De mal a pior o futebol da capital.

24 julho, 2017 às 09:36  |  por Capitão Hidalgo

Do jeito que está vai de mal a pior o futebol paranaense. Sim, é uma dura realidade que vem trazendo um desconforto à todos os desportistas de nossa terra. A soma de erros vão se avolumando de tal forma que é impossível não prever um desastre geral. Os times do Coritiba, Atlético e Paraná, não tem dado nenhuma colaboração para se pensar o contrário. O exemplo gritante é a Ponte Preta, um time regular por sua consistência administrativa e time de interior, ganhar de quatro do Coxa e sapecar em plena Arena com mais dois gols em cima dos atleticanos. O que se vê é uma falta de ideologia ao trabalho esportivo onde há presenças de péssimos dirigentes à frente dos clubes. Não enxergo, pelo menos de momento, uma reviravolta de conceito e de resultados. É de dar dó. Está na hora de encontrarmos melhores dirigentes em nosso futebol.

As equipes parecem mulher de malandro. Porque? É entrar em campo para apanhar. A toda rodada uma melancolia total. Para esconderem suas administrações os dirigentes vão mudando de técnicos como se isso fosse aprimorar fracos elencos. O Paraná Clube, agora, traz um rapaz, Lisca, que soma inúmeros percalços em sua carreira de técnico de futebol. E ainda tem gente que diz que o Tricolor da Vila vai subir. Brincadeira tem hora, minha gente. Para tanto, o clube precisará ganhar 15 jogos em 23 por jogar. Somar 65 pontos passa a ser uma tarefa considerada impossível pela perda de tempo. Enquanto isso, o Atlético que já trocou alguns treinadores, cansa a beleza dos seus torcedores. É um entra e sai no comando esportivo que é uma beleza. Engraçado que ouvia dizer tempos atrás que o planejamento do clube era disputar grandes eventos. A verdade é que o GPS do furacão está quebrado faz algum tempo.

Quanto ao Coritiba, classifico como outro problema, afinal, quando seu dirigente maior disse que seu time poderia disputar o título da temporada, noto, agora, que seu binóculo está invertido. Começou o ano com o técnico, Paulo César Carpegiani, depois foi de Pachequinho, e tentará com Marcelo Oliveira, que estava desempregado há uns 8 meses. Até parece que o técnico mineiro vem com a varinha de condão para melhorar a situação. Portanto, triste é a realidade dos fatos, sobretudo, a torcida maior passará a ser não cair de divisão.

Havia uma dúvida por parte do técnico, Telé Santana, quanto a titularidade do gol brasileiro, e essa dúvida saiu de sua cabeça quando o goleiro, Valdir Perez, defendeu uma não, mas, duas penalidades máximas do lateral esquerdo da seleção germânica, Breitner, num amistoso na cidade de Sttutgart, na Alemanha. A equipe brasileira que se preparava para a Copa da Espanha/1982, voltou vitoriosa de um giro internacional jogando contra as principais seleções mundiais da época, definindo de vez aquela que foi uma das melhores que jogou um mundial.

Por coincidência estava eu e o locutor, Lombardi Júnior, nessa excursão. Aliás, com exclusividade falando para o povo paranaense. Primeiramente, em Londres, Estádio Wembley, com vitória brasileira ( 1 x 0 ) com gol de Zico. Depois, fomos à Paris e mais uma grande resultado, 3 x 1 , contra os franceses de Tiganá, Tresor e Platini, e finalmente, em Sttutgart, quando vencemos os alemães (2×1), sendo um deles num bonito gol de Toninho Cerezzo. Faço essa lembrança, com a triste notícia do falecimento do goleiro, Valdir Perez, que fez história, principalmente, como goleiro do time são- paulino.

Lembre-se que: O melhor da vida é sua história.

Paulo Santana fez história na comunicação.

21 julho, 2017 às 12:43  |  por Capitão Hidalgo

A imprensa nacional, principalmente, a do Rio Grande do Sul, perde um dos seus pilares, Paulo Santana, falecido ontem , em Porto Alegre. Seu nome estará com toda certeza para todo o sempre na memória dos gaúchos, onde desfilava em suas colunas um alto grau de conhecimento e de muita perspicácia. Torcedor ferrenho e apaixonado pelo Grêmio Porto Alegrense, Paulo conseguia com sua maneira diferente de se comunicar mexer em todas as áreas, em especial , o provocar os torcedores do adversário mais tradicional, o Internacional dos Pampas. Uma das suas grandes coberturas aconteceu em Tóquio, em 1983, quando viu seu time de coração ganhar o Mundial de Clubes ( 2x 1 ), frente ao time alemão, Hamburgo.

