• 17/07/2018

    Tempo fechando

    Tempo fechando

    O blogueiro Lauro Jardim, do O Globo, enviou um recado criptografado para o ex-governador e candidato ao Senado Beto Richa, de que o tempo estava fechando para ele.

    A frase alimentou os frequentadores da Boca Maldita que deram opinião do que se tratava.

    Os fofoqueiros de plantão apostaram alto e estão esperando os próximos dias para ver se a informação se concretize.

  • 16/07/2018

    Rejeição de eleitor encarece campanha nas redes sociais

    Festejada pelos políticos como uma alternativa mais em conta em tempos de escassez de recursos para campanhas eleitorais, a propaganda paga nas redes sociais tem surpreendido os marqueteiros pelo custo crescente e resultado prático cada vez mais difícil de ser alcançado. As informações são do Estado de São Paulo.

    depender do conteúdo de um post patrocinado no Facebook, se paga até R$ 2 por uma "curtida" ou novo "fã", contra R$ 0,5 até o começo do ano. Por causa do valor considerado elevado, pré-candidatos já passaram a reavaliar suas estratégias de marketing nas redes sociais.

    Segundo especialistas ouvidos pelo jornal  Estado de S. Paulo, os preços seguem dois fatores: a rejeição do eleitorado em geral diante de um anúncio político na sua própria página da rede social, o que dificulta a aceitação do conteúdo transmitido; e a falta de transparência das empresas no momento da cobrança do serviço - diferentemente de emissoras de TV e rádio, não há uma tabela de preços única para páginas nas redes.

    A ferramenta que impulsiona posts pagos no Facebook, por exemplo, funciona como num leilão. É possível impulsionar a partir de R$ 1. O anunciante determina o valor que deseja investir, o público que quer atingir (discriminando sexo, idade e cidade), o período da ação de publicidade e a meta a se alcançar, como número de curtidas ou novos seguidores, os chamados "fãs".

    De acordo com a mensagem impulsionada, esse custo-benefício tem se tornado cada vez mais caro, segundo Moriael Paiva, vice-presidente da área digital da Ideia Big Data. "Uma curtida custa agora R$ 2 e com tendência de alta ao longo da campanha. Todo mundo estava empolgado com isso, já que o impulsionamento é uma das grandes novidades dessa eleição, mas vai ser preciso muita estratégia e conhecimento para o resultado ser o esperado e o dinheiro não ir para o ralo", disse.

    O cientista político Andrei Roman, da empresa de Big Data Atlas Político, também avalia que a estratégia deve ser o ponto-chave das campanhas digitais. Para ele, o ambiente de mídias digitais está mais competitivo, o que pode ser um "balde de água fria" para quem pensava que poderia alcançar eleitores em potencial com poucos recursos. "Quem tem a melhor estratégia e mais dinheiro, tende a conseguir melhor desempenho", afirma Roman.

    A eficácia dos impulsionamentos é calculada pelas equipes de campanha a partir de uma conta: divide-se o valor empregado na campanha pelo resultado obtido em curtidas ou novos seguidores. Por exemplo, se determinado candidato investiu R$ 1 mil em um post que rendeu 500 novos fãs, cada um deles "custou" R$ 2.

    Planalto

    Entre os presidenciáveis, o uso da ferramenta é diversificado. Tem quem não use esta ferramenta, como o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) e o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ). Há quem o faça com parcimônia, como a ex-ministra Marina Silva (Rede) e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), com, respectivamente, dois e um anúncios, até a sexta-feira passada. O terceiro grupo é formado por quem investe pesado nesta alternativa.

    O presidenciável do Novo, João Amoêdo, por exemplo, gasta cerca de R$ 35 mil por mês com o impulsionamento de posts. O valor é 10% maior em relação ao que estava previsto inicialmente por sua equipe.

