• Ex-Titã relê obras do Rei e canções consagradas da carreira

    Nando Reis revisita Roberto Carlos no Teatro Positivo

    Nando Reis revisita Roberto Carlos no Teatro Positivo

    O ex-Titã, Nando Reis, estará em Curitiba na próxima sexta-feira (06 de setembro) para realizar apresentação da nova turnê “Esse Amor Sem Preconceito”. O show que acontecerá no Teatro Positivo vai mesclar canções de sua obra autoral e clássicos do cantor Roberto Carlos. Vale mencionar que o último álbum do Nando conta com releituras de composições do “Rei”

    O roteiro do show parte da ligação pessoal de Nando Reis com a música de Roberto Carlos. Para conectar a relação entre os dois compositores, a turnê foi batizada com verso da canção “Amada Amante” (Roberto Carlos/ Erasmo Carlos), primeiro single do novo trabalho de Nando Reis.

    Além das canções do Rei, Nando incluiu ainda seus grandes sucessos solo como “O Segundo Sol”, “Luz dos Olhos”, “Relicário”, “All Star” e outros. Várias das composições ficaram famosas na voz da cantora Cássia Eller.


    Data: 06/09/2019

    Abertura dos portões: 20h00

    Início do show (previsão): 21h15

    Atenção: os horários deste evento podem sofrer alterações na semana do show.

    Local: Teatro Positivo

    (Endereço: R. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 - Campo Comprido, Curitiba/PR)

    Ingressos disponíveis em bit.ly/NRRCcuritiba.

    Mais informações no: www.sinnersrockbeer.com.br

  • METAL

    Metal domina o underground no final de semana

    Metal domina o underground no final de semana
    Slammer tocará em dois festivais (Foto: DonnaUrsa Leth)

    O Metal vai dominar a cena underground em Curitiba e Araucária neste final de semana. No 92 Graus o Festival Living After Death reúne a banda catarinense Battalion, juntamente com o Thou Shall Not e a Slammer.

    A sonzeira começa a partir das 20 horas cm ingressos a R$ 15,00.

    No sábado (31), o Espaço Mion abre as portas para o 1º Hall Of Death, a partir das 15 horas, para receber as bandas Camos, Canifaz, Axecuter, Jailor e Slammer, em uma programação de arrebentar.

    O ingresso custa R$ 10,00 e o Espaço fica na Rodovia BR-476 – 2056, em Araucária.

    Mais informações no portal www.sinnersrockbeer.com.br 

  • Vocalista fará turnê brasileira em novembro

    Scott Stapp do Creed em Curitiba

    Scott Stapp do Creed em Curitiba

    Scott Stapp, vocalista da banda Creed, anunciou em suas redes sociais que vai fazer turnê que inclui México e Brasil no mês de novembro. Denominada “The Space Between The Shadows Tour”, para promover o terceiro disco solo que foi lançado recentemente, a excursão passará pela cidade de Curitiba no dia 13 de novembro.

    Vale mencionar que o cantor gravou com o Creed sucessos como "My Sacrifice", "Higher" e "One Last Breath".

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  • Guitarrista original do The Police , baterista dos Paralamas e ex-baixista do Barão Vermelho no Teatro Positivo

    Call The Police, projeto de Andy Summers, Barone e Rodrigo em Curitiba

    Call The Police, projeto de Andy Summers, Barone e Rodrigo em Curitiba

    Com informações da Assessoria de Imprensa

    Juntos em um mesmo palco, o guitarrista Andy Summers, do The Police, o baterista João Barone, dos Paralamas do Sucesso, e o baixista Rodrigo Santos, ex-Barão Vermelho, fazem um show dedicado à banda inglesa, batizado de Call The Police. A apresentação acontece nesta sexta-feira (30), no palco do Teatro Positivo. Os ingressos estão à venda a partir de R$70, via Disk Ingressos. A produção e realização são da RW7 Production & Entertainment.

    O repertório é recheado de hits como: “So Lonely”, “Every Breath You Take”, “Message in a Bottle”, “Driven To Tears”, Roxanne”, “Every Little Thing She Does Is Magic”, entre outras surpresas que o trio Summers/Santos/Barone, prepararam para a turnê.

    Call The Police

    O baixista, compositor e cantor Rodrigo Santos e o lendário guitarrista inglês Andy Summers, do The Police, se conheceram no Rio de Janeiro em 2014, por intermédio do empresário responsável pelo agenciamento de ambos. A partir daí iniciaram uma amizade musical que já se transformou em parceria e várias apresentações que mesclavam hits do The Police, do Barão Vermelho e da trajetória solo de Rodrigo Santos.

    Em 2017 Andy Summers e Rodrigo, convidaram João Barone (Paralamas do Sucesso), um dos mais renomados bateristas deste país para dividir o palco. Aliás foi o baterista quem sugeriu o título Call the Police.

    “É uma dádiva poder tocar e ser amigo de um ídolo de uma das maiores bandas da história. E esse cara está conosco, se divertindo, curtindo, querendo nos levar para vários países do mundo. Nos escolheu para sermos a turma oficial que vai rodar o planeta tocando The Police”, festeja Rodrigo.

    Serviço – Call The Police em Curitiba

    Quando: 30 de agosto de 2019 (sexta-feira)

    Local: Teatro Positivo (Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300)

    Horário: 21h15

    Ingressos: variam de R$70 (meia-entrada) a R$360 (inteira), de acordo com setor e modalidade escolhidos

    Setor Azul – R$70 (meia) e R$140 (inteira)

    Setor Laranja – R$90 (meia) e R$180 (inteira)

    Setor Verde Superior – R$110 (meia) e R$220 (inteira)

    Setor Verde Inferior – R$110 (meia) e R$220 (inteira)

    Setor Rosa – R$130 (meia) e R$260 (inteira) – ESGOTADO

    Setor Branco – R$180 (meia) e R$360 (inteira) – ESGOTADO

    Vendas: Disk Ingressos

    Forma de pagamento: Dinheiro | Cartão de Débito | Cartão de Crédito em até 4x com acréscimo