Nessa oportunidade, o dia deve ter sido 13 de Dezembro/83, onde por coincidência estava eu com o narrador esportivo paranaense, Carneiro Neto,  pela famosa Rádio Clube Paranaense, para o relato desse evento maravilhoso, em que somente o time santista tivera com Pelé e Cia, nos anos de 1962 e 1963, onde os jogos foram definidos, em Lisboa e Milão. Faço esse relato até porque antes os jogos finais eram disputados nas cidades dos campeões, o sulamericano e o europeu. Essa pausa faço para uma melhor explicação, pois, foram dos japoneses a iniciativa da mudança do local da disputa, definido através do grande patrocinador, Toyota, pois, já havia interesse dos asiáticos participarem de outros eventos e entrarem de forma definitiva nas competições futebolísticas, com contratações de muitos jogadores, principalmente, brasileiros, sem esquecer que o Flamengo já havia ganho em 1981.

Chegando ao Estádio Nacional, o jogo iria começar as 12 horas (domingo), com 12 horas à frente do Brasil, bem cedo ao lado das cabines das Rádios Gaúcha e Guaíba, a emoção era contagiante. No corredor das cabines, então, passou por mim com um microfone sem fio, Paulo Santana, “Não aguento, Capitão, vou ao gramado”. Notei, então, lá de cima que Santana entrevistava os jogadores gremistas, incrível, no próprio aquecimento.

A vitória gremista veio na prorrogação ( 2 x 1 ) e o atacante, Renato Portaluppi, estraçalhou com o jogo. Vale lembrar que o meia, Mário Sérgio Pontes de Paiva e o atacante, Paulo César Cajú, foram contratados, exclusivamente, para essa partida. Dia seguinte encontrei-me casualmente com Santana, no centro da cidade de Tóquio, todo eufórico, ainda vibrando com esse título que ainda continua sendo a maior conquista do clube, dizendo-me  que enviara para a redação do Jornal Zero Hora a seguinte manchete  ” A terra é Azul” com direito a página toda. Portanto, com a notícia de sua morte, entristecido pela perda de um grande nome na imprensa esportiva, deixo esse relato histórico, pois, só quem esteve lá é que poderia estar contando esse fato. Sentimentos à sua família e ao povo gaúcho que sempre o respeitou mesmo com todas as suas polêmicas.

Jantar com os amigos, Toni Marquetti , Todê e Jair da Costa, é a oportunidade de saber tudo e mais um pouco da bola. Como sempre a resenha é feita na Pizzaria do Lucca, no bairro da Lapa, da preferência do Marquetti. Ontem, inclusive, recebi ligações dos amigos, motivo para deixar tudo de lado e dar muitas risadas.

Lembre-se que: O melhor da vida é sua história.

 

A falácia atleticana.

19 julho, 2017 às 07:07  |  por Capitão Hidalgo

A volta de quem não foi deve ser essa a consideração final de um “mal entendido” para que o ex-profissional, Paulo Autuori, “retornasse” à agremiação dos atleticanos. Não cabe a mim ofertar mais informações à respeito, afinal, ainda sou do tempo do caráter acima de tudo e a situação que nos passam os dirigentes dá uma forma inversa de aceitação, afinal, tudo mundo sabia da entrevista na chegada do ex-técnico, Eduardo Batista, o Autuori com toda ênfase se pronunciava a respeito fosse mandado embora o rapaz sairia junto. Saiu e voltou em apenas 10 dias. Verdadeira armação de conceito e palavra onde somente o Batista é que saiu perdendo. Na gíria da trairagem é um tres cantos. Uma verdadeira falácia. Agora, Autuori aceitando “voltar” é motivo de constrangimento. Uma lástima.

