O rock em estado puro!

  • Longa-metragem conta a história da música pesada com as principais bandas da cena local

    Child O’ Flames participa do documentário Curitiba In Peso


    Com Assessoria de Imprensa

    Em fase avançada de produção de seu novo single, a banda Child O’ Flames registrou sua participação no documentário Curitiba In Peso – A História do Metal Coré-Etuba. O filme contará a história da cena da música pesada na capital paranaense, por meio de depoimentos dos principais grupos que ajudaram a escrever estes capítulos.

    “Ficamos muito honrados com o convite para participar deste projeto que valoriza a cena do metal curitibano, reforçando sua importância em âmbito nacional”, comenta o guitarrista Cesar Augusto, que gravou seus depoimentos com a equipe de produção do documentário.

    A Child O’ Flames lançará em breve um single inédito, para marcar a estreia de sua nova formação. Um dos mais importantes nomes da cena metal de Curitiba, o quinteto passou recentemente por uma reformulação, com as entradas do vocalista Thiago Acantara e do guitarrista Luis Ferraz. A Child O’ Flames em 2021 é formada pelos remanescentes Felipe Borges (bateria), Cesar Augusto (guitarra), Felipe Gusinski (baixo), além de Thiago e Luis.

    O último álbum da Child O’ Flames é A New Rising, de 2020, que figurou em listas de melhores lançamentos do ano. De nova cara, a banda de Curitiba foca em seu próximo disco, que já está sendo composto pelos músicos. Siga as redes sociais para acompanhar as novidades e se inscreva no canal do YouTube.


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  • "A Bigger Bang: Live On Copacabana Beach" terá edição em LP, CD, DVD e Blue Ray

    Gravado no Brasil, show com maior público dos Rolling Stones será lançado em álbum

    “A Bigger Bang: Live On Copacabana Beach” será finalmente lançado na íntegra no dia 09 de julho nos formatos DVD, Blue Ray, LP e CD, com som remixado, reeditado e remasterizado.

    Para quem esteve em Copacabana no dia 18 de fevereiro de 2006 nesta apresentação gratuita junto a aproximadamente 1,5 milhão de pessoas, este lançamento representa várias lembranças e o sentimento de ter participado de um dia histórico para o Rock ‘N Roll mundial.

    Além do álbum, um EP digital de 5 faixas será lançado no dia 28 de maio e, como parte do primeiro lançamento do Record Store Day, uma edição limitada de 10 ”em disco de fotos será lançado no dia 12 de junho – com Rain Fall Down (ao vivo na Praia de Copacabana) e Rough Justiça (viva em Salt Lake City).

    Vale dizer que em 2007 foi lançado o DVD “The Biggest Bang” com o show de Copacabana, mas com cortes. Neste edição especial dedicada somente para a apresentação de Copacabana, o álbum contará a gravação na íntegra.


    Números de Copacabana


    As estatísticas do público que esteve no concerto dos Rolling Stones variaram entre 1,2 milhão e 1,5 milhão de pessoas. Cerca de 10 mil policiais foram destacados para a segurança no período. O show custou US$ 2,5 milhões.

    O palco tinha 24 metros de altura, por 70 metros de largura. Havia 16 torres de som entre Copacabana e o Leme. Em sete delas foram colocados telões. Foi o maior público da trajetória dos Rolling Stones, desde 1964. O segundo maior público foi o lendário show no Hyde Park de Londres em 1969, para 500 mil pessoas. Além do público, o show marcou história porque o guitarrista original da banda, Brian Jones tinha morrido há dois dias. Foi a primeira apresentação do jovem substituto de 20 anos de idade, Mick Taylor, que antes de Brian morrer tinha acabado de assumir o posto.


    Assista ao trailer:
    https://youtu.be/gt-5STCnVd0

    Pré-venda:
    https://mercury-studios.lnk.to/TheRollingStonesABiggerBang

    Set List do show

    Infelizmente a banda não incluiu a canção “Gimme Shelter”. Grande ausência considerada por muitos fãs.

    – “Jumping Jack Flash”
    – “Its Only Rockn Roll”
    – “You Got Me Rock”
    – “Tumbling Dice”
    – “Oh no not you again”
    – “Wild Horses”
    – “Rain fall down”
    – “Midnight rambler”
    – “The night time is the right time”
    – “This place is empty”
    – “Happy”
    – “Miss You”

    – “Rough Justice”
    – “Get off of my cloud”
    – “Honky Tonk Woman”
    – “Sympathy For The Devil”
    – “Start Me Up”
    – “Brown Sugar”
    – “You Can’t Always Get What You Want”
    – “(I Can’t Get No) Satisfaction

  • Guiada pelo R&B, música inaugura sequência de lançamentos no 1º semestre de 2021

    Guma abre caminho para novo disco com a canção “Jugular”

    Com Assessoria de Imprensa


    Dando início a nova fase na carreira, três anos após o disco de estreia, Cais, a banda Guma (PE) lançou o single “Jugular”. A nova canção abre uma série de três lançamentos planejados para o início de 2021, consolidando um novo conceito para o segundo álbum do grupo. Em maio, “Jugular” ganha um videoclipe, dirigido pelo cineasta Felipe André Silva (Passou, Santa Monica e Cinema Contemporâneo) e incentivado pelo edital de Criação, Fruição e Difusão da Lei Aldir Blanc - LAB PE.

    Com linhas melódicas do R&B e do rock, “Jugular” passeia por referências como Cidadão Instigado (CE), o francês Serge Gainsbourg e chega até a Disney, com um refrão que lembra musicais como Hércules e Rei Leão. A canção apela ao universo pop, seja pela letra, que focaliza o amor romântico sob o ponto de vista de um narrador externo, ou pelas escolhas estéticas como amplo uso de sintetizadores e cordas. Visualmente, o conceito do próximo disco tem seu primeiro vislumbre através da ilustração futurista feita pela artista recifense Marila Cantuária.


    “A canção alia por um lado um aceno à música pop, pelos refrões e versos repetidos, e por outro um desejo de seguir experimentando, como na mistura entre o pop e R&B com a adição de instrumentos de percussão, como repique e cabaça”, sintetiza o guitarrista Carlos Filizola, que assina a produção da faixa.



    Desde o sucesso do clipe “Destilado” (2019), a banda passa a apostar no audiovisual. O convite ao diretor e roteirista Felipe André Silva traz às telas uma narrativa coreografada pelo dançarino Dante Olivier e dançada em parceria com Victor Lopes. Ainda este semestre, após o videoclipe de “Jugular”, Guma lança uma live session gravada no Hotel Central, locação histórica do Recife.

