• Literatura

    Livro: “O Artista com Deficiência no Brasil”

    Livro: “O Artista com Deficiência no Brasil”

    No próximo dia 16 de março, a bacharel em música popular (canto) e mestre em Artes pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Nicole Somera, lança o livro “O Artista com Deficiência no Brasil” no Bar Lado B, em Campinas.

    A obra surgiu a partir de uma pesquisa desenvolvida pela própria autora que discute, de maneira pioneira, as condições sociais de existência e produção de arte de grupos de artistas com deficiência no Brasil. O livro desvenda as conexões de pessoas com deficiência com as artes, nas mais diferentes realidades e esferas, como a família, escola, e nos próprios grupos.

    Companhias de teatro, dança, coletivos de artes plásticas, grupos de música, pintores, escultores entre Brasília, Paraíba, Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas: Nicole realizou entrevistas, analisou obras, levantou fontes em jornais e esteve na sede desses grupos e em contato com esses artistas.

    De acordo com dados oficiais do IBGE, aproximadamente 24% - quase 1/4 da população brasileira - tem algum tipo de deficiência. De acordo com a autora, que tem deficiência física decorrente de espinha bífida, esta é uma realidade desconhecida por muitos. “Ainda mais incógnito é o cenário dos artistas e seu campo, bem como a relação desse campo artístico com outros mundos das artes”, explica Nicole.

    O prefácio, escrito pelo jornalista da Folha de São Paulo, Jairo Marques, autor do livro “Malacabado – a história de um jornalista sobre rodas” e especialista no assunto, afirma que Nicole “mergulha com brilhantismo no tecer de um entendimento que remonta ao início das ‘guerrilhas’ inclusivas do país e que ainda hoje é palco fundamental de fomento à inclusão: o acolhimento da pessoa com deficiência nesse emaranhado de tintas, interpretações, sons, formas.

    De forma saborosamente crítica e atenta, a autora faz uma contribuição única para que mais energia se dê na observação dos apartamentos sociais nas esferas em que mais se espera abrangência democrática e pluralismo.”

    Sobre a pesquisa e a autora

    O livro tem origem na pesquisa de mestrado da autora, realizada com orientação da Profa. Dra. Lucia H. Reily, no Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), onde atualmente trabalha na área de produção cultural.

    Nicole criou e coordena o Projeto de Recursos de Acessibilidade para as produções culturais do Centro de Integração, Documentação e Difusão Cultural da Unicamp (CIDDIC) desde 2017. O projeto oferece audiodescrição, legenda e entrada acessível para os grandes eventos do Centro, como as óperas e festival de corais. Também alimenta a página no Facebook “Disabled Rock”, em que fala sobre acessibilidade em eventos culturais, como shows de música.

    O lançamento oficial do livro “O artista com deficiência no Brasil” está marcado para o dia 16 de março, a partir das 16h, no Bar Lado B, em Barão Geraldo, em Campinas. A obra já está à venda no site da Editora Appris: https://www.editoraappris.com.br/produto/2679-o-artista-com-deficincia-no-brasil, em dois formatos. Pode ser adquirido o exemplar físico ou o e-book, que é compatível com diversos softwares leitores de tela, garantindo sua acessibilidade para pessoas com deficiência visual ou mesmo para aqueles que preferem esse caminho de leitura.

    Outras datas de lançamento, em diversas cidades do país, também já estão agendadas. Além de Campinas, a autora estará em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. A agenda completa de lançamentos é a seguinte:

    CAMPINAS - 16 de março, sábado, 16h, no Lado B - Cerveja, Comida & Afins(Avenida Albino José Barbosa de Oliveira, 1240 - Barão Geraldo)

    BRASÍLIA - 30 de março, sábado, 19h, na Mostra Surdo Cinema. No Cine Brasília (Asa Sul Entrequadra Sul 106/107)

    RIO DE JANEIRO - 06 de abril, sábado, 15h, na Blooks Livraria - Botafogo(Condomínio do Edifício Coral - Praia de Botafogo, 316 - Lojas D e E - Botafogo)

    SÃO PAULO - 27 de abril, sábado, horário a definir, na Casa de Zuleika

     

  • Ensino Supeior

    Está aberta a temporada de inscrições para o vestibular em instituições particulares

    Está aberta a temporada de inscrições para o vestibular em instituições particulares
    (Foto: Shutterstock )

    Hoje temos uma infinidade de cursos superiores a escolher para fazer a graduação ou completar os nossos estudos com cursos livres, especializações e pós-graduações. Por questões de custos e pela boa reputação das instituições públicas, a opção, na maioria das vezes, é estudar em uma universidade gratuita, mas também conheci muitos amigos que a primeira opção deles era pela instituição particular, devido a infraestrutura, qualidade de professores, proximidade com a casa ou o trabalho e uma infinidade de outras vantagens que as faculdades particulares oferecem; sem contar aquelas que dão descontos nas mensalidades, isenção de matrícula e até mesmo bolsas de estudo 100% gratuitas.    

    A Estácio, por exemplo, garante 50% de desconto durante o primeiro semestre. Além disso, os candidatos com as melhores notas no vestibular (em cada cidade) ganharão bolsas de estudo de 100% durante o primeiro semestre.  
    As inscrições já estão abertas e podem ser feitas por meio do site http://portal.estacio.br/megavestibular. Por este endereço, é possível obter mais informações e tirar todas as dúvidas. O vestibular, com inscrição gratuita, acontece amanhã, sábado, 16, às 10h, 12h, 14h e 16h em todas as modalidades (presencial e EaD) e, por isso, basta os interessados selecionarem o campus, o curso, a modalidade e o horário de sua prova. 

    Para ajudar na escolha da sua instituição, fique atento a algumas dicas:

    1. Localização e infraestrutura – Uma instituição perto da sua casa ou de onde trabalha facilitará muito a sua vida. Além disso, visite a instituição ou o polo de EaD (no caso do ensino a distância), conheça a estrutura das salas de aula, verifique a qualidade dos laboratórios, a quantidade e qualidade dos livros da biblioteca na sua área de interesse. Para pessoas com deficiência, verifique a acessibilidade e o que a instituição oferece em termos de inclusão. 

    2. Converse com alunos e professores – Na visita à faculdade, procure conhecer os seus futuros professores, o coordenador do seu curso; importante marcar um horário na secretaria para garantir que estarão disponíveis. Converse também com colegas, tire todas as dúvidas, saiba da satisfação deles pelo curso.

    3. Reputação acadêmica – Procure se informar sobre o conceito da faculdade e cursos escolhidos no MEC. Por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) são elaborados indicadores oficiais de qualidade do ensino superior no Brasil. Entre eles, temos o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade).

    4. Custo-benefício – Procure se informar se a área que você quer atuar tem um bom mercado de trabalho, com prospecção de um bom rendimento nos próximos cinco, dez anos. Calcule se a mensalidade do curso cabe no seu bolso e busque instituições que ofereçam bons descontos e até bolsa de estudo. Mesmo com boas avaliações nos itens anteriores, é o preço que pesa, na maioria das vezes, na escolha. Então, priorize aquela que oferece vantagens de descontos, inclusive com programas de estágio remunerado, que ajudará a pagar as despesas do curso.

