• 25/06/2018

    ‘Não votos’ superam apoio a candidatos em eleição ao governo do Tocantins

    O governo-tampão do Tocantins eleito neste domingo (24) foi escolhido por menos da metade do eleitorado apto a votar no Estado. Disputaram o 2º turno: Mauro Carlesse (PHS) e Vicentinho Alves (PR). Juntos, os candidatos receberam 490.461 votos – isso equivale a apenas 48,16% do eleitorado tocantinense. Carlesse foi eleito com 75,1% dos votos válidos contra 24,9% de Vicentinho. O “não voto” (soma de brancos, nulos e abstenções) foi de 527.868 votos (51,84%). Estavam aptas a votar na eleição do Tocantins 1.018.329 pessoas. As informações são do Poder 360.

    O movimento do “não voto” já tinha se desenhado no 1º turno das eleições suplementares quando cerca de 43,5% dos eleitores do Tocantins haviam deixado de ir às urnas. Apenas 574.915 registraram voto em algum dos 7 candidatos.

    A eleição suplementar para o governo de Tocantins envia 1 recado claro sobre o que pode se passar na eleição geral no Brasil, no dia 7 de outubro: muita gente não está mais se dando ao trabalho de votar.

    O voto no Brasil é obrigatório, mas a multa por não comparecer à seção de votação é pequena: cerca de R$ 3. Além do mais, é fácil justificar a ausência. As eleições gerais de outubro de 2018 podem registrar uma das maiores taxas de abstenção desde a volta do Brasil à democracia, em 1985.

    As pesquisas de intenção de voto indicam que 1 número recorde de eleitores segue se declarando indefinido nesta fase da campanha. O último levantamento do DataPoder360, realizado de 25 a 31 de maio de 2018, mostrou que os que votam em branco e nulo variam de 36% a 40%, a depender do cenário testado.

    Essa possível alta taxa de abstenção tende a beneficiar os candidatos ao Planalto cujo voto tem origem em grupos de eleitores mais engajados –neste momento, esses políticos são Jair Bolsonaro (PSL) e Luiz Inácio Lula da Silva ou quem PT o partido indicar.

    No Amazonas, que também teve eleição suplementar para governador em agosto de 2017, a taxa de “não voto” também foi altíssima na comparação com eleições anteriores. Chegou a 36,3% contra 26,2% em 2014. Na capital, Manaus, cerca de 45% dos eleitores não se deram ao trabalho de escolher algum nome.

    A eleição suplementar no Tocantins foi convocada após a cassação do mandato ex-governador Marcelo Miranda (MDB) e da vice dele, Cláudia Lelis (PV). Os 2 foram considerados culpados por captação ilegal de recursos para a campanha eleitoral de 2014 pelo Tribunal Superior Eleitoral.

     

  • 25/06/2018

    Partidos têm conversas para fechar coligações, mas só decidirão em agosto

    Partidos têm conversas para fechar coligações, mas só decidirão em agosto
    Jorge Bernardi (Foto: Divulgação)

    Junho está terminando e as conversas entre partidos deverão se intensificar em julho, com as definições das convenções estaduais.

    As legendas apontam que as definições de alianças ficarão para a primeira semana de agosto, quando terão um panorama claro das intenções eleitorais do paranaense em sete de outubro.

    Se as pesquisas internas dos partidos e as liberadas pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) indicarem a popularização de candidaturas, a tendência é que o mais fraco fique desidratado e veja aliados mudarem de lado.

    Hoje, Ratinho Junior (PSD) vem conquistando o eleitorado, Cida Borghetti (PP) vem tendo um tímido crescimento e Osmar Dias (PDT) vem perdendo espaço.

    Osmar e Cida estão correndo contra o relógio para segurarem Junior.

  • 25/06/2018

    Requião recebia picanha da carne fraca

    Principal delator da Operação Carne Fraca, o ex-superintendente do Ministério da Agricultura no Paraná, Daniel Gonçalves detalhou à Procuradoria-Geral da República como funcionava o esquema político que o mantinha no cargo. Em troca do apoio, ele repassava propinas a deputados federais do MDB. Para que a bancada do partido no Senado não atrapalhasse, outros mimos eram distribuídos. O senador Roberto Requião, segundo ele, recebia peças de picanha dos frigoríficos favorecidos pela bandalheira. As informações são de Ricardo Boechat na IstoÉ.