    Classificação Etária: Livre

    Realização: RW7 Production & Entertainment


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  • Fê Lemos prepara terceiro álbum do projeto Hotel Básico

    ENTREVISTA: Baterista do Capital Inicial desenvolve carreira na Música Eletrônica

    ENTREVISTA: Baterista do Capital Inicial desenvolve carreira na Música Eletrônica

    Dizer que o baterista Fê Lemos é uma figura histórica do rock brasileiro pode parecer clichê, mas em tempos de redes sociais, Fake News e informações cada vez mais desencontradas, torna-se relevante recordar. Fundador do Aborto Elétrico, ao lado do cantor e compositor Renato Russo, até hoje o músico é o responsável pelas baquetas do Capital Inicial. E paralelo ao ofício de integrar um dos grupos sobreviventes do rock nacional, com mais de 30 anos de trajetória, o baterista desenvolve uma consistente carreira na música eletrônica, que já prepara o terceiro álbum solo.

    Fê Lemos esteve em Curitiba no último sábado (24 de agosto) para tocar com o Capital Inicial no clube Curitibano e aproveitou para participar, também, do show do primeiro guitarrista da Legião Urbana, Kadu Lambach, no Sheridans Irish Pub, onde concedeu entrevista sobre sua carreira.

    O nome do projeto do batera é Hotel Básico, que começou em 2005, com lançamento de seu primeiro disco. No início, “Hotel Básico” era o nome do primeiro álbum solo do Fê e, em seguida, se tornou o nome do projeto que já gravou dois CDs.

    “O primeiro disco foi mais experimental. Estava começando a mexer com a linguagem nova de música eletrônica. No segundo procurei focar mais em canção com uma cantora, a Carol Mendes. O objetivo foi fazer canções utilizando a música eletrônica como base”, argumenta o músico, citando o disco “Amor Vagabundo”, que desenvolveu um lado mais pop e menos experimental.

    Em 2019, Fê Lemos já começa a elaborar o terceiro álbum do Hotel Básico com novos colaboradores e com a intenção de aprimorar o estilo. “Em um terceiro disco vou utilizar esta ideia do pop com o peso da música eletrônica de pista, com um passo adiante. Estou trabalhando com a cantora Mel Ravasio, que era da banda Lipstick. A Mel é uma garota romântica. Que tem um estilo bem de menina”, argumenta.

    Após gravar o primeiro álbum experimental e o segundo mais pop, o músico diz que é o momento de somar os elementos dos dois discos. “No começo experimentei bastante os recursos da música eletrônica, mas meu foco agora é fazer canção. Tenho os pés no rock dos anos 60 e 70, que nunca vou perder. Uso a eletrônica, mas quero canções, que as pessoas cantem o refrão. Com letras bacanas. Foi o que consegui no segundo disco. No próximo álbum, vamos fazer a alquimia destes elementos em um bom trabalho”, afirma Fê que pretende soltar o novo álbum no início de 2020.

    Não é de agora que Fê tem fascínio pela música eletrônica. Ele começou a flertar com o estilo ainda na década de 1980. E com o pensamento pouco convencional de diversos músicos do rock, entende que a música eletrônica pode ser uma grande aliada do estilo. Para lembrar um pouco de como começou a se interessar pela eletrônica, o baterista citou os primeiros trabalhos do Capital Inicial que utilizou o gênero, em breve entrevista.

    O Capital Inicial já flertava com a música eletrônica desde os anos 80 e 90. Se não me engano a primeira vez foi no álbum “Todos os Lados”?

    Fê: Na verdade foi no disco anterior ‘Você Não Precisa Entender’. Este é um disco eletrônico. Que foi todo gravado praticamente no computador. Eu estava com uma bateria eletrônica. Naquela época era uma novidade muito grande. Foi em 1988. Eu estava começando a compor. Consegui meu primeiro sampler e primeiro sequenciador no final de 1987. Quem muito trouxe estes elementos foi o tecladista da banda na época, Bozo Barretti. Era ume época que teve o verão do amor na Inglaterra, da música do New Order, o Synthpop do Depeche Mode. O Capital nesta época foi muito influenciado. É o disco do Capital mais eletrônico.

    Além do significado do álbum “Você Não Precisa Entender”, Fê ainda analisou outros discos do Capital Inicial dos Anos 80 e 90 que receberam influências da música eletrônica

    Fê: No álbum ‘Independência’ (1987) já tem uma música chamada ‘Espelho no Elevador’, com letra minha, que o Bozo Barretti traz um flerte neste sentido, fugindo um pouco do punk rock do primeiro disco. No quarto álbum ‘Todos os Lados’ (1990) tem ‘Vênus em Pedaços’ que é totalmente eletrônica com samples de filme pornô e a canção ‘Mambo Club’ que programei a bateria eletrônica. Era uma influência minha na banda, já tinha a bateria de pads. No álbum seguinte, o ‘Eletricidade’, na música ‘Chuva’, minha e do Bozo, fiz a programação de baixo, de teclado. Criei aquele groove da música. Só que em seguida o Capital se separou e, quando voltou, optei em dedicar meu esforço criativo ao projeto Hotel Básico.

    Geralmente nas bandas de rock, o baterista tem um pouco de preconceito com a música eletrônica, com a afirmação de que é a máquina substituindo o músico. Pelo jeito você tem uma visão diferente...

    Fê: A bateria eletrônica não substitui. Ela agrega. Quando vou programar, eu toco a bateria. É uma opção minha. Estamos no século XXI e a distinção do que é acústico ou eletrônico está cada vez mais cinzenta. Estas áreas vêm se misturando. A ideia da banda de rock tradicional da década de 70, hoje ficou na história. O que importa é criar uma música que o público se identifique. É importante pegar elementos e fazer uma coisa sua, misturar em um caldeirão. A música tem que ser original. Eu gosto de misturar bateria acústica com eletrônica. As possibilitadas são ilimitadas. Tá na hora de perder esse pudor.