    5. Não desista dos seus sonhos – Esta dica é a que deve estar na mente e no coração de cada aluno. São anos de dedicação com a abdicação do tempo e de economia. Mas tudo vale a pena no final da jornada quando conquistamos um sonho. E um diploma na mão, muita vontade de vencer na vida e atuar naquela tão sonhada profissão isso tem preço sim, mas um preço que vale qualquer esforço.

  • Volta às aulas

    Cuidar da saúde visual dos filhos é lição de casa para os pais

    Cuidar da saúde visual dos filhos é lição de casa  para os pais
    Dificuldades de aprendizado podem estar associadas a problemas de visão. (Foto: Pixabay)

    Grande parte do aprendizado infantil tem a visão como o sentido mais importante. Porém, apenas uma pequena parcela das crianças é levada aos testes oftalmológicos em idade escolar. Para aquelas crianças que se utilizam de óculos é tempo de fazer uma revisão para verificar se as lentes não estão riscadas ou as armações “desconjuntadas”. Para a meninada que nunca passou por um teste de visão, a hora é agora.

    No início do período escolar, muitas crianças que frequentam o ambiente pela primeira vez podem passar por dificuldades de aprendizado, justamente por problemas oculares não percebidos. Logo, são reconhecidas por colegas, professores e, até, pelos próprios pais, como preguiçosos, desatentas e com pouco interesse em aprender.

    Solucionar erros de refração, imperfeições óticas (miopia, hipermetropia e astigmatismo) que impedem o olho de focar adequadamente a luz causando visão turva, mas que podem ser corrigidos com o uso de óculos ou lentes, é o primeiro passo para assegurar que a criança está visualmente apta para a escola.

    É necessário estar atento aos sinais que as crianças dão em suas diversas fases da vida. Também é imprescindível encaminhar seu filho a um exame de vista para eventuais problemas oculares possam ser corrigidos sem interferir no seu desempenho dentro da sala de aula.

    Alguns sinais de alerta

    •   Sentar muito perto da TV ou segurar o livro próximo dos olhos
    •   Abrir e fechar os olhos insistentemente
    •   Inclinar a cabeça para enxergar melhor
    •   Esfregar os olhos com frequência, sem estar com sono
    •   Proteger os olhos quando exposto à luz
    •   Lacrimejamento excessivo
    •   Fechar um olho para enxergar melhor
    •   Evitar atividades que exijam visão de perto ou distinção de cores
    •   Se queixar diariamente de dores de cabeça após a leitura
  • Crianças com deficiência: chegou a hora de enfrentar a escola regular

    Crianças com deficiência: chegou a hora de enfrentar a escola regular
    (Foto: Pixabay)

    Na volta às aulas, os pais se mobilizam para comprar material escolar, estão preocupados com os gastos que vão ter; muitas crianças estão mudando de escola e aí vem toda aquela preocupação com a adaptação. E quando a criança possui alguma deficiência auditiva, visual, intelectual e, pela primeira vez, vai enfrentar uma escola regular? Tempo atrás essas crianças estudavam em escolas especiais e não se misturavam com crianças sem deficência. Mas com o tempo perceberam que elas precisam do convívio com todo tipo de crianças. Inclusive, está comprovado e temos muitas experiências exitosas do benefício desse convívio para ambos os lados. 

    Para iniciar a procura do local, os pais precisam saber que a Constituição Federal, a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), a Lei Federal n0 7853/99 e a Resolução do CNE/CEB nº 2/2001 preveem a inclusão educacional desses alunos em classe regular, ou seja: é um direito constitucional. Contudo, muitas escolas não estão preparadas para fazer o atendimento especializado e acabam por indicar outra instituição para receber a criança.

    É fundamental que a família entenda que a escola é um local fértil para o desenvolvimento infantil, onde habilidades de autonomia, socialização e comunicação são vivenciadas intensamente.

    E agora: como escolher a melhor escola para uma criança com necessidade educacional especial? A pedagoga especialista em Educação Especial e Inclusiva Grazielle Tavares, do Centro de Excelência em Recuperação Neurológica (CERNE), dá dicas muito úteis:

    1 - Os valores da família devem estar claros para que não entrem em conflito com as concepções propostas pela escola. Busque informações no site ou recomendação de pais que já frequentam a instituição.

    2 - Seja prático, pesquise escolas próximas para não complicar a sua rotina. Caso não seja possível, opte por alternativas nas redondezas.

    3 - Marque uma reunião com a pedagoga para esclarecer as suas dúvidas.

    4 - Fique atento ao tratamento dispensado. É fundamental que haja acolhimento e que seja humanizado.

    5 - Observe a estrutura física, ela revela o modo como o ensino é realizado. Verifique se há rampas de acesso e se os banheiros são adaptados. Caso o ano letivo já tenha iniciado, veja se as produções criativas são realizadas pelas crianças.

    6 - Fique atento ao espaço interno e externo. Muitos estímulos são prejudiciais para o conforto de algumas crianças com necessidades educacionais especiais.

    7- Repare nos brinquedos: a criança deve ter contato com diversidade de materiais.

    8 - Analise se há uma biblioteca e se nela há títulos variados; questione se os alunos podem emprestar livros e como são realizadas as práticas de leitura.

    9 - Observe se há um olhar individualizado e respeitoso; pergunte se outras crianças com necessidades educacionais especiais estão matriculadas e como é feita a inclusão. Caso o seu filho (a) seja o primeiro (a), veja se há interesse em atendê-lo. Fique muito atenta à fala dos profissionais para nortear sua decisão. Se perceber que falta interesse, o melhor é buscar outra escola (ainda que dê trabalho!)

    10 - Verifique se há interesse em fazer parceria com a equipe multidisciplinar da clínica terapêutica em que seu filho é atendido.

    11- Veja como é o método de ensino da instituição, se ele se enquadra nas possibilidades de seu filho e abarca seus valores pessoais.

    12 - Questione sobre o perfil profissional dos professores que atuam na escola. Verifique suas formações acadêmicas e se a escola propicia formação continuada, e como os docentes são orientados em caso de alunos com inclusão.

    13 - Indague sobre como é realizada a adaptação do aluno e se há um período pré-determinado para ela.

    14 - Veja qual é o melhor meio de comunicação com a escola. Há instituições que usam WhatsApp, enquanto outras utilizam a agenda.

    15 - Caso esteja em dúvida entre algumas escolas, leve seu filho ao local, e  ele demonstrará qual agrada mais.

    16 - É imprescindível entender que a escola inclusiva dá possibilidades para a criança se desenvolver. 

    (Fonte: editado com assessoria do CERNE)

  • Cultura

    Inclusão na 36ª Oficina de Música

    Inclusão na 36ª Oficina de Música
    João Egashira, diretor da fase MBP da Oficina de Música de Curitiba e o professor Luiz Amorim.

    Começou ontem, 16, a 36ª Oficina de Música de Curitiba. Entre as novidades estão os cursos destinados para pessoas com deficiência ou interessados no tema. São quatro oficinas inclusivas programadas na fase MPB (Música Popular Brasileira). Elas ocorrerão no campus da PUC Paraná (Pontifícia Universidade Católica), entre 22 e 27 de janeiro.

