• 22/06/2018

    No futebol como na política

    Do Ari Cunha

    Enquanto a bola rola nos estádios da Rússia, os candidatos à presidência da república vagueiam pelos estados brasileiros, em campanha eleitoral francamente aberta, mesmo que a legislação proíba essa antecipação do calendário. De fato, nem a campanha da seleção, nem o recital de promessas dos postulantes para 2018 têm despertado grande interesse da população.

     O futebol insosso do escrete, apoiado basicamente na figura de um Neymar, que parece possuir talento fora de série apenas quando atua em times no exterior, e as caras manjadas dos políticos que se apresentam para o principal pleito de 7 de outubro, por razões idênticas, deixaram de empolgar os brasileiros.

     A decepção com os seguidos casos de malversação de recursos, falsificação de resultados, construção superfaturada de estádios e outras falcatruas, tanto na CBF como na própria FIFA, além da derrota inexplicável por 7×1 para a Alemanha, retraíram e constrangeram o torcedor de tal maneira que somente uma campanha mágica e indiscutível rumo ao hexa poderá redimir o passado recente.

    Do mesmo modo, os escândalos, em sequência contínua, praticamente reduziram à pó a imagem que a população faz hoje de todos os políticos. O desencanto geral vem também da encenação e das mentiras, quer dos jogadores que se jogam ao chão procurando vantagens e faltas inexistentes, quer da atuação dos políticos, obrigados a desmentir, com falsas versões, as acusações de que são alvos.

     A perda de credibilidade e o malabarismo nos pés e na retórica afastaram fãs e eleitores. Ainda assim, para o bem do esporte e da democracia, futebol e eleições devem prosseguir. Quem sabe, ali na frente, as coisas se arrumam e tudo volta a ser como era antes.

    No caso da política a coisa é mais complicada. As gigantescas manifestações de rua acenderam o sinal de alerta para todos aqueles que ainda apostam no velho modo de fazer política e pode render resultados inesperados quando as urnas forem abertas. Aliás, permanece crescente entre os eleitores a desconfiança sobre as urnas eletrônicas. Nenhum país a adotou, técnicos já provaram que as urnas são violáveis. Toda a campanha política não passará de encenação caso os votos dos brasileiros não sejam auditados. Comparável ao triste teatro com encenações de surpresa de nossas autoridades quando sorteado o Brasil para sediar a Copa do Mundo em 2014.  Aquele sorteio gerou suspeitas até hoje não esclarecidas.

    Mesmo no futebol, fez-se necessário a introdução de um segundo árbitro, chamado de vídeo, para sanar eventuais dúvidas das jogadas. Seria comparável a contagem dos votos, o tira-teima. Por essa mesma razão, muitos eleitores e mesmo especialistas renomados sobre questões de informática concordam com a introdução do voto impresso para debelar eventuais desconfianças.

    No futebol, como na política, é preciso regras claras e precisas. Tanto nos campos, como nos palanques a obediência às leis devem possuir regras indiscutivelmente objetivas e justas. Jogador que tomou cartão vermelho deve sair de campo. Político investigado também deveria, embora se saiba que a maioria deles irá disputar novos cargos, muitos claramente em busca da blindagem proporcionada pelo foro de prerrogativa.

    O fato é que o mal desempenho, nos campos e na tribuna, tem desanimado os brasileiros, mesmo aqueles que gostam de futebol e de política. Reverter essa situação extrema é a jogada mais importante a ser feita agora.

  • 21/06/2018

    Marido de Gleisi ainda será julgado por caso grave

    O ex-ministro Paulo Bernardo se livrou da acusação mais amena contra ele, na Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, mas o pior está por vir: o Ministério Público Federal o denunciou em 2016 e outras 12 pessoas no âmbito da Operação Custo Brasil, por integrar organização criminosa que teria roubado R$102 milhões, entre 2009 e 2015, de servidores e aposentados que fizeram empréstimos consignados. Tudo seria feito pela Consist, empresa que fazia a gestão dos consignados. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

    Pela denúncia, a serviço do grupo, a Consist descontava quantias quase imperceptíveis das vítimas, que, somadas, chegavam a milhões.