    Entrevista: André Molina

    Foto: Divulgação

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  • Ópera de Arame contou com Flausino e Sideral cantam Cazuza

    Lançamento do Prime Rock Brasil 2019 com Dinho Ouro Preto, Rogério Flausino e Thedy Corrêa

    Lançamento do Prime Rock Brasil 2019 com Dinho Ouro Preto, Rogério Flausino e Thedy Corrêa

    A Ópera de Arame recebeu nesta terça-feira (20 de agosto) a festa de lançamento do Prime Rock Brasil 2019, que acontecerá na Pedreira Paulo Leminski no dia 07 de dezembro e contará com Capital Inicial, Nenhum de Nós, Biquini Cavadão, Dado Villa Lobos e Marcelo Bonfá tocando Legião Urbana e duas outras atrações.

    Da mesma maneira que foi o evento de 2018, o festival vai celebrar o rock nacional com expoentes do estilo e deverá lotar o Parque das Pedreiras. Em 2019, além de Curitiba, o espetáculo está sendo realizado também em outras capitais brasileiras.

    Estiveram no lançamento alguns músicos que participarão do show de 2019 e participaram da edição de 2018, como Dinho Ouro Preto (vocalista do Capital Inicial), Rogério Flausino (cantor do Jota Quest) e Thedy Corrêa (vocalista do Nenhum de Nós), além de autoridades como o prefeito de Curitiba, Rafael Greca, empresários e produtores envolvidos na realização do festival.

    Aberto a convidados, o lançamento contou com o show “Flausino e Sideral Cantam Cazuza”, que expôs um tributo honesto ao grande poeta do rock carioca e brasileiro. Em seguida, houve homenagem ao cantor Renato Russo, com a participação de Dinho e Thedy.

    Para o cantor Dinho Ouro Preto, o festival celebra a importância do rock nacional no cenário da MPB. “O grande trunfo é que hoje o rock brasileiro faz parte da música popular brasileira. Em qualquer lugar do Brasil toca rock nacional. Não podíamos imaginar um festival como esse quase 40 anos depois. O rock que fazíamos, até ser gravado, demonstrava que estávamos nas trincheiras. Hoje podem nos olhar como uma banda comercial, mas éramos as bandas indies. Muito mais radical. Não tínhamos rádios, festivais. Estas mesmas músicas da primeira fase do Capital, mostramos para as gravadoras e ninguém quis gravar. Com Legião, Ira! e Titãs foi igual. Cinco anos depois foram gravadas e se tornaram o que são hoje. Não foram feitas com propósito comercial. Não existia proposito comercial no Brasil. De repente encontramos ressonância na garotada por causa das letras”, argumentou Dinho, em entrevista.

    Rogério Flausino, que cantou na primeira edição do festival em 2018 com o Jota Quest, falou sobre o fato de participar, sendo de uma geração posterior ao da década de 80. Vale recordar que o Jota Quest surgiu no cenário na década de 90. “É um privilégio. Eu sou fã destes caras. Estou aqui hoje porque quando tinha 13 anos de idade eu vi o rock brasileiro nascendo, vi as bandas tocando no programa do Chacrinha, fazendo playback e de repente no palco do Rock in Rio, em 1985. Eu e um monte de moleques ficamos desesperados e montamos bandas. Hoje estamos aqui comemorando o sucesso que tivemos ano passado na Pedreira, com seis bandas e shows lotados, em um lugar tão clássico”, argumentou.

    Thedy Corrêa, do Nenhum de Nós, que foi o mestre de cerimônias do evento de lançamento destacou a oportunidade de participar da segunda edição. “Estou muito satisfeito por fazer parte deste festival. Será nossa primeira vez neste grande evento que celebra o rock nacional. Um festival de grande importância para o Nenhum de Nós. É admirável que depois de 30 anos temos um festival deste porte, com atrações do rock brasileiro”, disse.


    Valor dos Ingressos no Disk Ingressos

    Clube Diskingressos&Uningressos

    R$125,00

    R$10,00

    R$135,00

    Clube Prime

    R$125,00

    R$10,00

    R$135,00

    Doador de Sangue

    R$125,00

    R$10,00

    R$135,00

    Estudante

    R$125,00

    R$10,00

    R$135,00

    Id Jovem

    R$125,00

    R$10,00

    R$135,00

    Idoso

    R$125,00

    R$10,00

    R$135,00

    PNE - PCD

    R$125,00

    R$10,00

    R$135,00

    Portador de Câncer

    R$125,00

    R$10,00

    R$135,00

    Professor

    R$125,00

    R$10,00

    R$135,00

    Inteira

    R$250,00

    R$10,00

    R$260,00

  • Kiko Loureiro vai se apresentar em Trio

    Guitarrista do Megadeth no Hard Rock Cafe Curitiba

    Guitarrista do Megadeth no Hard Rock Cafe Curitiba

     

    Ex-guitarrista do Angra e atualmente no Megadeth, o músico Kiko Loureiro dá uma pausa nos trabalhos com Dave Mustaine para se apresentar no Hard Rock Cafe Curitiba no dia 28 de agosto, com o seu trio. A casa por enquanto só confirmou a data, sem detalhar os valores dos ingressos e o set list a ser apresentado pelos músicos.

    Vale dizer que Kiko Loureiro se tornou conhecido por ser um dos fundadores da banda brasileira Angra no início da década de 1990, ao lado do lendário André Matos e do guitarrista companheiro Rafael Bittencourt.

    Depois de se consagrar no cenário nacional e internacional durante anos com o Angra, Kiko foi convidado pelo guitarrista Dave Mustaine a fazer parte do Megadeth, onde gravou o álbum Dystopia em 2015, vencedor do Grammy, maior prêmio da música.

    Ao lado do Metallica, o Megadeth é um dos maiores expoentes do Thrash Metal internacional.


    Mais informações no www.sinnersrockbeer.com.br

    Na foto: Kiko Loureiro é o primeiro à direita

     

  • Evento contará com 10 bandas

    Exylle celebra 5 anos com festival no Hangar

    Exylle celebra 5 anos com festival no Hangar

    Informações com Assessoria de Imprensa

    O
    Hangar - A Casa do Ócio, espaço cultural alternativo da cidade de Curitiba, abrirá suas portas para o festival organizado pela banda Exylle. O grupo celebra seus 5 anos de carreira com duas noites - sexta-feira (23) e sábado (24) - de shows de bandas locais. Os ingressos para cada noite custam R$ 10, mas na venda antecipada o combo sai por R$ 15. Esses ingressos promocionais estão sendo vendidos pelas bandas, na loja Let's Rock e no Hangar.