    Possivelmente, segundo o coordenador da fase MPB, João Egashira, as oficinas inclusivas vão permanecer nas próximas edições.  Os alunos com deficiência não precisam pagar a taxa de inscrição, que podem ser feitas através do site www.oficinademusica.org.br. Depois de se inscrever, será gerado automaticamente um boleto, que não precisa ser pago. Basta enviar um e-mail (oficinademusica@fcc.curitiba.pr.gov.br) informando a condição da deficiência visual, os dados da inscrição com o boleto não pago.

    Para os alunos com deficiência visual ou interessados na temática são dois cursos: Fundamentos do Sistema Braille e da Musicografia Braille e o outro, Raízes da Música, Elementos do Som e da Apreciação Musical (para pessoas com deficiência visual).Estas duas oficinas serão comandadas por Luiz Amorim, que também é deficiente visual e professor de Teoria Musical e de Prática de Conjunto no Projeto Música Tátil, idealizado e desenvolvido por ele de forma voluntária para pessoas deficientes visuais em Curitiba.

    Percussão
    Mais dois cursos estão na lista de oficinas inclusivas, estes relacionados à percussão ministrados pelo professor Luciano Candemil. Os cursos são direcionados a pessoa com qualquer tipo de deficiência física. As aulas atendem à demanda da educação musical especial, com diversos ritmos e tipos de instrumentos de percussão para a deficiência de cada aluno.

    Fonte: editado com informações da Assessoria de Imprensa FCC e ICAC

  • Educação

    Instituto Federal de Jacarezinho integra série “Sementes da Educação” sobre escolas inovadoras

    Instituto Federal de Jacarezinho integra série “Sementes  da Educação” sobre escolas inovadoras
    (Foto: Produtora OZ)

    Estreou  esta semana, no Videocamp, plataforma online e gratuita do Instituto Alana e Maria Farinha Filmes, a série "Sementes da Educação", sobre 13 escolas brasileiras que adotaram propostas pedagógicas inovadoras e transformadoras. Entre as escolas está o Instituto Federal do Paraná campus Jacarezinho, que desde 2014, eliminou as “matérias” e as “séries” e passou a trabalhar com Unidades Curriculares (UCs).

    Os conteúdos foram divididos em apenas três áreas: Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Ciência da Linguagem. O aluno tem autonomia para escolher quais disciplinas quer cursar de acordo com os seus interesses. Algumas regras fazem parte do processo, uma vez que o aluno precisa cumprir um número pré-determinado de UCs em cada uma dessas áreas com oferta de dezenas de possibilidades.

    Tal método desenvolve a responsabilidade e a capacidade de escolha. Entre as vantagens, o estudante pode se aprofundar nas áreas que tem mais afinidade e dialogar com alunos de diferentes idades. Muitas das Unidades Curriculares “conversam entre si”, ou seja, utilizam da interdisciplinaridade para tratar de diferentes aspectos de um mesmo tema de estudo.

    Institutos Federais
    Os Institutos Federais por si só já chamam a atenção por possuir na sua concepção uma proposta inovadora. Desde 2008, quando foram criados, oferecem ensino gratuito de qualidade para estudantes do ensino médio, superior e técnico, por meio do ensino, pesquisa e extensão. Os resultados com base nas metas dos projetos contribuem para a formação de cidadãos críticos e promovem a transformação social, indo muito além do ensino técnico e formação de mão de obra. Tudo isso mediado por professores, em sua maioria com mestrado e doutorado. Há também o incentivo ao desenvolvimento científico, o que coloca desde cedo os alunos em contato com o meio acadêmico.

    Sobre a Série “Sementes da Educação”
    Dirigida por Hygor Amorim e produzida pela OZ Produtora, “Sementes da Educação” apresenta experiências de construção de conhecimento bem sucedidas de escolas de seis estados brasileiros. A série foca em instituições de ensino que, conseguiram inovar os métodos educacionais, respeitando suas peculiaridades e culturas, e o envolvimento da comunidade com a escola.

    Sobre o Videocamp
    Plataforma online e gratuita, criada pelo Instituto Alana e Maria Farinha Filmes, que possibilita que produções audiovisuais em busca de impacto e transformação alcancem o maior número possível de pessoas. Para os realizadores, a plataforma potencializa a formação de público e atua como ferramenta de promoção dentro da estratégia de lançamento do filme.

    Confira abaixo as 13 escolas inovadoras:

    #1  Cieja Campo Limpo, de São Paulo (SP)
    #2  Escola Canadá, de Viamão (RS)
    #3  EMEF Guido Lermen, de Lajeado (RS)
    #4  IFET Paraná – Campus Jacarezinho, de Jacarezinho (PR)
    #5  Escola Maria Peregrina, de São José do Rio Preto (SP)
    #6  EMEF Desembargador Amorim Lima, de São Paulo (SP)
    #7  EM Acliméa Nascimento, de Teresópolis (RJ)
    #8  Escola Municipal Cecília Meireles, de Nova Friburgo (RJ)
    #9  EEEP Alan Pinho Tabosa, de Pentecoste (CE)
    #10 Centro Municipal de Educação Infantil Hilza Diogo Cals, de Fortaleza (CE)
    #11 Escola Pluricultural Odé Kayodê, de Goiânia (GO)
    #12 Escola Janela, de Cavalcante (GO)
    #13 UFABC, de Santo André (SP)

    Fonte: Editada com informações da Assessoria de Imprensa Instituto Alana e site da série Sementes da Educação

  • Autismo

    #E se fosse seu filho?

    #E se fosse seu filho?

    A campanha #Esefosseseufilho corre nas redes sociais com relatos de pais de autistas que sofrem preconceito, especialmente nos dias em que o filho não está tão bem e se manifesta com gritos e movimentos agitados. A campanha inclui a interpretação por parte de atrizes de alguns desses relatos, como a da mãe que estava no elevador quando o filho começou a balançar o corpo e mexer as mãos. Outra criança que estava no local perguntou o que ele tinha, ao que sua mãe respondeu: “Não sei, filha, ele deve ter algum problema. Não chega perto, não.” A mãe até desceu no andar errado, de tão chateada, e pergunta: “E se fosse seu filho, como você se sentiria?”

    Além de sofrer preconceito, a pessoa que apresenta movimentos repetitivos muitas vezes é contida, reprimida. Mas esses hábitos podem ser benéficos para momentos de ansiedade, ajudando o paciente a liberar tensão, organizar informações do ambiente e sentir-se mais calmo.

    As estereotipias, como são chamados esses movimentos, se apresentam normalmente nos Transtornos do Espectro Autista (TEA) e síndromes como a de Tourette, manifestando balanço do corpo, da mão, movimentos da boca, entre outros.

    “O movimento repetitivo chama muito a atenção, mas também são classificados como estereotipias falas e tipos de linguagem muito excêntricos para a idade e contexto ou até mesmo rotinas muito rígidas”, exemplifica a psicóloga Giulianna Kume, do Centro de Excelência em Recuperação Neurológica (CERNE).

