• 09/10/2018

    Rossoni atribui derrota a denúncia do MP na 'Quadro Negro': 'me transformaram num ladrão"

    Rossoni atribui derrota a denúncia do MP na 'Quadro Negro': 'me transformaram num ladrão
    (Foto: Sandro Nascimento/Alep)

    O deputado federal e ex-chefe da Casa Civil do governo Beto Richa, Valdir Rossoni (PSDB) – que não conseguiu se reeleger para a Câmara – atribuiu a derrota à denúncia apresentada pelo Ministério Público Estadual no último dia 1º, sob acusação de envolvimento no esquema de desvio de recursos para construção e reformas de escolas públicas investigado na operação Quadro Negro. Na ação, o MP acusa Rossoni, o ex-governador Beto Richa (PSDB) e o deputado estadual e primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, Plauto Miró Guimaraes (DEM) e outras nove pessoas de improbidade administrativa em ação que corre na 5.ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba. As investigações têm como base as delações premiadas do dono da Construtora Valor, Eduardo Lopez de Souza e do ex-diretor-geral da Secretaria de Educação, Maurício Fanini, e apura desvios de R$ 20 milhões entre 2012 e 2015.

    De acordo com a denúncia, Richa alterou o sistema de controle e fiscalização das obras, transferindo-o da Secretaria de Obras para a Secretaria da Educação e diretamente para o órgão executor dos convênios de construção – a Superintendência de Desenvolvimento da Educação (Sude), sob a diretoria de Maurício Fanini, também delator da operação. Segundo o MP, o dono da Valor foi orientado por Fanini a oferecer descontos nas licitações, para depois obter aditivos contratuais, mesmo sem a realização das obras. Parte do dinheiro obtido com os aditivos seriam desviados para 'caixa 2' de campanha de Richa e seu grupo político, afirmam os promotores. Rossoni e Plauto participariam do esquema negociando com o governo a concesão dos aditivos

    “Miró e Rossoni providenciavam a entrada de recursos nos cofres do Poder Executivo – exercendo pressão sobre os setores competentes (mesmo que por interpostas pessoas) sob a promessa de que receberiam contrapartida financeira para isso”, aponta o MP na denúncia.

    Rossoni – que foi presidente da Assembleia entre 2011 e 2014, e deixou a Casa Civil do governo em abril para disputar a reeleição para a Câmara – teve 72.096 votos e não se reelegeu. Em 2014, ele havia sido o terceiro mais votado para deputado federal no Paraná, com 177.324 votos.

    Em textos publicados em sua página no Facebook após a derrota, o tucano diz que sua campanha foi derrubada pela denúncia do MP e também culpa a imprensa pelo resultado. “Eu entendo o povo nessa eleição, mas sinceramente não entendo o Ministério Público, que faz uma denúncia com base em suposições, levando em conta o que um delator bandido falou, que entregou dinheiro para um terceiro e que este terceiro deu a metade pra mim. Me transformaram num ladrão. Após 5 anos investigando, justamente na hora, na semana da eleição apresentam uma denúncia contra mim. A Globo só dá ouvidos ao bandido e produz uma novela que, claro, faz o povo acreditar”, alegou.

    O deputado garante acreditar que será inocentado pela Justiça, mas que isso deve demorar alguns anos. “Não tenho medo da Justiça. O que aterroriza é a injustiça praticada por aqueles que julgam assistindo a Globo, que tem poder de influenciar no resultado de uma eleição”, alega.

    “Hoje sou visto injustamente pela sociedade como um ladrão. Aliás, meu patrimônio hoje é muito menor do que era 10 anos atrás”, afirma Rossoni. “Não perdi somente a eleição. Muito mais que isso, perdi minha honra, que é meu maior bem. Volto ao trabalho na minha indústria, que deixei para me dedicar à vida pública”, desabafou o tucano.

     

  • 09/10/2018

    TRE diz que votos de urna com problema em Curitiba foram computados

    TRE diz que votos de urna com problema em Curitiba foram computados
    (Foto: Arquivo/Agência Brasil/Fabio Rodrigues Pozzebom)

    O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE/PR) divulgou hoje nota desmentindo vídeo divulgado no domingo que viralizou na internet, apontando que cinco eleitores não teriam conseguido confirmar seus votos para presidente da República, em uma urna da seção eleitoral nº 664 da 1ª Zona Eleitoral de Curitiba localizada no Colégio Positivo Júnior.