    Na sexta-feira, Amoêdo tinha três anúncios pagos publicados. Na semana passada, eram cinco impulsionados no ar e 1,1 milhão de seguidores. Ele tem seis vezes mais "fãs" que o campeão até aqui em número de anúncios pagos publicados, Henrique Meirelles (MDB). Também na sexta, o ex-ministro tinha impulsionado seis publicações - uma semana antes, foram 18. A equipe do presidenciável não revelou os valores e usou a mesma justificativa da pré-campanha de Amoêdo: trata-se de uma "estratégia sigilosa". Este último, contudo, confirmou que está mais caro anunciar no Facebook. Os gastos das campanhas serão informados nas prestações de contas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    Dados

    Candidato à reeleição, o deputado federal Floriano Pesaro (PSDB-SP) disse que elevou de R$ 400 para R$ 1 mil por semana o investimento em propaganda digital. "Percebo que quanto mais impulsiono, mais caro fica. Mas acho que ainda vale muito à pena, mesmo com essa alta no preço. Não dá para comparar o custo de um anúncio com uma propaganda no rádio, TV ou jornal", disse.

    A estratégia de Pesaro é abusar da ferramenta na pré-campanha, quando ainda há "espaço" na linha do tempo dos usuários. "Depois, acho que vai ter tanto post de político, que vai ser difícil alcançar um bom resultado por um custo razoável."

    A lei não obriga o Facebook a apontar anúncios durante a pré-campanha, mas a plataforma abriu esses dados há duas semanas. Neles, é possível acompanhar os anúncios do pré-candidato na sessão "Informações e anúncios". Questionado sobre preços cobrados, o Facebook não quis comentar.

    Ponto a ponto

    Início - O anunciante deve submeter o conteúdo à equipe do Facebook, que analisa a proposta em até 24 horas. O pagamento é feito por cartão de crédito ou boleto.

    Interdições - Há uma lista de anúncios proibidos, como serviços ilegais e conteúdo adulto, e restritos, como bebidas alcoólicas e propaganda política. No caso de candidatos, eles devem seguir as leis locais e as demais regras da empresa.

    Leilões - Segundo o Facebook, ocorrem inúmeros leilões diariamente, com anunciantes concorrendo por determinado público. Por exemplo: mulheres de São Paulo, de 30 a 40 anos. Não há um limite para nenhum tipo de anúncio, como de políticos.

    Vencedor - O anúncio vence o leilão com a combinação mais alta de três fatores: "anunciante", uma métrica com a estratégia de lance; "taxas de ação estimada", índice calculado pela Facebook para ver o quanto o anúncio pode ter êxito no que se propõe; e qualidade e relevância do anúncio.

  • 16/07/2018

    PT tenta todas as alternativas judiciais para fazer Lula se candidatar

    O PT prepara estratégias políticas e jurídicas para chegar ao segundo turno das eleições. O caminho, no entanto, não vai ser fácil. No campo eleitoral, a dificuldade é convencer o PSB a embarcar na campanha petista e evitar o fortalecimento de Ciro Gomes, do PDT, na esquerda. Pelo lado da Justiça, os petistas estudam brechas na legislação que possam render recurso que convença a ministra Laurita Vaz, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a conceder um habeas corpus ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A aposta da legenda em Lula continua firme e forte. Embora caciques do partido admitam que há alternativas — como Jaques Wagner, ex-governador da Bahia; e Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo —, eles não dão o braço a torcer, animados, inclusive, por resultados de pesquisas eleitorais. As informações são do Correio Braziliense.

  • 16/07/2018

    Candidatos com mandato terão prioridade na distribuição do dinheiro do fundo eleitoral

    Os cinco partidos que mais receberão recursos do fundo eleitoral neste ano informam que, na distribuição do dinheiro, pretendem priorizar os candidatos atualmente com mandato, o que, na avaliação de especialistas, mais uma vez dificultará a renovação no Congresso Nacional. O G1 consultou as estratégias de MDB, PT, PSDB, PP e PSB. Juntos, esses partidos têm 236 deputados (46% dos 513 parlamentares da Câmara). No Senado, as cinco legendas somam 48 senadores (59% dos 81 parlamentares). As informações são do G1 Brasília.