    As estereotipias voltadas à linguagem são denominadas ecolalias, e se referem às palavras ou frases repetidas e, muitas vezes, desconectadas da situação. Essas repetições podem ser imediatas, logo após o paciente ter ouvido aquela informação, ou tardia, quando se refere a situações ouvidas anteriormente. “O autista geralmente fala ou canta coisas que ouviu, mas fora do contexto”, explica a psicóloga.

    Em muitos casos, esses são movimentos autorregulatórios, ou seja, uma forma pela qual a pessoa se organiza. E é preciso ter cuidado ao avaliar a necessidade de conter esse hábito. “Muitas vezes não é legal interromper, pois a pessoa irá sentir isso como uma punição. Por exemplo, segurar a mão que ela está balançando”, alerta Giulianna.

    E quando esses movimentos repetitivos precisam ser tratados? Quando eles atrapalham a vida da pessoa, trazendo prejuízo ou quando sua vida está sendo colocada em risco.

    Muitas vezes, basta dar um direcionamento a esse hábito, já que costuma ocorrer quando a pessoa está ociosa ou ansiosa, e desaparecer num momento de engajamento em atividades. É preciso identificar a função desse movimento, em que contexto ele mais acontece e tentar interferir em sua motivação, ou mesmo redirecionar o ato para algo mais funcional”, explica Giulianna.

    Esses comportamentos, além de repetitivos, tendem a ser rígidos e invariáveis, ocorrendo em situações inapropriadas. “A Análise do Comportamento Aplicada (ABA) atua ampliando os repertórios de comportamento e intervindo em variáveis que o tornam mais provável de ocorrer”, complementa a psicóloga.

    Por exemplo, gritos altos podem ser trocados por falas mais aceitáveis socialmente. Em alguns casos, a criança com movimentos dessa natureza perde oportunidades de aprendizado. Nesses casos, é possível buscar a redução da ocorrência. Vale destacar que é a partir dos dois anos que surgem essas manifestações.

    (Fonte: Assessoria)

     

  • Como se faz uma inclusão eficaz na escola?

    Professora e aluna em sala de aula leem um livro

    A pedagoga do Centro de Excelência em Recuperação Neurológica (CERNE) Grazielle Tavares lamenta que, muitas vezes, as escolas não consigam buscar um modo diferente de ensinar. E é nesse momento que a clínica entra, para auxiliar na adaptação e oferecer maneiras diferentes de ensinar e socializar.

    No CERNE, as crianças com idade escolar e transtorno do espectro autista frequentam a escola. Um caso positivo, em que escola e clínica vêm cooperando, é o de Vicenzzo, de 6 anos, que está sendo alfabetizado. “O CERNE orientou a escola a não usar o método analítico, ou seja, aquele que parte do todo para a parte (dos textos, das frases, das palavras para as unidades menores da língua, letras e sons), e sim o método fônico, com ênfase na associação entre fonemas e grafemas, ou seja, entre sons e letras”, conta a pedagoga Grazielle. O bacana é que as professoras da escola visitaram a clínica e vice-versa, todos buscando o melhor interesse do garoto, que é atendido também por psicólogo, terapeuta ocupacional e musicoterapeuta.

    A mãe, a conselheira tutelar Danyelle Rodrigues, conta que precisou trocar de escola duas vezes em busca do acolhimento desejado para o garoto. “Na escola anterior, percebia que a maneira como lidavam com as situações era inadequada”, conta. Já na Escola Adventista Vista Alegre houve a abertura desde o início para que uma professora auxiliar acompanhasse seu filho.

    Outra adaptação realizada foi o uso de materiais próprios para o garoto. Quando é preciso, eles são afixados ao livro.  A escola também consegue identificar momentos em que o menino precisa sair da sala para manter seu bom desempenho. Nessas ocasiões, ele é levado para outra atividade, como pesquisar na biblioteca – o que ele adora. “Ele teve a fase dos dinossauros, depois o fundo do mar e agora gosta de livros, como a história de Davi contra Golias e os monstros”, conta a mãe.

    Videoaulas

    Outro caso de muita cooperação entre o CERNE e a escola é o de João Arthur Kaminski Oliveira, de 17 anos. Desde cedo, ele tem tido bons resultados no ambiente escolar, graças ao acompanhamento da família e dos terapeutas.

    Paciente com Síndrome de Joubert, sua limitação é visual, e não cognitiva. “Ele sempre acompanhou muito bem todas as disciplinas, e nas atividades de esporte participa dentro de suas possibilidades”, conta a mãe, Elisabete Kaminski. Estudante do 1º ano do Ensino Médio no Colégio Nossa Senhora Medianeira, João tem usado áudios e adaptações táteis, além do ábaco japonês (Soroban). Na escola, foram feitas uma tabela periódica e um sistema circulatório táteis, material adaptado que depois pode ser útil para jovens com outras patologias.

    “A capacidade dele pode até ser maior que a dos colegas, como é o caso no estudo de história”, diz a mãe. “Ele estuda muito com videoaulas e às vezes vai para a prova sabendo mais do que o conteúdo pedido, e até questiona o professor.”
     

    Desde a chegada da Lei Brasileira de Inclusão (Estatuto da Pessoa com Deficiência), a própria escola fornece o profissional de apoio pedagógico, com uma equipe composta por psicólogos e pedagogos. A supervisora do centro de inclusão do Medianeira, Karolina Marianni Vargas, explica que a chegada do Estatuto da Pessoa com Deficiência ajudou a criar diretrizes para o trabalho. “Todos precisam ser incluídos dentro de suas necessidades, não podemos ter um olhar apenas para a dimensão acadêmica, mas também para a socioemocional, enfim para a formação integral”, salienta. O Medianeira tem matriculados 140 alunos com algum diagnóstico que requer cuidados, e 29 são acompanhados por um dos 11 profissionais de apoio.

    “No caso do João, usamos materiais concretos e provas orais. Por sugestão da professora de biologia, um grupo de colegas fez áudios com o conteúdo que iria cair na prova e passou para ele”, exemplifica Karolina.

    Outro desafio é ajudar os pais a aceitarem o ritmo diferente de aprendizado do filho, e entender que, algumas vezes, é necessária a professora de apoio. “Qualquer pessoa pode precisar de auxílio ao longo da vida”, salienta Grazielle.

    A lei exige que o poder público assegure “a participação da pessoa com deficiência em jogos e atividades recreativas, esportivas, de lazer, culturais e artísticas, inclusive no sistema escolar, em igualdade de condições com as demais pessoas”.

    Fonte: informações com a Assessoria de Imprensa 

  • Escolas Inovadoras - Aulas de campo estimulam a aprendizagem

    Crianças enfileiradas passam por uma ponte. Em volta deles uma área arborizada.

    Coordenadas pelo professor Paulo Roberto Frick, de Geografia, estudantes do Colégio Amplação puderam experimentar e colocar em práticas os ensinamentos aprendidos na teoria.

    Abrir a porta da sala de aula e levar os alunos ao ar livre para aprender são recursos didáticos e pedagógicos que o Colégio Amplação mantém em sua grade curricular. “Eu entendo que as aulas de campo são uma extensão da sala de aula”, assegura o professor. Para ele, o conteúdo teórico integra-se ao que é visto e analisado em campo de forma prática. “Além de conteúdo, o estudante vivência as relações pessoais com as saídas, tornando o grupo mais integrado. Assim, a aula de campo torna-se um instrumento para facilitar o processo de ensino-aprendizagem e de relações intra e interpessoais”, ressalta.