    Sobre o grupo

    Formada pelos músicos Katarina Nápoles (voz), Carlos Filizola (guitarra) e Caio Wallerstein (bateria), a Guma lançou em 2018 seu primeiro disco, Cais, com o qual circulou por festivais importantes como No Ar Coquetel Molotov, Rec’n’Play e Play The Movie. Em 2019, ainda se apresentou em Natal, Fortaleza, Limeira e São Paulo - dentro da programação da SIM São Paulo. 

    Durante o período de isolamento social, a banda lançou o single Braba (2020) e apresentou-se em lives como Festival Fico em Casa e ¼ Club. No início de 2021, o grupo ainda lança Terras de Aiocá, single com participação e produção da cantora e compositora Alessandra Leão, e uma live session inédita para a nova Paraíso Astral.

    Confira a canção:


    https://youtu.be/UPcNh5iZR0Y



  • Banda curitibana de punk/hardcore se prepara para o lançamento do novo álbum

    Banda punk Colligere lança a nova ‘Lugar Algum’

    Com Assessoria de Imprensa


    O último show da turnê do álbum “Palavra” não era o fim do Colligere, que retorna após 14 anos com o single ‘Lugar Algum’. A nova música reúne todos os elementos que fizeram – e fazem – desta banda curitibana ser alçada à referência no punk/hardcore sul-americano: velocidade, peso e intensidade, com letras desconcertantes e inteligentes.

    Ouça aqui: https://ps.onerpm.com/ColligereLugarAlgum.

    ‘Lugar Algum’ é plural em ideias e também na sonoridade, escolhida como primeiro single do próximo registro de estúdio (o quinto da carreira) por representar com fidelidade a nova etapa do Colligere. Uma natural e honesta continuidade do álbum Palavra, mas de uma forma mais madura e coesa.

    É uma música de detalhes, cada fragmento bem encaixado e pautada pela surpresa da pouca repetição, uma música sem começo, meio e fim. ‘Lugar Algum’ tem energia e nuances de agressividade entre melodias, tudo com muita precisão e cuidado.

    A banda é hoje formada por Brunno Covello (guitarra), Gabriel Covello (baixo), Artur Roman (guitarra), Rodrigo Ponce (vocal) e agora com Tiago Barbosa na bateria. Juntos, iniciaram ainda em janeiro de 2020 a produção das novas canções em São Paulo, no Estúdio Costella com os produtores Gabriel Zander (Zander e Radical Karma) e Cyro Sampaio (Menores Atos).

    A supervisão e olhar clínico de Gabriel e Cyro foram fundamentais para o que o Colligere apresenta em ‘Lugar Algum’ e que apresentará nas próximas músicas – mais dois singles estão confirmados para sair em maio e junho.

    Uma curiosidade: a primeira versão deste single abria com o habitual hardcore rápido da banda, mas um riff mais melódico foi encaixado ali nos primeiros momentos, um toque refinado dos produtores.

    “A banda deu um passo a diante, além do limite e fizemos algo diferente. Tivemos tempo de compor, o que nos possibilitou explorar detalhes nos instrumentos e vozes”, comenta o Colligere sobre ‘Lugar Algum’.

    ‘Lugar Algum’ é um lançamento da Flecha Discos com apoio da Powerline Music & Books.

  • Banda carioca fez o show de abertura para os suecos do Asteroid no Rio de Janeiro, em 2019

    Trio stoner Muladhara estreia com o single Pangea

    Com Assessoria de Imprensa

    O power trio stoner Muladhara solta via Abraxas Records o single Pangea, música instrumental com peso e passagens progressivas que antecede o lançamento do EP de estreia, Bender.

    Ouça Pangea aqui: https://ps.onerpm.com/1552834490.

    Pangea é um tema psicodélico e progressivo de oito minutos, com diversas passagens climáticas e pesadas. Uma viagem transcendental criada pela Muladhara pelo continente Pangea, o único do planeta Terra há cerca de 540 milhões de anos, quando todas as porções de terra que conhecemos hoje eram integrados.

    A ideia foi concebida pelo baterista Daniel Blanco, que sentia uma “grandeza” na música, uma “sensação de continuidade interminável que remetia a paisagens colossais que variavam de acordo com momentos calmos e explosivos da música”. Maezaka (baix0) e Francisco Carvalho (guitarra/voz) completam a banda.

    “O Francisco foi quem introduziu a banda Camel aos demais integrantes e foi paixão imediata. Ele sente que essa referência com certeza transpareceu em Pangea”.

    O início de Pangea é bem convidativo e vai despertar atenção até mesmo do público fora do nicho do rock psicodélico. “Pangea mostra bem como a nossa banda não se importa com as ‘fórmulas’ musicais convencionais. É uma faixa que mostra como a gente deixa as nossas músicas irem pra onde elas querem e só ficam prontas quando querem”, comentou o trio.

    Pangea, assim como o EP, que chega ao streaming em maio, foi gravado no estúdio ForestLab, no Rio de Janeiro, com o engenheiro de som Lisciel Franco, resistência e referência de gravação analógica no Brasil. Todas as músicas foram gravadas ao vivo e na fita com ajuda de equipamentos que o próprio Lisciel construiu à mão.

  • Com influências que vão da MPB ao jazz, compositor apresenta um disco de canções pop

    Dizperto é o álbum de estreia de Fernando Mascarenhas

    Informações com Assessoria de Imprensa

    Com um EP e dois singles já lançados como projeto solo, o compositor mineiro Fernando Mascarenhas lança seu primeiro álbum hoje (30) e traz o melhor do indie pop cancioneiro. Com raízes cravadas em 1966, quando os Beatles lançaram Rubber Soul e os Beach Boys responderam com Pet Sounds, Dizperto foi criado para quem gosta de ouvir um disco do início ao fim. Cada canção é um universo que se complementa no todo. Ouça: https://tratore.ffm.to/dizperto

    Como uma viagem entre influências da MPB, do jazz, do rock e até da música eletrônica, os acordes acabam reverberando uma sonoridade mineira, calcada nas criações de Lô Borges, Beto Guedes e toda a trupe do Clube da Esquina, movimento que nasceu nas esquinas do bairro Santa Tereza, onde Fernando vive em Belo Horizonte. As 14 músicas do álbum foram compostas por ele ao longo dos últimos cinco anos, desde que a banda da qual fazia parte, Paquiderme Escarlate, terminou. “Não foi simples me tornar um artista solo do dia pra noite, por isso o período de gestação do álbum foi relativamente longo. O que acabou contribuindo para que eu tivesse certeza de quando gravar. Decidi que meu primeiro álbum só sairia quando ele me fizesse sentir que poderia ser um clássico instantâneo em potencial”.