  • 16/07/2018

    Em Cuba, ilha-presídio embalada pelo comunismo, Gleisi Hoffmann denuncia a “prisão política” de Lula

    Do Ucho Haddad

    Para o Partido dos Trabalhadores não há limite para o ridículo, em especial quando no centro da bizarrice discursiva está a presidente nacional da legenda, senadora Gleisi Helena Hoffmann. O que não é novidade para quem acompanha cotidianamente a política nacional. 

    Em Cuba, um dos derradeiros redutos do comunismo – agora disfarçado de socialismo liberal – e país conhecido por ser um presídio de políticos adversários do regime local, a senadora paranaense denunciou a prisão de Lula, condenado em duas instâncias por corrupção e lavagem de dinheiro, além de ter negado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) pedido de habeas corpus.

    Na capital cubana, Gleisi Helena falou em “prisão política”, como se o petista-mor tivesse passado ao largo do devido processo legal e do amplo direito de defesa. A grande questão que aterroriza o PT é a possibilidade de o partido minguar na esteira das muitas denúncias de corrupção, algo que deve se confirmar com as condenações que serão impostas a Lula.

    Gleisi fez sua denúncia durante encontro do Foro de São Paulo, movimento que reúne dezenas de partidos e organizações de esquerda. Não obstante, o grupo recepciona com pompa e circunstância governantes reconhecidos como autoritários, como, por exemplo, os presidentes da Venezuela e de Cuba, países que sem cerimônia prendem seus opositores.

    A senadora petista afirmou que não “desistirá de buscar a liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que completa 100 dias preso na sede da Polícia Federal, em Curitiba, condenado na Operação Lava Jato”.

    A presidente dos petistas, que viajou a Havana na companhia de Dilma Rousseff e de militantes para participar do encontro do esquerdismo continental, não perdeu a oportunidade de abusar do devaneio. “Viemos aqui para denunciar, e estamos recebendo a solidariedade para Lula. Não vamos desistir. Lula voltará a ser presidente do Brasil”, afirmou a petista em vídeo divulgado nas redes sociais.

    A senadora voltou a criticar a atuação do Judiciário brasileiro e a prisão de Lula, que, conforme sustentam os advogados do PT, ocorreu sem provas concretas. “A tentativa de soltá-lo com uma argumentação justa e correta ficou frustrada. Parte expressiva do Judiciário mostrou que tem lado nessa disputa e politizou o tema. Não vamos desistir de Lula, pois não vamos desistir do povo brasileiro”, completou, referindo-se à suspensão do habeas corpus conferido, semana passada, pelo plantonista do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF), desembargador Rogério Favreto.

  • 16/07/2018

    Operadoras de planos de saúde devem quase R$ 2 bilhões ao SUS

    Mesmo faturando R$ 178 bilhões em 2017, as operadoras de planos de saúde devem quase R$ 2 bilhões ao Sistema Único de Saúde (SUS). Os valores de atendimentos prestados a pacientes com planos de saúde em unidades públicas não foram repassados ao SUS, ou estão contingenciados devido a ações judiciais impetradas pelas empresas. As informações são do Diário do Poder e Agência Brasil

  • 16/07/2018

    Gustavo Fruet volta a ser trunfo do PDT para o Senado

    Narley Resende/Bem Paraná

    Em modo de espera por uma definição no cenário de alianças do PDT do pré-candidato ao governo Osmar Dias, o ex-prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), que por enquanto se declara pré-candidato à Câmara Federal, pode se tornar o nome da sigla para Senado. Enquanto Osmar e o senador Roberto Requião (MDB) não fecham acordo para uma coligação que satisfaça as exigências dos dois lados, Fruet se prepara para talvez assumir a condição de candidato de Osmar a senador e aproveitar seus votos cativos, os oriundos da exposição que teve na prefeitura, além daqueles 'segundos votos' de quem já escolheu Requião ou o também Beto Richa (PSDB) como primeira opção para o Senado.