    O professor completa que a aula de campo torna-se um importante momento de aprendizado, porque possibilita a aproximação entre a teoria vista em sala de aula e a prática observada e analisada in loco. “Com a realização das aulas de campo os estudantes passam a compreender as relações sociais e espaciais e a ter um olhar mais crítico sobre o que ocorre em determinado lugar”, sublinha Paulo Roberto.

    Do lado de fora das salas
    As turmas do 5º do Ensino Fundamental foram até a Volvo Ambiental (Casa Verde). O objetivo desta aula de campo foi sensibilizar os alunos para às questões ambientais que estão presentes em nossa sociedade.
    Os alunos do 6º ano tiveram a oportunidade de ampliar o conhecimento sobre o Segundo Planalto Paranaense na aula de campo realizada no Parque Estadual de Vila Velha, que fica no município de Ponta Grossa.  No local vivenciaram as formações geológicas de arenito.

    O Parque Histórico de Carambeí foi a sala de aula das turmas do 7º ano. A vivência ampliou a compreensão da colonização do Paraná e suas relações. E os alunos do 8º ano percorreram o Caminho Histórico do Itupava, em Quatro Barras. Lá puderam conhecer in loco o sistema ambiental por meio das interrelações entre os aspectos geográficos (relevo, geologia, clima, solos, hidrografia, vegetação e fauna) e a importância histórica do caminho.

    O professor Paulo e os alunos do 9º ano foram até o Litoral do Paraná para conhecer o ecossistema de mangue na Barra do Saí, em Guaratuba. Vivenciar um ambiente de cavernas e entender a importância geomorfológica e como se espeleotemas foram os objetivos da aula de campo no Parque Estadual de Campinhos, em Tunas do Paraná, com os alunos do 1º e 3º ano do Ensino Médio do Colégio Amplação.

    O Parque Estadual do Cânion Guartelá, em Tibagi, foi o local da aula com a turma do 2º ano do Ensino Médio. O objetivo foi analisar a paisagem e compreender os aspectos geográficos (relevo, geologia, clima e hidrografia), que possibilitaram a formação do sexto maior cânion do mundo em extensão. 

  • Adriana Ferrareto lança "Vou ali e já volto"

    Foto de Adriana Ferrareto e o livro Vou Ali e Já volto.

     

    Final de ano chegando e vem aquela velha sensação de que não conseguimos realizar todas as promessas que fizemos no início do ano. Para não repetirmos padrões, o momento é de rever com mais honestidade algumas áreas da vida, que estão encobertas pelo medo de se fazer algumas perguntas e de achar respostas difíceis. Período em que é possível encontrar coragem para superar traumas e medos e encarar de frente os preconceitos e adversidades da vida. 

    “O momento é de fazer uma faxina em algumas coisas da vida e repensar relações; enfim repensar a forma como temos tocado a nossa própria vida”, diz a coach e palestrante, Adriana Ferrareto, que após superar traumas e medos, se propôs a inspirar outras mulheres a enfrentar problemas semelhantes e recorrentes no universo feminino. O resultado foi o livro “Vou ali e já volto - 40 anos no deserto” (Casa do Escritor), a ser lançado, no dia 06 de dezembro, às 19h30, nas Livrarias Curitiba, do Park Shopping Barigui, com sessão de autógrafos e um bate-papo com um público.

    Por meio de crônicas viscerais e sinceras, Adriana trata com leveza, suavidade e bom humor temas áridos como medo, culpa, inadequação, violência, enfrentamento da morte, ilusões e tantas outras experiências, as quais Adriana as denomina de “labirinto emocional”, vivido pela maioria das mulheres. “Quero mostrar que é possível buscar e lutar para encontrar a identidade de cada um e que muitas vezes é necessário travar uma luta, confiar em si mesmo, aprender a não ser inocente e colocar o limite nas pessoas e em você mesmo”.

    A escrita das crônicas, explica Adriana, foi um processo de catarse, uma terapia para revisar uma jornada de 40 anos em busca da própria identidade. E o resultado é um diálogo franco com outras mulheres que estão também enfrentando situações de desconforto em relação à autoestima, à submissão de padrões, crenças limitadoras, preconceito e a questão da violência contra o feminino, no aspecto físico, moral e espiritual. “A principal mensagem que eu quero passar é a de que a missão ou propósito da nossa existência é a gente viver uma vida que faça sentido. Não é viver para agradar o outro, é viver para algo que faça sentido”, diz Adriana.

    Livro na Amazon  - “Vou ali e já volto - 40 anos no deserto” já está à venda no site da Amazon, em duas versões: e-book e impresso sob demanda. Para comprar acesse o link: https://www.amazon.com.br/Vou-Ali-J%C3%A1-Volto-deserto-ebook/dp/B07H8S6Z61

    Sobre Adriana Ferrareto: Proprietária da empresa Adriana Ferrareto Desenvolvimento do Ser. Criadora da Escola de Carreira, com produção regular de conteúdo e cursos abertos ao público sobre gestão de carreira e liderança. Faz palestras e treinamentos em todo o Brasil, com possibilidades, que passam pela transformação pessoal e profissional, oferecendo ferramentas para o desenvolvimento de liderança, fortalecimento de equipes, potencialização dos talentos em pontos fortes e carreira, programas de mentoring e coaching.

    SERVIÇO: 
    Lançamento: "Vou ali e já volto - 40 anos no deserto"
    Autora: Adriana Ferrareto Editora: Casa do Escritor
    Local: Livrarias Curitiba – Park Shopping Barigui
    Dia: 06/12, às 19h30
    Mais informações: www.adrianaferrareto.com.br 

  • Déficit de atenção e hiperatividade exigem tratamento com equipe multidisciplinar

    Estudantes com Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) devem ser atendidos em serviço de saúde especializado, que disponibilize avaliação diagnóstica e metas de acompanhamento multidisciplinar. Isso significa que a equipe precisa ter psicólogos, educadores, psicopedagogos, médicos e fonoaudiólogos. A opinião é do psicólogo Tiago S. Bara, do Centro de Excelência em Recuperação Neurológica (CERNE).

    O tema ganha ainda mais força com a aprovação do projeto de lei 7081/2010 pela Câmara dos Deputados, dia 7 de novembro. Segue agora para aval do Senado e assinatura do presidente da República.

    A proposta obriga o Estado a oferecer um programa de acompanhamento integral de Dislexia, de Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) e de qualquer outro transtorno de aprendizagem para estudantes do ensino básico. 

    De acordo com o texto do projeto, caso seja verificada a necessidade de intervenção de um terapeuta, ela deve ser feita por um serviço de saúde capaz de fazer a avaliação diagnóstica, com metas de acompanhamento por equipe multidisciplinar composta pelos profissionais necessários ao desempenho dessa abordagem. “Além disso, é preciso garantir o acesso a material pedagógico adaptado à necessidade do estudante, e os professores da Educação Básica precisam de capacitação adequada”, lembra Tiago Bara.