    Na nota, o TRE afirma garante “que os votos manifestados pelos eleitores, inclusive para presidente, foram computados e registrados nos respectivos Boletins de Urna, já disponíveis nos Cartórios Eleitorais, bem como na página da internet do TSE em até 3 dias após o encerramento da totalização em cada unidade da Federação”. Segundo o órgão, “falhas técnicas das urnas eletrônicas ensejam, como procedimento padrão, sua substituição por urnas de contingência, previamente preparadas, testadas e lacradas pela Justiça Eleitoral”. Em relação à urna em questão, o tribunal aponta que “a Justiça Eleitoral procederá a devida apuração e identificação de eventual falha na urna eletrônica”.

    Ainda de acordo com a nota, “houve o registro na Ata da Mesa Receptora de votos de 05 eleitores afirmando ter ocorrido esse problema, e que ensejou a impugnação da urna e publicação de vídeo com grande repercussão nas mídias sociais, constata-se do respectivo Boletim de Urna que foram computados para presidente todos os votos dos eleitores que compareceram à seção eleitoral, não havendo nenhum voto nulo registrado. A apuração dos fatos já está sendo realizada pelo Tribunal”.

     

  • 08/10/2018

    Inconformado com número de votos do pai em Guaratuba, prefeito ameaça demissão em massa

    Inconformado com número de votos do pai em Guaratuba, prefeito ameaça demissão em massa
    (Foto: Arquivo/Agência Brasil/Fabio Rodrigues Pozzebom)

    Inconformado com o número de votos do pai Nelson Justus (DEM), reeleito deputado estadual, o prefeito de Guaratuba, no Litoral paranaense, Roberto Justus (DEM), ameaçou nesta segunda (8) demitir todos os comissionados da Prefeitura em áudio encaminhado aos colaboradores. Roberto se disse inconformado com os apenas 3.266 votos que o pai recebeu na cidade, que conta com 23.920 eleitores. No aúdio, ele afirmou que diante da votação baixa do pai no município precisava repensar a administração da cidade e por isso mandaria todos os comissionados embora.  "Na condição de prefeito e cabo eleitoral de Nelson Justus, preciso repensar nosso trabalho e nossa gestão, Por conta disso, resolvi exonerar todos os secretários, todos os cargos comissionados, do CC1 ao CC4. Vou pensar aonde que nós erramos. Porque a população não aprova o nosso trabalho, o trabalho de vocês, Vou montar um novo grupo, um novo plano de governo. Muito obrigado mesmo, sem nenhum tipo de mágoa. É uma mudança de rumo. Hoje vou publicar um decreto e vou avaliar muito cautelosamento todas as nomeações daqui pra frente", diz o prefeito de Guaratuba no áudio. 

    Na noite desta segunda (8), no entanto, Roberto Justus publicou no Facebook um depoimento, no qual volta atrás sobre as demissões e pede desculpas por `desabar`. "Hoje fui confrontado com minha própria condição humana, senti a dor de um filho que vê seu pai ser injustiçado e desabafei... E ao desabafar feri pessoas que não gostaria que fossem feridas, por isso venho aqui me retratar e me desculpar.  No meu olhar de filho, ao ver os resultados das urnas deste ano, entendi que ele deveria ter conseguido muito mais votos de nossa cidade. Mas sua votação aqui foi de 3.266 votos. Essa ausência de reconhecimento nas urnas me feriu", disse ele.

    "O resultado também me fez pensar que estaria sugerindo uma reprovação à minha atuação na prefeitura. Por isso gravei um áudio para os meus secretários falando em mudança de rumos e demissões em massa, o que não vai ocorrer", garantiu.

    Nelson Justus foi reeleito com 38.349 votos e o único deputado eleito na região do Litoral do Paraná. 

