiver uma silhueta maior, talvez seja melhor evitar as estampas muito pequenas. Os grafismos em tamanho médio são os mais democráticos.   Com esses exemplos, tenho certeza de que você já conseguiu entender melhor como pode brincar com o jogo das proporções e conseguir olhar para as inúmeras opções nas araras e filtrar, de cara, aquilo que vai te deixar mais contente com você mesma ao se olhar no espelho. Tem quadril largo e ombros estreitos? Use os truques para aumentar a região do seu tronco e diminuir o quadril. Tem ombros largos e quadril estreito? Use os truques para criar mais volume na sua parte de baixo e diminuir a parte de cima. Agora é só você compreender os seus próprios objetivos e tirar o máximo proveito das dicas para sair ganhando com uma imagem que a faz se sentir mais bonita, segura e autoconfiante.
  • Três dicas para você valorizar o seu vestido preto básico

    Quem nunca ouviu dizer que todo guarda-roupa feminino precisa ter um “pretinho básico”? Ele funciona como uma peça coringa e se adapta facilmente a várias situações! No dia em que a gente acorda sem inspiração para se arrumar, é só colocar o pretinho básico que, sem esforço, estamos prontas. No dia em que temos vários acontecimentos com níveis de formalidade diferentes e não podemos dar uma passadinha em casa antes, ele faz o papel versátil para qualquer ocasião. No dia em que temos um jantar elegante e ficamos com aquele sentimento de "não tenho roupa", mais uma vez ele também pode resolver. De fato, ter um vestido preto no guarda-roupa nos salva de alguns momentos, mas é preciso entender que não existe um modelo único e ideal para todas. Por isso, para que você tenha uma peça realmente coringa e que represente quem você é, aqui vão três dicas quentíssimas: 1_ Em primeiro lugar, escolha um modelo que tenha um bom tecido e um bom caimento no corpo. Isso não significa investir numa peça caríssima, mas sim ter um pouco mais de atenção na hora de escolher e não aceitar qualquer proposta, dando preferência a um modelo que tenha mais qualidade e durabilidade (falei mais sobre tecidos no post da semana anterior!).      2_ Assuma a ideia de que o seu pretinho básico é diferente do pretinho básico da amiga! Cada uma tem o seu estilo pessoal e isso deve ser valorizado. Ou seja, se você tiver um estilo mais romântico, pode optar por um modelo com saia godê; já se você for mais moderna, talvez prefira um modelo com detalhes em couro. Só assim você terá uma peça que será sua parceira para todas as horas. Abaixo, selecionei alguns modelos para exemplificar melhor essa ideia:   [caption id="attachment_288" align="aligncenter" width="205"]Elegante Estilo elegante[/caption]   [caption id="attachment_291" align="aligncenter" width="268"]Estilo moderno | Imagem: reprodução Ali Express Estilo moderno | Imagem: reprodução Ali Express[/caption]   [caption id="attachment_292" align="aligncenter" width="242"]Estilo esportivo | Imagem: reprodução Zkkoo.com Estilo esportivo | Imagem: reprodução Zkkoo.com[/caption]   [caption id="attachment_293" align="aligncenter" width="225"]Estilo tradicional Estilo tradicional[/caption]   [caption id="attachment_294" align="aligncenter" width="189"]Estilo sensual | Imagem: reprodução Zkkoo.com Estilo sensual | Imagem: reprodução Zkkoo.com[/caption]   [caption id="attachment_295" align="aligncenter" width="620"]Estilo romântico | Imagem: reprodução horadediva.com.br Estilo romântico | Imagem: reprodução horadediva.com.br[/caption]   3_ Procure olhar o seu vestido preto muito além de um simples vestidinho! Como? Acrescentando mais informações a ele, como colar, blazer, jaqueta, colete, poncho, cinto e também blusa: por baixo, a segunda-pele que está super alta nesse inverno; e por cima, blusa, camisa e camiseta podem fazer o vestido se transformar em saia! Assim você deixa de ter apenas um vestido e passa a ter vários looks diferentes com a mesma peça-base, como na imagem abaixo:   um vestido vários looks   Com essas dicas e a sua criatividade na hora de se arrumar, o seu pretinho básico, de básico, já não terá nada!
  • A etiqueta que nos incomoda é a mesma que nos agrega

    etiqueta   Imagem pessoal é assunto abrangente. Num primeiro instante, pode parecer algo simples e superficial, mas a complexidade logo vem à tona quando compreendemos a quantidade de elementos capazes de influenciar o que transmitimos às outras pessoas (e a nós mesmos também!). Aparência, linguagem corporal, expressões faciais, comportamento e postura, paralinguagem, uso do espaço e do tempo, odores. Ufa! Essa é uma lista breve dos elementos que compõem a nossa imagem pessoal e cada um deles pode ser explorado em sua profundidade, mas neste momento vamos nos ater à aparência. Pergunte aos seus amigos: quando você conhece ou encontra alguém, em que observa? Fato: a maioria vai dar respostas relacionadas à aparência. Ou seja, difícil negar que os cuidados com a nossa imagem são capazes de nos impulsionar ou enfraquecer na vida pessoal ou profissional. A nossa aparência é formada por códigos visuais que nos ajudam a contar aos outros, sem precisar falar, um pouco sobre quem somos e o que gostamos. Um desses códigos são os tecidos das roupas que usamos. Sabe aquela pessoa que sempre parece estar elegante, mesmo com roupas simples? Tenha certeza de que ela tem um olhar especial para o tecido, costura e acabamento das roupas. Vamos a alguns pontos práticos e bem rápidos. Existem dois tipos principais de tecidos: tecidos de fibras naturais (algodão, linho, lã, seda...) e tecidos de fibras químicas (viscose, modal, poliéster, poliamida, acrílico...). Roupas de fibras naturais são mais caras, pois envolvem um processo de produção que depende diretamente de recursos vindos da natureza. No geral, amassam mais e são mais difíceis de passar. Por outro lado, apresentam toque normalmente mais suave, mantêm o corpo com temperatura mais agradável e imprimem um aspecto mais sofisticado ao visual. Se bem cuidadas, duram por longo tempo, mas exigem atenção especial tanto no processo de lavagem quanto de secagem, o que significa que para a correria dos dias atuais são pouco práticas. Roupas de fibras químicas, em geral, amassam menos (ou não amassam) e secam mais rápido. São mais secas no toque e normalmente têm preço mais acessível. Também são mais resistentes às máquinas de lavar. Para quem não gosta do efeito amassado ao longo do dia, as fibras químicas são boa opção. Já para quem tem problemas com suor excessivo, as fibras químicas sintéticas, especialmente poliéster, retêm o calor do corpo e costumam provocar mau cheiro. Olhar as etiquetas das roupas - aquelas que nos incomodam e ficamos ansiosos por cortar! - é uma atitude pouco comum, mas muito válida. Dependendo das lojas onde você costuma comprar, irá notar que a maioria das peças é feita de fibra química. Esse é o caminho da indústria: aliar preço e praticidade na entrega. É comum também encontrar peças que misturam as fibras sintéticas e naturais na composição. Particularmente, não sou adepta aos tecidos 100% naturais, então sempre observo muito o acabamento das roupas que escolho em tecidos químicos e o quão suaves e bons de transpiração eles parecem. Fico feliz quando descubro que a peça que gostei tem o mix de tecidos. Ah, e no inverno, faz ainda mais sentido olhar as etiquetas, já que as blusas de fibra natural são mais quentinhas e preservam mais tempo sem bolinhas. E tem mais! Malha versus tecidos planos. Fique de olho no seu guarda-roupa: se tiver muitas peças de malha, é interessante começar a dar lugar para outros tipos de tecidos. O motivo? A escolha por tecidos planos causa aquele sentimento (real) de que você está pronta para qualquer ocasião, pois proporcionam uma aparência mais arrumada. Mas se você preza pelo conforto que a malha oferece, também não tem problema nenhum! Na onda do conforto que cada vez mais domina o closet feminino, existem grifes especializadas em confeccionar roupas de malha com corte alfaiataria. Paga-se mais caro, porém, o caimento e o design são impecáveis e é uma forma de manter o estilo em dia com o conforto desejado. Enfim, quando o tema é "aparência", a imagem pessoal é formada por detalhes pequenos e, ao mesmo tempo, super relevantes nas escolhas que fazemos ao nos vestir. Portanto, esteja atento à qualidade do tecido das próximas peças que adquirir. Afinal, é mais um código visual que conecta você com o mundo!
  • Essa moda é pra mim?