    Registrado durante a pandemia, o pontapé inicial foi quando ele compôs a faixa Dia 37, que abre o disco, no trigésimo sétimo dia de quarentena. “A introspecção forçada me fez perceber, quando compus essa música sobre a minha experiência no começo da quarentena, que várias canções que eu havia composto dois, três ou quatro anos atrás faziam sentido para a situação mundial em 2020. Isso me ajudou a escolher 14, dentre 20 cogitadas, pois se completavam e dialogavam entre si: todas elas, de alguma forma, têm um tema central, expresso pelo trocadilho do título”.

    Fernando fala ainda sobre a dificuldade de gravar um álbum em meio ao período de isolamento social, pois a gravação acabou acontecendo em casa. Para tanto, ele convidou o músico multi instrumentista Yuri Lopes para co-produzir com ele: “ele vestiu a camisa e é bastante responsável pela sonoridade da gravação, tanto quanto por tocar pelo menos um instrumento em todas faixas. Ficamos 25 dias seguidos quarentenados. Trabalhávamos cerca de 10/11 horas por dia, concebendo os arranjos juntos e experimentando novas sonoridades a todo momento. Foi especialmente interessante a experiência da imersão e de respirar isso 24 horas por dia durante quase um mês”, relembra.

    Faixa a faixa

    Dia 37, primeiro single lançado do disco, vem como um desabafo sobre a distância, a ausência e a solidão, e faz uma homenagem ao Arnaldo Baptista, “uma das minhas maiores influências”, afirma. E completa: “considero a faixa mais pesada do disco e a que tem a influência do jazz aparecendo de forma mais clara”.

    Mineiro da gema, Fernando já viveu em São Paulo e Cidade fala sobre esse período. Além disso, é uma das faixas mais políticas de Dizperto. “Expresso a minha sonoridade mais rock’n’roll, quase punk. A canção serviu para definirmos como soaria a bateria eletrônica presente no álbum todo”.

    Bilhete é a balada de amor do disco e talvez umas das mais explicitamente pop. Escrita em 2016, a motivação foi uma experiência de um namoro à distância, escrita para a atual namorada do artista. Mas, em meio a pandemia, com as relações pessoais vivendo uma espécie de quebra, fez total sentido estar no álbum. Já a sonoridade, Fernando foi buscar inspiração pelos hits de rádio, influenciado por Oasis e pelos conterrâneos do Skank.

    Na sequência vem Cigana, escrita em parceria com Bernardo Guerra, na Ilha de Boipeba (BA), em 2019. Como tema ela traz o esoterismo como ponto central e a consciência de unidade, como o encontro do rio com o mar. “Nela pude expressar toda minha admiração pela música brasileira, abusando da percussão flertando com a música criada no Nordeste, bossa nova e uma pitada de Liverpool”.

    A Barragem reforça o cunho político que se percebe ao longo do álbum. Como o nome sugere, a faixa traz para o primeiro plano a tragédia do rompimento das barragens em cidades de Minas Gerais. “Fala sobre o descaso que houve com as vidas perdidas e na letra há um diálogo com um empresário que ‘só queria lucrar’. A bateria foi executada para criar uma atmosfera industrial e a sonoridade mais pesada torna a aparecer, quase flertando com o metal”.

    Apontada por Fernando como “a canção mais mineira do álbum”, É Estranho traz na letra uma característica filosófica e, segundo o compositor, foi escrita como um consolo, para servir para quem estivesse passando por uma situação difícil. “Nesta música deixei ventar os ares do bairro Santa Tereza, onde vivo. E faço uma homenagem ao Clube da Esquina, em especial Milton e Lô com uma sonoridade que faz alusão às montanhas, seja a Serra do Curral e Belo Horizonte ou mesmo os andes, que tentamos traduzir em um solo de flautas”.

    Pernoite é inspirada “em uma vivência que tive de me perder no meio do mato”. E neste contexto, reflete sobre ter que se virar sozinho e o quanto isso pode ser libertador. Nela, Fernando deixa claro que também é influenciado por ritmos latinos e faz fluir seu lado mais dançante.

    De cunho autobiográfico, Crônicas de uma família comum brasileira, traz citações de familiares do compositor, “mas nas entrelinhas, é sobre luta de classes. Falo sobre o que foi crescer numa família de classe média baixa”. Sonoramente aparece novamente a influência da MPB nos versos e do jazz no solo final.

    Mágica é uma canção sobre a vida moderna e traz a influência do indie rock dos anos 2000, além de transitar pela surf music e eletrônico. “Muitas vezes as pessoas tentam aparentar ter uma vida mágica, mas o que eles realmente estão fazendo é assistindo TV, o noticiário, obsessivos com seus telefones”.

    Paisagem urbana discorre sobre ser um cidadão comum, pegando o ônibus às 6h da manhã, trabalhando em fábricas, longe da natureza e também tem teor autobiográfico. “Há uma certa melancolia expressada pelos bandolins e novamente uma atmosfera industrial na bateria, uma canção que sinto que consegui equilibrar de um jeito interessante a MPB, o rock e o eletrônico”.

    Tanto faz traz no tema uma espécie de continuação da canção anterior, uma vez que o eu lírico se cansa da vida burocrática e sistêmica e decide deixar a cidade. Sonoramente há uma fusão do folk e do bluegrass com o pop eletrônico, com destaque para o banjo e violão slide.

    Inspirada por George Orwell, que escreveu o clássico Revolução dos Bichos, a música Cão foi concebida como uma mini ópera de três movimentos em um flerte com o rock progressivo psicodélico, em especial, Syd Barret. “Protagonizada por um eu lírico canino, é recheada de metáforas, gosto de pensar nos animais representando grupos sociais”.

    A segunda música em parceria no disco é Tábua das Marés e Fernando repete a dobradinha com Bernardo Guerra. “Aqui trago os mistérios do universo sob o ponto de vista de alguém que observa o mar e pensa sobre a influência da lua neste. Deixo transparecer novamente a veia pop do disco com arranjo de slide e harmonia de vozes”.

    Para fechar vem Vou seguir, que traz influência da música oriental, para soar como um mantra pop. Fala sobre estar consciente, temática que sintetiza bem do que se trata ‘Dizperto’ e não por coincidência é a música que encerra o disco. “Nela também aparece o instrumento mais inusitado do disco, um setar persa executado com maestria por Yuri Lopes”.