  • 16/07/2018

    Dr. Rosinha será vidente se acertar o número de petistas eleitos no Paraná

    Dr. Rosinha será vidente se acertar o número de petistas eleitos no Paraná
    Dr. Rosinha (Foto: Divulgação)

    Candidato a chave do Palácio Iguaçu, Dr. Rosinha (PT), andou se dopando em Maringá, na quinta-feira passada.

    Ele previu que o partido dele deve eleger cinco deputados federais e de três a seis deputados estaduais.

    A previsão deve ter surpreendido até mesmo a vidente Mãe Dináh no céu.

    Se o partido de Lula e Dilma Rousseff eleger a metade será uma dádiva para o partido que se envolveu em corrupção, rasgou todas as promessas quando estava no poder e traiu grande parte da militância.

    Deve acontecer com o PT paranaense a mesma coisa que aconteceu ao PT curitibano em 2016, quando a bancada encolheu de três vereadores para um.

  • 16/07/2018

    Governadores têm menos chances de se reeleger, dizem especialistas

    A menos de três meses do primeiro turno das eleições, com o cenário já se desenhando, os chefes de governos estaduais que buscam se reeleger devem enfrentar dificuldades. Apesar de os índices elevados de sucesso nas últimas cinco disputas eleitorais mostrarem que mais de 60% dos governadores que tentaram continuar no posto conseguiram ser reconduzidos ao cargo, especialistas apontam que o continuísmo não será marca do processo eleitoral deste ano. Entre as principais barreiras dos governantes que postulam retornar ao cargo estão as acusações de corrupção, a rejeição à classe política, o desejo de renovação e a dificuldade fiscal enfrentada por muitos estados. As informações são do Correio Braziliense.

    Como as convenções partidárias ocorrem entre 20 de julho e 15 de agosto, conforme calendário eleitoral divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nenhuma candidatura foi oficializada ainda. Mas a movimentação dos partidos indica que pelo menos 18 dos 27 atuais governantes se interessam em pleitear candidaturas. O número não é anormal, já que, desde 1998, em média, 19 governadores disputam reeleição. O que não se sabe é se a situação será favorável à continuidade, como foi em 2006, com 70% de sucesso dos que tentaram um segundo mandato, ou será mais propensa a mudanças, como em 2002, quando apenas metade dos pretendentes conseguiu a recondução, o que ainda é um índice considerado alto.

    Para David Fleischer, cientista político e professor emérito da Universidade de Brasília (UnB), a conjuntura dessas eleições, em especial, será desfavorável ao continuísmo. “Tradicionalmente, o governador que tenta a reeleição tem a máquina a seu dispor. Este ano, será diferente, porque há uma ideia generalizada de que todos os políticos são corruptos. O candidato novo não tem a máquina à sua disposição, mas tem a condição de opositor, o que pode ajudar”, analisa.

    Esquadrão

    No Nordeste, as pré-candidaturas dos governadores petistas da Bahia, do Ceará e do Piauí vão contra a maré, e os atuais governadores Rui Costa, Camilo Santana e Wellington Dias se consolidam como favoritos. Os governantes petistas dos respectivos estados esperam não ser atingidos pelo momento delicado vivido pelo partido com a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e miram na desarticulação dos opositores. No estado baiano, o principal oponente do PT seria ACM Neto (DEM-BA), mas o atual prefeito de Salvador não demonstrou interesse em renunciar para compor a disputa.

    Seja pelo discurso, pela postura ou até pelo distanciamento da cena política, a tendência é que os candidatos se adaptem para conquistar o eleitor, que busca renovação. Quanto a essa pretensão, a cientista política Denise Mantovani diz que, se mal-executada, pode ser perigosa. “A renovação precisa vir de dentro da política. A grande renovação é a ideia de que a candidatura se constrói por responsividade entre quem elege e quem é eleito. Não é interessante relacionar a renovação ao discurso manipulado de um outsider ou de alguém alheio à vida política”, critica.