    [caption id="attachment_275" align="aligncenter" width="620"]Imagem: Thassia Naves Imagem: Thassia Naves[/caption]   A cada estação, observamos a moda indo e vindo. Algumas caem mais no gosto popular, outras menos. Algumas ficam nas ruas por muito tempo, outras são efêmeras. Algumas nos apaixonamos, outras estranhamos e não conseguimos usar. A moda é uma ferramenta que ajuda a fazer escolhas para nos vestir e, para usá-la de maneira inteligente, antes é preciso conhecer o nosso estilo pessoal. O estilo pessoal, por sua vez, deve estar fortemente embasado pela nossa personalidade, nosso estilo de vida e nossos objetivos (pessoais e profissionais). Portanto, quanto mais coerência existir entre a forma de nos vestir, o estilo de vida, a personalidade e os objetivos, mais seremos fieis a quem, de fato, somos. Quero dizer que se tornar refém da moda pode significar abrir mão da personalidade. Nem tudo o que surge como tendência merece ganhar espaço no guarda-roupa simplesmente pelo fato de que não nos representa, em especial quando se trata de uma tendência mais impactante. Um exemplo são as botas brancas, que caíram no gosto das fashionistas nesse inverno. Acho super legal, mas, se você não for dona de um estilo moderno e criativo e não tiver uma personalidade marcante, corre o risco de a ousadia não colar e cair no estereótipo de Paquita! Nesse caso, talvez seja melhor deixar a moda de lado! As coisas precisam conversar e se complementar: o seu estilo pessoal, o seu estilo de vida, a sua personalidade, o seu comportamento e a moda. Complexo, porém simples quando temos clareza sobre quem somos e o que queremos. E ainda cabe aqui outro ponto importante que sempre gosto de reforçar: a adequação. Não basta estar de acordo com todos elementos acima se não estiver adequado ao ambiente que iremos frequentar. Um exemplo recente disso foi o caso da âncora de um telejornal, que virou motivo de comentários na internet após aparecer em uma chamada usando um quimono branco de cetim. Apesar de estar na moda e totalmente coerente com o estilo pessoal da apresentadora, a roupa não estava adequada ao ambiente conservador que é a bancada de um telejornal. Logo, causou estranheza no público, que associou a blusa a um roupão e virou meme nas redes sociais. Em outros contextos, o look poderia até passar batido. Como diz Gloria Kalil, “A moda é oferta, o estilo é escolha. Estilo é seu jeito particular de se apresentar e de se relacionar com o mundo. O estilo é formado por escolhas consistentes e coerentes, cujo resultado deve ser um depoimento de como você quer ser visto e tratado”. E aí convido você a uma reflexão: você está sabendo usar a moda a seu favor?
  • Casaco mais comprido que o vestido ou a saia pode?

    [caption id="attachment_260" align="aligncenter" width="375"]Imagem: reprodução Steal The Look Imagem: reprodução Steal The Look[/caption]   Adoro quando as dúvidas chegam e eu posso respondê-las! Na semana passada, recebi a seguinte pergunta de uma leitora: “posso usar um casaco mais comprido do que o vestido ou a saia? Quando isso acontece, tenho medo das pessoas acharem que estou sem nada por baixo do casaco”. A resposta é: sim, pode! Aliás, defendo a ideia de que tudo pode, basta estar alinhado com o seu estilo, adequado com o ambiente e de acordo com a mensagem que você deseja transmitir. Conhecendo essas condições, o primeiríssimo ponto a avaliar é se o comprimento do casaco e do vestido é muito curto para o ambiente onde ele será usado. Mesmo que o look esteja acompanhado por uma meia-calça grossa, no ambiente profissional é mais adequado que as peças fiquem até dois dedos acima do joelho - ou no máximo quatro, dependendo do local e do sapato que estiver usando (salto alto passa a impressão de que as saias ficam mais curtas!). Estando dentro desse limite, não há com o que se preocupar. Em geral, optar por um casaco mais comprido do que a peça de baixo ou do mesmo tamanho deixa o visual com um aspecto mais atual, elegante e harmonioso. Kate Middleton é referência máxima nesse assunto. Com visuais sempre impecáveis, a princesa sempre opta pelo casaco em comprimento maior do que o vestido ou igual. [caption id="attachment_259" align="aligncenter" width="620"]Kate Middleton. Imagens: divulgação Kate Middleton. Imagens: divulgação[/caption]   Quando o vestido ou a saia são mais compridos, o look tende a criar um desiquilíbrio na silhueta, mas basta usar um simples truque de style para equilibrar, dando um toque de estilo todo especial: o casaco jogado sobre os ombros. [caption id="attachment_261" align="aligncenter" width="413"]Imagem: reprodução Mi Aventura Con La Moda Imagem: reprodução Mi Aventura Con La Moda[/caption]   Também temos a combinação entre casaco comprido e vestido longo. É um caminho interessante para as mais ousadas e modernas, que conseguem fazer com que o comprimento das peças não resulte num visual desleixado. Para isso, outro truque de style que torna o look mais harmonioso é marcar a cintura. De qualquer modo, substituir o sobretudo por uma jaqueta ou um blazer nessas situações é sempre mais assertivo. [caption id="attachment_262" align="aligncenter" width="462"]Laura Bailey. Imagem: Getty Imagens | Angelina Jolie. Imagem: Grosby Group Laura Bailey. Imagem: Getty Imagens | Angelina Jolie. Imagem: Grosby Group[/caption]   Tem dúvidas? Deixa seu comentário aqui ou envia um e-mail que eu respondo. Ela pode ser a mesma de outras leitoras que nos acompanham ;)  
  • Adequação: palavra-chave ao fazer escolhas para se vestir

    [caption id="attachment_244" align="aligncenter" width="413"]Imagem: EFE/Osservatore Romano Imagem: EFE/Osservatore Romano[/caption]   Um dos cuidados que nos fazem chamar a atenção positivamente pelos locais onde passamos, seja de forma profissional ou particular, é a adequação. Na última semana, em audiência oficial de Trump com Papa Francisco, o look de Melania e Ivanka Trump atraiu olhares de questionamento: por que visitar o Papa com um visual tão black? Melania e Ivanka, assim como Michelle Obama e outras primeiras-damas, seguiram rigorosamente o código de vestimenta do Vaticano. Portanto, estavam adequadas. O código determina que, em ocasiões mais importantes no Vaticano, as mulheres devem usar vestido preto, sem qualquer decote, com saia abaixo do joelho e ombros cobertos. Na cabeça, mantilha preta. Não devem usar joias chamativas, no máximo um clássico colar de pérolas.   [caption id="attachment_246" align="aligncenter" width="620"]Imagem: Vatican/Getty Images (reprodução veja.abril.com.br) Imagem: Vatican/Getty Images (reprodução veja.abril.com.br)[/caption]   Também é permitido encontrar oficialmente o Papa vestindo trajes nacionais ou regionais. Entre as cores, é proibido vermelho (reservada aos cardeais) e roxo (cor da penitência). Existe ainda uma exceção para rainhas e princesas católicas, que podem usar o que o código chama de “privilégio do branco”. Ou seja, vestido e mantilha na cor branca.   [caption id="attachment_245" align="aligncenter" width="620"]Imagem: Princesa Charlene, de Mônaco (reprodução Renascença no Ar) Imagem: Princesa Charlene, de Mônaco (reprodução Renascença no Ar)[/caption]   Num fato importante como esse, é normal a roupa chamar a atenção de todos e ganhar importância tão grande na mídia e também nas rodas de conversa entre amigos. Mas aqui chego a um ponto importante que gostaria de destacar: a roupa que escolhemos para usar no dia a dia profissional também deve estar em adequação ao ambiente de trabalho, chamando atenção positiva e capaz de reforçar a nossa credibilidade e competência. Obviamente, os holofotes da mídia não recaem sobre nós, mas é importante termos consciência de que somos alvos dos holofotes das pessoas de nosso convívio, desde o colega de mesa ou chefe até um potencial cliente ou futuro empregador. Ou seja, em proporções infinitamente menores, porém com impacto direto e importante na construção de nossa reputação, somos tão observados e julgados no dia a dia quanto os famosos em suas aparições públicas. Vestir-se com adequação no ambiente profissional significa: _obedecer ao dresscode da empresa quando essas diretrizes existem. Quando a empresa não estabelece um dresscode, uma dica é compreender a cultura e o posicionamento da organização e, de algum modo, traduzir um pouco desse espírito na forma de se vestir, mesclando com o seu estilo pessoal e personalidade; _não cair na armadilha dos sabotadores de imagem: saia curta ou decote que mostre demais, saltos muito altos, acessórios muito chamativos e barulhentos, unhas em cores chamativas ou muito decoradas. Vale para os homens também: gravata muito curta ou muito comprida, barra da calça “sobrando”, roupas puídas, sapatos mal conservados, entre outros; _pensar nas ocasiões especiais que você terá no seu dia e equilibrar o visual para todas elas; _ter clareza dos objetivos profissionais que você deseja atingir e avaliar se a sua imagem está contribuindo para que eles sejam alcançados mais rapidamente. Você está se vestindo de forma adequada? Conte pra mim e também envie suas dúvidas aqui nos comentários!
  • Reinvente o seu colete no inverno