    O Exylle lança oficialmente essa semana seu disco de estreia, autointitulado; o single "Burn Your Leaders" já está em todas as plataformas digitais. O grupo iniciou sua história em 2014, e com o lançamento do EP "Dead When Born By the Church", ganhou visibilidade no cenário local por fazer muitas apresentações ao vivo, principalmente no Paraná. A banda também tocou em festivais em Santa Catarina e dividiu o palco com grandes nomes do Metal brasileiro, como Flagelador, Whipstriker, Cemitério e Flesh Grinder.

    Programação

    O festival será dividido em duas partes, com cinco bandas se apresentando em cada noite. Confira o cronograma oficial.

     

    Sexta-feira (23/08)

    -Chubasa (20h)

    -Dead Sky Dawning (21h)

    -Hell Gun (22h)

    -Mercy Killing (23h)

    -Slammer (0h)

     

    Sábado (24/08)

    -Impested (20h)

    -Atrocitus (21h)

    -Violent Curse (22h)

    -Mustaphorius (23h)

    -Exylle (0h)

     

    SERVIÇO
    Exylle - Comemoração de 5 anos

    Datas: 23 e 24 de agosto de 2019 (sexta-feira e sábado)

    Local: Hangar - A Casa do Ócio

    Endereço: Al. Dr. Muricy, 1091 - Largo da Ordem

    Horário: 20h

    Ingressos: R$ 10 (por dia) ou R$ 15 (pacote para as 2 noites)

    Venda antecipada: Let's Rock, Hangar e com as bandas

    Evento: https://www.facebook.com/events/2320356751571382 

    Apoio: Quiat Produções, Pinhão Profano e Coletivo Santa Dinamite

  • Músico estará acompanhado de expoentes do rock nacional

    Sergio Britto dos Titãs no Claymore Highway

    Sergio Britto dos Titãs no Claymore Highway

    Sergio Britto, um dos compositores e vocalistas dos Titãs, estará em Curitiba para se apresentar no dia 22 de agosto, no Claymore Highway Bar. O músico terá como  banda os SPOILERS, formada por renomados instrumentistas do rock nacional: Bacalhau (Ultraje a Rigor), Martin (Pitty), Johnny (DeFalla), Emilio Carrera (Secos e Molhados) e Chuck Hipolitho (Vespas Mandarinas).

    A apresentação vai incluir 20 sucessos dos Titãs, como Epitáfio, Polícia, Sonífera Ilha, Homem Primata, É Preciso Saber Viver e outras.

    Ingressos estarão a venda no bar e no Alo Ingressos.


    Mais informações acesse: sinnersrockbeer.com.br



    https://www.facebook.com/events/594921477683039/

  • Viva Rock Latino vai envolver 12 países na disputa

    Hard Rock Cafe promove concurso para melhor banda da América Latina

    Hard Rock Cafe promove concurso para melhor banda da América Latina

    Informações com Assessoria de Imprensa

    As bandas selecionadas no campeonato Viva Rock Latino concorrem ao prêmio de 5 mil dólares

    O Hard Rock Cafe Curitiba recebe a partir desta semana o campeonato Viva Rock Latino, uma disputa entre músicos de toda a América Latina para eleger a melhor banda de rock do continente. Porém, o concurso tem uma exigência: o rock precisa ser em espanhol ou português. As inscrições para o Viva Rock Latino já estão abertas e devem ser feitas pelo site http://www.hardrock.com/promos/vivarocklatino.

    O Viva Rock Latino terá a participação de 12 países diferentes com batalhas em 21 unidades do Hard Rock de todo o continente. No Brasil, a unidade curitibana selecionará 10 bandas para apresentações entre os dias 1º e 11 de outubro, onde um júri composto por músicos e profissionais do segmento escolherão o grande campeão local que irá se apresentar na Pedreira Paulo Leminski, no palco Hard Rock, durante o Festival Rock´n´Road Curitiba, no dia 12 de outubro.

    Para conquistar o primeiro lugar do Viva Rock Latino, seis bandas duelam no dia 20 de outubro, quando sai o resultado final e o prêmio de 5 mil dólares.

    Segundo Brunno Kukulka, sócio diretor do Hard Rock Cafe Curitiba, o Viva Rock Latino é uma chance única das bandas brasileiras conquistarem o público internacional. “O Hard Rock coloca à disposição dos músicos a sua infraestrutura mundial, com toda a rede direcionada para as bandas desempenharem o seu melhor com o respaldo e a qualidade que só nós temos”, conta.

    A escolha do Hard Rock Cafe Curitiba para o evento é um reconhecimento ao sucesso da casa que desde a inauguração é uma das unidades com maior frequência de público e promove eventos que agregam valor para a cena rock nacional.

    Entre as regras do Viva Rock Latino, destaque para a interpretação de no mínimo três canções covers ou originais em português ou espanhol, ter no máximo cinco membros na banda e um dos integrantes precisa residir em um raio de 50 km do Hard Rock Cafe Curitiba.

    Mais informações no www.sinnersrockbeer.com.br

     

  • Em Curitiba, apresentação será no dia 23 de abril

    Greta Van Fleet e Ego Kill Talent abrirão shows do Metallica no Brasil

    Greta Van Fleet e Ego Kill Talent abrirão shows do Metallica no Brasil

    Apesar de muito se comentar que a banda de abertura dos shows do Metallica no Brasil seria o Ghost, a banda norte-americana divulgou em suas redes sociais, nesta quarta-feira (14 de agosto), que o grupo será o Greta Van Fleet. A turnê nacional conta com quatro datas: 21 de abril (Porto Alegre), 23 de abril (Curitiba), 25 de abril (São Paulo) e 27 de abril (Belo Horizonte). Na capital paranaense a apresentação acontecerá no Estádio Couto Pereira. A pré-venda exclusiva para clientes Cartão Elo será nos dias 20 e 21 de agosto. Ao público geral será dia 22 de agosto.