     

  • 08/10/2018

    Ratinho Jr defende fim de brigas políticas e 'governo de união' para atrair recursos federais

    Ratinho Jr defende fim de brigas políticas e 'governo de união' para atrair recursos federais
    (Foto: Rodrigo Félix Leal/divulgação)

    O governador eleito Ratinho Júnior (PSD) afirmou hoje, um dia após sua vitória no primeiro turno, que pretende fazer um governo de união, com o apoio da bancada federal e dos dois novos senadores eleitos, Oriovisto Guimarães (Pode) e Flávio Arns (Rede), para que o Paraná ganhe força política para trazer mais recursos federais para investimentos no Estado. Ratinho Jr disse que as brigas políticas entre governadores e senadores, nas últimas décadas, foram “uma tragédia para o Estado”, e avaliou que a derrota do senador Roberto Requião (MDB) e do ex-governador Beto Richa (PSDB) na eleição para o Senado mostra que a população está cansada desse tipo de política.

    “Vou procurar essa semana inclusive (os novos senadores). É possível. O gesto de união. Me dou muito bem com os dois (Oriovisto e Arns). Chegou um novo momento para o Estado do Paraná”, disse Ratinho Jr, afirmando que no passado, governadores e senadores “nunca se falaram”, o que prejudicou a articulação política do Estado junto à União. “Vocês já viram uma reunião nos últimos quinze anos do governador com os senadores? Isso é muito ruim, é trágico para o Estado. Eu quero a cada 30, 40 dias estar em Brasília, se reunir com a bancada. Brasília é força política. Quando você se chega com um ministro, o governador com dois senadores, 30 deputados, isso tem peso na decisão do ministro em trazer recursos para o Estado. Nós temos que usar essa força”, defendeu. “O Paraná perdeu muito tempo. O Rio Grande do Sul recebeu quatro vezes mais recursos que o Paraná nos últimos quatro anos”, destacou.

    Derrotados - “Se você analisar o cenário nacional, os políticos tradicionais, que tiveram a sua importância, mas todos eles acabaram; no Maranhão, a família Sarney, a governadora perdeu e o irmão perdeu para senador. Vários estados aconteceu. Hoje as pessoas querem um conceito de governo, da política. Esse negócio da pessoa fazer da política uma profissão, as pessoas não querem mais”, disse o governador eleito, sobre a derrota de Requião e Richa.

    Prefeitos - O governador eleito também afirmou que pretende manter o mesmo tipo de relacionamento com os prefeitos, inclusive com Rafael Greca (PMN), de Curitiba, que na eleição para o governo apoiou a candidatura à reeleição da governadora Cida Borghetti (PP). “Eu tenho consciência do momento que estamos vivendo. O Paraná sofreu demais com brigas políticas. Nos últimos 20, 30 anos, os senadores não falavam com o governador, o governador não falava com os senadores. A bancada não de deputados não era unida. Isso tem que acabar. Eu quero fazer um governo de União. Unir os paranaenses em torno de um projeto para melhorar a vida das pessoas”, explicou. “Quando eu falo que é possível fazer um governo moderno, não é só na tecnologia. É nas atitudes, de você unir. Eu quero sentar já essa semana com os dois senadores eleitos pelo Paraná, Oriovisto e Flávio Arns, que são duas pessoas de bem, sérias, apaixonadas pelo Paraná. Quero falar com todos os prefeitos. É um governo de união. Vamos trabalhar muito por Curitiba, independente se o prefeito esteve comigo”, garantiu.

    Transição - Ratinho Jr disse que já conversou com a governadora, e deve se reunir com ela nos próximos dias para montar a equipe de transição. “A parte que mais preocupa é a questão das finanças. Nós sabemos que o Paraná arrecada R$ 59 bilhões, mas gasta R$ 59,5 bilhões. Então existe um defictizinho ainda. Está equilibrado, mas não tem gordura para gastar”, explicou.

     

  • 08/10/2018

    Beto Richa não descarta encerrar carreira política e sinaliza apoio a Bolsonaro

    Beto Richa não descarta encerrar carreira política e sinaliza apoio a Bolsonaro
    (Foto: Geraldo Bubniak)

    Derrotado na eleição para o Senado, o ex-governador Beto Richa (PSDB) afirmou hoje que não descarta encerrar sua carreira política. Ele voltou a atribuir a derrota à sua prisão na operação Rádio Patrulha, que investiga suspeita de fraudes em licitações para obras em estradas rurais. Afirmou ainda ter sido vítima da “onda de mudança” que beneficiou o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) e seus aliados. Apesar disso, confirmou a intenção de apoiar Bolsonaro no segundo turno contra Fernando Haddad (PT).