    Os coletes faux fur, mais conhecidos como coletes de pelo, invadiram as ruas há alguns invernos e não é por menos: já viu peça mais quentinha e confortável? E tem mais: é aquela terceira peça que entra no look dando um toque todo especial e moderno. A forma mais rápida de imaginar um colete de pelo no look é na composição com blusa de lã ou fio, mas definitivamente isso é subestimar o potencial de uso dessa peça tão coringa no guarda-roupa feminino. Hoje trago algumas inspirações para que você possa reinventar o uso do colete e experimentar aquela deliciosa sensação de “tenho um look novo” com uma peça que já existia por aí!   Colete de pelo por cima de um casaco de couro: a mistura de textura (couro e pelo) sempre deixa o look bem atual.   [caption id="attachment_235" align="aligncenter" width="236"]Imagem: reprodução dailychic.com Imagem: reprodução dailychic.com[/caption]   Colete de pelo por cima de jaqueta jeans funciona? Com certeza! E com camisa jeans também.   [caption id="attachment_236" align="aligncenter" width="564"]Imagem: @dani__cardoso, Envy Ótica Imagem: @dani__cardoso, Envy Ótica[/caption]   Colete de pelo combinado com blazer alfaiataria, um resultado super elegante.   [caption id="attachment_237" align="aligncenter" width="186"]Imagem: Olivia Palermo | modernensemble.com Imagem: Olivia Palermo | modernensemble.com[/caption]   Colete de pelo usado por baixo do casaco: funciona especialmente em coletes pouco volumosos e dá um charme todo especial ao visual, deixando em dúvida se o detalhe é um colete ou um cachecol peludinho!   [caption id="attachment_234" align="aligncenter" width="496"]Imagem: reprodução lesdivas.com.br Imagem: reprodução lesdivas.com.br[/caption]   E o inverno 2017 traz duas novas atualizações: a moda roubou de vez o faux fur dos casamentos e levou para as ruas, agora em casacos exuberantes combinados com peças casuais e despojadas.   [caption id="attachment_239" align="aligncenter" width="354"]Imagem: reprodução Steal The Look Imagem: reprodução Steal The Look[/caption]   A segunda atualização são os maxi coletes alfaiataria. Em materiais como lã, suede e outros tecidos planos, eles dão ao visual um acabamento pra lá de elegante e moderno.   [caption id="attachment_240" align="aligncenter" width="448"]Imagem: reprodução Steal The Look Imagem: reprodução Steal The Look[/caption]   Coletes a postos para o inverno que está chegando? Tem alguma dúvida sobre como escolher a peça ideal pra você? Manda um comentário aqui que logo, logo respondo ;)  
  • A real beleza vem em formas diferentes

    [caption id="attachment_227" align="aligncenter" width="620"]Imagem: reprodução Youtube Imagem: reprodução Youtube[/caption]   Há tempos a marca Dove vem investindo num posicionamento que ressalta a real beleza da mulher, livre de estereótipos que definem um padrão ideal para o corpo feminino. A última estratégia da marca foi o lançamento de sete embalagens diferentes para o sabonete corporal líquido, representando a beleza dos biótipos femininos, independente das suas características. Olhando essa e outras campanhas de Dove, do ponto de vista da consultoria de imagem, encontro uma batalha em comum: a do empoderamento. É a ideia de que cada mulher – e também cada homem, já que o empoderamento vale para todos – deve se sentir bem do jeito que é, simplesmente porque as belezas são diferentes e é essa diversidade que torna o mundo tão mais bonito e interessante. Fazendo um paralelo com a embalagem Dove: o conteúdo representa as nossas características emocionais e intelectuais, o frasco representa as características físicas do nosso corpo e o rótulo representa a forma como nos vestimos. Sou encantada com a ideia de que podemos olhar no espelho e usar recursos para “brincar” com o que vimos lá refletido, procurando evidenciar o nosso lado mais forte e autoconfiante e amenizar o lado que nos enfraquece. Tenho um mantra para isso: _disfarçar aquilo que não me agrada ou não me favorece; _valorizar aquilo que me faz sentir mais bonita e de bem comigo mesma; _aceitar aquilo que não posso mudar e ser feliz! Um dos grandes segredos da autoestima está em valorizar aquilo que temos de melhor e mais forte, fazendo as pessoas (e nós mesmos) enxergarem, seja por palavras ou por elementos visuais, a beleza e o potencial que existe dentro de nós. Por essa e outras campanhas publicitárias que a Dove já fez, levantando a bandeira da real beleza, acredito que a marca seja merecedora dos nossos calorosos aplausos, não acha? Confira aqui o vídeo da campanha: https://youtu.be/CRiv2lgaX_U As novas embalagens estão disponíveis apenas no Reino Unido. Esperamos ansiosamente pela sua chegada ao Brasil!  
  • Quando a objetividade atrapalha: a saga da camisa branca

    [caption id="attachment_215" align="aligncenter" width="620"]Imagem: reprodução garotasglamourosasbysc.com Imagem: reprodução garotasglamourosasbysc.com[/caption]   Na semana passada, cai numa armadilha que eu mesma conheço muito bem. Vivo emitindo um alerta para as clientes: quando comprarem uma peça, procurem imaginá-la combinada com pelo menos outras três que já existem no seu guarda-roupa. Caso contrário, não compre. Ok, isso eu fiz! Mas errei em outro ponto: o de decidir que eu queria usar aquela calça com uma camisa branca, num evento no dia seguinte. Sabe quando a gente mentaliza um look dos sonhos? Aí está a armadilha! Essa camisa branca, toda moderna e elegante, que existia na minha cabeça se tornou o desafio da minha vida naquele dia. Várias vezes eu desejei “dar um Google” nas lojas físicas para conseguir encontrá-la, mas, como esse recurso infelizmente ainda não existe, passei o dia todo procurando. E? Não achei. Existe uma explicação muito simples para isso: quando idealizamos muito um look, ainda mais quando o objetivo é usá-lo numa ocasião especial, a nossa mente se fecha para qualquer outra possibilidade linda e adequada que possa aparecer. E convenhamos, isso realmente dificulta as coisas. Voltei para casa triste porque estava sendo super objetiva em minha decisão e mesmo assim não estava conseguindo resolver. Na manhã seguinte, acordei do meu sonho e, finalmente, pensei: por que precisa ser uma camisa branca? Então saí de casa rumo a uma loja próxima, olhei as opções com a cabeça aberta e voilà: encontrei uma blusa para o meu look em 10 minutos! Combinada com um blazer que já existia no meu guarda-roupa e alguns acessórios, o resultado ficou ótimo e fui feliz para o evento! Depois disso, já usei a mesma calça em outras composições que ficaram até melhores. Moral dessa história verídica: existem situações em que a objetividade mais atrapalha do que ajuda. A montagem de looks é uma delas. Precisamos arriscar novas possibilidades e sempre pensar que aquela peça pode render mais e mais combinações, basta estar receptivo a essas novas ideias e combinar outras peças e acessórios. É isso que faz um guarda-roupa multiplicar as suas opções do que vestir ;)
  • Sete dicas para você escolher o seu próximo casaco

    O frio está chegando e, com ele, também chega a hora de redescobrir as peças de inverno que estavam escondidinhas no guarda-roupa. Entre elas, os casacos! Os casacos são aquele tipo de peça que não é preciso ter muitas, mas sim poucas e excelentes opções. Como são itens mais caros, além de uma cor coringa que combine com tudo – ou quase tudo – é indispensável prestar atenção em alguns detalhes que podem fazer a peça ser perfeita para você. Por isso, selecionei aqui sete dicas na hora de você escolher o seu próximo companheiro de dias frios:   Comprimento Casacos muito compridos, que passam da linha do joelho, podem achatar a silhueta das mais baixinhas. Se você tem menos de 1,60m, a sugestão é optar por modelos que terminem um pouco acima do joelho. Se você tem o quadril volumoso, evite modelos que terminem na parte mais larga do quadril caso não queira destacá-lo ainda mais. Os modelos que caem melhor nesse tipo de silhueta são aqueles que terminam um pouco abaixo da linha do quadril.   [caption id="attachment_195" align="aligncenter" width="349"]Comprimento ideal para mais baixas. Imagem: reprodução stealthelook.com.br Comprimento ideal para as mais baixas | Imagem: reprodução stealthelook.com.br
    [/caption]   [caption id="attachment_196" align="aligncenter" width="413"]Imagem: reprodução gosto-disto.com Modelo mais comprido | Imagem: reprodução gosto-disto.com[/caption] [caption id="attachment_197" align="aligncenter" width="620"]Modelo termina na linha maior do quadril, ressaltando a região. |  Imagem: reprodução fieroshop.com.br Modelo termina na linha maior do quadril, ressaltando a região | Imagem: reprodução fieroshop.com.br[/caption]   Manga Os modelos mais tradicionais costumam ter a manga mais larga. Portanto, se você deseja um visual mais atual, procure casacos com a manga mais ajustada ao braço e com a cava curta. Atente-se também para o comprimento das mangas. O correto é ir até o punho ou um pouquinho abaixo dele. Nada de cobrir a palma da mão ou uma parte dela, pois passará a impressão de que você emprestou o casaco de alguém. Nesses casos, o melhor é ajustar.   [caption id="attachment_198" align="aligncenter" width="300"]Manga slim | Imagem: reprodução 1001consejos.com Manga slim | Imagem: reprodução 1001consejos.com[/caption]   Lapela Um jeito simples de acertar na lapela é pensar que o tamanho deve ser inversamente proporcional ao volume do seu tronco e busto! Tem muito busto? Opte por lapela média ou fina. Tem pouco busto? Lapelas grandes criam um volume favorável na região. Lapelas grandes também ajudam a equilibrar a silhueta de mulheres que têm o quadril volumoso. Atenção! Se você for toda miudinha, cuidado para não abusar muito do tamanho da lapela, pois poderá ficar desproporcional.   [caption id="attachment_199" align="aligncenter" width="620"]Lapela ampla | Imagem: reprodução aliexpress.com Lapela ampla | Imagem: reprodução aliexpress.com[/caption]   Botões Duas fileiras de botões (abotoamento duplo) ampliam a região do busto e tendem a deixar a silhueta reta. Portanto, se você tem muito busto, gordurinhas no abdômen ou a cintura mais reta, melhor optar pelos modelos com abotoamento simples e corte acinturado.   [caption id="attachment_200" align="aligncenter" width="620"]Abotoamento duplo | Imagem: megashopsul.com.br Abotoamento duplo | Imagem: megashopsul.com.br[/caption]   [caption id="attachment_201" align="aligncenter" width="257"]Abotoamento simples | omgoutfitideas.com Abotoamento simples | omgoutfitideas.com[/caption]   Ombros Ombreiras volumosas já saíram de cena há algum tempo. Então o melhor é preferir modelos com ombreiras discretas, usadas apenas para dar melhor caimento da peça no corpo. Uma dica importante e que nem sempre é levada a sério: a costura entre o final do ombro e começo da manga deve ficar exatamente alinhada com o final do seu ombro, do contrário, o casaco parecerá maior que você.   Cintura Casacos acinturados são mais femininos que os casacos com corte reto e valorizam mais a silhueta de qualquer biótipo. Cortes retos ou quadrados ficam melhores em modelos mais ousados para não cair num visual muito tradicional.   [caption id="attachment_204" align="aligncenter" width="413"]Corte reto | Imagem: reprodução southmoltonststyle.com e fashionmenow.co.uk/ Corte reto | Imagem: reprodução southmoltonststyle.com e fashionmenow.co.uk[/caption]   Detalhes Para mulheres que têm mais volume na região do busto: evite zíper, bolsos, botões grandes e outros detalhes chamativos nessa região. Para mulheres que têm mais volume na região do quadril: evite os mesmos itens citados acima na região da quadril, assim como os modelos com cinto que apertam muito a cintura e dão a impressão de alargar a parte de baixo (a não ser que compense com uma lapela grande). Para mulheres que têm ombros grandes: evite detalhes chamativos nos ombros e abuse dos bolsos grandes e detalhes na região do quadril.   Se você tem mais alguma dúvida que não abordei aqui, manda pra mim por e-mail ou nos comentários que ficarei feliz em responder ;)
  • Por dentro do closet das consultoras de imagem

