• 13/07/2018

    Em Cascavel, Ratinho Junior afirma a importância em acabar gargalos da BR-277 e Trevo Cataratas

    Em Cascavel, Ratinho Junior afirma a importância em acabar gargalos da BR-277 e Trevo Cataratas
    Ratinho Junior (Foto: Divulgação)

    O pré-candidato ao governo do Paraná, Ratinho Junior (PSD), participou de encontro com empresários e lideranças na Associação Comercial e Industrial de Cascavel (ACIC). Ele falou de sua trajetória na gestão privada, a experiência na gestão pública quando atuou como secretário de estado, em contato direto com os prefeitos dos 399 municípios do Paraná, e destacou, também, projetos para alavancar a economia no estado.

    Um dos grandes  gargalos  da região é a BR -277 e o Trevo Cataratas . "Essa duplicação da BR-277 é, sem dúvida, uma das grandes cobranças da região oeste, assim como outros gargalos, como o Trevo Cataratas, para agilizar e acelerar essas obras de infraestrutura vamos destinar parte do orçamento para trocar por ICMS e investir na melhoria da logística na região", destacou Ratinho Junior;

    Sobre as empresas estatais, Ratinho Junior afirmou que é preciso fazer uma gestão moderna, para que o poder público se torne mais eficiente. " A Copel e Sanepar não se vendem, até pela sua função social que representam, mas é preciso mudar o foco da Copel, por exemplo, nos últimos anos ela fez investimentos fora do Paraná, enquanto isso estamos com linhas de transmissões ultrapassadas. Nossa ideia é vender os ativos fora do estado e trazer o dinheiro para dentro da Copel para serem investidos em melhorias aqui no estado", completou Ratinho Junior​​.

  • 13/07/2018

    “Partidos que apoiarem Ciro devem sair do governo”, defende Marun

    Da Denise Rothenburg

    Em café da manhã com jornalistas, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, contou que se reuniu com o presidente do PP, Ciro Nogueira, e comunicou a ele que não cabe uma aliança entre pré-candidatos que são contra as medidas do governo, como reforma trabalhista, com legendas que foram partícipes desses projetos. “Espero que os partidos que apoiarem Ciro Gomes deixem o governo. Queira destacar a completa hipocrisia de Ciro, ao buscar partidos do governo. É o querer ganhar de qualquer jeito. A volta da política oportunista” afirmou.

    Marun ressaltou, entretanto, que não há uma decisão de governo, sobre demitir ministros de partidos que apoiarem candidatos mias refratários ao governo e
    Que estava dando sua posição pessoal. Porém, só o fato de dizer que conversou com o presidente do PP, Ciro Nogueira, a respeito já mostra que o governo trabalha contra Ciro Gomes. “Não estou dizendo que, quem não apoia o Meirelles ( Henrique Meirelles, pré-candidato do MDB) deva sair do governo, não. Mas tem que haver limites”, comentou.

    O ministro não mencionou conversas com o DEM, mas, ao comentar uma cena hipotética, citou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia: “Imagina lá no palanque, o Ciro deitando falação, nos chamando de golpistas, criticando a reforma trabalhista, o teto de gastos e lá o Rodrigo Maia e o pessoal todo que defendeu, fazendo cara de paisagem. Não cabe, no primeiro turno, uma aliança entre partidos que votaram com o governo e aqueles que foram completamente contrários ao impeachment, à reforma trabalhista. No segundo turno, é votar no menos pior”.

    Quanto ao apoio do PR a Jair Bolsonaro, ele comentou: “É outro que torço para não vencer. Ele votou acabou do impeachment, com um voto meio desastrado lá (Bolsonaro votou homenageando Brilhante Ustra, acusado de tortura). Ciro nos chama de golpistas. Torço para que esta semana, em que estarei fora, os partidos reflitam” disse Marun.

    E a participação do presidente na campanha? Diz Marun que Temer vai governar. Menos mau.

  • 13/07/2018

    Órgãos públicos usam a Lei Eleitoral para sonegar informações

    Do blog do Vicente

    Os órgãos públicos estão informando em suas páginas na internet que, por causa da Lei Eleitoral, não poderão mais postar notícias de interesse dos cidadãos. A decisão foi tomada com base da Instrução Normativa 01, de abril de 2018, baixada pela Secretaria-Geral da Presidência da República. Nunca se viu isso em nenhum outro momento eleitoral.

    Por lei, estão proibidos, três meses antes das eleições, campanhas publicitárias que possam favorecer determinados candidatos. Os governos também ficam impedidos de inaugurar obras ou de criarem fatos políticos que, de alguma forma, possam influenciar o pleito. Mas, para informar o cidadão sobre fatos relevantes, não há nenhum empecilho.