    O marido da senadora Gleisi Hoffmann é acusado pelo MPF dos crimes de corrupção ativa, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

    Entre os denunciados com Paulo Bernardo estão os ex-tesoureiros do PT Paulo Ferreira e João Vaccari, que já cumprem pena de prisão.

  • 21/06/2018

    Recuo tático

    Do blog da Denise Rothenburg

    Políticos enroscados na Lava-Jato que pretendiam conquistar um mandato eletivo para ter prerrogativa de foro começam a rever os planos. É que, com o novo entendimento do STF — de que o foro só vale para crimes cometidos no exercício do mandato e relacionados com a atividade parlamentar ou executiva —, muitos não veem mais vantagens em concorrer. É gastar dinheiro sem a certeza do sucesso e, de quebra, ficar exposto a ataques da oposição, prejudicando o grupo.

    Muitos têm pensado seriamente em “mergulhar”, esquecer a campanha e trabalhar em silêncio ao longo do segundo semestre pelo julgamento rápido enquanto o processo ainda está no STF. Afinal, se Gleisi Hoffmann conseguiu ser absolvida em um processo, por que outros não podem ter a mesma sorte?

  • 21/06/2018

    Oito em cada 10 fundos de previdência de servidores têm irregularidades

    Do blog do Vicente

    A situação da Previdência Social preocupa não apenas do ponto de vista orçamentário, mas também pela má gestão dos recursos e pela desorganização do sistema. De acordo com o Ministério da Fazenda, oito em cada 10 regimes previdenciários de servidores públicos (RPPS) estão irregulares em relação a pelo menos um dos critérios de conformidade avaliados pela Secretaria de Previdência — entre eles, equilíbrio financeiro e atuarial, uso dos recursos previdenciários e respeito ao caráter contributivo.

    Isso quer dizer que, se todos os servidores que participam desses regimes previdenciários quisessem se aposentar hoje, não haveria segurança de que seria possível fazê-lo. Certamente não haveria recursos suficientes para honrar os benefícios.

    Do total de 2.123 regimes estaduais, municipais e federais, 17,4% (369) não cumprem nenhum dos critérios, e apenas 18,2% (387) estão em dia com todas as regras de organização e funcionamento previstas em lei. Os dados são do indicador de avaliação do RPPS, divulgado nesta quarta-feira (20/6) pela Secretaria de Previdência.

    A maioria (74,8%) dos RPPS não respeita o caráter contributivo do sistema, o que significa que o governo não tem repassado as contribuições previdenciárias, destinadas ao pagamento de benefícios, para os cofres do sistemas de aposentadorias. “Não quer dizer que o ente nunca repassou esses valores. Significa que ele está há algum período sem comprovar esse repasse”, explicou o subsecretário dos Regimes Próprios de Previdência, Narlon Gutierre Nogueira.

    Ainda de acordo com o relatório, 23,8% dos estados e municípios usam os recursos previdenciários dos RPPS de forma irregular ou acima dos limites. Ou seja, mesmo que os valores sejam repassados para o RPPS, o dinheiro é usado para outras finalidades. Em alguns casos, para cobrir gastos de outras áreas, como saúde e assistência social; em outros, simplesmente desviados.

    Além disso, há irregularidades em relação ao equilíbrio financeiro e atuarial em 41,1% dos regimes de servidores. Nesse caso, um dos problemas é que os entes não têm enviado os demonstrativos de que as receitas previdenciárias serão suficientes para cobrir as despesas do sistema, tanto a curto quanto a longo prazo. E os que indicam que há deficit atuarial não estabelecem, em lei, uma alternativa para equacioná-lo.