    [caption id="attachment_190" align="aligncenter" width="465"]Imagem: acervo pessoal Imagem: acervo pessoal[/caption]   No último post que escrevi aqui no canal, fiz uma referência rápida ao documentário The Minimalist. Ao explicar sobre o estilo de vida minimalista, o documentário apresenta um projeto chamado Project 333, que nos convida a vestir 33 itens (ou menos) do guarda-roupa por 3 meses, incluindo roupas, calçados e acessórios. O projeto deriva do conceito de capsule wardrobe, lançado em 1970 por Susie Faux e disseminado 10 anos depois pela estilista Donna Karan, ao criar a coleção chamada "Seven Easy Pieces": sete peças de roupa que podiam ser combinadas entre si, formando um guarda-roupa muito enxuto e completo, preparado para qualquer hora do dia e da noite, durante a semana ou em finais de semana. Falar de capsule wardrobe está na moda e isso me despertou uma grande curiosidade: será que essa ideia também está na moda entre as consultoras de imagem? Você já parou para contar quantas peças existem no seu guarda-roupa? Você se sente confortável em relação às escolhas que fez para estarem ali todos os dias? A partir dessas dúvidas, decidi fazer uma rápida pesquisa exploratória e dar aquela espiadinha no closet de 16 consultoras de imagem, atuantes nos estados do Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Mato Grosso. Eis o resultado: _a maioria das consultoras entrevistadas revelou ter entre 90 e 200 peças no guarda-roupa. O número considera itens de todas as estações, com exceção de roupas íntimas, de academia e de festa; _em média, são 165 peças de roupas no closet das profissionais que participaram da investigação (estou abaixo da média, com 91); _e também há alguns extremos: armário com 50 peças e armário com mais de 400 peças! Com relação aos acessórios, o resultado chama a atenção para um quase consenso: _a maioria equilibra muito bem a quantidade desses itens, colocando em prática a distribuição ideal para um guarda-roupa funcional: todas têm cerca de 60% de roupas e 40% de acessórios; _ou seja, a ideia de que os acessórios têm o poder de multiplicar os looks é realmente levada a sério pelas profissionais que trabalham com imagem pessoal; _a maioria revelou ter entre 70 e 150 itens. Entre eles, estão as bolsas, calçados, colares, brincos, lenços, cintos e pulseiras. Os números estão bem acima dos 30 e poucos itens sugeridos pelo conceito de guarda-roupa cápsula, mas eu diria que bem mais próximo da realidade das mulheres. As minhas várias visitas ao closet de clientes de diferentes perfis e classes sociais permitem afirmar que grande parte das mulheres tem mais peças do que essa média levantada entre as profissionais, o que não significa a garantia de ter o que vestir em qualquer ocasião. O importante, como sempre digo, não é a quantidade, e sim a qualidade e a facilidade de combinação entre as peças escolhidas para estarem lá. Você sabe quantas peças existem no seu guarda-roupa? Vamos desvendar ainda mais esse assunto e ampliar a pesquisa para todo o Brasil, falando com mulheres e homens, de todas as profissões. O questionário tem poucas perguntas e pode ser respondido bem rapidinho, só precisa ir lá no guarda-roupa fazer a contagem! Para participar da pesquisa, acesse o link aqui: https://goo.gl/forms/sm60fk0PB3LVEQxZ2 Vamos juntos continuar explorando esse assunto curioso! Ficarei feliz com a sua participação ;) Agradeço imensamente às 16 consultoras e amigas que, assim como eu, tiveram sua curiosidade despertada e contribuíram especialmente com esse projeto.  
  • O problema não é o consumo, é o consumo compulsivo e inconsciente

    Dani (3 de 12)   Uma das vertentes da consultoria de imagem que mais gosto de falar é sobre consumo consciente. Vibro de alegria, com a sensação de missão cumprida, ao receber das minhas queridas clientes mensagens como essa: “Realmente você ajudou a mudar a minha forma de pensar. Acabei de passar três semanas nos EUA. Resultado de compras?! Dois vestidos, duas camisetas e um tênis de corrida. Obrigada, Dani, por essa transformação! Nunca me imaginei voltando de uma viagem de férias em que as compras não ficaram em primeiro ou segundo plano. Como é bom e satisfatório pensar antes de comprar!” Ter uma boa apresentação pessoal não é sinônimo de guarda-roupa cheio, tampouco guarda-roupa recheado de itens da moda. Atualmente, a indústria da moda é conduzida pelo conceito de moda de curta duração. Enquanto as nossas mães e avós compravam peças de coleções únicas para inverno e verão, hoje somos bombardeados pelas principais redes de fast fashion com um ciclo de lançamentos de 52 estações por ano. Tudo para que os consumidores se sintam desatualizados e comprem algo novo a todo e qualquer momento. Para evitar se deixar seduzir pelos lançamentos e não comprar além do necessário, é importante ter consciência do seu estilo, saber as peças que lhe caem bem e, principalmente, manter um guarda-roupa funcional: peças que combinem entre si, priorizando a qualidade em vez da quantidade, distribuídas em 50% de itens atemporais, 40% de calçados e acessórios e apenas 10% de fast fashion. Ao colocar em prática esses macetes, a ideia de que você nunca tem nada para vestir e sempre precisa de algo novo começa a desaparecer. Em outras palavras, o segredo é olhar para o seu armário e perceber que todas as peças que estão lá são as suas favoritas, porque tem qualidade e bom caimento, expressam a sua personalidade, valorizam as suas características e estão coerentes com os seus objetivos profissionais e pessoais. Essa é a fórmula da boa apresentação pessoal! De certo modo, a ideia do guarda-roupa funcional e do consumo consciente vai ao encontro da proposta de estilo de vida minimalista. Segundo o site vidaminimalista.com, “Ter uma vida minimalista é não se deixar levar pela correnteza. É comprar sem culpa, mas com consciência, sabendo que aquilo que está adquirindo é realmente útil e necessário. É saber que, para tudo o que temos em casa, há uma finalidade. É não deixar objetos e roupas estagnadas num canto, acumulando poeira, enquanto há tantos que precisam.” Se você leu o post até aqui e gostou do assunto, eu gostaria de fazer um convite: assista ao documentário The Minimalists, disponível no Netflix. O filme traz uma abordagem sensacional e esclarecedora sobre o consumo consciente num mundo em que a boa aparência é fundamental, mas a vida deve ser conduzida com um propósito muito maior do que apenas consumir. Depois volta aqui pra me contar o que achou ;)
  • Workshop "Diálogos entre arquitetura e consultoria de imagem"