Será que agora vai? Coincidência ou não, após a saída do Cristian de Souza, ex-técnico do Paraná Clube, ontem, em Vila Capanema, o Tricolor sapecou 4 x 1 em cima do Brasil de Pelotas. Voltar a ganhar é um ânimo que estava faltando aos jogadores, afinal, não vinha somando pontos. Agora, somando 20 pontos, com mais 4 jogos à frente, pelo menos espera-se que não atue de forma desordenada como vinha acontecendo. As vezes a simplicidade no futebol é que predomina.  Nas últimas semanas via que o melhor procedimento seria pelo afastamento do ex-técnico como melhor remédio de recuperação.

Jogando esta noite, em Campinas, contra uma equipe que começou bem e caiu bastante, a Ponte Preta, espera-se que o time Coxa não jogue a bolinha que praticou contra o Fluzão, no último domingo. Vindo de uma vitória espetacular em Florianópolis, o time coritibano jogou por terra uma boa oportunidade para estar entre as melhores seis equipes. Agora, terá que remar novamente, pois, além de jogar este jogo,  outra pedreira no sábado contra o Mengão, na Ilha do Governador.   Quanto ao técnico, Pachequinho, se não der um jeito na coisa pode sobrar nessas partidas.

Fiquei sabendo que o Dr.William Youseff, médico dos mais requisitados na área de ortopedia, é o profissional que vem atendendo o Departamento de Canoagem Brasileiro, modalidade esportiva que vem crescendo em seus últimos resultados, principalmente, ganhando muitas medalhas. O treinamento está sendo realizado, em Curitiba, sendo esse preparativo visando à disputa do Mundial, em Praga, no próximo mês de Agosto. É sabido que, William, já comandou a área médica do futebol da seleção brasileira em inúmeras vezes, sendo sempre convocado pelo Dr. Runco, ex-Flamengo e Seleção.

Quando os resultados não chegam quem paga o pato é sempre o técnico. Nunca soube que um presidente fosse destituído por maus resultados. O São Paulo vem dando exemplos aos montões. Quantos não foram os técnicos que chegaram e saíram. O mais recente foi Rogério Ceni, vitorioso nos mais de 25 anos servindo o clube como goleiro, foi se atrever a ser técnico e saiu manchado. Infelizmente essa é a rotina no futebol. Contrataram outro técnico, Dorival Júnior, como solução a tapar um buraco na administração, e podem esperem pelo pior.

Lembre-se que: O melhor da vida é sua história.

 

Uma no cravo outra na ferradura.

17 julho, 2017 às 10:10  |  por Capitão Hidalgo

Depois da retumbante vitória na capital catarinense, foi contra o Avaí, o Coritiba voltou a jogar mal e o que é pior, deixou a todos uma desconfiança para os próximos compromissos. O que se viu foi um time descontrolado a ponto de perder um penalti bem no início de partida. O duro mesmo foi  jogar fora um jogo que poderia somar pontos, haja vista, que o Fluminense entrou em campo com personagens desconhecidos à platéia paranaense. Com isso para o atual momento, a nós críticos, melhor mesmo é comentar o pontual e deixar de sonhar à uma conclusão mais positiva e definitiva, com o preceito básico da boa presença em campo. Com elenco de característica regular, é o caso do time coritibano, é pensar sempre no próximo compromisso. Ontem, tivesse ganho, perdeu por 2×1, poderia estar na sétima colocação.  Uma no cravo outra na ferradura. Portanto, terá que remar novamente.

Quem poderia imaginar que o time corintiano pudesse tropeçar, em casa, justamente com uma das equipes mais irregulares no certame brasileiro. Sim, é o caso do Atlético Paranaense. É a prova mais do que contundente do desequilíbrio dos times que jogam no futebol brasileiro. Mesmo assim, não se pode tirar o mérito da boa partida que realizou o Furacão, no Itaquerão, traduzido no gol espetacular do seu ala, Jonathan, que andou driblando uns 4 jogadores até fazer um gol antológico.  O resultado em 2 x 2 deu moral ao time atleticano que jogará na próxima quinta feira, em casa, contra o Fogão.