    No CERNE, é a equipe multidisciplinar que garante o atendimento completo e continuado aos pacientes.

    Para saber mais sobre o CERNE, acesse: 

     

  • 4 ª edição do Bazar Leite Quente traz Fafá Conta

    Com objetivo de celebrar a literatura e o comércio local, ocorrerá neste fim de semana, dias 20 e 21, o Bazar Leite Quente. Organizado pela Editora Insight, este evento, que já está na sua 4ª edição, tem como proposta valorizar trabalhos autorais direto de Curitiba com diversos expositores de Arte, Design, Decoração, Moda, Artesanato e Gastronomia.

    Entre os destaques do Bazar, no dia 20, às 14h30, Fafá Conta, conhecida pelo sucesso de seu canal no YouTube, com mais de 42 mil inscritos, fará a contação de dois livros lançados no Bazar “Sibila”, da escritora Marilza Conceição, com ilustrações de Ingrid Osternack e “Os Jardins da Terra”, de Lia Finn, com ilustração de Rosangela Grafetti.

    Confira programação completa:

    Sábado | 20 de outubro
    11 – 16h - Lançamento dos livros “Sibila, da escritora Marilza Conceição com ilustrações de Ingrid Osternack e “Os Jardins da Terra”, de Lia Finn com ilustração de Rosangela Grafetti

    14h30 - Contação de história dos dois livros lançados com Fafá Conta

    16h - atividade de colorir com a Ingrid Osternack

    Domingo | 21 de outubro
    11h -15h - Lançamento dos livros “Encontros Desconcertantes”, de Priscila Prado e “(In)visível” de Wanderley Braga e Josiane Mayr Bibas , autora de "A Coceira de Bartolomeu", lança o Calendário 2019 do elefante mais querido da cidade.

    Durante o Bazar, vários autores do Coletivo Era uma Vez, escritores de literatura infanto-juvenil de Curitiba, estarão presentes para conversar sobre seus livros.

    Feirantes:

    byNexo - Decoração
    Elisa Sawada - Biju e vasos e plantas
    Dreams - CrochêsAlas - Camisetas
    Andressa Meissner - Ilustrações e posters e cartões
    Cria Criatura (Alice Pincat) - Bonecos
    Discotecagem com Gabriel - Discos de vinil
    Sou Curitiba - Souvenirs
    Eva e Liz - Roupas semi novas
    Coletivo Era Uma Vez - Autores de Livros Infantojuvenis de Curitiba
    Volante - Chopp
    Editora Insight - Livros
    Mari Ines Piekas – Ilustrações

    SERVIÇO:
    Bazar Leite Quente

    Organização: Editora Insight
    Local: Ébano Pereira, 502 – Centro
    Dias: 20/10, das 11h às 17h e 21/10, das 11h às 15h
    Entrada: livre

  • Aulão: Curso Dynâmico tira dúvidas de vestibulandos

    Neste domingo (21) ocorre a primeira fase do vestibular 2018/2019 da UFPR. Momento de ansiedade e angústia para os mais de 40 mil candidatos, que concorrerão a 5.421 vagas de graduação oferecidas pelo processo seletivo. Na véspera, dia 20, o Curso Dynâmico está preparando um dia inteiro com muitas dicas de conteúdos para as provas, além de muita descontração para quebrar a ansiedade dos alunos. É o tradicional “aulão” de véspera que pretende lotar a Ópera de Arame.

    O “aulão” é aberto para a comunidade, vestibulandos de escolas públicas e particulares, que queiram tirar as últimas dúvidas e fazer a revisão final. O objetivo segundo o coordenador do Curso Pré-Vestibular, Paulo Klauss, é que os alunos possam rever os principais tópicos com aulas divertidas, que também têm a função de promover descontração em um momento de tensão para a maioria dos alunos, neste momento tão importante na sua trajetória acadêmica.

    O “aulão” inicia às 8h e prossegue até às 18h, com intervalo para o almoço. No local, vários food trucks estarão à disposição para os vestibulandos almoçarem no local. Para se inscrever, os alunos devem acessar o facebook do Dynâmico www.facebook.com/CursoDynamico/

    Serviço:
    Aulão de Véspera / Dynâmico
    Local: Ópera de Arame
    Dia: 20/10
    Horário: das 8h às 18h
    Inscrições: www.facebook.com/CursoDynamico/
    Preço: gratuito e aberto ao público

  • Cursos gratuitos capacitam empreendedores em Curitiba

    O Centro Universitário UniOpet, em parceria com a Prefeitura de Curitiba no Programa Bom Negócio – Vale do Pinhão, oferece cursos gratuitos para empreendedores de micro e pequenos negócios em Curitiba. As inscrições vão até o fim de outubro e devem ser feitas no site www.programabomnegocio.com.br. As vagas são limitadas.

    A coordenadora técnica do programa no UniOpet, Rosemary Suzuki, diz que a capacitação é capaz de influir positivamente no ambiente  de negócios em cada uma das regionais de Curitiba: “Com turmas abertas para as oficinas no Polo Boqueirão, Fazendinha e no Campus Rebouças, queremos contribuir para o desenvolvimento regional em nossa cidade”.

    O programa Bom Negócio – Vale do Pinhão é uma nova versão do programa de capacitação em gestão empresarial da Prefeitura de Curitiba. O objetivo do programa é capacitar empreendedores de micro e pequenos negócios que serão preparados em uma jornada de 86 horas com aulas presenciais e a distância. Entre os temas abordados estão a cultura da inovação, o uso de tecnologias, modelos de gestão modernos, compartilhamento de ideias e experiências e economia criativa e colaborativa. 

     “A pessoa participa de três rotas de empreendedorismo, com aulas a distância (nas duas primeiras rotas) e presenciais (na terceira). Alguns parceiros, entre eles o UniOpet, oferecem a rota três na própria instituição. A primeira turma desse projeto já está na terceira rota”, cita Rosemary.

    Fonte: Talk Comunicação

  • Congresso da ABED abordará diversos temas na área de inclusão na EaD

     

     

    Na 24ª edição do Congresso Internacional de Educação a Distância da ABED, que se inicia nesta quarta-feira (03/10) e prossegue até sábado (06/10), em Florianópolis, acadêmicos de instituições de ensino de todo o país, vão apresentar suas pesquisas nas áreas de acessibilidade, incluindo Audiodescrição e Libras.

    Confira alguns desses temas correlatos ao tema da inclusão com seus respctivos acadêmicos e Instituições de Ensino Superior. O Centro Universitário Uninter ea Universidade Positivo estão entre as instituições do Paraná, que abordarão o tema. 