    Na última semana, participei da palestra de lançamento do workshop "Diálogos entre arquitetura e consultoria de imagem", promovido pelo Centro Europeu e ministrado pela premiada arquiteta curitibana Luize Andreazza Bussi. Com muito domínio sobre o tema, Luize explorou semelhanças entre o mundo da arquitetura e da consultoria de imagem, mostrando que, assim como o profissional de arquitetura se preocupa em criar projetos arquitetônicos e de decoração de interiores que representem a personalidade do cliente, a consultoria de imagem faz o mesmo com a forma de se vestir. Segundo a arquiteta, o corpo deve ser usado como uma forma de expressão de arte e personalidade, e isso acontece por meio das escolhas que cada um faz ao se vestir e se preparar para diferentes e quaisquer ocasiões. É preciso pensar nas roupas além de sua função básica de cobrir o corpo e proteger do frio ou calor: cada peça deve ser usada como um recurso para evidenciar quem somos e chamar atenção para o que viemos. Essa é exatamente uma das propostas da consultoria de imagem: potencializar a imagem pessoal e profissional por meio da linguagem não-verbal, que inclui os gestos, as expressões e a aparência. A ligação entre o universo da arquitetura e o universo da moda é uma constante antiga e já citada pela inspiradora Coco Chanel: "Moda é arquitetura, é só uma questão de proporção". Alguns artistas atuais traduzem muito originalmente essa citação por meio da ideia da “wearable art”, em que móveis são transformados em roupas e vice-versa.   [caption id="attachment_163" align="aligncenter" width="600"]Hussien Chalayan -  Imagem: reprodução delemma.com.au Hussien Chalayan | Imagem: reprodução delemma.com.au[/caption]   [caption id="attachment_164" align="aligncenter" width="620"]Moreno Ferrari -  Imagem: reprodução dutchdesignevents.com Moreno Ferrari | Imagem: reprodução dutchdesignevents.com[/caption]   [caption id="attachment_165" align="aligncenter" width="620"]Zaha Hadid - Imagem: reprodução shilpaahuja.com Zaha Hadid | Imagem: reprodução shilpaahuja.com[/caption]   Como a proposta de Luize envolve consultoria de imagem (e não moda pela moda), a profissional pondera que nem tudo o que está na moda serve para o guarda-roupa do dia a dia de todo mundo. A moda é apenas uma ferramenta de trabalho, tanto na arquitetura como na consultoria, sendo que o mais importante a ser observado e trabalhado é o estilo pessoal e o estilo de vida do cliente. Nesse aspecto, é possível observar uma relação direta entre o que a pessoa veste e como ela veste a sua casa. Isso quer dizer que uma pessoa moderna na forma de vestir, provavelmente terá uma decoração mais moderna e contemporânea em sua casa. Uma pessoa que se veste de forma clássica, também terá mais chance de ter uma decoração predominantemente clássica. E assim por diante, conforme alguns exemplos a seguir:   [caption id="attachment_166" align="aligncenter" width="620"]Imagem 1: Olivia Palermo | Imagem 2: reprodução 99graus.com.br ESTILO CLÁSSICO/TRADICIONAL
    Imagem 1: Olivia Palermo | Imagem 2: reprodução 99graus.com.br[/caption]   [caption id="attachment_167" align="aligncenter" width="620"]Imagem 1: reprodução stealthelook.com.br | Imagem 2: Marcio Kogan - reprodução westwing.com.br ESTILO MODERNO/CONTEMPORÂNEO
    Imagem 1: reprodução stealthelook.com.br | Imagem 2: Marcio Kogan - reprodução westwing.com.br[/caption]   [caption id="attachment_168" align="aligncenter" width="620"]Imagem 1: reprodução fashioncoolture.com.br | Imagem 2: reprodução casinhadanane.com.br ESTILO CRIATIVO/RETRÔ
    Imagem 1: reprodução fashioncoolture.com.br | Imagem 2: reprodução casinhadanane.com.br[/caption]   [caption id="attachment_169" align="aligncenter" width="620"]Imagem 1: reprodução sezane.com | Imagem 2: reprodução sitedebelezaemoda.com.br ESTILO MODERNO/MINIMALISTA
    Imagem 1: reprodução sezane.com | Imagem 2: reprodução sitedebelezaemoda.com.br[/caption]   [caption id="attachment_170" align="aligncenter" width="620"]Imagem 1: reprodução glaminati.com | Imagem 2: reprodução westwing.com ESTILO ROMÂNTICO/PROVENÇAL
    Imagem 1: reprodução glaminati.com | Imagem 2: reprodução westwing.com.br[/caption]   [caption id="attachment_171" align="aligncenter" width="620"]Imagem 1: reprodução fashionambitions.com | Imagem 2: reprodução decoracontent.com ESTILO ESPORTIVO/NATURAL
    Imagem 1: reprodução fashionambitions.com | Imagem 2: reprodução decoracontent.com[/caption]   O worshop "Diálogos entre arquitetura e consultoria de imagem" irá explorar o assunto de forma teórica e prática, interessante para profissionais de moda, consultoria de imagem, arquitetura e profissionais de comunicação e branding que queiram aprofundar o entendimento sobre o consumidor em seus projetos. Para mais informações: 41 3233-6669.
  • Você desperta atenção positiva?

    [caption id="attachment_154" align="aligncenter" width="620"]Imagem: reprodução Forebrain.com.br Imagem: reprodução forebrain.com.br[/caption]   Conhecimentos técnicos e inteligência emocional são importantes características para uma boa reputação profissional e para a conquista de uma posição de destaque no ambiente de trabalho. Porém, não são suficientes. Além delas, é preciso cuidar do que chamo de “atenção positiva”. Atenção positiva é o que desejamos das pessoas e de outros profissionais quando estamos em algum momento de interação, seja reunião, palestra, diálogo, ou quando simplesmente somos vistos. Ela acontece quando conseguimos provocar sensações agradáveis que geram empatia e curiosidade a nosso respeito, contribuindo para a formação de uma imagem positiva sobre quem somos e o que fazemos. Há uma dupla responsável por isso: a comunicação verbal e a comunicação não-verbal. Ambas são igualmente relevantes no contexto profissional e, por isso, devem ser tratadas com a mesma preocupação. Abrindo aqui um parêntese, algumas fontes citam que 93% da eficiência de nossa comunicação está relacionada à comunicação não-verbal e apenas 7%, à comunicação verbal. Essa é uma informação equivocada, baseada numa interpretação incorreta do estudo realizado por Albert Mehrabian, psicólogo e professor da Universidade de Los Angeles, especialista em comunicação interpessoal, em meados dos anos 60. Como o próprio autor alerta, se você já viu essa informação antes, sugiro que pondere! Afinal, se apenas 7% da eficiência de nossa comunicação se devesse às palavras, penso que os idiomas logo seriam abolidos da Terra. Voltando ao centro da questão, além do conhecimento técnico, existem artifícios de comunicação não-verbal que contribuem para o despertar da atenção positiva, permitindo ao profissional transmitir uma imagem ainda mais interessante sobre si, capaz de prender a atenção e curiosidade dos seus interlocutores pelas suas palavras. Apresento alguns deles: Contato visual – O famoso “olho no olho” é o principal elemento de comunicação de credibilidade e deve ser levado a sério tanto em conversas de longa duração como num simples “oi”. Demonstra transparência sobre quem você é e transmite segurança à outra pessoa. Entretanto, deve-se cuidar para que esse contato não seja fixo e penetrante, pois dessa forma provoca desconforto no interlocutor e pode indicar flerte. Uma dica para manter contato visual contínuo durante um diálogo é imaginar um triângulo no meio do rosto do interlocutor, entre os olhos, nariz e testa, e assim “passear” o olhar por esses pontos. Impacto na chegada – A forma como adentramos um ambiente dá indicações às pessoas que estão nos observando sobre quem somos (personalidade, educação) e como estamos (sentimento e condição momentânea), gerando uma atenção positiva ou negativa a nosso respeito. É importante ter firmeza, presença e elegância, mesmo numa chegada silenciosa. Sorriso – O sorriso verdadeiro é a expressão máxima do estar bem consigo mesmo e tem o poder de atrair as pessoas. Funciona como um sinal de “pode chegar até mim”, demonstrando acessibilidade e deixando um residual altamente positivo. Firmeza ao caminhar – A postura ao caminhar pode nos fazer parecer fortes e autoconfiantes ou extremante vulneráveis. Pelo jeito de andar e pela postura dos ombros, é possível identificar atributos sobre nossa personalidade e também o quanto estamos nos sentindo confortáveis em determinada ocasião. Aperto de mão – O aperto de mão deve ser firme, envolver toda a palma da mão e ser olhos nos olhos. Um aperto de mão sem firmeza ou um “aperto de dedos” pode gerar uma atenção negativa já nos primeiros segundos de interação. Paralinguagem – A voz também é um importante recurso capaz de atrair atenção positiva, influenciada pela entonação, volume e velocidade. Por exemplo: pessoas que falam num único tom são vistas como cansativas e inseguras. Pessoas que falam com entonação mais grave, transmitem mais credibilidade e influência. Aparência – Uma roupa alinhada reforça a credibilidade e ganha pontos a favor do profissional, transmitindo a ideia de cuidado e bom gosto. Não significa usar peças caras e de marcas famosas, mas sim de bom caimento, adequado ao seu tipo físico, em excelente estado de conservação e, principalmente, em adequação aos ambientes que serão visitados e às ocasiões que serão vivenciadas no dia. Parece simples, mas muitos profissionais não são atentos a isso e, automaticamente, abrem oportunidades para que os seus colegas se destaquem. Esses são apenas alguns exemplos de recursos que possibilitam atrair a atenção positiva, sendo que todos eles podem ser habilidades natas ou desenvolvidas. É importante ter a consciência de que a atenção positiva se conquista todos os dias, por isso é essencial que se mantenha uma consistência na sua aparência, comportamento e linguagem corporal a fim de consolidar uma reputação favorável às suas conquistas pessoais e profissionais.
  • Bag straps: multiplique a sua bolsa!

