Brasil rumo a Rússia/2018.

21 março, 2017 às 09:30  |  por Capitão Hidalgo

 Aproximando da parte final do paranaense, ainda faltando 3 rodadas, muita coisa já pode ser considerada. Por exemplo, a fragilidade das equipes do interior que continuam se debatendo com problemas financeiros. Com o pouco dinheiro ainda lutam por situações melhores, mas, poucos na verdade se salvam dessa debacle. As performances dos times do PSTC, Toledo, Cascavel, Foz do Iguaçu, são tristonhas. Sem base a nada jogam por jogar, diria, naquela teimosia canina. Nada de útil para o nosso futebol. Subindo um degrau, o time do Cianorte, assim como Rio Branco de Paranaguá, podem pelo menos chegarem a zona do mata-mata. Agora, diferentemente, está o Jota Malucelli, pois, tendo uma melhor estrutura, hoje na vice-liderança, vai para outra etapa do certame com boas possibilidades. A frente o time Londrina, mesmo que mostre um ano com desacertos e preocupações, ainda é o melhor do interior. A conclusão é que pelo andar da carruagem o título dessa temporada ficará na capital.

Com isso há um prenúncio de bons jogos nesse meio de semana. A começar por J.Malucelli x Atlético, partida que será realizada amanhã a noite, no Estádio Janguitão, tendo logo em seguida em campo o Tricolor da Vila, em Londrina, contra o Tubarão. Já o Coritiba, na 5ª feira, contra o fraco time do PSTC.  Como na rodada anterior as equipes da capital ganharam, e bem, vamos aguardar por essa rodada.

A volta do selecionado nacional brasileiro de futebol é o chamariz da semana. Lá, em Montevideo, com certeza a coisa vai pegar. Todos podem até imaginar, mas, tem sido uma tônica quando enfrentamos, a Celeste Olímíca, que tradicionalmente corre atrás dos seus objetivos. Sem esquecer que o Uruguai está na vice-liderança, o que se ouve falar é que o empate será muito bom para os dois selecionados. O técnico brasileiro, Tite, que está invicto desde que chegou sentirá a “guerra” dos hermanos. Depois, no dia 28/03, uma terça feira, direto do Itaquerão contra o selecionado paraguaio, espero que a nossa seleção carimbe o passaporte para mais uma Copa do Mundo.

Falando com o bom amigo, J.B.Telles, uma figura importante na comunicação de Santa Catarina, onde já fêz de tudo no rádio, televisão e jornal, com sua experiência e amabilidade atendendo a imprensa esportiva nos jogos internacionais, principalmente,  dentro do nosso continente, afirmou que as credenciais para os profissionais da imprensa já foram esgotadas. Estarei nessa , pois, desde às 17 horas, já no programa CBN Esportes-670 AM Curitiba,  falando ao lado do Edemar Annuseck, Roberto Hinça, Osires Nadal e Marquinhos Souto, marcando a devida presença num jogo que tem uma conotação especial, onde garantirá mais uma presença, em um Mundial de Futebol, do futebol brasileiro.

Que o jogador Kazin não iria dar certo no Corinthians era um fato mais do que perceptível. Quem viu esse rapaz jogar pelo Coritiba sabe do que estou falando. Agora, que o Timão do Parque São Jorge não pagasse a conta, bem, aí tem outro significado. Contrataram o rapaz num impulso que até a diretoria verdão paranaense estranhou. Como o dinheiro anda curto no Coritiba, vem aí mais uma ação contra o Cortinthians, que deve muito na construção do “seu” estádio.

Lembre-se que: O melhor da vida é sua história.

 

 

 

A batalha no Pleno da Federação.

17 março, 2017 às 08:36  |  por Capitão Hidalgo

Acompanhei do começo ao fim, ontem à noite,  a decisão que levou o Pleno da Federação Paranaense de Futebol, reconsiderar, claro através das variantes nos argumentos e laudos, em dar ganho da causa que envolvia o Jota Malucelli. Lembrando aos senhores, que a princípio, o time da Família Malucelli havia perdido 16 pontos, voltou a reconquistar os pontos através uma Liminar, e com isso esperando  pela decisão.  Chamou atenção dos desportistas essa matéria jurídica que continha algumas controvérsias, e consequentemente, onde as dúvidas seriam retratadas num plenário de muita gente. A  inclusão do atacante, Getterson, nas primeiras partidas do paranaense, sem que tivesse seu nome aparecido no BID, foi o debate jurídico por  horas de espera, afinal, cada julgador foi dando seu parecer. Em que pese o relator considerar, claro, sua maneira de ver opondo-se e aplicando a Lei Nacional, artigo 213, o ”combate” nos argumentos foi perdendo seu conteúdo, até porque, o Regulamento da Competição Paranaense, tem em seu artigo 15, paragrafo 3, o mostrador que a inclusão no tal BID pode ser levado até a 9ª rodada da competição. Na verdade demorou-se muito para chegar no efeito da competição local.