Quem avisa amigo é, um ditado corriqueiro e que nem sempre se leva a sério. O que deva ser surpresa para alguns torcedores do Paraná Clube, longe da minha observação, pois,  já atribuía a necessidade de modificação no comando técnico. O Coordenador de Futebol, Rodrigo Pastana, que realiza um bom trabalho, desta vez viu cair por terra uma sua indicação, a do técnico Cristian de Souza. Demorou, mesmo que tenha acontecido, agora é buscar outro profissional. Como esse dirigente é praticamente o “dono’ nas contratações, para quem não sabe o futebol paranista é terceirizado, minha opinião é que seria bom buscar outro técnico que não seja do seu laboratório.

Confesso que esse retorno do ex-técnico e depois gerente, Paulo Autuori, não está me convencendo. Digo mais, se isso acontecer diria ser mais um incoerência tanto dos dirigentes como dele próprio. Para quem ouviu sua declaração na apresentação do técnico, Eduardo Batista, afirmando que se esse profissional fosse mandado embora ele iria também, como agora ele tem a cara de voltar. Parece-me que fizeram um três cantos em cima do Batista. Que vergonha.

A agonia do time são-paulino vai aumentando. Perdeu mais uma, e foi na cidade de Chapecó, por 2 gols a zero. Trocaram um técnico que diziam ser inexperiente, Rogério Ceni, para trazer um mais rodado, Dorival Júnior. Deu no que deu. O problema é o elenco que não se encaixa. Isso é mais um erro na administração do Tricolor do Morumbi.

Lembre-se que:  O melhor da vida é sua história.

Vitória de gala.

15 julho, 2017 às 12:50  |  por Capitão Hidalgo

(direto de Florianópolis)

A bem da verdade, a equipe coxa teve uma atuação impecável ao vencer, e de goleada, o time do Avaí que vinha precedido de excelentes resultados. Após uma maré de maus resultados, o time alviverde necessitava somar pontos e para tanto se mobilizou para esta partida. Chegando à Florianópolis com os companheiros da Rádio CBN 670 AM, Edemar Annuseck e Biro Biro, deu para sentir a motivação da torcida local. Pudera, ganhar do Botafogo e Grêmio, fora de casa, claro, que todos os seus aficcionados tinham a ideia de faturar mais uma partida. Por outro lado, era visível que o técnico, Pachequinho, abalado pelo péssimo momento não estivesse tranquilo quanto a sua permanência no comando esportivo do time paranaense.

A precisão cirúrgica no comportamento tático, sobretudo, em marcar o time adversário na saída de bola, proporcionou amplas dificuldades ao time do técnico, Claudinei Oliveira. Portanto, PACHECO sabia que o time catarinense iria partir para cima utilizou-se de forma inteligente ao fazer o adversário se embaralhar. Bastou o time da casa tomar o gol logo aos 11 minutos (Kleber de penalti) para que os ânimos acelerassem dos torcedores que passaram a exigir outro comportamento. Mesmo que viesse o empate, isso aos 18 minutos, e que poderia atrapalhar os planos do time coxa, logo em seguida aos 20,  com o gol do Rildo, a impressão passou a ser dada que poderia ser a noite alviverde. E foi o que aconteceu, quando estabeleceu na etapa complementar com gols de Rildo (24′) e do atacante , Henrique Almeida (46′) um resultado importante e de goleada.

Ouvindo as vozes de vestiário, tanto os jogadores, comissão técnica e diretores, a alegria foi geral. Atuações individuais proporcionaram esse resultado de 4 x 1 , mas, é bom salientar que o plano tático foi bem importante. Com isso, amanhã, em pleno Couto Pereira, ao recepcionar o time do Fluminense, sempre uma asa negra na vida dos coxas, é utilizar do mesmo remédio em  mostrar condicionamento físico para espremer o adversário.

A amizade construída dentro do futebol é sempre bacana. Aproveitando, depois de algum tempo vim à capital catarinense, com oportunidade conversar com o zagueiro, Oberdan Vilain, que deixou uma história bonita no time coritibano. Ao lado dele estavam, Balduíno, lembram-se dele , Renato Sá, campeão pelo Atlético Paranaense e o super astro da bola, o campeão do mundo, Paulo César Cajú. Todos deverão estar no próximo jantar da Confraria Amigos da Bola.