    [caption id="attachment_144" align="aligncenter" width="496"]FENDI em Tóquio, 2016 | Imagem: reprodução vogue.globo.com FENDI em Tóquio, 2016 | Imagem reprodução: vogue.globo.com[/caption]   Você já ouviu falar nas bag straps? São bolsas com alças removíveis que começaram a circular no universo fashionista no início do ano passado e ainda permanecem em alta. A ideia é ter várias bolsas em uma só e assim conseguir diversificar o visual de uma maneira cool e super atual. Os primeiros modelos de bag straps surgiram em coleções de marcas famosas como Fendi, Prada, Valentino, Dolce & Gabbana, Louis Vuitton. Dispensável dizer que eram inacessíveis para o bolso da maioria das mulheres, já que cada alça valia muito mais que as próprias bolsas de outras marcas que compramos por aqui: cerca de 1.000 dólares cada uma. [caption id="attachment_141" align="aligncenter" width="456"]FENDI. Imagem reprodução: neimanmarcus.com FENDI. Imagem reprodução: neimanmarcus.com[/caption]   [caption id="attachment_137" align="aligncenter" width="620"]Valentino VALENTINO[/caption] [caption id="attachment_138" align="aligncenter" width="390"]Prada Reprodução Net a Porter com 2 PRADA. Imagem reprodução: netaporter.com[/caption]

    Fendi. Imagem reprodução: Neiman Marcus

    Duas felizes notícias: 1) marcas nacionais mais acessíveis já incorporaram as bag straps em suas coleções e 2) se você tiver uma bolsa com ganchinho para alça, você já pode agora procurar a sua bag strap e abusar da criatividade nas trocas de alças. Passeando pela Shoestock, em São Paulo, no último fim de semana, encontrei uma prateleira recheada dessas alças e já aproveitei para atualizar a minha bolsa! E mais: além de escolher a alça conforme o gosto do freguês, ainda é possível customizar a sua bolsa – a customização de roupas e acessórios está super em alta no mundo fashion, pois permitem a cada um dar o seu toque exclusivo de personalidade a um produto massificado.   [caption id="attachment_142" align="aligncenter" width="620"]Bolsa: Schutz | Alça animal print: Schutz | Alça spike: Shoestock | Imagem: acervo pessoal Bolsa: Schutz | Alça animal print: Schutz | Alça spike: Shoestock | Imagem: acervo pessoal[/caption] [caption id="attachment_143" align="aligncenter" width="620"]bolsa shoestock Bolsa e customização: Shoestock | Imagem: acervo pessoal[/caption]   Uma dica para a vida! Melhor do que ter várias bolsas “mais ou menos” para o dia a dia (e ainda ficar naquela missão de trocar tudo de uma para outra a cada saída) é ter duas bolsas de boa qualidade e coringas. Para acertar na escolha, o segredo é investir em cores neutras que combinem com tudo: uma preta + uma off white ou uma preta + uma caramelo. Com essas duas cores, é certo que você terá bolsa para qualquer look que irá vestir. Se quiser incrementar o closet com um modelo colorido, os tons de vermelho e vinho caem muito bem em visuais mais modernos. Quer mais dicas sobre como escolher uma bolsa coringa e ideal? Deixe seu comentário aqui no post que logo, logo eu respondo ;)
  • Gravidez com estilo e consciência de consumo

    [caption id="attachment_127" align="aligncenter" width="620"]Foto: Nina Vilas Boas | Produção: Dani Amorim Consultoria de Imagem | Direitos reservados Foto: Nina Vilas Boas | Produção: Dani Amorim Consultoria de Imagem | Direitos reservados[/caption]   A gestação é uma fase que compreende muitas transformações na vida da mulher, tanto emocionais como físicas. Um mundo novo começa a surgir e, com ele, também muitas dúvidas naturais no processo. Algumas delas relacionadas a forma de se vestir e de como continuar se sentindo a mesma mulher conforme a barriga vai crescendo ao longo dos meses. Assim como em qualquer outro momento da vida, vestir-se durante a gravidez pede atenção a alguns pontos essenciais: - o que fica melhor no corpo em cada fase de transição? - que truques usar para valorizar a silhueta? - que peças são importantes ter no guarda-roupa? - como passar 9 meses de mudanças físicas sem comprar em excesso? - que características devem ser observadas nas peças antes de comprar para que elas durem o máximo possível? Manter o estilo durante a gravidez, aliado ao conforto, é ponto-chave para a autoestima feminina durante esse período tão abençoado. Olhar-se no espelho e continuar se reconhecendo e se sentindo bonita traz sentimentos positivos de bem-estar, autoconfiança e segurança que só fazem bem à mamãe e ao bebê. Normalmente, por volta do quarto mês, a barriguinha começa a dar aquele "boom" de crescimento e as roupas começam a apertar. Nesse momento, é hora de ir às primeiras compras com a consciência de que se pode e deve seguir um estilo pessoal, otimizando o investimento para aproveitar as roupas o máximo possível. Selecionei aqui três dicas bem práticas que podem ajudar nesse processo. Os modelos de calças e shorts com o cós de elástico são os melhores para essa fase e, se bem escolhidas, podem durar até o puerpério. A boa notícia é que cada vez mais as calças de gestante, seja jeans ou de outros tecidos, estão ficando menos com cara de calça de grávida. Algumas marcas de calça jeans, por exemplo, já fazem até mesmo a parte do elástico revestida com o próprio jeans superflexível, em vez do tradicional suplex. Uma dica importante para escolher uma calça jeans que dure até o último mês: ao provar, coloque a palma da mão fechada por dentro da calça, no cós, na altura da costura que divide o elástico e o jeans. O tecido deve ter elasticidade suficiente para não apertar esse um palmo e sua calça ainda servir até os nove meses. E nada de comprar uma numeração maior que a usual. O indicado é ir até uma loja especializada para comprar peças na sua numeração, adequadas à silhueta gestante. [caption id="attachment_119" align="aligncenter" width="398"]Imagem reprodução: Solo Infantil Imagem reprodução: Solo Infantil[/caption]   Invista em peças coringas, que sejam fáceis de combinar. O grande truque de style durante a gestação é investir ainda mais em acessórios e terceiras peças. Colares, coletes e blazers têm o poder de deixar um mesmo look com uma cara totalmente diferente. Cintos de elástico e de amarrar também são grandes aliados das gravidinhas. Com a barriga ainda pequena, usar o cinto abaixo dela costuma deixar o visual mais arrumado. Já com a barriga maior, na maioria das vezes, o melhor é usar o cinto acima da barriga. São detalhes que deixam a silhueta mais equilibrada e harmoniosa. 79c7d37108085c15abfed0ea588ff544 Captura de Tela 2017-03-10 às 23.29.18 Captura de Tela 2017-03-10 às 23.29.31 Captura de Tela 2017-03-10 às 23.29.42   Outro ponto importante está relacionado às estampas. Regrinha básica: estampas grandes e estampas com fundo claro aumentam o volume visual da área onde está sendo usada. Por isso, estampas pequenas e médias geralmente produzem um efeito mais favorável. [caption id="attachment_125" align="aligncenter" width="620"]Imagem reprodução: encontrodeamigas.wordpress.com Imagem reprodução: encontrodeamigas.wordpress.com[/caption]   É muito comum vestir uma peça e não se gostar, sem saber o porquê. E nesses casos, também é muito comum, nós mulheres, atribuirmos a culpa do que estamos vendo à falta de nossa beleza. Tudo errado! Somos todas lindas e maravilhosas, o segredo está em escolher coisas que nos valorizam e nos fazem brilhar ainda mais. E claro que isso vale para qualquer fase da vida. Ah, e como muitas futuras mamães escolhem fazer um ensaio fotográfico para registrar o momento, aí vai uma dica especial: ao escolher o seu look, avalie se você normalmente usaria essa roupa no ambiente em que irá fotografar. Se não conseguir se imaginar usando, melhor trocar para não parecer uma situação forçada, a não ser que as fotos adotem um estilo artístico. As fotos no estilo life style - em casa, na praia, no quartinho do bebê, em momentos do dia a dia - são super atuais e transmitem, com muito mais naturalidade e autenticidade, todo o amor e a beleza do momento. [caption id="attachment_126" align="aligncenter" width="620"]Foto: Nina Vilas Boas | Produção: Dani Amorim Consultoria de Imagem | Direitos reservados Foto: Nina Vilas Boas | Produção: Dani Amorim Consultoria de Imagem | Direitos reservados[/caption] [caption id="attachment_128" align="aligncenter" width="620"]Foto: Nina Vilas Boas | Produção: Dani Amorim Consultoria de Imagem | Direitos reservados Foto: Nina Vilas Boas | Produção: Dani Amorim Consultoria de Imagem | Direitos reservados[/caption]
  • Homens, vamos caprichar!