    Programação completa aqui

    Dia 03/10 - 15h39
    A AUDIODESCRIÇÃO DE IMAGENS EM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM: PROMOVENDO A INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL NA EAD
    [A] Deise do Amaral Tyska - IFRS
    Lizandra Brasil Estabel - IFRS

    03/10 - 16h às 18h
    INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
    A demanda por inclusão em todos os níveis educacionais não só é lei, como tem apresentado um aumento considerável de alunos, com cada vez mais pessoas com necessidades especiais solicitando acesso ao Ensino Superior, inclusive na modalidade a distância. Trata-se de um grande desafio para as instituições que devem desenvolver estratégias para garantir o atendimento à diversidade. O Censo EAD.BR, com a expertise de pesquisadoras envolvidas com a inclusão no Ensino Superior, fez um levantamento das práticas efetivas de inclusão na EAD brasileira. A mesa redonda tem por objetivo apresentar uma análise dos dados levantados sobre acessibilidade e inclusão, discutir as conquistas já alcançadas nesta área e identificar as demandas por aperfeiçoamento no atendimento a necessidades especiais pelos programas de EAD no Ensino Superior.
    Betina von Staa – ABED (Coordenação)
    Tatiana dos Santos - UNIVESP
    Karina Nones Tomelin - UP
    Hermínio Kloch - UNIASSELVI
    Waleria Henrique dos Santos Leonel - UNICESUMAR
    Karin Sell Schneider Lima - UNINTER

    03/10 - 16h20
    TRANSMÍDIA E A EXPERIÊNCIA DO ESTUDANTE EM CURSOS PRESENCIAIS OU A DISTÂNCIA NO CONTEXTO DA ACESSIBILIDADE
    [A] Lane Primo – UFSC Vania R. Ulbricht – UFSC
    Luciane M. Fadel – UFSC

    03/10 - 17h
    AUDIODESCRIÇÃO: ACESSIBILIDADE PARA CURSOS EAD
    Brisa Teixeira de Oliveira - TIC TAG Comunicação e Educação Acessíveis
    [A] Andreza Regina Lopes da Silva – IPDAAL

    A ACESSIBILIDADE COMO INOVAÇÃO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DE UMA REDE INTERNACIONAL DE ENSINO SUPERIOR A DISTÂNCIA
    [A] Soellyn Elene Bataliotti - EaD Laureate
    Gabriela Alias Rios – IFSP

    03/10 - 18h às 18h30
    ​​​​​​​EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA EAD: OPORTUNIDADES E DESAFIOS A PARTIR DA LITERATURA
    [A] Karina Nones Tomelin - UP
    Marilia Pessanha - UP
    Izabella Romanetto Gonçalves - UP
    Adriana Pelizzari - UP

    04/10 - 16h
    MÍDIAS AUDIOVISUAIS INCLUSIVAS: UMA ABORDAGEM SOBRE A COMUNICAÇÃO ACESSÍVEL A PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL EM CURSOS DE ENSINO À DISTÂNCIA.
    [A] Daniela Cardoso Tavares - NCE /UFRJ /IPLEIRIA
    Filipe Alexandre Santos – IPLEIRIA
    Carla Freire – IPLEIRIA
    Thiago de Melo Ferreira – NCE/ UFRJ
    Marcio Rogério Penha – USP
    José Antonio dos Santos Borges - NCE /UFRJ
    Angélica F.S Dias - NCE / UFRJ
    Sandra de Oliveira – Liberato

     

  • 500 formas de empatia: alunos da Escola Atuação pensam o futuro

    Alunos apresentam trabalhos na Feira do Saber

    Durante dois dias os alunos das duas sedes da Escola Atuação, em Curitiba, apresentaram mais de 500 trabalhos na Feira do Saber. A atividade foi baseada no Projeto Anual da Instituição, que engloba a empatia, gentileza e solidariedades. Alunos do Maternal I ao 9º ano participaram organizaram os processos de produção desde a pesquisa, até o desenvolvimento e apresentação.

    Para a psicopedagoga e diretora da instituição de ensino, Esther Cristina Pereira, a escola precisa reforçar valores. “Trabalhamos muito a questão do caráter, da personalidade, do comportamento, valorizando o ser e não o ter. O aluno Atuação é um ser humano preparado para enfrentar o mundo novo, de trabalho em equipe, de saber se colocar no lugar do outro, de saber calar e falar na hora certa, porque o mundo hoje não valida mais o teu currículo, mas sim tuas experiências”, esclarece a diretora.

    Os alunos do 9º ano da sede do Boqueirão, por exemplo, apresentaram trabalhos abordando a empatia por meio das artes, com exemplos na fotografia, pintura, escultura, teatro, cinema, música e dança. Empatia com os povos refugiados foi o tema de alguns alunos do 6º ano, que apresentaram fotos, dados e a visão deles sobre o assunto. Já as crianças do Jardim 2 desenvolveram os temas de outra forma, como o abraço e a família, oferecendo “abraços grátis” durante a apresentação.

    Além disso, este é um momento de muita aprendizagem, uma vez que o aluno se coloca como o agente de transmissão do conhecimento vivenciado e aprendido. “A atividade de apresentar para o público desenvolve também as habilidades de oratória, comunicação e interação”, avalia a diretora.

    Informações: Assessoria de Imprensa Escola Atuação (V3Com)

  • Encontros Desconcertantes de Priscila Prado será lançado neste sábado (22), no Solar do Rosário

     

    Foto colorida de rosto de Priscila Prado. Tem cabelos médios e encaracolados. Sorri.

    Imagine encontrar-se ao mesmo tempo com: o mundo, o outro, o limite, o tempo, a poesia, a natureza e consigo mesmo. Pode parecer algo impossível, inatingível. No entanto, a obra “Encontros Desconcertantes” (Editora Insight), de Priscila Prado, convida o leitor a buscar esses encontros por meio de 105 poemas ilustrados com fotos da autora. Entre versos e ilustrações, Priscila instiga com um humor sutil a contemplar a beleza, ao mesmo tempo que constata uma realidade – nem sempre bela.

    O livro, que teve seu pré-lançamento, este ano, na 16ª edição da FLIP – Festa Literária Internacional de Paraty, um dos maiores e mais importantes eventos literários do Brasil, terá seu lançamento oficial com sessão de autógrafos, em Curitiba, no Solar do Rosário, dia 22 de setembro, às 10h. Fotografias e poemas, retirados do livro, terão exposição em locais públicos de Curitiba. Além disso, como contrapartida social, haverá "rodas de bate-papo e oficinas" sobre a temática do livro até o final do ano.

    Encontros desconcertantes traz a reflexão de que os encontros do homem no mundo – que é o espaço onde ele se conhece – é desconcertante no que se refere a reconhecer-se no outro; reconhecer seus limites; o desafio do tempo; a beleza, mistério e perigos da natureza; a poesia que tudo permeia e o mais desconcertante dos encontros: encontrar consigo mesmo. O livro foi viabilizado com o apoio do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura - Fundação Cultural de Curitiba, com incentivo do Positivo.

    Priscila, que já foi finalista do Prêmio Jabuti, em 2013, traz em seu ofício a “militância poética”. O termo, explica ela, é tornar a poesia mais acessível, espalhando ecos pelo mundo afora e tornando a poesia mais presente no cotidiano das pessoas. Com isso, a obra “Encontros Desconcertantes” ecoa para além das suas 144 páginas e chega no mobiliário público com cartazes espalhados pela cidade de Curitiba, local em que a carioca hoje reside. O livro chegará também em instituições como escolas, bibliotecas e casas de leitura com atividades lúdicas que levarão professores e estudantes a um encontro da poesia com o desafio de ser, agir, pensar e interagir.