    Vale mencionar ainda que além do Greta Van Fleet, o evento contará também com a participação da banda brasileira Ego Kill Talent, que conta com o ex-baterista do Sepultura, Jean Dolabella, que gravou os álbuns A-lex e Kairos.

    Valores lote atual - Ingressos

    Meia entrada

    Pista R$ 200

    Pista premium R$ 375

    Cadeira social superior R$ 230

    Cadeira social inferior R$ 210

    Cadeira Pro Tork R$ 265

    Arquibancada R$ 145

    Inteira

    Pista R$ 400

    Pista premium R$ 750

    Cadeira Social Superior R$ 460

    Cadeira Social Inferior R$ 420

    Cadeira Pro Tork R$ 430

    Arquibancada R$ 290



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  • Show acontece no Hard Rock Cafe Curitiba

    Tributo ao Dream Theater com músicos do Angra será na faixa

    Tributo ao Dream Theater com músicos do Angra será na faixa

    Com o fim da extensa turnê do Angra, alguns integrantes já começam atividades em projetos paralelos. É o caso do baixista Felipe Andreoli e do guitarrista Marcelo Barbosa, que se uniram a Alirio Netto (vocal, Queen Extravaganza), Rodrigo Silveira (bateria, Andre Matos) e Daniel Santos (teclados, Scenes From a Dream) para trabalhar no projeto Dream Theater Tribute, que nasceu com o objetivo de ser uma distração para os músicos envolvidos de suas bandas principais.

    Com esta proposta, o grupo já marcou show no terceiro piso do Hard Rock Cafe Curitiba, no dia 17 de agosto (sábado), para executar na íntegra os consagrados álbuns “Awake” e “Images And Words”, do Dream Theater.

    Vale mencionar que com cadastro na página do facebook do Hard Rock Café Curitiba, o show será gratuito, sem necessidade de pagamento de ingresso, e com patrocínio da rádio Mundo Livre FM:

    https://www.facebook.com/events/2494612690602745/?ti=icl

    SERVIÇO

    Hard Rock Cafe Curitiba

    Sábado, 17 de agosto de 2019, 22:00

    Rua Buenos Aires, 50, 80250-070

  • Primeiro guitarrista da Legião Urbana e batera do Capital Inicial em parceria

    Kadu Lambach e Fê Lemos revisitam o Rock de Brasília no Sheridans

    Kadu Lambach e Fê Lemos revisitam o Rock de Brasília no Sheridans

    Kadu Lambach, primeiro guitarrista da Legião Urbana, estará com seu novo projeto “Banda Origem Legião” no Sheridans Pub para apresentar um set list com os maiores sucessos do grupo de Brasília como “Que País é Este”, “Geração Coca Cola”, “Tempo Perdido”, além de canções que faziam parte do repertório quando o músico integrava a banda de Renato Russo, como “Conexão Amazônica”, “Música Urbana II”, entre outras.

    Vale mencionar que a apresentação que acontecerá no dia 24 de agosto, às 20h30, contará com a participação muito especial do amigo Fê Lemos, baterista do Capital Inicial e um dos fundadores do Aborto Elétrico, banda embrionária do rock de Brasília.

    Ao lado de sucessos da Legião Urbana, do Capital Inicial e do Aborto Elétrico, serão apresentados ainda clássicos do rock brasiliense de nomes importantes como Plebe Rude, Raimundos e Cássia Eller.

    O tributo inédito ao rock de Brasília contará também com os músicos Matheus Masioli (Baixo / Teclados) e Edu Kardeal (Bateria).

    “Conseguimos montar um tributo autêntico ao rock de Brasília com a participação de pessoas que viveram a sua história. Na época jamais imaginávamos que aquelas canções que nós tocávamos em ensaios e apresentações despretensiosas para nossos amigos se tornariam clássicos do rock e da música brasileira. Será uma bela celebração. Com o apoio de grandes músicos de Curitiba, vamos tocar a origem da obra do Renato Russo”, afirma o guitarrista Kadu Lambach, um dos fundadores da Legião Urbana.


    Queimando baquetas

    Além da participação no show, o baterista do Capital Inicial, Fê Lemos, estará no Sheridans Pub também para a gravação do talk show “Queimando Baquetas” que ele disponibiliza no canal do YouTube chamado “Hotel Básico”. No programa, o músico faz entrevistas, apresenta um boteco escolhido nas cidades em que visita e apresenta uma nova banda.



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  • METAL

    Santuário Metal Fest traz MX para Curitiba

    Santuário Metal Fest traz MX para Curitiba
    MX apresenta A Circus Called Brazil (Foto: Reprodução - Facebook)

    O metal toma conta do palco do Hangar, em Curitiba (PR) nesta sexta-feira (2), no II Santuário Metal Fest.  A banda paulista de trash, MX, traz seu som pesado, após mais de uma década longe da capital.

    Com Circus Called Brazil, o MX mostra força e contestação em seu trabalho.

    O cast segue com as catarinenses Overblack (Blumenau) e Syn TZ (Balneário Camboriú), as paranaenses High Butcher e Tou Shall Not e a maranhense Alchimist.

    Para Eduardo Urso, um dos organizadores do festival, “o Santuário Metal Fest é uma idéia que surgiu nos anos 80 em 2016 pusemos em prática a primeira versão com as bandas Camos, Jailor, Hell Gun e Axecuter, agora demos um passo maior com bandas de outros estados e o MX como atração principal”, disse.

    Confira imagens e novidades do mundo rocker no site www.sinnersrockbeer.com.br

  • Grupo tocará na íntegra além de canções do último disco

    Dream Theater executará “Scenes From A Memory” em Curitiba

    Dream Theater executará “Scenes From A Memory” em Curitiba

    Quinto álbum de estúdio da banda, “Metropolis Pt. 2: Scenes from a Memory” foi um dos CDs mais aclamados do estilo (metal progressivo), lançado pelo Dream Theater, em 1999. Foi o primeiro disco com Jordan Rudess no teclado.