Muitas manifestações na cabine de transmissão do Estádio Aderbal Alves (Ressacada), as pessoas da imprensa esportiva, Paulinho Criciúma, aquele atacante que marcou época no Botafogo carioca; Marcelo Campos, diretor de Relações Públicas do Avaí, e demais companheiros das emissoras locais. No bate papo queriam saber do caso referente ao atacante, Kleber Gladiador, pois, ninguém entendeu o advogado do coxa que não soube negociar a fragorosa derrota jurídica.

Lembre-se que: O melhor da vida é sua história.

Dupla Atletiba em queda constante.

11 julho, 2017 às 13:10  |  por Capitão Hidalgo

Que tal a lavada que o time coxa branca tomou na noite passada ? A derrota para o Sport ( 3×0 ), em pleno Couto Pereira, trará com certeza estragos à frente. As vezes não se pode acreditar que um time que iniciou tão bem esse Brasileirão/2017 , em que ficou por algumas vezes nas primeiras posições, agora, despenca sentindo o efeito negativo de não ganhar nos últimos jogos. No debate tradicional que fazemos pela Rádio CBN AM 670 (Curitiba), foi unânime que o  verdão paranaense teria amplas dificuldades, para tanto chegamos, inclusive, a conclusão dos fatos de que o técnico alviverde, Pachequinho, teria que abrir bem os olhos, afinal, do outro lado estaria o experiente profissional, Vanderlei Luxemburgo. Dito e feito. O que se viu foi um Coritiba se desmanchando a cada momento da partida. Com isso está aberto mais uma polêmica, pois, a torcida em sua maioria protestou e berrou quanto pode contra o atual técnico, que convenhamos, ainda inicia sua carreira.

A debandada no Atlético está acelerada com tantas informações de demissões de alguns profissionais, tanto na área técnica como na comissão técnica. Tem jogadores que já se mandaram e a torcida nem está sabendo. É mole? Com isso o tal planejamento do departamento de futebol do rubro negro foi para as cucuias. A diretoria que se acha toda experiente foi “engabelada” pelo ex-técnico e gerente de futebol, Paulo Autuori, sobretudo, por que esse profissional se mostrava autoridade demais no quesito organização futebolística. Já disse aqui, vendo o barco afundando tratou de arrumar uma desculpa para tirar o time de campo.

Agora, vem mais uma bomba com o nome do novo técnico. Tratá-se do português, Fabiano Soares. Vamos falar sério. O Furacão está precisando se reciclar, minha gente. Outros exemplos já tivemos e todos foram uma lástima. Acho que estão mexendo com coisa bem séria. Será outra perda de tempo, e com isso, o time vai afundando dentro da sua pouca identidade. Me parece com todos esses problemas do time em campo quem vai perder muito será o goleiro, Weverton, pois, a imprensa paulista já dá conta que o técnico brasileiro, Tite, deva levar para os próximos compromissos o Cássio (Corinthians) ou o Vanderlei (Santos ).

Outro equipe, Paraná Clube, também, está merecendo uma maior atenção da sua diretoria, principalmente, quanto ao técnico, Cristiam de Souza. Hoje, lá em Goiania, jogo carne de pescoço, pois, o adversário que é o Vila Nova está muito bem nessa Série B. Portanto, se tiver mais um tropeço o Tricolor da Vila o negócio será mesmo mudar o comando esportivo. Na verdade esse rapaz não deu certo em Vila Capanema.

Bonitas as imagens vistas quando da cobertura  dos jogos envolvendo algumas seleções mundiais pela Copa das Confederações, principalmente, nas principais cidades russas,  Moscou, S.Petersburg, Kazan e Sochi. Quanto a competição pelas  notícias é que o povo não deu muita bola. Contudo, com a chegada do mundial onde estarão 32 seleções, as coisas serão bem melhores. Tomo por base no Mundial da Coréia(2002), em que a motivação foi crescendo aos poucos.

Lembre-se que: O melhor da vida é sua história.

“Saber sofrer”, é a nova expressão da bola.