    OUÇA: https://tratore.ffm.to/dizperto


    SOBRE FERNANDO MASCARENHAS

    Fernando Mascarenhas é mineiro, cantor, compositor e multi-instrumentista. Após ter participado de diversas bandas, inicia sua carreira solo em 2015 com o EP Ascensão & Queda. Os anos seguintes foram marcados por lançamentos de singles como Festa, bolo, velas e palmas (2017) e Espera (2020). Seu primeiro álbum, Dizperto, será lançado em 2021 e contará com 14 faixas de sua autoria.

  • Músico do rock curitibano foi vítima da Covid-19

    Em parceria com guitarrista do Raul Seixas, Marcelus Motorocker homenageia Eduardo Calegari

    Informações com Assessoria de Imprensa

    Para prestar homenagem ao amigo e guitarrista Eduardo Calegari (Motorocker) que faleceu de complicações causadas pela Covid-19 neste ano, o vocalista do Motorocker, Marcelus dos Santos, escreveu uma música em parceria com Renato Ximú, chamada “EDU”.

    “Essa música foi escrita junto de lágrimas, mas não de tristeza, e sim de amor e carinho pelo nosso irmão e parceiro de banda. Nenhuma homenagem estará à altura dele, mas nos sentimos na obrigação de deixar essa música em memória. “, comentou Marcelus.

    Vale dizer que a gravação foi realizada pela banda Carne de Onça com a participação do guitarrista Rick Ferreira, conhecido como fiel escudeiro de Raul Seixas. O músico gravou uma dezena de álbuns do roqueiro baiano, emprestando seu timbre para inúmeros clássicos do rock nacional.

    Rick também já trabalhou com diversos artistas como: Belchior, Erasmo Carlos, Lulu Santos, Zé Ramalho e Barão Vermelho. “O Rick Ferreira, quando soube da história do Calegari, ele mais que ligeiro gravou essa música e falou pra gente, ‘Pô, eu vou gravar essa música com muito carinho, porque eu sei que é para uma pessoa muito importante’.”, contou o vocalista.

    Ouça a faixa:

    https://www.youtube.com/watch?v=W_SHrCGHGWc

  • Confira canção do Rolling Stone e do Foo Fighter

    Mick Jagger e Dave Grohl lançam canção em parceria inédita

    Confira o som que transmite mensagem positiva sobre o fim do lockdown

    Em uma parceria inédita, Mick Jagger (cantor dos Rolling Stones) gravou uma canção com Dave Grohl (líder do Foo Fighters e ex-baterista do Nirvana) denominada EAZY SLEAZY. Publicada nesta terça-feira (13 de abril) no canal do Youtube de Jagger a canção conta com o líder do Foo Fighters na guitarra, baixo e bateria enquanto ele canta e faz a guitarra base.

    Segundo o vocalista dos Rolling Stones, a canção "é uma mensagem positiva para sair do lockdown".

    Quem for íntimo da obra dos Rolling Stones e do Foo Fighters não terá dificuldade em identificar elementos do estilo das duas bandas.

    Após ouvir tal canção vale a torcida para que esta parceria resulte em mais do que uma canção. Quem sabe até um álbum inteiro.

    Confira:

    https://www.youtube.com/watch?v=MN9YLLQl7gE&t=121s

  • Banda curitibana de death metal apresenta nova identidade visual

    Sad Theory prepara novo álbum para este ano

    Informações com Assessoria de Imprensa

    A banda de death metal Sad Theory está concluindo as gravações de seu sétimo disco de estúdio, Léxico Reflexivo Umbral, a ser lançado ainda este ano. Preparando o público para o lançamento, a banda revela sua nova identidade visual minimalista como símbolo do empobrecimento das relações humanas. A arte da capa do próximo álbum, Léxico Reflexivo Umbral, seguirá a proposta.

    O primeiro single do trabalho é “Canis Metallicus”, inspirado no episódio “Metalhead”, da renomada série da Netflix, Black Mirror. Um novo logotipo, após mais de duas décadas, foi criado pelo artista belga Christophe Szpajdel, que criou mais de dez mil logos, principalmente para bandas de death, black metal e ambient music, como Emperor, Old Man's Child, Enthroned, Borknagar, Moonspell e Arcturus.

    Ouça “Canis Metallicus”:
    https://open.spotify.com/album/1ZrXnjnQE50RyMkXOIDikR

    O baixista Daniel Franco traça um paralelo com suas obras anteriores: “O álbum anterior, ‘Entropia Humana Final’, acenava que o fim da humanidade era uma realidade. Não em seu sentido mais literal, biológico, pois como espécimes somos, numericamente, cada vez mais prevalentes. A humanidade, naquele contexto, é a capacidade do homem de, instintivamente, enxergar a si próprio em outro homem. De compartilhar seus sofrimentos e suas alegrias. De saber que há um elo que os une”.

    “O século XX mostrou que tal conceito de humanidade não é capaz de resistir à canetada de um burocrata poderoso. Uma lei pode decretar que seu vizinho é seu inimigo, e que merece morrer. O seu instinto de sobrevivência, então, assume o controle e faz você se transformar no ser inumano que o burocrata desejara”, disserta o músico.

    Música e letras expressam ideias, porém, estas não se resumem ao terreno musical. “Como traduziríamos todo esse pós-apocalipse para o domínio visual? Através de mudanças profundas, radicais. Entretanto, a simbologia mais profunda foi atingida através da arte de Carlos Kolb. A barata tem um significado quase arquetípico. Representa a resiliência, a capacidade de perdurar mesmo sob condições extremas. Ao mesmo tempo, suscita repulsa e nojo, traz a ideia de abandono e sujeira, mau asseio. Assim, nada melhor para simbolizar aquele que, buscando a vida eterna, o poder absoluto e a capacidade de parar o tempo, atingiu seu objetivo e transformou-se num monstro abominável no processo. O aspecto minimalista da arte, com seu fundo branco eterno e implacável, representa ao mesmo tempo a perfeição e o vazio, a homogeneidade e a falta das nuances que nos fazem humanos. Mas o elefante no meio da sala, ou seja, aquilo que sobrou de nós, salta aos olhos como nada mais no Universo. O Übermensch de Nietzsche sofreu a metamorfose de Kafka. Bem vindos ao futuro!”, sentencia.