    E junto à divulgação do novo disco, “Distance Over Time”, o grupo estará em Curitiba no dia 08 de dezembro, na Ópera de Arame, para apresentar o trabalho na íntegra.

    Segundo a banda, “foi o primeiro registro conceitual, marca a estreia de Jordan Rudess”.

    Como de costume, a banda sustenta simpatia entre seus fãs por apresentar shows com repertórios diferentes, sem expor sempre seus sucessos habituais.


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  • Show será no Hard Rock Cafe Curitiba

    Estrelas do metal brasileiro em tributo ao Dream Theater

    Estrelas do metal brasileiro em tributo ao Dream Theater

    Com o fim da extensa turnê do Angra se aproximando, alguns integrantes já começam atividades em projetos paralelos. É o caso do baixista Felipe Andreoli e do guitarrista Marcelo Barbosa, que se uniram a Alirio Netto (vocal, Queen Extravaganza), Rodrigo Silveira (bateria, Andre Matos) e Daniel Santos (teclados, Scenes From a Dream) para trabalhar no projeto Dream Theater Tribute, que nasceu com o objetivo de ser uma distração para os músicos envolvidos de suas bandas principais.

    “Como fãs da banda, tocar as músicas do Dream Theater apresenta não só um desafio técnico, mas também diversão. Além da alegria de tocar músicas que marcaram suas trajetórias pessoais e profissionais. Em resumo, este é um grupo de cinco músicos apaixonados, fazendo um merecido tributo à música desta banda que é um dos grandes pilares do Rock Progressivo”, argumenta o grupo.

    Com esta proposta, o grupo já marcou show no terceiro piso do Hard Rock Cafe Curitiba, no dia 17 de agosto (sábado), para executar na íntegra os consagrados álbuns “Awake” e “Images And Words”, do Dream Theater.


    SERVIÇO

    Hard Rock Cafe Curitiba

    Sábado, 17 de agosto de 2019, 22:00

    Rua Buenos Aires, 50, 80250-070

    Ingressos · R$ 100 - R$ 150

    Mais informações no www.sinnersrockbeer.com.br

     

     

     

  • Symphony X chega ao Brasil em agosto para shows

    O álbum “The Divine Wings of Tragedy” definiu nosso estilo, afirma Michael Romeo

    O álbum “The Divine Wings of Tragedy” definiu nosso estilo, afirma Michael Romeo

    Em nova turnê no Brasil, banda prepara set list com canções de todos os discos

    A consagrada banda de metal progressivo Symphony X retorna ao Brasil no mês de agosto para duas apresentações. Criada pelo guitarrista Michael Romeo, a banda surgiu em New Jersey (EUA), na década de 1990 e, em mais de 20 anos, gravou discos cultuados como "The Divine Wings of Tragedy" (1997) e "Paradise Lost" (2007).

    Com show marcado em São Paulo (03 de agosto) e Limeira (04 de agosto) e produção da Top Link Music, o grupo vai expor seus maiores clássicos em versões inovadoras. Vale mencionar que seu último álbum de estúdio foi o “Underworld”, um dos preferidos do guitarrista e fundador, Michael Romeo.

    Antes de chegar ao Brasil, o guitarrista Michael Romeo concedeu entrevista com exclusividade para revelar o que espera das apresentações e dos fãs brasileiros, além de comentar a respeito da situação da indústria musical da atualidade.

    O Symphony X está prestes a chegar ao Brasil para realizar shows. Em relação ao repertório, o que a banda preparou para os fãs?

    Bem, fizemos uma pausa nos últimos dois anos, pois algumas coisas aconteceram. O primeiro é que Russ (vocalista) se envolveu em um trágico acidente e precisava de algum tempo. Além disso, alguns de nós trabalharam em material solo e outras coisas durante esse período, então algumas folgas foram boas para todos. Eventualmente as coisas se resolveram e começamos a conversar sobre planos para um novo CD ou um tour. Nós decidimos por uma turnê. Acho que todos nós sentimos a falta e ficamos empolgados em voltar a tocar de novo. Mas essa turnê não é uma 'turnê do Underworld'. Já que muito tempo se passou desde o lançamento. Então decidimos fazer uma ou duas músicas dos nossos vários álbuns ao longo dos anos. Um pouco de tudo. Foi legal poder escolher diferentes músicas de diferentes álbuns para o setlist. Eu acho que os fãs vão se divertir.

    Em suas apresentações no Brasil, qual análise a banda faz do público?

    Toda vez que estivemos lá, os fãs foram incríveis! Sempre muito apaixonados e entusiasmados. Sempre!

    O Symphony X é um dos pioneiros do metal progressivo. Como a banda vê o estilo nos dias de hoje? Existe uma maneira de desenvolver mais?

    Nós realmente não pensamos sobre essas coisas. Nós apenas fazemos o tipo de música que gostamos. Todos os álbuns que fazemos, nós damos 100% e sempre tentamos manter as coisas novas e empolgantes.

    Nesta situação de crise da indústria musical com música digital, a banda ainda pretende lançar álbuns?

    Bem, sim, a indústria está em um lugar ruim agora. É definitivamente muito mais difícil sobreviver. Quando uma banda que eu gosto lança novas músicas, eu sempre compro o CD. Eu sei que isso ajudará mais a banda em termos de dinheiro, e também permitirá que eles criem mais músicas boas no futuro. Infelizmente, a maioria das pessoas simplesmente não "compra" mais música, o que torna a criação de músicas novas e de qualidade cada vez mais difícil em termos de tempo e dinheiro.

    Listas de revistas e sites especializados frequentemente colocam o álbum “The Divine Wings of Tragedy” como uma das referências do gênero. Você concorda? Por quê?

    Embora não seja o meu favorito (Iconoclast e Underworld são meus favoritos), havia algo sobre esse álbum muito significativo para a banda na época. Eu acho que foi o fato de que, com esse CD, nós 'definimos' qual seria o nosso estilo. Tem um toque de tudo que ainda fazemos até hoje.