  • 25/06/2018

    Promotoria pede 17 anos de prisão para ex-presidente da Câmara de Apucarana

    Do Canal 38

    O promotor Eduardo Augusto Cabrini da 4ª Promotoria do Patrimônio Público de Apucarana, pediu condenação para Petrônio Cardoso ex-presidente da Câmara de Apucarana, com pena de 17 anos e 04 meses de reclusão em regime fechado e perca do cargo Público, pelo crime de desvio de recursos públicos.

    Cabrini pede ainda a condenação de diversas outras pessoas, bem como alguns familiares do ex-presidente.

    O Juiz titular da 2ª Vara Criminal da Comarca de Apucarana, Dr. José Roberto Silvério, deve proferir sentença nos próximos meses.

  • 25/06/2018

    Independentes da Câmara de Curitiba sofrem retaliações

    Independentes da Câmara de Curitiba sofrem retaliações
    Professor Euller (Foto: Divulgação)

    A indicação de um servidor da Câmara Municipal de Curitiba para vulto emérito da capital paranaense levou os vereadores independentes da Câmara Municipal de Curitiba a questionarem se existe um pedido da base para retaliar integrantes do grupo.

    Na semana passada Professor Euler (PSD), apoiador de Ratinho Junior (PSD) ao Governo do Paraná, indicou um membro do Deprole e houve discussão envolvendo vereadores.

    Segundo as regras do setor da comunicação da casa, se deu debate entre mais de três parlamentares vira notícia.

    Virou nota, o que levou ao entendimento entre os independentes de que o presidente Serginho do Posto (PSDB) e o líder do prefeito, Pier Petruzziello, pediram para segurarem as notícias envolvendo o bloco.

  • 25/06/2018

    Advogados de Beto Richa são craques em tirarem inquéritos de Sérgio Moro

    Advogados de Beto Richa são craques em tirarem inquéritos de Sérgio Moro
    Professor Euller (Foto: Divulgação)

    Na semana os advogados do ex-governador Beto Richa (PSDB) conseguiram tirar um inquérito do juiz Sérgio Moro, que trata das delações da Odebrecht, e encaminhar para o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná.

    Essa não foi a primeira vez que a assistência jurídica de Richa conseguem o feito.

    Há alguns anos, sabendo do rigor de Moro, agiram para que ele não fosse o juiz.

    E tem mortadela que acredita que o juiz maringaense é bonzinho com Richa.

    O tucano tem advogados que conhecem a fama do juiz da Lava Jato.

  • 25/06/2018

    Podemos vai ao STF por tempo na TV

    Podemos vai ao STF por tempo na TV
    Alvaro Dias (Foto: Divulgação)

    A bancada do Podemos deverá se reunir na próxima semana com o ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso. O encontro estava programado para a segunda-feira (18), mas teve de ser reagendado. Será o primeiro de representantes da sigla com ministros da Corte para tratar da ação que questiona a distribuição do tempo de rádio e TV aos partidos. Pré-candidato da legenda ao Planalto, o senador Álvaro Dias (PR) deverá comparecer. O Podemos, que teve um boom em sua bancada nos últimos anos, quer que a divisão seja feita com base na bancada atual no Congresso - e não na do início da legislatura. As informações são de Murilo Ramos na Época.

  • 25/06/2018

    Crowdfunding para campanhas eleitorais ainda tem resultados tímidos

    Com pouco mais de um mês no ar, as plataformas criadas para captar doações voluntárias de eleitores para campanhas políticas ainda apresentam resultados tímidos. Parte da baixa adesão é atribuída ao pouco conhecimento dos candidatos sobre este tipo de mecanismo e porque ainda não foram oficializados os nomes que estarão na disputa eleitoral. Até a atenção dos brasileiros voltada para a Copa do Mundo é apontada como justificativa para os ainda baixos valores. As informações são da Agência Brasil.