    E todo este conceito se volta aos campos musicais e líricos de Léxico Reflexivo Umbral, que sai no segundo semestre: “A interatividade humana atingiu níveis outrora inimagináveis, mas para isso precisou utilizar os avanços tecnológicos como interface, de forma integral, inexorável e irreversível. Tudo o que restou da nossa humanidade é convertido em bits e transmitido por ondas que, eventualmente, chegarão a diversos destinos. Tais avanços, dos quais somos plenamente dependentes, caminhariam em qual direção, num mundo onde a humanidade morreu? É disso que tratamos na temática do nosso sétimo álbum de estúdio. A série britânica Black Mirror, em muitos de seus episódios, mostra a inumanidade, por meio da tecnologia, atingindo diversos paroxismos, de diferentes formas. Tais temas são uma matéria-prima valiosíssima para a negatividade da música extrema, e para o Sad Theory em particular. Assim, utilizamo-nos deles como ponto de partida para as letras”, finaliza Daniel.

    Assista o lyric video do novo single: https://www.youtube.com/watch?v=16KMBDNyF7g


  • Disco de estreia do grupo de Curitiba sai no primeiro semestre

    Evil Politicians divulga segundo single do álbum Indignation Army

    Informações com Assessoria de Imprensa

    Disco de estreia do grupo de Curitiba sai no primeiro semestre

    A banda de metal alternativo Evil Politicians lança o segundo single do álbum Indignation Army. Após a boa repercussão da faixa “Your Truth, Not Mine”, o grupo de Curitiba lança a música “Signs Of Evil Pt.1”, que está disponível para pré-save nas plataformas digitais. A composição traz bastante peso e vocais rasgados, mesclados a melodias marcantes.

    Novo single a partir do dia 09/04: http://bit.ly/evilpoliticians-single2

    O álbum Indignation Army será lançado ainda no primeiro semestre, contendo 12 músicas autorais e algumas covers a serem divulgadas. No dia 23 de abril está programado o lançamento de mais um single.

    Ouça o single “Your Truth, Not Mine” no Spotify: https://open.spotify.com/album/0PLWZ515EIbHnl4RU64h1w

    A banda lançou em 2020 o EP No More Fear, que rendeu grande reconhecimento perante público e crítica especializada. Ganhou destaque em listas dos melhores de 2020, além de uma excelente resenha na última edição da revista Roadie Crew. Em suas influências estão nomes de Disturbed e Avenged Sevenfold até Hammerfall e Alter Bridge. A Evil Politicians é uma banda que olha para o futuro sem desprezar o passado.

    Ouça a Evil Politicians:
    Spotify: https://open.spotify.com/artist/6EjNy4C2cKXtajbuA5LOrF
    Deezer: https://www.deezer.com/br/artist/100836342
    Apple Music: https://music.apple.com/gb/artist/evil-politicians/1522347930
    Napster: https://us.napster.com/artist/evil-politicians
    Youtube Music: http://bit.ly/youtube-music-evilp

    Informações:
    Facebook: www.facebook.com/evil.politicians
    Instagram: www.instagram.com/evil.politicians.official
    Youtube: https://bit.ly/youtube-evilpoliticians

  • Evento contará com Eduardo de Moraes, vocalista da Finis Africae

    Live vai celebrar 61 anos do Renato Russo com Kadu Lambach

    Primeiro guitarrista da Legião Urbana e banda vão executar repertório do compositor. Saiba onde ver:

    Kadu Lambach (Eduardo Paraná), primeiro guitarrista e cofundador da Legião Urbana ao lado de Renato Russo e Marcelo Bonfá, vai realizar uma live neste sábado (27 de março), às 17 horas, que será transmitida pelo YouTube no canal do Studio Tenda e também no Facebook. Links a seguir:

    https://www.youtube.com/watch?v=95-xjVaOexw

    https://www.facebook.com/studiotenda


    Em trio (guitarra, baixo e bateria), Lambach vai executar canções que fizeram história no cenário do rock nacional. Vale dizer que a live terá a participação de Eduardo de Moraes, vocalista da renomada banda de Brasília, Finis Africae, uma das apostas de Renato Russo na gravadora EMI e que detém o sucesso "Armadilha".

    Sucessos como "Que País é Este", "Soldados", "Música Urbana 2",  "Ainda é Cedo", "Eduardo e Mônica", "Pais e Filhos" e "Há Tempos" deverão ser lembrados.

    "Vamos comemorar o aniversário do nosso amigo Renato Russo, que completaria 61 anos de idade. Estamos vivendo um momento difícil, mas não queremos deixar esta data passar em branco, então decidimos promover este evento para quem gosta da Legião Urbana e está em casa", afirma Kadu Lambach.

  • Apresentação promoveu novo álbum de forma presencial

    Pandemia controlada: Midnight Oil faz show para 13 mil pessoas na Austrália

    Com a pandemia controlada na Austrália, a banda Midnight Oil realizou show para um público de 13 mil pessoas no sábado passado (20 de março). Vale dizer que o espetáculo de divulgação do novo álbum "The Makarrata Project" foi presencial.  

    No concerto realizado no Mount Duneed Estate de Geelong, a banda incluiu no set list clássicos conhecidos mundialmente como “Blue Sky Mine”, “Redneck Wonderland”, “The Dead Heart” e “Beds Are Burning”.

    O espetáculo só foi viável porque a Austrália conteve o avanço da Covid-19, zerando os casos em janeiro de 2021.

    Vale dizer que tanto a Austrália como a Nova Zelândia (países da Oceania) adotaram medidas severas de lockdown, freando a pandemia do coronavírus.

  • "O público que deve decidir em que voz prefere ouvir", afirma o cantor

    Paulo Ricardo argumenta que não está proibido de cantar as músicas do RPM

    Por meio dos advogados Rodrigo Bruno Nahas e João Paulo de Andrade Ferreira, o cantor Paulo Ricardo se manifestou a respeito da decisão da juíza Elaine Faria Evaristo, da 20ª Vara Cível de São Paulo, em processo movido em 2017 pelos demais integrantes do RPM (Luiz Schiavon, Fernando Deluqui e Paulo Pagni), que teria proíbido  o cantor de usar a marca RPM e cantar as canções, que compôs junto com o tecladista Luiz Schiavon.