    O Symphony X tem a oportunidade de percorrer o mundo apresentando um estilo musical complexo. Além do Brasil, quais países adoram mais esse tipo de música?

    Tivemos a sorte de tocar para fãs de todo o mundo e, embora alguns expressem sua paixão pela música de maneiras diferentes, acho que os fãs desse estilo de música são muito dedicados... Não importa onde.

    Quais foram as principais influências da banda para elaborar sua música?

    Existem tantas influências diferentes que todos nós temos. Mas principalmente, todos nós crescemos com as mesmas coisas... Sabbath, Zeppelin, Priest, Maiden, Rush, etc. Gostamos de clássicos, jazz e outros estilos também. Mas com o passar do tempo, você incorpora todas essas coisas musicais que aprendeu e desenvolve seu próprio estilo e abordagem para escrever música. Eu sempre fui muito mente aberta sobre todos os tipos de música, você sempre pode aprender algo novo e usá-lo em seu próprio trabalho. Experimentar novas ideias e ser criativo. É isso que mantém o interesse.


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    Entrevista: André Molina

    Foto: Divulgação

     

     

  • Com 30 anos de carreira, trio apresentará canções consagradas

    Paralamas do Sucesso no Teatro Guaíra

    Paralamas do Sucesso no Teatro Guaíra

    Com realização da Prime, os Paralamas do Sucesso retornam a Curitiba, no próximo dia 27 de julho, para única apresentação no Teatro Guaíra. Na bagagem, os sucessos de todas as fases do grupo.

    Já se passaram três décadas desde o lançamento do disco de estreia Cinema Mudo (1983), mas a banda está muito longe de pendurar as chuteiras. Há quatro anos, lançaram a caixa “Paralamas do Sucesso 1983 – 2015”, uma coleção de 20 CDs com 18 álbuns e mais dois inéditos para a box. O trio fez uma releitura da bem sucedida carreira com o relançamento de todos os discos remasterizados.  

    O repertório deve incluir hits como “Alagados”, “Meu Erro”, "Lanterna dos Afogados", "Romance Ideal", "Ela Disse Adeus",  "Cuide Bem do Seu Amor", "Vital e Sua Moto", entre outras. Vale dizer que desde o primeiro álbum, o grupo conta com Herbert Vianna (guitarra e voz), Bi Ribeiro (baixo) e João Barone (bateria) na sua formação.

     

    SERVIÇO:

    OS PARALAMAS DO SUCESSO

    Quando: 27 de julho de 2019 (Sábado)

    Local: Teatro Guaíra - Auditório Bento Munhoz da Rocha Netto (R: Conselheiro Laurindo, s/n)

    Horários:

    Abertura do Teatro: 20h / Início do show: 21h15

    Duração do show: cerca de 90min

    Ingressos: variam de R$56,00 (meia-entrada) a R$236,00 (inteira), de acordo com o setor.

    Plateia Premium - R$236,00 (inteira) e R$121,00 (meia-entrada);

    Plateia A - R$216,00 (inteira) e R$111,00 (meia-entrada);

    Plateia B - R$196,00 (inteira) e R$101,00 (meia-entrada);

    1º Balcão A - R$166,00 (inteira) e R$86,00 (meia-entrada);

    1º Balcão B - R$146,00 (inteira) e R$76,00 (meia-entrada);

    2º Balcão A - R$126,00 (inteira) e R$66,00 (meia-entrada);

    2º Balcão B - R$106,00 (inteira) e R$56,00 (meia-entrada).



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  • Datas comemorativas já envolvem cidades como São Paulo e Curitiba

    O crescimento do “Dia do Rock” e o nascimento do “Dia do Metal” no Brasil

    O crescimento do “Dia do Rock” e o nascimento do “Dia do Metal” no Brasil

    Com o decorrer dos anos, de maneira despretensiosa, o “Dia Mundial do Rock ‘N Roll” começou a crescer no Brasil. Quem acompanhou a realização de eventos em várias cidades e a mobilização nas redes sociais no último sábado (13 de julho) pôde perceber.

    Há alguns anos, a data só era comentada e celebrada pelos admiradores do estilo. Em 2019, o “Dia Mundial do Rock” virou moda, arrastando pessoas para grandes shows, festas, comemorações em bares, praças e restaurantes. A tradição dos roqueiros de vestir a camisa preta de uma determinada banda se tornou regra até para os “não roqueiros”, como uma fantasia no feriado de Carnaval.

    Em duas cidades brasileiras com diversos adeptos do rock ‘n roll, a data comemorativa envolveu grande parte da população. Em São Paulo, com apoio da prefeitura, foi realizada a comemoração com grandes bandas da cena na Praça da República, de forma gratuita. O principal espetáculo foi o “Angra e Friends”, que reuniu pela primeira vez integrantes da banda com membros do Shaman e Viper. Três grupos fundados pelo músico e maestro André Matos, que faleceu no último dia 08 de junho, comovendo a nação roqueira brasileira e internacional.

    Para quem não sabe bem, André Matos ainda bem jovem fundou o Viper na década de 80, fez sucesso no Japão e, em seguida, montou Angra e Shaman, que fizeram inúmeras turnês pelo mundo e vendeu milhões de discos na Terra do Sol Nascente, países da Europa e Estados Unidos.

    A celebração emocionou público, que lotou a praça, e os membros da banda em cima do palco. No dia, o prefeito de São Paulo Bruno Covas anunciou o decreto de outra data comemorativa: o “Dia Municipal do Heavy Metal” no dia 08 de junho, em homenagem a André Matos, data de seu falecimento.

    Mais uma data para se tornar tradição e mobilizar admiradores. Na ocasião, prestigiou o evento também o deputado estadual do Paraná, Douglas Fabrício, que apresentou no estado projeto de Lei para inserir o “Dia Estadual do Heavy Metal” no calendário do Paraná, para também homenagear André Matos e incentivar realização de eventos do segmento no estado.

    Em outros estados, a iniciativa também vem recebendo propostas de parlamentares, como Goiás e Espírito Santo.