    No Dia Internacional da Mulher, vamos falar de um assunto para os homens. Atenção, homens! Esse papo de imagem pessoal e profissional vale igualmente para o universo masculino. Hoje em dia, os cuidados com a aparência e a postura, seja no ambiente pessoal ou no profissional, é algo exigido de todos os gêneros. Muito já se falou a respeito dos homens metrossexuais, e é fato que já não existem tantos tabus sobre esse assunto. Cuidar de si mesmo e da aparência faz parte do jogo do mundo atual, onde é preciso se destacar pelo conteúdo e pela embalagem para que as oportunidades surjam mais facilmente ou não sejam simplesmente desperdiçadas. Como já disse Alexandre Taleb, em seu livro “Moda Masculina: guia prático para o homem contemporâneo”: mais do que tornar um homem bem-vestido, é preciso transformá-lo em alguém que influencie positivamente a maneira como os outros o percebem, fazendo com que essa percepção se converta em oportunidades, seja no trabalho, seja na vida pessoal. Falando em vida pessoal, nós, mulheres, adoramos ser presenteadas com as suas pequenas gentilezas e também com um estilo daqueles que faz brilhar os olhos! Assim como no mundo feminino, existem sete estilos principais no universo masculino: criativo, elegante, esportivo, romântico, sexy, tradicional e urbano. Todos têm o seu estilo, talvez ele apenas não tenha sido descoberto e potencializado. Apresento aqui um pouquinho de cada um: Homens com estilo criativo são mais ousados em suas combinações e não têm medo de arriscar na mistura de cores e estampas de suas roupas. A roupa é um evidente statement de sua personalidade. [caption id="attachment_102" align="aligncenter" width="617"]Jared Leto Jared Leto[/caption]   Homens com estilo elegante são mais refinados em sua postura e no visual. Normalmente têm uma aparência impecável e gostam de cores neutras, tom sobre tom, peças de alta qualidade e alfaiataria. [caption id="attachment_103" align="aligncenter" width="620"]Roberto Justus Roberto Justus[/caption]   O estilo romântico adota elementos que transitam entre o casual e o rústico, cores mais claras e leves. Batas, peças em linho, acessórios em madeira. [caption id="attachment_104" align="aligncenter" width="620"]Fábio Jr. Fábio Jr.[/caption]   O estilo esportivo é caracterizado pelo conforto e espontaneidade. Prezam por roupas práticas e fáceis de combinar e, por isso, uma mesma peça normalmente é repetida no seu guarda-roupa. Camisetas brancas, camisas e calças jeans são sempre presentes. Vestir-se em camadas é uma das suas características principais. [caption id="attachment_105" align="aligncenter" width="620"]Cauã Reymond Cauã Reymond[/caption]   Homens com estilo tradicional têm um perfil mais conservador. As roupas são, geralmente, de marcas tradicionais, em cores neutras e sem o risco de errar nas combinações. [caption id="attachment_106" align="aligncenter" width="620"]Willian Borner. Créditos: Johnson Parraguez Photorionews | Xande Nolasco | Delson Silva AgNews William Bonner. Créditos imagens: Johnson Parraguez Photorionews | Xande Nolasco | Delson Silva AgNews[/caption]   Homens com estilo sexy gostam de chamar atenção pela forma de se vestir. Peças justas que valorizam o corpo e definem a silhueta são as mais usadas. [caption id="attachment_107" align="aligncenter" width="620"]Brad Pitt. Créditos imagens: SplashNews-WireImage | Just Jared Brad Pitt. Créditos imagens: SplashNews-WireImage | Just Jared[/caption]   E, por último, homens com estilo urbano são mais ousados e inusitados na forma de vestir. Apoderam-se de itens da moda masculina, tecidos tecnológicos e marcantes e contraste de cores. [caption id="attachment_108" align="aligncenter" width="620"]David Beckham. Crédito imagem: DailyMail David Beckham. Fonte: DailyMail[/caption]   Conhecer o seu próprio estilo é o primeiro passo para transmitir uma imagem de confiança e favorável a si mesmo.  Afinal, quem não se admira ao ver um homem bem vestido, bem cuidado, perfumado, educado, inteligente, ético, cavalheiro e companheiro? Listinha grande? Nem tanto quanto a imensa lista de qualidades das Mulheres Maravilhas do mundo moderno, que tanto se esforçam no dia a dia e devem ser reconhecidas, cuidadas e aliviadas de suas tarefas. Por isso, nesse Dia Internacional da Mulher, pense em como você poderia homenagear as mulheres da sua vida cuidando mais de si mesmo todos os dias, deixando-as ainda mais orgulhosas por tudo o que elas fazem para você e por você. E, óbvio, apoie e incentive-as a fazer o mesmo por elas mesmas, sempre. Afinal de contas, a beleza e a gentileza contagiam.
  • Muito além do "gostei" ou "não gostei"

    Quem nunca viu uma roupa ou um acessório na amiga e se apaixonou, mas depois de provar a empolgação se ofuscou? Não é novidade que uma coisa que fica bem para uma pessoa pode não ficar bem para outra, mas existem algumas explicações técnicas bem plausíveis para isso, que inclusive são as responsáveis por nos fazer refletir e evitar compras impulsivas. Na maior parte dos casos, uma escolha assertiva vai muito além de um simples gostei ou não gostei. Quase sempre, depende! Depende do seu estilo. Existem sete estilos principais que permeiam o universo feminino: tradicional, elegante, moderno, esportivo, romântico, criativo e sensual. O ideal é nos reconhecermos bem em três deles para que tenhamos uma imagem consistente e que, de fato, represente a nossa personalidade. Transitar por todos os estilos não é impossível, mas certamente é sinal de problemas. Quer saber um sintoma claro de falta de definição do seu estilo pessoal? Ter um guarda-roupa cheio de peças e achar que nunca tem o que vestir. Portanto, esse autoconhecimento é essencial, não apenas para manter um guarda-roupa inteligente, mas também para transmitir uma imagem de credibilidade e que agregue valor para a sua própria pessoa. Exemplo prático: posso me apaixonar na vitrine por uma blusa florida com detalhes em renda, porém, se meu estilo não for romântico, certamente terei dificuldade de usá-la ao chegar em casa e tentar combinar com outras peças. Ou seja, não basta gostar, é preciso que a roupa represente quem você é. [caption id="attachment_93" align="aligncenter" width="620"]Pinterest Pinterest[/caption]   Depende da sua paleta de cores. As cores exercem um papel importante em nosso visual. Quando próximas ao rosto, elas têm o poder de valorizar a nossa aparência ou de provocar um efeito negativo, destacando olheiras, sinais de expressão e transmitindo uma aparência cansada. E isso varia de pessoa para pessoa, pois cada um tem um conjunto de cores que harmonizam melhor com o seu tom de pele. Por isso, nem sempre gostar de uma cor é o suficiente para você escolhê-la na roupa que irá usar.   [caption id="attachment_95" align="aligncenter" width="620"]Colour Me Beautiful Colour Me Beautiful[/caption]   Depende do seu biótipo. Ampulheta, retângulo, oval, triângulo e triângulo invertido são os principais biótipos femininos. Ter consciência sobre o seu tipo de corpo e estar preparada para fazer escolhas que valorizem o que você gosta nele e disfarcem o que não gosta é ponto essencial na hora de comprar. Depois de gostar muito de uma peça, avalie se o modelo ou corte está adequado para você. Com o tempo, a gente já consegue saber só de olhar, mas provar também é muito importante. Se você for daquelas pessoas que acham que nada fica em bom em você, talvez esteja provando as peças erradas. Nesse caso, procure mudar as suas escolhas e dê uma chance para peças que você não gosta numa primeira impressão. Pode ser que, depois de provar, você mude de ideia. As lojas de departamento, com o sistema de autoatendimento, são ótimos locais para fazer isso. [caption id="attachment_96" align="aligncenter" width="620"]girlsandbangs.com girlsandbangs.com[/caption]   Depende do seu estilo de vida. Amo muito salto alto, porém, o meu estilo de vida atual pede sapatos mais baixos e confortáveis. Ou seja, por mais que eu goste, não faz sentido encher a sapateira com saltos belíssimos, sendo que não é deles que eu preciso no meu dia a dia. O mesmo acontece com roupas e acessórios. Parece óbvio, mas dá uma olhadinha aí no seu guarda-roupa e veja qual foi a última vez que você caiu nessa armadilha! Reunindo essas dicas aqui, fica fácil evitar as compras por impulso, daquelas que ficam permanentemente estacionadas no guarda-roupa e a gente se arrepende. Portanto, depois de gostar muito de alguma coisa, pergunte a si mesma: está coerente com o meu estilo pessoal? essa cor fica bem em mim? esse modelo valoriza o meu biótipo? o meu estilo de vida me permite usar essa peça em várias ocasiões? Em geral, essas dicas também valem para os homens, adaptando-se os estilos pessoais e os biótipos. Assunto para o post da próxima semana ;)
  • 10 truques de style para alongar a silhueta – e não é com salto alto!