10 julho, 2017 às 10:32  |  por Capitão Hidalgo

Está sendo corriqueiro ouvir dos técnicos do futebol brasileiro a utilização de uma expressão “saber sofrer”. Exemplo? Ontem, em Porto Alegre, em pleno Estádio Arena Olímpico, vi um Grêmio superior até as tampas contra a equipe do Avaí e não conseguindo a vitória. Pelo contrário, perdeu do time que vinha na rabeira do campeonato por dois gols a zero. Incrível, mais aconteceu. O time catarinense chutou 3 vezes, nos 90 minutos da partida, e fez dois gols. Foi zebra? Hoje do jeito como as coisas estão andando, onde algumas equipes estão jogando vários torneios, claro, o cansaço é enorme. Acontece que esse não é o caso do Grêmio, pois, jogou com seu melhor time. Na verdade um intruso apareceu nesse jogo e ficou constatado ter sido na rodada o melhor jogador, seu nome Douglas. Quem é essa figura? Simplesmente, o goleiro do Avaí, que jogou como nunca, pois, pegou tudo até pensamento, inclusive, penaltei Engraçado é que ele já foi jogador do time sulino. Coisas do futebol.

E a expressão ” saber sofrer” . O técnico, Claudiney Oliveira, ex-Paraná Clube e Atlético Paranaense, hoje no Avai, ao terminar o jogo se utilizou dessa expressão. Vendo a avalanche das situações que o Grêmio criou e não fazendo gols, foi ao vestiário e constatou à imprensa que será humanamente impossível acontecer outra vitória jogando dessa maneira, sobretudo, por ficar espremido atrás, pois, entendia que não havia outra maneira de jogar,ou seja, trancar-se defensivamente com tudo que tinha direito.

Falando em sofrer, quem vem perdendo a paciência é o torcedor atleticano, e mesmo que tenha encontrado uma maneira de empatar o jogo (1×1) , ontem, em Chapecó, o técnico, Eduardo Batista, vai ter que usar de muito tato para continuar “acreditando” que as coisas devam melhorar. Não vejo, confesso, nenhuma chance desse time atleticano estabelecer uma tranquilidade nas próximas partidas. Então vejamos. Na Copa do Brasil perdeu de goleado pelo  Grêmio (4×0). Certo. Depois, foi perder em casa, para o Santos, (3×2) valendo a Libertadores de América. Portanto, voltará a jogar com essas equipes com um encaminhamento à desclassificação. Com isso está sobrando o Brasileirão, e para tanto, precisará ganhar muitos pontos para não se complicar no quesito permanência na 1ª Divisão.

Impressionante a campanha do Timão, agora, com 32 pontos, longe de todos. O que mais se aproxima é o Flamengo, até porque, Palmeiras e Grêmio andaram perdendo nessa rodada. Falando nisso, em contrapartida, a vida do São Paulo está um cruz credo. Quem diria que um dia chegaria a esse estágio. Com esse elenco para melhorar nem com reza “braba”.

E o Coritiba, hoje no Couto Pereira, pegando o Sport, do técnico, Luxemburgo. Acho que está na hora do time acordar, pois, faz tempo que não ganha. O time nordestino virá sem o seu melhor jogador, Diego Souza, pois, o atleta está pensando em jogar no Palmeiras. Depois da teimosia do técnico, Pacheco, acho que ouviu os mais velhos e volta com o garoto, Dodô. Outro coisa. Ainda bem que o atacante, Kleber, pode jogar essa partida, mais pelo efeito suspensivo, pois, ninguém aguentava mais a teimosia do técnico quanto ao atacante, Alecsandro.

Lembre-se que: O melhor da vida é sua história.

Pesadelo atleticano.

6 julho, 2017 às 06:58  |  por Capitão Hidalgo

Não tinha por onde o Atlético Paranaense se sustentar com a sequência de maus resultados. A verdade é que o Furacão se debate como um peixe que é retirado da água. Convenhamos, pode ser até que o sonho do ex-técnico, Paulo Autuori, acontecesse, mas, ao sentir que os erros do planejamento esportivo do clube aparecesse, e de forma alarmante, buscou à sua maneira uma situação para se omitir da culpabilidade que impôs ao clube. Sim, se fixarmos sua ideia de esculhambar um estadual quando procurou inverter os papéis, e de forma constante, colocando sempre em campo times alternativos, simplesmente uma coisa maluca. Quantas não foram as vezes que ele disse a respeito da importância do Atlético em participar de uma maneira mais efetiva em torneios internacionais para conseguir maior visibilidade e dinheiro.