    Para os órgãos públicos, a IN 01 caiu como uma luva. Sob o pretexto de que podem ser punidos, ministérios, autarquias e fundações mantidas com dinheiro público simplesmente passaram a sonegar informações. Foi baixada uma espécie de Lei da Mordaça, que só favorece aqueles que desejam permanecer nas sombras.

    Veja, por exemplo, o caso do Ministério do Trabalho, que se tornou um antro de corrupção sob o comando do PTB. Para os gestores da Pasta, foi supercômodo a informação de que “não fará publicações de conteúdos noticiosos durante o período eleitoral”. Se quiser saber alguma coisa, a imprensa terá que recorrer à assessoria do ministério. O cidadão comum que procurar informações no site do Trabalho ficará a ver navios.

    Os bons profissionais de imprensa que atuam da Esplanada dos Ministérios estão revoltados. Dizem que não há como confundir publicidade com jornalismo e publicidade institucional com informação de utilidade pública. Para esses profissionais, a IN 01 deu asas aos que estão se lixando para a transparência.

    Os partidários da boa informação dizem que mesmo as requisições feitas pela imprensa às assessorias dos órgãos públicos tenderão a ser negadas, sob o argumento da Lei Eleitoral. Trata-se de um atraso. Quanto mais transparentes forem os órgãos públicos, menos suscetíveis eles estarão aos malfeitos.

  • 13/07/2018

    Ducci, candidato a vice de Ciro

    Do Fabio Campana

    O PSB em tratativas com o PDT para fechar aliança rumo ao Planalto, indicou três nomes para compor a chapa de Ciro Gomes: Júlio Delgado, Márcio Lacerda e Luciano Ducci.

    Júlio Delgado, vice-líder do PSB na Câmara, é um dos fortes combatentes do apoio de seu partido ao PT. Márcio Lacerda, que também apoia a aliança com o PDT em vez de comungar com PT, é pré-candidato ao governo de Minas. Ducci aguarda as cabeças dos partidos fecharem acordo.

    Enquanto isso, o PT nacional utiliza toda a artilharia para não perder a chance de aliança com o PSB, que pela voz do governador de Pernambuco, Paulo Câmara, candidato à reeleição, declarou apoio à pré-candidatura fantasiosa de Lula.

  • 13/07/2018

    Richa indicou ex-diretor para Uega

    Principal responsável pelo investimento que foi baixado do balanço da Copel, Erlon Tomasi, diretor financeiro e administrativo da Uega por seis anos, é pouco conhecido nos bastidores do poder paranaense. Deputados estaduais do governo e da oposição e fontes na Copel atribuem a nomeação de Tomasi ao cargo que ocupou entre 2011 e 2017 ao sogro dele, Nestor Batista, um radialista tornado político que ocupa o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) desde 1989 – foi indicado pelo então governador Álvaro Dias, atualmente pré-candidato a presidente pelo Podemos. As informações são de Rafael Martins, no Valor Econômico;

    “Ninguém aqui tem ideia se [Tomasi] é gordo, magro, velho, novo. Eu só sei que é genro do Nestor Batista”, disse ao Valor, sob a condição de anonimato, um deputado estadual que foi importante aliado do ex-governador Beto Richa, do PSDB. Principal acionista da Copel, o Estado, comandado por Richa, determinou que a estatal indicasse Tomasi para ser diretor da Uega.

    “É o usual. O conselheiro indicou o genro, o governador atendeu. O Brasil funciona assim, né?”, ironizou o parlamentar. A experiência profissional listada no Linkedin se resume a cargos públicos de indicação política. De 2004 a 2008, ele foi diretor do gabinete do sogro no TCE. Saiu dali em agosto de 2008, quando o Supremo Tribunal Federal publicou a súmula vinculante número 13, que proibiu o nepotismo no serviço público.

    Em janeiro de 2009, foi nomeado diretor administrativo financeiro da Curitiba S.A., uma empresa de economia mista da administração municipal – à época, Beto Richa era prefeito. Ali, Tomasi ficou até fevereiro de 2011, quando foi indicado à direção da Uega.

    Antes de iniciar sua trajetória por cargos de nomeação política, que coincide com o relacionamento com uma filha de Nestor Batista, Tomasi administrava uma oficina mecânica que pertence à família dele. Em 2014, quando ainda era diretor da Uega, Tomasi doou R$ 30 mil, pagos em cheque, à campanha de reeleição de Beto Richa.

    A doação, legal, está registrada no Tribunal Superior Eleitoral. Procurado, Nestor Batista respondeu, via assessoria, que não comentaria o caso, “do qual não é parte”. “Quem pode dar explicações é a própria Uega ou o seu ex-diretor”, disse o comunicado.