    O post dessa semana vai especialmente para as mulheres. Parecer mais alta é o que muitas de nós queremos, e existem alguns recursos que nos permitem criar essa impressão, sem necessariamente subir no salto alto. Afinal, não é todo dia que a rotina permite passar o dia todo em cima do salto e nem mesmo estamos dispostas a isso. Numa época em que as tendências de moda assumiram a importância do conforto nos pés femininos (tênis e outros flatforms estão super em alta no verão e continuarão com força total nas próximas estações), é hora de aproveitar para se sentir linda e confortável, independente da altura que você tiver. Então, selecionei aqui 10 dicas quentíssimas que alongam a silhueta para provar que salto 15 não é a única salvação!   Look monocromático Escolher a mesma cor para a parte de cima e para a parte de baixo do seu look é um truque certeiro para alongar a silhueta. Visuais que seguem essa linha e optam por cores sóbrias, também transmitem uma imagem muito elegante. Para não parecer muito óbvia na composição, uma dica extra é: brinque com a mistura de texturas entre as peças e cuide com as cores muito vibrantes para não correr o risco de chamar atenção negativamente. [caption id="attachment_74" align="aligncenter" width="620"]Olivia Culpo | Miroslava Duma | Bruna Marquezine Olivia Culpo | Miroslava Duma | Bruna Marquezine[/caption]   Cintura alta Marcar a cintura exatamente na sua linha ou levemente acima faz com que as suas pernas pareçam mais longas e, consequentemente, você pareça mais alta. Você pode fazer isso colocando a blusa por dentro da calça, saia ou shorts, com ou sem cinto. Por isso, cuide com peças que têm o cós muito baixo, pois elas fazem o efeito contrário e achatam a silhueta. Da mesma forma, blusas muito compridas, na altura do quadril para baixo, aumentam o comprimento do tronco e diminuem o comprimento das pernas, diminuindo visualmente a sua altura. Aliás, olha só que legal: já ouvi muitas clientes me afirmarem categoricamente “eu não posso usar saia longa porque sou baixinha”. Gente, nós podemos tudo (ou quase tudo!) que queremos, basta saber usar! Ou seja, se você tem essa convicção, apodere-se desse truque da cintura alta e também do look monocrático e depois me conte o resultado ;) [caption id="attachment_75" align="aligncenter" width="620"]Blog Juliana Parisi | Nati Vozza | Vanessa Jackman Blog Juliana Parisi | Nati Vozza | Vanessa Jackman[/caption]   Cinto fino ou médio Harmonia é uma palavra-chave na hora de se vestir e nós só conseguimos alcançá-la se respeitarmos as nossas proporções corporais. Se você for toda miudinha, um cinto muito grosso ficará desproporcional, enquanto e o cinto fino ficará ideal. Isso porque ele não dividirá a sua silhueta na metade e ficará de acordo com as suas proporções. [caption id="attachment_76" align="aligncenter" width="264"]taofeminino.com.br taofeminino.com.br[/caption]   Sapato nude ou da cor da calça Muita gente sabe da dica do sapato nude, mas não é sempre que ela vale. Quando você estiver usando saia ou shorts, optar por um calçado dessa cor passa a impressão de que as suas pernas são mais longas, especialmente se o modelo deixar o peito do pé livre. E aqui vale uma atenção importante: o seu nude pode ser diferente do meu nude. Ou seja, o nude ideal para você é aquele que se aproxima o máximo possível do seu tom de pele. E por que a dica do nude não vale a qualquer momento? Porque, quando você estiver usando uma calça preta, por exemplo, um sapato preto irá causar o efeito que desejamos aqui, pois criará uma continuidade das pernas. Isso funciona com calças justas e, especialmente, com calças no modelo flare. [caption id="attachment_77" align="aligncenter" width="620"]Negin Mirsalehi | Fashion Coolture | Fashion Coolture Negin Mirsalehi | Fashion Coolture | Fashion Coolture[/caption]   Sapato de bico fino Bicos finos, em calçados de salto, em sapatilhas e até mesmo em tênis, sempre alongam a silhueta. E mais: normalmente transmitem um visual mais elegante do que os bicos arredondados. [caption id="attachment_78" align="aligncenter" width="620"]Career Girl Daily | Jessica Alba | Steal The Look Career Girl Daily | Jessica Alba | Steal The Look[/caption]   Cabelo preso para o alto Sim, até o cabelo pode dar uma ajudinha! Prender o cabelo fazendo volume na parte de cima da cabeça faz a gente ganhar alguns centímetros a mais. Pode ser um coque, um rabo de cavalo bem alto ou mesmo aquela arrumadinha no estilo penteado moicano, com cabelo preso ou solto. [caption id="attachment_79" align="aligncenter" width="620"]Isadora Guedes (à direita) Isadora Guedes (à direita)[/caption]   Cabelo curto ou médio Faça o teste: o seu cabelo está passando da linha do sutiã nas costas? Caso sim, provavelmente você está se deixando parecer mais baixa. Se desejar o efeito contrário, cabelos curtos e médios são ideais. [caption id="attachment_80" align="aligncenter" width="620"]Leticia Spiller | Deborah Secco Leticia Spiller | Deborah Secco[/caption]   Listras verticais Vamos lembrar uma regrinha básica: listras horizontais aumentam o volume para os lados e listras verticais aumentam o volume para cima e para baixo. Portanto, listras verticais alongam a silhueta. Mas, como a toda regra existe uma exceção: se as listras forem muito grossas, por mais que sejam verticais, elas não conseguirão criar essa ilusão. [caption id="attachment_81" align="aligncenter" width="620"]taofeminino.com.br | Fash For Fashion taofeminino.com.br | Fash For Fashion[/caption]   Casacos curtos Anota aí: casacos muito compridos, que passem do ossinho do quadril, achatam a silhueta. “Ah, então nosso posso usar?” Claro que pode! É só optar por um look monocromático que você já consegue amenizar o efeito do comprimento. Só não se esqueça de conferir se o comprimento da manga está correto para o seu braço. Manga sobrando nunca! A não ser que você consiga dobrá-la e essa dobra agregue um estilo a mais ao visual. Do contrário, ficará parecendo que você pegou a roupa emprestada. [caption id="attachment_82" align="aligncenter" width="620"]Animale | Fash For Fashion Animale | Fash For Fashion[/caption]   Decote V Costumo dizer que o decote V é o mais democrático entre os decotes, pois valoriza todos os biótipos. Se você tem seios grandes, é o decote perfeito. Como mostra mais área de pele, dá a impressão de um corpo mais longilíneo. [caption id="attachment_83" align="aligncenter" width="500"]Cia de Moda Cia de Moda[/caption]   Sempre gosto de reforçar: cada uma de nós deve se sentir bem e bonita como é. Se algo não agrada e se estiver ao seu alcance corrigir, vale se apoderar de truques para melhorar. O importante é que a sua imagem consiga transmitir todo o potencial intelectual e emocional que existe dentro de você e que tudo isso esteja alinhado com os seus objetivos pessoais e profissionais. Tem mais dúvidas e gostaria de vê-las esclarecidas por aqui? Deixe o seu comentário ou me envie um email. Logo, logo eu respondo ;)
  • A importância da consistência entre sua imagem pessoal e profissional

    Imagem consistente   Vejo muitos profissionais não perceberem a importância de se estabelecer uma conexão entre a imagem e a postura desejadas no ambiente de trabalho e a imagem e a postura adotadas nos momentos de lazer. Por mais que os ambientes e as circunstâncias sejam completamente diferentes, você é uma única pessoa e a forma de se comportar e de se apresentar influencia na imagem profissional que está construindo, independente do lugar. É uma questão de consistência. Imagine a situação: você está passeando no shopping, no final de semana, e encontra o presidente da empresa ou um cliente importante. Nesse momento, você pensa: “xi, hoje não era dia de encontrar ninguém, não saí arrumado para isso.” A situação parece familiar? Então, o ideal é que, nesse e em qualquer outro momento inesperado, você também esteja preparado para transmitir uma boa imagem pessoal. Estará num momento de lazer, mas nem por isso mal apresentável. Isso gera confiabilidade e transmite uma mensagem de responsabilidade e sucesso, já que existe uma consistência entre o eu que se vê no trabalho e o eu que se vê fora dele. Num mundo em que as pessoas cada vez mais questionam regras e acreditam que podem ser qualquer coisa, em qualquer lugar, manter o mínimo de consistência é uma forma de desenvolver uma vantagem competitiva. De fato, nós podemos ser o que quisermos, só precisamos estar atentos aos nossos objetivos profissionais e às oportunidades que podemos deixar de aproveitar por ter uma conduta que difere muito de um local para o outro. Vale para a forma de se vestir e também para a forma de se comportar, seja no ambiente físico ou no ambiente virtual. A ideia é gerenciar a sua imagem pessoal para que ela possa transmitir a mesma mensagem de qualidade que transmite no ambiente corporativo.  As coisas precisam estar minimamente alinhadas – claro, se isso fizer parte dos seus objetivos de crescimento profissional. Há tempos já se tornou rotina entre os profissionais de recrutamento vasculhar a internet para saber mais sobre o perfil de candidatos em processos de seleção. Segundo uma pesquisa realizada pela empresa de recursos humanos Robert Half, 44% dos recrutadores apontam que aspectos negativos nas redes sociais seriam suficientes para desclassificar um candidato. Mais uma prova de que, hoje, isolar o seu papel profissional do pessoal é tarefa praticamente impossível. Se a sua imagem ou postura transmite mensagens inconsistentes, as pessoas podem se sentir inseguras em relação a você e às suas entregas. Mais uma vez, coerência e consistência são importantes e se tornaram diferencial competitivo no mercado atual.