Com isso, a seu pedido, foram buscar um técnico, Eduardo Batista, ainda promissor na carreira para pegar essa bucha de canhão. Pois bem. Se estava ruim a meu ver ficou pior. Dias atrás, ainda mal das pernas no campeonato brasileiro o time atleticano foi jogar, em Porto Alegre, contra o Grêmio, uma partida valendo a Copa do Brasil, saindo por conseguinte dessa cidade, com uma derrota triste e de goleada ( 4×0 ). Ontem, jogando em Vila Capenema, voltou a perder, agora pela Libertadores de América, para o SAntos ( 3×2 ).  Portanto, a enganação criada pelo “arquiteto” Paulo Autuori, e aceita de forma errônea pela diretoria, pôe a mostra um sonho que está virando um pesadelo. Como recuperar tal situação se o técnico ajuda errar nas escalações. Fica a pergunta ” O Atlético conseguirá reverter esse quadro” ?

Não é só o futebol paranaense que erra, afinal, vou dizer uma coisa, os dirigentes de outras equipes brasileiras não ficam atrás. O Tricolor do Morumbi desprestigiou seu maior nome clubístico, Rogério Ceni, ao mandá-lo embora; a Chapecoense traiu o técnico, Wagner Mancini, e agora vem como salvador da pátria, outro técnico que a bem pouco foi mandado embora do Santos, Dorival Júnior, para treinar o São Paulo. Parece uma piada.

O técnico palmeirense, Cuca, ainda não arrumou a esquadra palmeirense. Lá em Guaiaquil/Equador, jogando péssimamente, perdeu para o Barcelona (1×0) . Agora terá que reverter esse quadro jogando no Alianz Parque. Quem se deu bem, pela Sulamericana foi o Flamengo ao ganhar do Palestino ( Chile ) por 5×2.

Torço para que o técnico do Coritiba, Pacheco, não erre com o lateral direito ou ala, Dodô. Ainda, no domingo, jogando contra o Vasco da Gama, terminou o jogo com Thiago Real na direita. Outra torcida é que o Estádio Couto Pereira seja liberado para o jogo contra o Sport de Recife. Se não ganhar esse jogo cai por terra a tentativa de desculpas com o gramado.

Lembre-se que:  O melhor da vida é sua história.

 

Desrespeito a ídolos.

4 julho, 2017 às 09:27  |  por Capitão Hidalgo

O jogador que mais histórias conquistou no time são paulino, Rogério Ceni, conheceu o outro lado da moeda ao ser demitido do clube do seu coração. Culpar a quem nesse momento é perder o devido tempo. vamos dizer que o ex-jogador, e agora ex-técnico, mesmo com toda sua experiência entendia que iria ter carta branca para todo o sempre. Ledo engano. Diria mais ainda, e que sirva a aqueles que se tornaram ídolos em seus clubes, que nenhuma administração esportiva, leia-se dirigentes, tem a total humildade em reconhecer as suas conquistas e preparados para conviverem com um astro projetado dentro da própria agremiação. Contudo, no caso do Rogério, que criou ao longo de 25 anos, dentro da agremiação façanhas impossíveis que um outro profissional virá a conquistar, pelo menos poderia se esperar um outro entendimento. Porém, não existe na face da terra um presidente clubístico que segure um técnico com falta de vitórias. É de imaginar como ficará o coração do mito

Outros exemplos colocaria de momento com personagens importantes em seus clubes,  Zico, Falcão, Rivellino, que foram barrados por pessoas sem a devida sinceridade e respeito. Portanto, está consagrado a cultura brasileira de não guardar recordações. Vou mais longe, meus amigos, a falta de personalidade torna-se gritante contra as figuras de prestígio. Outro que tentou dar um pouco mais de sentimento, Roberto Dinamite, foi perseguido o quanto puderam para lhe tirar do comando vascaíno.

Nem era para ter acontecido o aconchego dos presidentes, Petráglia e Bacellar. Históricamente, tanto atleticanos como coxas, nunca sentaram à mesa, para entendimentos à partilhar ideias conjuntas. Diria que não tinham direito de darem guarida ao fato,  afinal,  mesmo com menor repercussão esqueceram que atrás sempre existirá a rivalidade. Agora, de forma errônea, vem o desabafo de ambos os lados.