    Sobre a autora Priscila Prado Tradutora, transita entre alguns idiomas na busca de sua própria linguagem. Alia ações culturais individuais e participação em coletivos de apoio, valorização e divulgação da literatura e da arte em geral – em particular a de autoria de mulheres. Estreou na literatura com o livro de poemas “A qualquer momento agora” (2005). Foi finalista do  Prêmio Jabuti 2013 com o livro interativo de poesia  ilustrada voltado para o público infantojuvenil  “Preguiça, Coragem e outros bichos” (2012).  Pela Editora Insight é autora também de “No Olho do Paradoxo” (2015). Mais informações: www.priscilaprado.com

    Sobre a Editora Insight: Publica livros que estimulam a imaginação, atuando principalmente nas áreas da literatura infantojuvenil, artes, livros técnicos na área do design e de cunho educacional, entre outras. Diferencia-se pelo cuidado na edição por meio de um design editorial profissional, por meio de uma parceria com a Nexo Design e ilustrações exclusivas. Outra linha de trabalho são os livros sob demanda, que possibilita a publicação de livros que não alcançariam a tiragem de uma editora tradicional. Oferece, por meio do site, serviços de divulgação e venda de livros, apoiando os autores, que poderão comercializar suas obras de uma forma simplificada e eficiente. Mais informações: www.editorainsight.com.br

    Serviço:
    Lançamento e sessão de autógrafos do livro Encontros Desconcertantes
    Autora:
     Priscila Prado Editora: Insight Ano: 2018
    Local:  Solar do Rosário (Rua Duque de Caxias, 04 - São Francisco)
    Dia:  22/09/2018 Horário: das 10h às 13h.

    Páginas: 144 páginas, com fotos.

  • Instituto Rodrigo Mendes e Unicef lançam o curso online “Portas abertas para a inclusão”

    Crianças com e sem deficiência em aula de Educação Física

    No Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, 21 de setembro, o Instituto Rodrigo Mendes (IRM) lança, em parceria com o UNICEF e a Fundação FC Barcelona, o curso Portas abertas para a inclusão na modalidade de educação a distância (EAD). O curso é totalmente gratuito e autoinstrucional, ou seja, não requer presença física nas aulas. Outro destaque é o fato de ser acessível, com recursos de Língua brasileira de sinais (Libras), legendas e audiodescrição.

    Os sete módulos que compõe o Portas abertas EAD podem ser cursados conforme o tempo disponível de cada participante. Com 40 horas de duração total, eles abordam diversos temas da inclusão escolar no Brasil: histórico e legislação, acessibilidades, práticas inclusivas e conceitos de educação física inclusiva. Os conteúdos são independentes e cada cursista pode decidir em que ordem abordá-los e quanto tempo se dedicará a concluir todos eles, com exceção do módulo "Projetos", que deve ser, obrigatoriamente, o último. As aulas do Portas abertas para a inclusão são compostas por vídeos, textos e videoaulas que articulam teoria e prática sobre educação inclusiva. Cumpridas todas as etapas, o Instituto Rodrigo Mendes emite um atestado de participação.

    “Com a versão EAD, o objetivo do Instituto é chegar a todos os municípios brasileiros. Temos evidências sólidas de que a Educação Física, quando trabalhada de maneira inclusiva, transforma a vida da escola, dos professores e, mais importante, dos estudantes, na medida em que amplia muito suas possibilidades de futuro”, diz Rodrigo Mendes, superintendente do Instituto.

    “Com o Portas abertas EAD, contribuímos para que todas as escolas públicas brasileiras possam garantir o direito de aprender a cada menina e cada menino, notadamente aqueles com deficiência”, afirma Ítalo Dutra, chefe de Educação do UNICEF no Brasil. O curso estará disponível a partir do dia 21 de setembro, e os interessados já podem realizar um pré-cadastro no site www.rm.org.br.

    Histórico - Entre 2012 e 2016, o projeto Portas abertas alcançou mais de 91 mil estudantes em 15 estados. Ao todo, 916 educadores participantes do curso foram certificados na modalidade semipresencial. O projeto se relaciona, de sua origem à expansão, com os megaeventos sediados no país nos últimos anos — a Copa do Mundo FIFA 2014 e os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. “O Portas abertas já é projeto reconhecido globalmente. Agora, com a disponibilização no formato EAD, aumenta o impacto que provoca. Cada cursista pode desempenhar papel fundamental para colaborar com a inclusão de mais crianças e adolescentes na escola comum por meio da Educação Física”, diz Florence Bauer, representante do UNICEF no Brasil.

  • EADBOX lança aplicativo para suas plataformas de e-learning

     

    A EADBOX, startup paranaense que oferece plataformas de e-learning para empresas e profissionais, lançou recentemente um aplicativo para facilitar o acesso ao conteúdo dos cursos. No app é possível assistir aulas offline, após baixar os conteúdos. Assim, o aluno acessa quando e onde quiser, sem precisar do acesso à internet para aprender.

    Além disso, o usuário tem acesso a várias plataformas simultaneamente, acompanhando todo o conteúdo em uma só interface, de maneira organizada e intuitiva. Para Gabriella Muller, head de marketing da EADBOX, as novas facilidades do aplicativo estimulam o conhecimento e aceleram a aprendizagem. “No app, o aluno pode acessar o conteúdo das aulas tanto em vídeo quanto em power point, pdf, áudio e outros formatos”, explica.

     

    Fonte: Assessoria de Imprensa/Literal Link

  • Agosto: mês de incentivo ao aleitamento materno

     
    Banner dividido em duas partes. Na superior, em fundo azul e em letras brancas finas: Pediatra, seu consultório pode fazer a diferença... incentive a amamentação. Na parte inferior: em fundo amarelo uma mulher sorri e amamenta. Ao lado em letras azuis dentro de um coração: Prolongue esta história de amor. No canto inferior direito logo e nome da campanha: Agosto Dourado.
    Estamos no "Agosto Dourado", mês dedicado à intensificação das ações de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno. Em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, apenas 38% das crianças são amamentadas exclusivamente conforme recomendações das entidades médicas. Há uma meta global a ser atingida até 2025, que é de pelo menos 50% dos lactentes receberem o aleitamento materno.
     
    O tema para 2018, de acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, é "Amamentação: a base da vida!" e o objetivo é chamar a atenção para a sua importância na construção de uma saúde com base sólida. Para ter tal repercussão na saúde de um indivíduo, a amamentação deve impactar  em todos os sistemas do organismo, tanto que o tema tem sido explorado nas diversas especialidades médicas. O pediatra é considerado um protagonizador no incentivo ao aleitamento, desde as consultas pré-natal, no parto e nos demais atendimentos. 
     
    No Paraná, uma série de ações vêm sendo realizadas com o objetivo de incentivar o aleitamento materno, todas com a supervisão e o apoio da Sociedade Paranaense de Pediatria. Porque a entidade entende que o leite materno sacia a fome e impulsiona o viver. É, naturalmente, indispensável nos primeiros momentos da existência. É a base da vida. Por tais motivos, recomenda-se que o aleitamento deve ser exclusivo até o seis meses e complementado com adição de alimentos variados até os dois anos ou mais. Afinal, amamentar é um ato de amor sem limites!

Quem faz o blog

DESTAQUES DOS EDITORES