    A região que tem a maior índice de regimes completamente dentro dos conformes é o Sul, com 57,1%. Já os irregulares são, em maioria, do Nordeste (62,87%).

  • 21/06/2018

    Resgate da esperança

    Resgate da esperança

    *Ademar Traiano

    Fiquei estarrecido ao ler, neste final de semana, uma pesquisa do instituto Datafolha publicada na Folha de S. Paulo. Ela revela que, se pudessem, 62% dos jovens brasileiros entre 16 e 24 anos, ou 19 milhões, sairiam do Brasil. Pior ainda, 43% dos adultos, ou 70 milhões, também tomariam o rumo do aeroporto.

    Isso significa que um terço do nosso povo só não sai do país devido as dificuldades de imigração. Uma massa gigantesca de brasileiros, que equivale a população inteira de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, teve a esperança sequestrada e está pronta a desistir do Brasil.

    Desalento com a crise, com a segurança pública deficiente, com as denúncias sem fim, com o desemprego, com a redução da renda e a ausência de perspectivas, estão por trás desses números alarmantes.

    O elemento mais forte desse imenso baixo astral é, sem dúvida, de fundo econômico. O Brasil convive com uma enorme crise provocada pelos desmandos do PT que o atual governo ainda não foi capaz de debelar.

    Reverter esse quadro de desalento nacional deveria ser uma prioridade de qualquer candidato a presidente e essa situação deveria frequentar as preocupações de todos os políticos. A proximidade do período eleitoral, no entanto, em lugar de amenizar pode agravar uma situação já por si só muito difícil. A legislação eleitoral é muito restritiva e tende a engessar a ainda mais uma economia que ainda se ressente da forte recessão legada por Dilma Rousseff.

    No Paraná encontramos um caminho para amenizar esse problema. Projeto de minha autoria, aprovado pela Assembleia e transformado em lei pela sanção da governadora Cida Borghetti, desburocratiza e flexibiliza regras relativas aos convênios celebrados entre prefeituras e o governo do estado.

    O projeto estabelece que todos os convênios que foram assinados e poderão receber 20% dos recursos antecipadamente, desde que os municípios façam as contrapartidas, estabelecidas e cumpram as exigências determinadas pela Lei. Com a nova lei os municípios poderão licitar e executar as obras conveniadas que estavam congeladas pela legislação eleitoral.

    Só no Paraná, devido a essa lei, vão ser destravados mais de mil convênios no valor de R$ 500 milhões. São recursos que vão executar obras, melhorar as cidades, gerar emprego e renda.

    É um caminho que deveria ser avaliado com atenção e, tomando as precauções devidas e necessárias, ampliado para outros estados e instâncias do país.

    O setor público no Brasil é um dos principais indutores da economia. No entanto, sua capacidade de executar obras, mobilizar recursos e gerar empregos, é regularmente engessada, a cada dois anos, pelas restrições impostas pela legislação eleitoral.

    Destravar os gargalos que produzem interrupções em obras, na geração de emprego e renda, é um dos caminhos que vislumbro para amenizar a gravidade da crise que vivemos e, quem sabe, das crises que virão.

    * Ademar Traiano é deputado estadual, presidente da Assembleia Legislativa e vice-presidente do PSDB do Paraná

  • 21/06/2018

    Vereador e mais seis vão responder por suposto desvio de verbas de Câmara

    Da Folha de Londrina

    O juiz Alexandre Afonso Knakiewicz, da Vara Criminal de São Jerônimo da Serra (Norte Pioneiro), acatou a denúncia de peculato (quando o funcionário apropria-se de dinheiro ou valor em razão do cargo), falsidade ideológica e associação criminosa, além de outros crimes, contra o vereador Gilmar Rocha e mais seis pessoas, dentre contadores e uma servidora comissionada da Câmara Municipal. Todos são acusados do Ministério Público de utilizarem recursos do Legislativo para a realização de serviços particulares. 