    Em relação as decisões judiciais recentes proferidas nas ações 1046804-05.2020.8.26.0100 e 1084316-27.2017.8.26.0100, a equipe jurídica do cantor emitiu o seguinte comunicado na íntegra:

    "Primeiro, é importante esclarecer e separar cada tema, pois existem três ações correndo em paralelo: Uma relacionada à marca RPM, outra, em que os antigos integrantes da banda dizem, sem prova nenhuma, que Paulo Ricardo descumpriu compromissos e, por isso, pedem aplicação de multa, e a terceira em que o Paulo Ricardo pede o levantamento de bloqueio administrativo para fins de gravação das canções compostas em coautoria.

    Na que trata das marcas, Paulo Ricardo nunca se recusou a fazer o registro em nome de todos os antigos integrantes da Banda, só não o fez, pois à época do registro, não era permitido que se fizesse em cotitularidade, mas com a nova normativa do INPI, Paulo Ricardo tem tentado proceder ao registro, mas infelizmente Schiavon, Deluqui e o herdeiro do Pagni insistem em abrir uma empresa com o Paulo Ricardo, ao invés, de aceitarem o registro em cotitularidade como já haviam acordado no ano de 2007. Sobre isso, há de ficar claro que Paulo Ricardo não se recusa a registrar a marca em cotitularidade, inclusive, isso já foi pedido em juízo pelo próprio Paulo, ele só não quer ser sócio de uma pessoa jurídica com os antigos integrantes da banda.

    Sobre as músicas, Paulo Ricardo não está proíbido de cantá-las, isso seria um absurdo sem tamanho, mesmo porque qualquer pessoa pode cantar as canções do Paulo, ou de qualquer outro artista, bastando o devido recolhimento de direitos autorais, os próprios Schiavon e Deluqui com uma suposta nova formação de banda, vêm executando as músicas. A ação versa sobre o pedido de levantamento de bloqueio administrativo feito pelo Schiavon junto à sua editora Warner, para fins de gravação e publicação das músicas em coautoria. Essa decisão não transitou em julgado e acreditamos que será revista pelo Tribunal, considerando que o objetivo do bloqueio é vil e não foi justificado, valendo lembrar que o Direito não acolhe o excesso no exercício de direitos, quando estes prejudicam a terceiros, devendo-se dar nova interpretação à Lei de Direitos Autorais condizentes com a realidade e com o contexto atual. Aliás, o direito é igual para ambos os coautores, e Paulo Ricardo também poderia bloquear administrativamente, e assim, Schiavon não poderia gravar as mesmas canções, mas não é esse o intuito de Paulo Ricardo, que entende que as músicas foram compostas por ambos, e assim os dois podem dela fazer uso, mais do que isso, Paulo Ricardo entende que as músicas são do público, sendo assim, é o público que deve decidir em que voz prefere ouvir, sendo o desejo e maior satisfação de todo o compositor que suas músicas sejam regravadas, atingindo o maior número de pessoas, e que qualquer ato movido por desejo de vingança, mais do que uma afronta à liberdade de expressão do artista, é um desrespeito aos fãs.

    Por fim, quanto aos alegados descumprimentos de compromissos por Paulo Ricardo, não há qualquer prova nos autos, não há nada que justifique aplicação de multa por esse motivo, que não ocorreu, mesmo porque Schiavon, Deluqui e na época o Pagni sequer disseram quais foram os shows, e quando ocorreram os ensaios, que na ação alegam não comparecimento de Paulo Ricardo. A ação é por demasiado genérica nesse ponto, sem prova alguma, sequer, de que tais compromissos tenham existido.

    Em havendo dúvidas ou qualquer novo esclarecimento que se faça necessário, estamos à inteira disposição.

    Atenciosamente,


    RODRIGO BRUNO NAHAS OAB Nº 347389/SP
    JOÃO PAULO DE ANDRADE FERREIRA OAB Nº 271757/SP
    NAHAS SOCIEDADE DE ADVOGADOS"

  • Cantor deverá ter autorização do tecladista Luiz Schiavon

    Justiça impede Paulo Ricardo de cantar canções do RPM

    Condenado pela juíza Elaine Faria Evaristo, da 20ª Vara Cível de São Paulo, em um processo movido em 2017 pelos demais integrantes do RPM (Luiz Schiavon, Fernando Deluqui e Paulo Pagni, que morreu em 2019), o cantor Paulo Ricardo está proíbido de usar a marca RPM e cantar as canções que compôs junto com o tecladista Luiz Schiavon. Informações foram levantadas pelo site UOL.

    O vocalista, que argumenta intenção de recorrer da decisão, só poderá utilizar as canções que ficaram famosas com a sua voz caso o co-autor autorize. Isto inclui músicas que fizeram grande sucesso na década de 1980 como "A Cruz e a Espada", "Rádio Pirata", "Louras Geladas", "Olhar 43" e "Revoluções Por Minuto".

    Tal decisão foi motivada porque em 2007 houve um contrato assinado entre os quatro músicos se comprometendo a não usar a marca da banda de maneira individual.
    Em seguida, Paulo Ricardo teria registrado a marca no Instituto Nacional de Propriedade Industrial somente em seu nome. A situação foi somente descoberta quando a banda voltou a se desentender em 2017 e Paulo Ricardo alegou que usaria a marca do grupo sem a participação dos demais integrantes.

    Condenado, Paulo Ricardo deverá pagar indenização de R$ 112 mil, mais juros e correção, aos antigos colegas. O cantor afirma que não descumpriu  o acordado e argumenta que registrou a marca RPM em 2013.

    Situação atual

    Desde o novo desentendimento do RPM, o grupo contratou o novo vocalista e baixista, Dioy Pallone, que divide o microfone com o guitarrista Fernando Deluqui, que passou a também cantar as músicas da banda.

    Atualmente, a liderança da banda e dividida entre Deluqui e o tecladista Luiz Schiavon. Até o início da pandemia, o RPM estava realizando shows pelo Brasil e gravando novas canções. Sem Paulo Ricardo, chegou a divulgar na internet os singles "Ah! Onde Está Você?" e "Escravo da Estrada".

    Em 2019 já sem Paulo Ricardo, a banda infelizmente perdeu o baterista Paulo P.A. Pagni (vitima de broncopneumonia e complicações decorrentes da fibrose pulmonar) e foi substituído por Kiko Zara.  Já Paulo Ricardo voltou a realizar shows com a sua carreira solo e também a gravar novas composições.

  • Show contou com a participação da cantora original de “The Great Gig in the Sky”

    Pink Floyd prepara novo álbum para abril

    Com informações do material de divulgação

    Mesmo com as atividades extintas como banda, o Pink Floyd lançará no próximo 30 de abril o álbum ao vivo "Live At Knebworth 1990". Em formato físico como CD e LP duplo, o disco foi lançado anteriormente em um box da banda chamado "Later Years", em 2019, e também estará disponível em formato digital. Desta vez, o fã terá acesso ao álbum individual. 