    Richa teve 377.834 votos para o Senado, ou 3,73%, ficando com a sexta votação, atrás dos eleitos Professor Oriovisto (PODE) com 2.957.135 votos,  (29,17 %); Flavio Arns (REDE) com 2.331.696 (23%), Roberto Requião (MDB) com 1.528.204 (15,08%), o deputado federal Alex Canziani (PTB) com 1.304.600 (12,87%), e a ex-vice-prefeita de Curitiba, Mirian Gonçalves (PT), com 599.878 (5,92%). Oriovisto e Arns foram eleitos, deixando tucano e Requião fora. 

    “Eu acho que não só aqui, no Brasil inteiro, surpreendeu a todos. Teve uma grande onda de mudança. Nomes novos foram privilegiados nesta eleição. Muito voto também de protesto a tudo o que está aí, uma grande renovação. Eu analisando com muitas pessoas, a própria imprensa, não imaginava uma renovação tão grande”, considerou. “O PSDB teve um péssimo desempenho no Brasil inteiro. Até pelo desgaste de estar no poder por vários mandatos. Um grande onda de mudança no Brasil”, disse.

    “A vida do político é assim mesmo, altos e baixos. Eu preparei o meu espírito para esse momento”, apontou, afirmando ainda ter sido abandonado por prefeitos e deputados. “Não tenho nenhuma mágoa de prefeito, de deputados. Muitos deputados, a imensa maioria também me abandonou. Muito menos do eleitor. Como é que eu vou reclamar se eu tive quatro eleições muito bem sucedidas. A prefeitura de Curitiba, governo do Estado”, disse. “E culminou com o governo pedindo para não me apoiar. Os prefeitos que foram muito beneficiados no meu governo. E culminou com essa operação que teve uma vasta notícia em todos os veículos de comunicação”, apontou o tucano. “Isso me arrebentou junto aos eleitores e as lideranças que me apoiavam. Eu fiquei praticamente sozinho”, afirmou o ex-governador. “Ali foi a pá de cal na minha candidatura”, considerou.

    Richa admitiu ainda ter sofrido desgaste por causa do ajuste fiscal implantado em seu governo. Os fatores que eu reputo para essa nossa derrota. Dois mandatos. Dificilmente alguém sai bem no segundo mandato. O meu agravado pelo ajuste fiscal que gerou uma grande incompreensão. E isso me causou desgaste”, avaliou. “Estou muito tranquilo. Preparei meu espírito para esse momento. Vou analisar agora com serenidade. O benefício que eu tenho é que vou poder cuidar da minha vida. Só cuidei da vida dos paranaenses até então. Para frente vou avaliar que posicionamento posso tomar. Se continuo na política ou posso também avaliar a minha retirada da vida pública”, disse Richa.

     

    O tucano confirmou a intenção de apoiar Bolsonaro no segundo turno. Mas disse que só vai oficializar sua posição após a reunião da Executiva Nacional do PSDB, que deve acontecer nos próximos dias. “Nós vamos agora esperar sentar a poeira. Estamos ainda com o resultado recém-anunciado. E ver o rumo que vamos tomar. Qual é intenção dos deputados eleitos, reeleitos ou não. As nossas lideranças, a Executiva Estadual. Ver qual será o caminho a ser seguido”, disse. “É a minha tendência (apoiar Bolsonaro). Só não quero anunciar agora em respeito às reuniões que estão para acontecer nos próximos dias”, explicou.

  • 08/10/2018

    PSDB do Paraná não elege nenhum deputado federal e bancada na Assembleia cai de sete para três

    PSDB do Paraná não elege nenhum deputado federal e bancada na Assembleia cai de sete para três
    (Foto: Alep)

    A derrota da eleição do ex-governador Beto Richa  para o Senado não foi o único problema dos tucanos paranaenses. Neste domingo (7), o partido não elegeu nenhum deputado federal, nem mesmo os atuais parlamentares, Valdir Rossoni, Luiz Carlos Hauly e Alfredo Kaefer conseguiram se reeleger. 