    Flávio Chiesa, que era diretor técnico da Uega na época de Tomasi, também foi afastado da subsidiária, subsidiária, mas segue na Copel, onde é funcionário de carreira desde o fim dos anos 1990. Pelo que o Valor apurou, ele não participava das decisões de investimento da empresa, embora assinasse documentos em conjunto.”

  • 13/07/2018

    Janaína Paschoal não descarta 'missão' de ser vice de Bolsonaro

    A advogada Janaína Paschoal, que ficou conhecida por sua atuação no processo que levou ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), pode ser vice na chapa do pré-candidato a presidente Jair Bolsonaro.  O nome dela voltou a ser apontado depois de uma negativa do senador Magno Malta (PR/ES), que seria o preferido do presidenciável. "Nenhum brasileiro tem direito a descartar, sem antes avaliar, uma missão dessa natureza", afirmou ao Estado de Minas. As informações são do Estado de Minas. 

    Janaína Paschoal disse que Bolsonaro não lhe convidou para integrar a chapa. O PSL, em sua página no Twitter, registrou, nessa quarta-feira (11/7) que "na linha sucessória, Janaina Paschoal possivelmente será a vice de Bolsonaro".

    A advogada, que se filiou ao PSL e defende a candidatura dele ao Palácio do Planalto afirmou que, se for convidada por Bolsonaro para ser vice, precisará de uma longa conversa. "Preciso entender o que o candidato espera de seu vice, quais atribuições vislumbra passar a ele", afirmou.

  • 13/07/2018

    Gravadora curitibana Red Records promete renascer o rock curitibano

    Gravadora curitibana Red Records promete renascer o rock curitibano
    Chucrobillyman (Foto: Divulgação)

    No Dia Mundial do Rock (13/07) a capital paranaense recebe uma grande festa no Hard Rock Café Curitiba. A programação inclui atrações que vão do rock clássico ao autoral, com apresentações ao vivo do Lendário Chucrobillyman, das bandas Brave Heart e The Secret Society, além da discotecagem da DJ Margot Brasil. 

    Durante o evento será lançado oficialmente o primeiro videoclipe da banda curitibana The Secret Society, com produção do mais novo selo musical da cena roqueira local, a Red Records. O selo é uma iniciativa do empresário e músico Orlando Custódio, que promete trazer novo fôlego para o underground com produção de artistas, vídeos e shows. 

    “Além de produzir as bandas mais talentosas do rock autoral, temos como missão ampliar os espaços de divulgação e troca de informações sobre o rock, para que ele não perca força diante das novas gerações”, conta o empresário.

  • 13/07/2018

    Traiano viaja para o exterior e transmite cargo a Guto Silva

    Traiano viaja para o exterior  e transmite cargo a Guto Silva
    Guto Silva e Ademar Traiano (Foto: Divulgação)

    No final da tarde de quinta-feira (12) o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná do Paraná (Alep), deputado Ademar Traiano (PSDB), fez a transmissão do cargo para o 1º vice-presidente, deputado Guto Silva (PSD).

    A troca de comando na Assembleia ocorre em razão de uma viagem de Traiano ao exterior. A viagem é de caráter particular e não irá gerar custos aos cofres da Assembleia.

    Guto Silva fica à frente do Legislativo paranaense até o próximo dia 19, quando Traiano retorna da viagem.

    Traiano deixa o país no mesmo período em que a governadora Cida Borghetti (PP) viaja aos Estados Unidos para uma reunião com a diretoria do Banco Mundial.

    Primeiro na linha sucessória do Governo do Estado, o presidente da Alep está impedido de assumir a função no Executivo em razão das exigências da legislação eleitoral.

    Nesse período de ausência dos dois quem vai assumir o Governo será o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Renato Braga Bettega.

  • 13/07/2018

    Rubens Bueno assina PEC para diminuir férias do Judiciário

    Rubens Bueno assina PEC para diminuir férias do Judiciário
    Rubens Bueno (Foto: Agência Câmara)

    As férias do Judiciários estão ameaçadas com a proposta de emenda à Constituição que teve apoio de 174 deputados, entre eles, o deputado federal paranaense Rubens Bueno (PPS).

    Hoje, juízes, promotores tem 60 dias de férias anuais e se a proposição for acatada, caírão para 30, como todos os mortais trabalhadores brasileiros.

    A PEC também versa sobre o fim de licença prêmio.