    Com nova arte (um atrativo a mais) feita por Aubrey "Po" Powell e projetada por Peter Curzon, dos Storm Studios, o trabalho teve áudio remixado pelo vocalista e guitarrista David Gilmour.

    Vale mencionar que o show registrado fez parte de um festival que contou com Paul McCartney , Genesis , Phil Collins , Robert Plant (com Jimmy Page ), Dire Straits , Eric Clapton e Tears for Fears em um evento acontecido em 1990, com público de 120 mil pessoas e com objetivo de caridade.

    Vale mencionar que "Live At Knebworth 1990" ilustra a fase do Pink Floyd pós álbum "Momentary Lapse Of Reason", que contava na formação com David Gilmour (guitarra e vocal), Nick Mason (bateria), Richard Wright (teclado) e sem o baixista Roger Waters, que a partir de então, foi substituído por Guy Pratt. Nesta época, a liderança do Pink Floyd passa a ser de David Gilmour, no lugar de Roger Waters, que ingressa em carreira solo.

    Em release de divulgação, o baterista Nick Mason expõe fatos relevantes da apresentação. “Há algo especial sobre Knebworth. Todos nós ainda temos boas lembranças de tocar lá nos anos 70, e esse show não foi diferente. Como um garoto do norte de Londres, este era quase um jogo em casa, mas com o prazer adicional de ser a remontagem da banda depois de uma mega turnê que durou mais de um ano", argumenta.

    O músico também recorda importantes participações no show. "Foi também uma oportunidade de fazer a maravilhosa Candy Dulfer tocar saxofone. Eu já era fã dela há um bom tempo, e era uma pena que não tivéssemos a oportunidade de utilizá-la para mais. Também recebemos nosso querido amigo e tecladista, Michael Kamen. Michael contribuiu muito para o Pink Floyd nos 10 anos anteriores, é ótimo ter algo dele tocando na gravação ”, diz.

    Porém, o grande destaque registrado no álbum é a participação da cantora Clare Torry , que fez o vocal original na canção “The Great Gig in the Sky” no clássico álbum "The Dark Side of the Moon". A musicista só teria cantado a música ao vivo com o Pink Floyd em um show em Londres em 1973.

    Veja o set list

    "Shine on You Crazy Diamond, Parts 1-5"
    "The Great Gig In The Sky"
    "Wish You Were Here"
    "Sorrow"
    "Money"
    "Comfortably Numb"
    "Run Like Hell"

  • Baterista Guilherme Martin começa os trabalhos em São Paulo

    Viper inicia gravação de novo álbum de inéditas

    Informações com Assessoria de Imprensa

    O Viper iniciou a gravação de novo álbum com Leandro Caçoilo nos vocais. O trabalho será elaborado em vários estúdios por conta da pandemia, mas a bateria será gravada por Guilherme Martin no High Five Studio, em São Paulo. A produção do álbum ficará com Maurício Cersosimo em Nova York, nos Estados Unidos. Para os fãs entenderem todo o processo de gravação, o canal do YouTube de Leandro Caçoilo irá mostrar cada passo do novo álbum na série “Dentro do estúdio com o Viper”.

    Confira o vídeo: https://youtu.be/ELAQOl6cbZQ

    Atualmente, o Viper, que revelou o lendário André Matos,  é formado por Leandro Caçoilo (vocal), Felipe Machado (guitarra), Pit Passarell (baixo) e Guilherme Martin (bateria).

    “O VIPER é um exemplo de resiliência e energia. Essa força que a banda tem de se reinventar a cada álbum é inspiradora. Foi isso que eu busquei reproduzir nos arranjos de bateria", afirma o baterista Guilherme Martin.

    Na ocasião. o guitarrista e fundador do Viper, Felipe Machado, argumentou que o novo álbum terá elementos comuns a todos os discos da carreira.


    "A pandemia atrapalhou, mas depois de um longo período de pré-produção conseguimos finalmente começar a gravação do novo álbum. Como sempre acontece com o VIPER, tenho certeza de que vamos surpreender o público. No início eu imaginava algo mais próximo de uma mistura entre o "Theatre of Fate" e "Evolution", mas ouvindo todas as músicas percebo que temos elementos de todos os álbuns, do "Soldiers of Sunrise" ao "Coma Rage". Não é necessário tentar definir: esse novo trabalho, para além de estilos e dogmas, será um álbum do VIPER.", afirma.

  • Trabalho se chama "Vera Cruz"

    Edu Falaschi em parceria inédita com Elba Ramalho para novo álbum

    Redação com Assessoria de Imprensa

    O cantor e ex-vocalista do Angra, Edu Falaschi, anunciou uma nova parceria com a cantora Elba Ramalho, para o novo álbum “Vera Cruz”. Ela vai realizar um dueto com o músico.

    “Eu tenho a honra de anunciar o primeiro convidado especial do álbum “Vera Cruz”. Uma obra dedicada a história do Brasil e a essência de seu povo. Dessa vez eu pude realizar um dos meus maiores sonhos, gravar uma música com uma das grandes representantes da música brasileira e do meu querido Nordeste, que está fortemente representado nesta obra”, disse Edu Falaschi. “Elba Ramalho me deu a oportunidade de ter sua linda voz, interpretação e todo seu carisma, talento e emoção numa linda canção que irá emocionar a todos vocês”, completou.

    “Elba Ramalho é uma das minhas grandes inspirações e influências. Uma artista refinada e de extrema importância. Sua história e sua obra são um tesouro nacional. Suas raízes estão fortemente impressas na melodia e arranjos dessa canção. Eu não poderia estar mais feliz e ansioso para mostrar a vocês essa linda união! Vamos em frente”, finalizou Edu Falaschi.

    O álbum

    Vera Cruz é o nome do primeiro álbum solo gravado com repertório inédito por Edu Falaschi, cantor e compositor paulistano projetado nos anos 2000 como vocalista da banda Angra, na qual permaneceu até 2012.

    O trabalho teve o início das gravações em novembro de 2020 no Rio de Janeiro e está sendo produzido por Edu Falaschi e Roberto Barros e co-produzido por Thiago Bianchi. O disco conta com a participação dos mesmos companheiros de banda de Falaschi que o acompanham desde o início da carreira solo: Aquiles Priester, Fábio Laguna, Raphael Dafras, Roberto Barros e Diogo Mafra.