    Para o promotor Danilo Leme, os possíveis abusos ocorriam pelo uso indevido de senhas dos funcionários para movimentação da conta bancária da Câmara de São Jerônimo da Serra. Conforme a denúncia, Gilmar Rocha contratou uma empresa contábil de Gilmar Corrêa, outro denunciado no processo. Junto com outro sócio, eles determinavam que os contadores ocultassem detalhes dos repasses financeiros dos relatórios. 

    O MP suspeita que as irregularidades tenham acontecido entre janeiro de 2017 e maio deste ano, totalizando um desvio de R$ 59 mil. Para se ter uma ideia, a investigação descobriu que uma das transferências, orçada em R$ 230, teria pago a instalação de uma antena parabólica na casa de Rocha. Em outro caso, uma nota fiscal teria sido emitida para a venda de um CPU e manutenção de uma impressora pertecente à Câmara, mas os serviços de R$ 280 não foram prestados. 

    Assim que soube da deflagração da Rei de Paus, como a operação realizada em conjunto com o Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado) foi batizada, Gilmar Rocha teria realizado reuniões com outros vereadores para tentar despistar os olhos do MP. Ele e os seis réus têm 10 dias para questionar as acusações na Justiça. Todos respondem em liberdade. 

    A apuração forçou o novo presidente da Câmara de São Jerônimo da Serra, Josias Bueno Ribeiro, a rescindir o contrato G.C. Escritório Contábil, de Gilmar Corrêa. O contrato foi rompido no início de junho.

  • 21/06/2018

    PR aproxima-se de Bolsonaro para ampliar bancada

    Mesmo integrantes da cúpula do PR contrários a uma aliança com o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) à Presidência já admitem, nos bastidores, que a coligação mais provável do partido na eleição presidencial é com o militar da reserva. "De 0 a 10, a chance de isso acontecer hoje é 8", admite um dos principais articuladores da legenda, que tem potencial para aumentar em cinco vezes o exíguo tempo de propaganda na TV do deputado. As informações são do Valor Econômico.

    Bolsonaro tem como um dos principais pontos fracos contar com apenas 9 segundos nos programas eleitorais. A cada dois dias, o pré-candidato terá apenas um comercial de 30 segundos na TV. Só o PSDB do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, terá seis comerciais no mesmo período, sem contar a propaganda dos partidos aliados - o tucano está em negociações avançadas com PTB, PSD, PPS e PV. 

    As conversas são lideradas pelo ex-deputado Valdemar Costa Neto, que mesmo sem cargo oficial comanda o PR, e o presidente do PSL, o advogado Gustavo Bebianno. Ambos já tiveram várias reuniões nos últimos meses, segundo políticos dos dois partidos, mas Bolsonaro nunca se reuniu com Costa Neto - que foi condenado no mensalão - para tratar da aliança. 

    O PR não exige a vaga de vice e nem tem nome fechado para oferecer. O pré-candidato tem defendido o senador Magno Malta (ES), mas esse não é o nome da cúpula do partido - e ele próprio vai e volta sobre concorrer à reeleição ou não. Recentemente, a um aliado de Bolsonaro que o questionou, Malta respondeu que consultou Deus e esperava resposta até 15 de julho, véspera das convenções, para decidir. 

    Há grupos no Nordeste ligados ao PT e que são contra a aliança, mas, segundo relatos, Costa Neto estaria se convencendo: acha que Bolsonaro, que lidera as pesquisas, mas tem um partido pouco estruturado, é o presidenciável com mais condições de aumentar a bancada do PR no Congresso Nacional, seu principal objetivo para continuar a influenciar os futuros governos. 

    A cúpula da legenda não vê as outras alternativas com o mesmo potencial de ajudar os planos congressuais do PR. Se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pudesse concorrer, o partido estaria fechado com ele. Como está inelegível, a sigla não cogita apoiar o candidato substituto. 