Está dando o que falar as respostas do técnico atleticano, Eduardo Batista, que logo após a derrota, em Recife, não aceitou críticas ao seu trabalho. Como fizera quando comandava o Palmeiras, aqui a situação é bem pior, pois, a imprensa curitibana age de forma diferente. Sua teimosia em escalar o Grafite está dano asco. Amanhã, qual será a nova desculpa se perder novamente para o Santos, em Vila Capanema. Não errei quando vi o ex-técnico, Paulo Autuori, sair do campo para o gabinete, quando afirmei ter o ex-técnico tirado o seu da “reta”, quanto ao destino do time atleticano. Com aquela fala irônica foi buscar outro profissional para limpar a sua barra. Contudo, o clube aceitou e agora paga o preço.

A banana está comendo o macaco, pois, o árbitro do jogo Sport x Atlético, que marcou uma penalidade “mandrake” vai apitar na segundona. Se a moda pegar, acredito que muitos vão parar na “geladeira”.

Lembre-se que:  O que vale na vida é sua história.

Picuinhas que não levam a nada.

3 julho, 2017 às 06:32  |  por Capitão Hidalgo

Se faltava algo mais para tirar a dúvida sobre o que representa, Kleber, atacante do Coritiba, ontem, ficou bem claro, meus amigos. Na verdade o time voltou a fazer gols, soma-se a isso que o retorno do atacante fazendo mais dois gols demonstrou sua personalidade forte dentro da grande área do adversário. Numa tarde/noite fria, sem contar com aquele público que poderia estar no Estádio Couto Pereira, o Coritiba acabou deixando escapar uma vitória contra o time do Vasco da Gama, ganhava por 2×1 e no finalzinho da partida deixou escapar a vitória com gol do atacante vascaíno, Vagner. Dizendo, também,  que essa partida foi jogada no Estádio Durival Brito e Silva, em Vila Capanema, devido a recuperação do gramado do estádio alviverde.

Ainda vivendo a perturbação de estar disputando outros torneios, afinal, não tem elenco para tudo isso, o Atlético Paranaense foi ao nordeste brasileiro jogar contra a equipe do Sport, hoje no comando do técnico Luxemburgo, e perdeu mais uma. Mais uma vez com as invenções do técnico, Eduardo Batista, foi mais na base do remendão, e consequentemente, deixou de marcar pontos necessários nesse Brasileirão/2017. É bom destacar que a penalidade máxima que originou o gol da vitória do Sport não aconteceu. Agora, é jogar contra o Santos, valendo Libertadores de America. E o que mais deixa os torcedores atleticanos atônitos é que terá de jogar em Vila Capanema, devido a negociação de empréstimo da Arena para os jogos internacionais do Voley.

Na verdade ficou esquisito a diretoria, do Coritiba, que para não emprestar seu estádio ao Furacão, determinou uma arrumação em seu gramado pela conjuntura climática. Com isso foi jogar em Vila Capanema, contra o Vascão, arrastando consigo o Atlético, mesmo que muitos afirmem ter um contrato de cessão do Estádio Couto Pereira. Pelo menos é o que muitos afirmam. Enquanto ficarem com essas picuinhas nos bastidores os times paranaenses vão perdendo pontos preciosos.

O Tricolor da Vila ganhou do Ceará ( 1×0) e é o que vale. Certo? Acho que nem tanto, afinal, voltou a jogar mal. Com o desequilíbrio da Série B, nessa temporada, bem que o Paraná Clube poderia estar jogando melhor, afinal, quem está na fila há 10 anos, deveria usar do seu conhecimento e conseguir mais tranquilidade. Se em outros tempos falava-se da falta de dinheiro, pelo menos os jogadores nessa temporada não reclamam. Então, é ir a luta  com personalidade. Confesso que estou de olho no técnico, Cristiam de Souza.

De mal a pior está o time são paulino, ontem, inclusive, foi jogar, no Rio contra o Flamengo, e acabou perdendo mais uma no campeonato brasileiro. O problema é que a diretoria depositou toda sua expectativa entorno do mito, Rogério Ceni, e a coisa não anda. A imprensa paulistana, que vem batendo forte sobre o assunto, entende que o ex-jogador, Rogério Ceni, arvorou-se em ser técnico e agora a própria diretoria está num angú de caroço

Lembre-se que :  O melhor da vida é sua história.