Plantão de polícia

Noticiário policial produzido pela equipe do Portal Bem Paraná

Publicidade
Plantão de polícia

Preso no Uberaba suspeito de invadir igreja e matar homem no meio de culto

Preso no Uberaba suspeito de invadir igreja e matar homem no meio de culto
(Foto: Polícia Civil)

Equipes do Centro de Operações Policiais Especiais do Paraná (Cope), realizaram uma operação em conjunta com a Divisão de Investigações Criminais (DIC) de Santa Catarina, que terminou no cumprimento de madando de prisão de um homem, de 21 anos, suspeito de ser um dos quatro autores do homicídio que vitimou Alexandre Alexandre Lemes dos Santos (33 anos), no dia 17 de junho de 2018, em Chapecó/SC. A prisão aconteceu na Vila Icaraí, no bairro bairro Uberaba, em Curitiba. 

Segundo a investigação, a vítima foi perseguida e morta por quatro indivíduos no interior de uma igreja, no momento em que se realizava um culto, sendo então alvejada com pelo menos cinco disparos de arma de fogo e golpes de facão. Ainda de acordo com ainda com as informações da polícia, o intuito dos suspeitos era decapitar a vítima. 

“Através da troca de informações e da integração operacional com a DIC, conseguimos prender esse homem suspeito desse crime bárbaro. Os outros elementos também já identificados. Consta ainda que a motivação desta morte seria originado na disputa de poder entre duas facções criminosas que atuam de forma conflitante no estado de Santa Catarina”, explicou o delegado-titular do Cope, Rodrigo Brown. 

Após ser localizado, o indivíduo foi conduzido para o Cope para o cumprimento das formalidades legais, permanecendo detido à disposição do Poder Judiciário e aguardando transferência para Santa Catarina para ser processado e julgado por homicídio qualificado.

Para o delegado Rodrigo Brown o resultado de trabalhos como esse, realizados em conjunto entre as polícias civis sempre termina de forma positiva contra o crime organizado. “A integração e cooperação entre as polícias civis é muito importante na elucidação de crimes e prisão de marginais que não respeitam as fronteiras”, conclui.

DESTAQUES DOS EDITORES