  • 13/07/2018

    Deputados querem obrigar governo a pagar emendas

    Narley Resende

    Às vésperas do início da campanha eleitoral, os deputados estaduais resolveram “ressuscitar” a ideia de obrigar o governo a atender as emendas apresentadas por eles ao Orçamento do Estado, destinando recursos para obras e projetos em suas bases eleitorais, o chamado “orçamento impositivo”. A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) foi apresentada com o apoio de 30 dos 54 parlamentares pelo deputado Nereu Moura (MDB) e determina que o Poder Executivo seja obrigado a pagar todas as emendas que eles fizerem ao orçamento. Medidas semelhantes já haviam sido propostas em anos anteriores, mas foram arquivadas ou rejeitadas. 
    Desde 2015, o orçamento impositivo já é prática no Congresso. Uma emenda constitucional promulgada naquele ano tornou obrigatória a execução de emendas parlamentares até o limite de 1,2% da receita corrente líquida. No caso do Estado, hoje, o governo decide se paga ou não as emendas.

    Em 2013, uma proposta semelhante, mas que previa 0,5% do orçamento para emendas impositivas, foi arquivada na Assembleia. A nova PEC foi apresentada pela oposição, com apoio do chamado bloco independente, encabaçado pelo deputado Ratinho Junior (PSD), pré-candidato ao governo do Paraná. 

    A proposta segue os moldes do projeto nacional e prevê que 1,2% da receita corrente líquida seja obrigatoriamente disponibilizada para os deputados. Se fosse aplicada à receita deste ano, cada deputado teria direito a pouco mais de R$ 7 milhões para distribuir para suas bases políticas.

    Segundo os deputados que assinam a proposta, a intenção é diminuir a dependência do Legislativo em relação ao Executivo. O governador deixaria de usar a liberação de recursos como moeda de troca por votos no parlamento, por exemplo. Por outro lado, o orçamento impositivo oficializa o papel distorcido do deputado, de executar obras em determinadas regiões, também usando isso como moeda de troca por apoio político. 

    Resistência  

    O líder do governo do Assembleia, Pedro Lupion (DEM), acredita que os deputados tenham apresentado o projeto agora por considerarem mais fácil aprovar após o período eleitoral, sem que haja maior resistência do governo. “Ninguém que está no governo acha bom isso. Eu acho temerário apresentarem isso agora. Até porque não existe essa figura de emenda parlamentar no Estado, isso é mais uma coisa federal”, afirma.

    Adversário da governadora e pré-candidata à reeleição, Cida Borghetti (PP), Ratinho Jr defendeu a ideia. “Sim, vou implantar esse modelo. O orçamento propositivo é mais democrático. Amplia a discussão, permite que as bases regionais se organizem e se movimentem para sugerir aos seus deputados a melhor aplicação do orçamento. O modelo atual não permite a participação dos deputados nas indicações”, alega. 

    Lupion lembra que a ideia é levantada na Assembleia desde quando o orçamento propositivo foi aprovado na Câmara Federal. “Tem uma conversa disso desde quando aprovaram em 2013. Quando Beto Richa era governador tinhamos feito um ‘acordo branco’, vamos dizer assim, para que não se apresentasse o orçamento propositivo até o fim do mandato. Nesse período (pré-eleitoral) dá uma certa liberdade para os deputados assinarem. Mas é complicado. Como faz para operacionalizar o orçamento com isso?”, opina.  

    Divisão de ‘sobras’ é rejeitada
    No mesmo embalo da PEC do orçamento impositivo, o deputado Nereu Moura (PMDB) apresentou na segunda-feira outra proposta para alterar a distribuição de dinheiro público. A emenda ao projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2019 previa que os deputados teriam direito de decidir para onde iriam as “sobras” de recursos do Legislativo, dinheiro tradicionalmente devolvido pela Assembleia ao governo do Estado, como “economia” de gastos anuais. 

    O “checão”, que aparece nas fotos sendo “devolvido” pelo presidente da Assembleia todo ano, seria repartido igualitariamente entre os deputados. A proposta foi rejeitada em plenário, por 31 votos a 19, após forte  mobilização do governo e do presidente da Casa, Ademar Traiano (PSDB), que chegou a bater boca com Nereu Moura. 

    O autor da proposta afirmou que as sobras dos recursos do Poder Legislativo devem ser divididas entre todos os deputados e não apenas entre “dois ou três”. “Nossa proposta é que ela seja democratizada entre os 54 deputados”, afirmou Moura. Em tom alterado, Traiano cobrou que o emedebista desse os nomes, sob o risco de responder processo de cassação do mandato no Conselho de Ética da Assembleia. “O senhor está fazendo uma acusação gravíssima. Vossa Excelência tem que declinar os nomes, sob pena de eu abrir aqui um processo contra vossa excelência. Quem são os que valem-se dos recursos para valer-se em benefício próprio”, disse Traiano.

    Lupion afirma que a medida seia absurda. “Como os próprios deputados iriam decidir sobre o que distribuir de recursos para si mesmos? O orçamento propostivo ainda deve passar por uma comissão especial, ainda tem um trâmite, o repasse excedente, seria um absurdo. Tivemos que derrubar no voto no plenário”, disse.

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