    Uma petição realizada via internet, que conta com mais de 42 mil assinaturas de fãs solicitando o “Dia do Metal”, motivou os políticos a apresentarem e votarem o projeto de Lei em cidades e estados.

    Em Curitiba, o “Dia Mundial do Rock” também mobilizou a juventude. Duas grandes casas de rock da cidade promoveram festas com celebração da data e arrastando multidões. O “Hard Rock Café” promoveu evento durante todo o dia destinado às famílias e aos jovens, com a participação de bandas da cidade, como Relespública, o guitarrista Edu Ardanuy (ex-Dr.Sin), a banda Malta, com tributo ao Queen, espaço destinado para crianças terem o primeiro contato com o instrumento e, também, acesso ao seu valoroso acervo de guitarras assinadas dos principais músicos do mundo. Um verdadeiro museu do rock em Curitiba.

    Com uma proposta mais de balada, o bar Crossroads promoveu o “Never Surrender: Dia Mundial do Rock ‘n Roll” na Usina 5, com uma grande estrutura de palcos, inúmeras bandas para executar variados subgêneros do rock ‘n roll, como Motorocker, Matanza Inc e Dead Fish, do meio dia até as cinco da manhã. Um verdadeiro Woodstock paranaense, mas com glamour de Rock In Rio. O festival curitibano atraiu mais de 10 mil pessoas e contou com mais de 30 toneladas em equipamento de som e iluminação.

    Fora os dois grandes eventos com dezenas de bandas, bares da cidade também realizaram suas festas do “Dia Mundial do Rock”, como Blood Rock Bar, Claymore, Tork ‘N Roll, que no dia anterior recebeu a consagrada banda paulista Ira!, e outras.

    Ainda no Paraná, cidades do interior também já começam a celebrar a data com eventos. Como Campo Mourão, por exemplo, que contou com um tributo ao AC/DC na Concha Acústica.

    Tanto na capital paranaense como na paulista, a data já está consagrada e agora as cidades começam a se dedicar para o “Dia do Heavy Metal” se tornar realidade.

    Com o dia 08 de junho como homenagem a André Matos, a data tem o apoio da banda Angra e de seu fundador e ex-parceiro de composições de André, o guitarrista Rafael Bittencourt, que se dedica para viabilizar projetos de inclusão do rock ‘n roll nas escolas, com objetivo de popularizar o estilo.

    Vale ainda mencionar que os projetos do “Dia do Metal” também contam com o apoio do empresário do mundo do rock, Paulo Baron, que teve papel importante na fundação do Shaman e na promoção da carreira do Angra.

    Muita gente diz que o “Dia Mundial do Rock” só é comemorado no Brasil, país este que tem sua tradição no samba e no sertanejo. Porém, já começa a entender o valor do rock como manifestação cultural, que movimenta a arte, o turismo e a economia.

    Importante ainda saber de onde vêm estas datas comemorativas. Vale lembrar sempre que o “Dia Mundial do Rock”, foi para homenagear o festival Live Aid, que com as maiores bandas de 1985, arrecadou fundos para combater a pobreza da África, e  repetir que o “Dia do Heavy Metal” no Brasil será para homenagear André Matos, figura única do estilo no país, que levou sua música para diversos países do globo.


    André Molina é jornalista político, musical e economista

    Foto: Lucas França, Festival do Crossroads, em Curitiba.

     

     

     

  • Baron: André Matos representa, para os fãs, cultura

    Empresário do Angra apoia “Dia Estadual do Heavy Metal” no Paraná

    Empresário do Angra apoia “Dia Estadual do Heavy Metal” no Paraná

    Paulo Baron, empresário da banda Angra, esteve na Assembleia Legislativa do Paraná nesta quarta-feira (10 de julho) para conhecer o projeto de Lei do deputado estadual Douglas Fabrício (CIDADANIA) que institui o “Dia Estadual do Heavy Metal” em 08 de junho, data do falecimento do cantor, compositor e maestro André Matos.

    Baron, também empresário do Shaman, é amigo pessoal do músico falecido André Matos, que foi líder das respectivas bandas com grande sucesso em países como Japão, Estados Unidos, Suécia e Alemanha, com milhões de álbuns vendidos e turnês realizadas.

    “André Matos representa, para os fãs, cultura. Ele foi formado maestro de música clássica. Tudo que ele aplicou na música tinha base erudita. Estas bandas, entre as maiores da América Latina, têm seguidores no mundo todo e seguem fazendo sucesso no Japão, Europa e Estados Unidos. Quando estive pela primeira vez em Curitiba, em 1993, a capital era reconhecida nacionalmente por ser experimental. Dizia-se que se uma banda fosse aceita no Paraná, seria aceita no país todo. O Dia Estadual do Heavy Metal me remete a esta época, de referência à cultura e qualidade musical. Se o projeto representa as pessoas que sentem esta música e dá expressão a elas, é muito válido”, falou Paulo Baron.

    Trajetória

    Vale mencionar que o mexicano Paulo Baron é um dos maiores empresários do rock internacional. Diretor da empresa Top Link, que já promoveu turnês e a carreira de consagradas bandas como Scorpions, Megadeth, Dream Theater, Saxon, Sepultura, Yes, Black Label Society, Nightwish, Misfits e outras.

    Recentemente, Baron lançou o livro "Rocking All My Dreams", que conta sua trajetória desde o início até a consagração no mundo do rock internacional. Entre os admiradores e especialistas do estilo, a obra está se tornando referência do empreendedorismo cultural e a mais vendida da editora que lançou.

    O projeto

    A proposta foi inspirada em uma petição de fãs do cantor publicada na internet solicitando a homenagem em âmbito nacional e conta com mais de 42 mil assinaturas. Depois de protocolada na Assembleia Legislativa do Paraná, o projeto foi para a Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) da Casa, e em seguida será apreciada em plenário pelos deputados.

    O projeto além de reconhecer a importância da obra do maestro André Matos, também valoriza o estado como um dos grandes celeiros do estilo no país, oportunizando uma data para promover a cultura, o turismo e a economia de um gênero admirado pela juventude brasileira.


    Foto: Assessoria de Imprensa da Assembleia Legislativa do Paraná

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