    Ambientado entre Brasil e Portugal nos tempos do descobrimento da ilha de Vera Cruz pelos colonizadores lusitanos, o romance é o mote da criação do repertório autoral composto por Falaschi, o conceito das letras foi criado por Edu Falaschi e desenvolvido por Fabio Caldeira. As orquestrações do álbum foram inicialmente idealizadas por Edu Falaschi e produzidas, criadas e finalizadas por Pablo Greg.

    O álbum Vera Cruz será mixado e masterizado na Europa pelo lendário produtor Dennis Ward (Angra, Helloween, Pink Cream 69, Unisonic). “Poder estar com o Dennis novamente é extremamente emocionante, estar com ele de novo me traz muitas lindas recordações e ele sabe exatamente o que eu gosto em termos de sonoridade, sem contar que ele tem um bom gosto absurdo para mixagens”, afirma Edu sobre trabalhar com o Dennis Ward.

    Os fãs já podem garantir o lançamento na pré-venda com um kit exclusivo e limitado.O lançamento do kit contará com um Digibook de capa dura, CD e DVD, livreto com o resumo da história, letras, fotos, camiseta e caneca. Tudo virá dentro de uma caixa contextualizada e especial, além de estarem autografadas e com dedicatória personalizada do artista.

  • Músico teria sido vítima do COVID 19

    Rock paranaense perde Eduardo Calegari, guitarrista do Motorocker

    Uma triste notícia pegou de surpresa os roqueiros curitibanos nesta sexta-feira (12 de fevereiro). O guitarrista Eduardo Calegari faleceu, provavelmente vítima da Covid 19.

    Desde aproximadamente às 13 horas de hoje, os grupos de whatsapp com amigos, fãs da banda e do rock curitibano eram pautados pela perda, com muitas pessoas lamentando e demonstrando admiração ao músico.

    Na página do Facebook, o vocalista do Motorocker, Marcelus dos Santos, postou uma imagem de luto em seu perfil

  • Veja pronunciamento do músico nas redes sociais

    Baixista do Nightwish deixa a banda alegando depressão e injusta relação com indústria musical

    Nesta terça-feira (12 de janeiro), a popular banda finlandesa de heavy metal, Nightwish, foi pega de surpresa com uma notícia. O baixista Marko Hietala anunciou em suas redes sociais a saída da banda e o abandono da vida pública. Segundo ele, o que motivou tal atitude foi a atual atuação da indústria musical e uma depressão crônica. O músico ainda fez questão de mencionar que a decisão não foi motivada por nenhum atrito com qualquer integrante da banda. Leia o comunicado:

    “Renúncia.

    Pessoas queridas. Estou deixando o Nightwish e minha vida pública.

    Há alguns anos, não consigo me sentir satisfeito com esta vida. Temos grandes armas apontadas pelas empresas de streaming, que exigem um grande comprometimento dos artistas e não compartilham os lucros de forma justa. O mesmo entre os artistas. Somos a república da banana da indústria musical. Os maiores promotores de turnês também arrancam porcentagens de nosso merchandising, enquanto pagam dividendos ao Oriente Médio. Aparentemente, algumas teocracias podem tirar dinheiro da música pela qual eles querem que você seja decapitado ou preso, sem parecer hipócrita. (Vão aqui) Só alguns exemplos.

    No ano passado, tive que ficar em casa e pensar. E fiquei muito decepcionado com essas e várias outras coisas. Descobri que eu preciso desse aprimoramento. Para eu compor, cantar e tocar, eu preciso encontrar algumas novas razões e inspirações. “Meu Walden”, por assim dizer. E também está escrito em meu livro que sou um depressivo crônico. Se eu continuar assim, será perigoso para mim e para as pessoas ao meu redor. Algum tempo atrás, tive pensamentos sombrios. Não se preocupem, estou bem agora, tenho meus dois filhos, uma esposa, o resto da família, amigos, um cachorro e muito amor.

    Não acho que me afastarei para sempre.

    Conspiração é a palavra do dia. Para as pessoas que gostam deles, tenho que dizer que meu 55° aniversário é agora, no dia 14 de janeiro, e eu definitivamente encontrei meu momento agora. Culpar Tuomas, por exemplo, é um insulto, tanto para ele quanto para meu livre pensamento. Isso é uma coisa muito triste para todos nós também. Tenham cuidado, por favor.

    Há algumas coisas já combinadas que farei em 2021. Além disso, peço gentilmente e com respeito à imprensa, bandas, projetos de artistas e etc., para não me pedirem nada (até) o próximo ano. Tenho que me reinventar. Espero poder falar sobre isso em 2022, mas não é uma promessa. Sinto muito por tudo isso.

    Marko Hietala”.

    Já o Nightwish se pronunciou em suas redes sociais para lamentar a decisão do músico:

    “A renúncia de Marko nos deixou com algumas decisões e escolhas difíceis a tomar. Depois de muita reflexão e consideração, decidimos, em mútuo entendimento, executar a próxima “Human. :II: Nature World Tour, conforme planejado, mas com um baixista contratado. O line up ao vivo será anunciado em um anúncio futuro. Respeitamos a decisão de Marko e desejamos à ele tudo de bom. Não iremos nos pronunciar mais. Nightwish”.

  • Show em Curitiba seria em novembro de 2021

    Turnê brasileira do Jethro Tull tem cancelamento definitivo

    Após mudanças de datas, a turnê brasileira da banda Jethro Tull, que inicialmente seria realizada em 2020 e depois foi transferida para 2021, foi definitivamente cancelada. Como anunciado anteriormente, a produtora MCA Concerts tinha alterado a data para o dia 10 de novembro de 2021, em Curitiba.

    Confira a nota oficial:

    “Em virtude do grande aumento do número de casos de COVID-19 no Brasil e no mundo, e das incertezas sobre a pandemia e do que pode acontecer nos próximos meses no país, comunicamos que, em comum acordo entre artista e produtora da turnê, os shows da banda Jethro Tull no Brasil, previstos para acontecerem em 2021 nas cidades de São Paulo, Curitiba e Porto Alegre estão CANCELADOS e sem data prevista para remarcação dos mesmos. A decisão se mantém enquanto a pandemia global e a população não estiver 100% segura.

    Para mais informações, procure a ticketeira responsável pela venda de ingressos do show em sua cidade.

    CURITIBA – DISK INGRESSOS (diskingressos.com.br)
    PORTO ALEGRE – SYMPLA (sympla.com.br)
    SÃO PAULO – EVENTIM (eventim.com.br)”

    MCA Concerts