    Descrença

    A maioria das pesquisas de intenção de voto apresenta números alarmantes que indicam a vontade do eleitor de votar branco ou nulo. Muitos deles também não sabem a quem vão conferir o voto. David Fleischer indica que as pesquisas pré-campanha, mesmo importantes para o direcionamento do contexto eleitoral, não são definitivas. “Devemos esperar a campanha começar, e os opositores serem definidos nas convenções. Muita água ainda vai passar embaixo da ponte”, pondera.

    Mas a indefinição dos votos pode, de antemão, entregar a descrença do eleitor para estas eleições. Em Tocantins, depois que o TSE cassou o mandato do ex-governador Marcelo Miranda (MDB) e da vice, Claudia Lelis (PV), uma eleição suplementar foi realizada em junho deste ano. No primeiro turno, os dois primeiros candidatos somaram 302 mil votos, e a abstenção superou 305 mil. Somando abstenções a brancos e nulos, foram 443,4 mil, quase metade do total do eleitorado tocantinense.

    No Distrito Federal, um governador não é reeleito desde 1998, quando Joaquim Roriz recebeu a missão de assumir novamente o posto. Agora, em 2018, várias barreiras se impõem ao governador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), e os opositores torcem para que o cenário de não reeleição na capital se mantenha. Fleischer explica que Rollemberg assumiu o governo sabendo que enfrentaria dificuldades. “Ele tomou posse com uma bomba-relógio em cima dele. No último dia de mandato, o ex-governador Agnelo aumentou em 37% o funcionalismo público e isso comprometeu fiscalmente o governo”, explica.

    De acordo com levantamento da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), em abril de 2017, os estados com pior situação fiscal eram Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Sem recursos para pagar funcionários, as gestões foram prejudicadas, muitas vezes, pelas restrições orçamentárias, que impossibilitaram a prestação de serviços públicos essenciais. Combinando gastos com pessoal e dívidas elevadas, os momentos de queda na receita, que vieram à tona principalmente no ano passado, resultaram em elevados deficits. As expectativas dos cidadãos, como a abertura de concursos públicos, por exemplo, acabaram não se concretizando.

    O professor de ciência política da UnB Ricardo Caldas destaca que essa crise fiscal também prejudica as chances de reeleição no Distrito Federal. “Com o comprometimento fiscal, causado pela recessão da economia, houve, no DF, a deterioração de serviços locais, como saúde e segurança pública. Isso fez com que a intenção de voto dele [Rollemberg] caísse”, analisa.

    Governadores-tampão

    Em alguns estados, os atuais governadores não são cotados por serem ainda desconhecidos do eleitor. Os chamados “governadores-tampão” assumiram o cargo em abril devido à renúncia dos titulares que decidiram concorrer às eleições de outubro. É o caso de São Paulo, com Márcio França (PSB); Paraná, com Cida Borghetti (PP); e Rondônia, onde Daniel Pereira (PSB) assumiu o governo. Se optarem pela candidatura, podem ter o bônus de já estarem inseridos na gestão.

    Nas eleições de 2014, o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (MDB), candidatou-se nessa condição. Pezão, que era vice, assumiu após renúncia de Sérgio Cabral e cresceu durante a campanha. Para a cientista política Denise Mantovani, o domínio da máquina pública é um facilitador principalmente devido às mudanças da legislação eleitoral, a qual, segundo ela, cria mecanismo que dificultam a entrada de novos postulantes.

  • 16/07/2018

    Candidatura de Osmar Dias continua patinando na pré-campanha

    Candidatura de Osmar Dias continua patinando na pré-campanha
    Osmar Dias (Foto: Divulgação)

    O ex-senador Osmar Dias (PDT) continua com problemas para atrair simpatizantes para a corrida eleitoral.

    No seminário "O PDT e a Mulher Paranaense no Século 21", que aconteceu no sábado (14), em Curitiba, mostrou como anda fraca as adesões, um pouco mais de duas dezenas de mulheres participantes.

    Hoje, ele vai tentar reverter a situação em São José dos Pinhais, onde participará de encontro com lideranças de toda a região.

    Mas se tudo continuar caminhando do jeito que está, ele pode dar adeus a chance de se tornar governador do Paraná pela terceira vez em 12 anos.

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