    “São apenas quatro ou cinco entidades se destacando. É imprevisível [como esse mecanismo vai avançar], mas, talvez depois da Copa, com o início efetivo das campanhas, a arrecadação deslanche. É um mercado inicial ainda, e os partidos estão ainda definindo nomes”, avaliou Daniel Callirgos, CEO e fundador da Apoia.org, uma das empresas autorizadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para fazer a captação.

    O financiamento participativo ganhou força com a minirreforma eleitoral aprovada pelo Congresso Nacional, que proibiu a doação de empresas para candidatos. O TSE regulamentou a novidade, abrindo a possibilidade de os pré-candidatos lançarem páginas na internet para receber recursos de pessoas físicas. Para participar, o cidadão usa uma dessas empresas cadastradas pela Justiça Eleitoral, que oferecem meios como boleto, cartão de crédito ou até mesmo a possibilidade de doar em dinheiro em espécie, com diferentes taxas cobradas pelos serviços

    A empresa de Callirgos é uma das que têm reunido o maior número de doações voluntárias de pessoas físicas desde que o TSE autorizou a divulgação do financiamento coletivo de campanha, conhecido como crowdfunding eleitoral, no dia 15 de maio. Até o início da semana, a plataforma reunia 256 pré-candidatos e captação de R$ 416.957,65.

    Baixa procura

    Ao todo, 45 empresas já têm autorização do TSE para arrecadar, por meio do crowdfunding, recursos para financiamento coletivo de campanha. No entanto, nem todas deram início à arrecadação.

    Responsável por mais de 60% das campanhas até o momento, a plataforma Doação Legal, que integra as startups de serviços financeiros Vakinha e OKPago, arrecadou R$ 616 mil, tendo como valor médio R$ 170 por doação. Há pré-candidatos que já acumulam mais de R$ 10 mil em doações, segundo a empresa. Até 15 de junho, a plataforma tinha 868 pré-candidatos com contas ativas, mas apenas 150 estavam efetivamente arrecadando. Entre as que estão em atividade, 420 ainda não tinham arrecadado qualquer valor.

    Com 16 pré-candidatos cadastrados, a Doejá ainda não iniciou o financiamento. Sócio da plataforma, o advogado Álvaro Maimoni explicou que ainda estão conversando com os políticos. “Com a oficialização das candidaturas, o financiamento vai ganhar corpo. O que vai importar não é o valor doado, mas o volume de doações”, apostou. Para ele, essa é uma ferramenta que aproxima o eleitor de seu candidato.

    Até a penúltima semana de junho, a Fundii, com 122 campanhas cadastradas, havia recebido 26 doações com um total de R$ 27.869,90. A plataforma Política Coletiva, da empresa Aparece Brasil, conta com 15 pré-candidatos ativos, mas nem todos iniciaram a campanha, e a arrecadação atingiu até o momento R$ 7.344,00. Outras plataformas não responderam ao levantamento.

    Procurada pela Agência Brasil, a assessoria do TSE não informou dados consolidados das entidades, como valores doados e número de pré-candidatos que já aderiram ao novo tipo de financiamento.

  • 24/06/2018

    Articulação para boicotar shows de Chico Buarque recebe apoio de grupos de idosos

    Articulação para boicotar shows de Chico Buarque recebe apoio de grupos de idosos
    Alvaro Dias (Foto: Divulgação)

    Fãs do passado do cantor e compositor Chico Buarque aderiram as articulações para boicotarem o show que ele vai fazer em agosto, no Teatro Guaíra, em Curitiba.

    A mudança é que a articulação saiu do “what’s app”, ganhou as ruas e recebeu apoio em grupos da terceira idade.

    Os articuladores do movimento “Em Curitiba Não” sabem que os mortadelas já compraram a maioria dos ingressos para a apresentação de Chico.

    Os líderes agora pretendem fazer uma bonita recepção ao músico, no Aeroporto Afonso Pena, quando desembarcar para as apresentações na capital paranaense.

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