    Costa Neto não gosta de Ciro Gomes (PDT) nem Marina Silva (Rede) e vê com pé atrás as chances de Geraldo Alckmin (PSDB), que "não empolga". O recente movimento de DEM, PP e SD para isolar o tucano só tem aumentado as reticências em relação ao PSDB. 

    A candidatura própria, do empresário Josué Gomes, também é improvável. O partido fez uma pesquisa qualitativa e mandou os resultados para ele decidir. "Na segunda-feira teremos um retorno dele", afirmou o líder do PR na Câmara, José Rocha. Ele diz que não avaliou os resultados, mas que um dos achados é algo já sabido: o empresário é desconhecido do público. "Quando foi dito que ele é filho de José Alencar, melhora um pouco", afirmou. Alencar foi vice-presidente nos oito anos de governo Lula. O que a pesquisa mostra é que o perfil do empresário agrada aos eleitores ouvidos. "O perfil dele é espetacular", completou. 

    Aliados mais "ideológicos" de Bolsonaro apostam que as conversas não avançarão. "O Gustavo conversa porque é mais aberto, mas duvido que o Bolsonaro tope. Mais valem 9 segundos para dizer Bolsonaro 17 [número do PSL] do que 50 segundos e perdermos o discurso. O PR não sabe atuar sem o toma lá dá cá que queremos combater", diz um membro da tropa-de-choque do presidenciável.

  • 21/06/2018

    Pepe Richa desiste da candidatura a deputado federal

    Pepe Richa desiste da candidatura a deputado federal

    Pela segunda vez em menos de oito anos, o irmão do ex-governador Beto Richa (PSDB), Pepe, desiste de se lançar candidato à Câmara Federal.

    A primeira foi em 2010 quando candidatos a federal pressionaram o tucano pela retirada da candidatura.

    A saída do cenário eleitoral se deve a pesquisas internas, que mostrou restrição a expansão das oligarquias política paranaenses.

    Atualmente, três grupos familiares tentam continuar no poder na terra dos pinheirais: Cida Borghetti (PP) para o governo, Ricardo Barros (PP) para a Câmara Federal e Maria Victoria (PP) para a Assembleia Legislativa do Paraná (Alep); Beto Richa (PSDB) para o Senado Federal e Marcello Richa (PSDB) para a Alep; Roberto Requião para o Senado e Requião Filho para a Alep

  • 21/06/2018

    Calma, Gleisi, calma

    Do blog da Denise Rothenburg

    A absolvição de Gleisi Hoffmann e de seu marido, Paulo Bernardo, do crime de corrupção passiva não será suficiente para lhe dar um ingresso de candidata a voos políticos mais altos. É que até o PT deseja ter segurança a respeito de outra investigação sobre o casal, aquela que envolve a empresa Consist, em que há suspeita de pagamento de despesas pessoais. Se o caso não tiver um desfecho antes da eleição — e não terá — a senadora não será a opção dos petistas, na hipótese de Lula não conseguir ser candidato.

  • 21/06/2018

    Prazo máximo para Cida Borghetti emplacar candidatura é final de julho

    Prazo máximo para Cida Borghetti emplacar candidatura é final de julho

    A governadora Cida Borghetti (PP) está ralando de segunda a segunda para crescer nas pesquisas eleitorais.

    Mas está correndo contra o relógio.

    Ontem, a base aliada, que ensaia uma debandada caso os resultados nos levantamentos não melhorem, resolveu esperar até o dia 31 de julho para decidir.

    Deputados estaduais e federais esperam que ela chegue a 20% das intenções de votos.

    “Se não ultrapassar os 15%, a candidatura dela vai para o beleléu”, confessa um influente nome da base aliada.

    “Entre 16 a 19% ela perde musculatura e alguns nomes mudam de lado”, prevê.

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