    Na Assembleia Legislativa, o PSDB viu a bancada reduzir de sete para apenas três deputados, dois reeleitos - Ademar Traiano e Paulo Litro - e um novato, Michele Caputo. 

     

  • 08/10/2018

    Dos 19 vereadores de Curitiba que se candidataram a deputado, apenas Goura foi eleito

    Dos 19 vereadores de Curitiba que se candidataram a deputado, apenas Goura foi eleito
    (Foto: Chico Camargo/CMC)

    Dos 19 vereadores de Curitiba que se candidaram a deputado estadual ou federal nestas eleições, apenas um foi eleito. Goura (PDT) foi eleito deputado estadual com 37.366 votos; Quem assumirá a vaga de Goura na Câmara de Curitiba será Jonny Stica (PDT). 

    Curitibano, nascido em 1979,  Goura é professor de ioga, mestre em filosofia pela UFPR, casado, duas filhas, vegetariano, Jorge Brand, o Goura, ganhou este apelido na Índia.
     Seu nome está associado desde o início ao movimento cicloativista da cidade. Participou da fundação e dirigiu por dois períodos a CicloIguaçu, Associação de Ciclistas do Alto Iguaçu.

  • 07/10/2018

    Requião e Canziani elegem filhos; Beto Richa não consegue emplacar herdeiro

    Assim como o pai, Beto Richa (PSDB), que ficou longe de ser eleito senador, Marcello Richa (PSDB), com 20.021 votos, também não conseguiu uma vaga na Assembleia Legislativa. Ele, no entanto, foi um dos poucos `herdeiros`  que não conseguiram se garantir nas urnas.

    Ao contrário do pai, Roberto Requião (PMDB), que não se elegeu para o Senado, Requião (PMDB) se reelegeu para Assembleia com folga com os seus 82.652 votos. 

    Estreante na política, Luiza Canziani (PTB) se elegeu deputada federal com 90,249 votos para alegria de Alex Canziani (PTB), que não conseguiu emplacar no Senado, 

    Na categoria `filhos", Zeca Dirceu (PT), herdeiro de Zé |Dirceu, conseguiu se reeleger com 77.306 votos. 

  • 07/10/2018

    Deputado federal mais votado em Curitiba, Fruet declara independência no segundo turno

    Deputado federal mais votado em Curitiba, Fruet declara independência no segundo turno
    (Foto: Arquivo Bem Paraná)

    Com 110 mil votos, o ex-prefeito Gustavo Fruet  (PDT) foi o mais votado em Curitiba e o oitavo dentre os candidatos a deputado federal pelo Paraná. No quarto mandato na Câmara dos Deputados, Fruet já avisou que não vai apoiar nenhum dos dois candidatos a presidente no segundo turno, Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PDT). " Vim declarar independência em relno segundo turno. Quero cumprir o mandato no  no Congresso com autonomia sem depender do governo. O próximo governo terá trégua curta para crescer, mas esperamos que o Brasil não entre em uma nova crise", disse Fruet, em vídeo publicado no Facebook .

  • 07/10/2018

    Delegados, soldados e até coronel: paranaenses elegem nove deputados ligados à segurança pública

    Delegados, soldados e até coronel: paranaenses elegem nove deputados ligados à segurança pública
    (Foto: Reprodução)

    Resultado do ´efeito Bolsonaro`, chama a atenção na lista de deputados estaduais e federais eleitos no Paraná o número de políticos ligados à segurança pública: nove ao todo, somando delegados, soldados e até um coronel. Os dois deputados eleitos mais votados, aliás, são da área. Delegado Francischini (PSL) foi o estadual mais votado, com 427.627, e Sargento Fahur (PSD), com 314.960 votos, foi o deputado federal com mais adesão. 

    Veja a lista

    Deputados estaduais

    Delegado Francischini PSL 7,51% 427.627
    Delegado Jacovos PR 1,08% 61.307
    Delegado Fernando PSL 0,65% 36.937
    Coronel Lee PSL 1,02% 58.336
    Delegado Recalcatti PSD 0,62% 35.307
    Soldado Adriano Jose PV 0,59% 33.753
    Soldado Fruet PROS 0,62% 35.230
    Subtenente Everton PSL 0,23% 13.043

    Deputado federal
    Sargento Fahur (PSD) 314.960

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