Os primeiros momentos da Procuradoria e Relator desse processo foi mostrar que o atacante, Getterson, que havia jogado nos Estados Unidos, por empréstimo, deveria em sua volta ter esse registro antes da competição. O advogado de defesa do time paranaense, Dr. Marcelo Contini, fêz as devidas ressalvas, mostrando que o atleta tem seu contrato desde 2014, renovando em 2016, com o Jotinha, e que simplesmente ao voltar era um pertencente ao clube. Na verdade nos Estados Unidos não se tem essa necessidade de informação, e só teria para efeito de mostragem seu atual contrato até 2018. Simplesmente formalidade. Mesmo que a Procuradoria insistisse em vários artigos, alguns contraditóris à causa, o placar final foi absolvição do Jota Malucelli por 5×4 .

Ao sair do plenário tive a sensação que a disputa acirrada pela não aceitação, principalmente, da Procuradoria, possa ter uma sequência, aí em outra esfera. Contudo, parar o campeonato por uma birra do cidadão que defendeu com unhas e dentes seu argumento, não será nessa altura o melhor caminho. Contudo, para mim, foi legal acompanhar o veredícto, tendo alguns personagens ao meu lado, como o Presidente de Honra do Jotinha, Joel Malucelli, o Corronel Malucelli, e outros profissionais da imprensa.

Saindo do tal tapetão, vamos ao empate ( 0×0) do Paraná Clube x ASA, lá em Arapiraca. Agora, em casa é passar por cima e pegar a grana como saldo de vencedor. Tenho notado que o Tricolor da Vila vem se sustentando financeiramente com esses resultados. Até a semana passada, nessa Copa do Brasil, já rendeu mais de 1 milhão de reais.

Coisas do futebol. O técnico, Paulo Autuori, após os jogos nessa Libertadores, vem falando do sucesso da equipe, mas com grau de sofrimento. Concordo com êle, afinal, o rubro negro faz um gol e se retraí. Nesse jogo lá em Buenos Aires, foi um aluga meio campo danado que exerceu o time do San Lorenzo de Almagro, onde até penalti desperdiçou. Fica o importante, a vitória por 1×0 com mais um gol do Lucho Gonzales.

Lembre-se que: O melhor da vida é sua história.

O fracasso do time alternativo.

13 março, 2017 às 09:53  |  por Capitão Hidalgo

Se tem uma equipe que está levando a sério esse início de temporada, aplausos para o Paraná Clube, com mais uma vitória (2×1) mesmo que jogando fora de casa. Foi contra a equipe do Cascavel. Ostentando a primeira colocação no regional paranaense, o Tricolor da Vila que continua jogando a Copa do Brasil, passou pelo Bahia (2×0),  aguardando por sua continuidade , também, na Primeira Liga. Dar a César o que é de César.

No sábado,  fui comentar o jogo entre o Coritiba x J.Malucelli, no Couto Pereira,  para registrar mais uma vez o processo ruím que vive o verdão paranaense. A cada jogo vejo a torcida sair do estádio sem esperança de recuperação. A disposição técnica e tática da equipe é a prova da mediocridade que vem assolando o clube. Mudou o técnico e a consequência é igual. Está na hora dos que lá estão de entenderem que o rumo à ser tomado deve ser outro e o mais rápido possível. Não está nada agradável ver esse elenco jogar. Nesse empate (0×0) vi o técnico do Malucelli, Gusso, dar um nó no Pachequinho, interino alviverde, ao marcar as duas saídas dos alas e proporcionar um descontrôle no time que têm como experientes, o Cleber Gladiador, Neto Berola, Henrique Almeida, Rildo, Carlinhos, Wilson e demais.

Ouvindo os companheiros da Rádio CBN 670 AM, já nos vestiários, às perguntas pipocavam para o técnico, Paulo Autuori, em continuar tentando mostrar muita tranquilidade, afinal, como ele mesmo diz,  que tudo foi determinado em um antecipado planejamento. Estamos falando à respeito do time atleticano considerado “alternativo, que mais uma vez tropeçou mesmo jogando em casa. O jogo desta feita foi contra o Londrina e o empate foi considerado normal, em que pese as fracas apresentações das duas equipes.

Agora, o que mais chamou atenção nessa entrevista coletiva,  foi o Autuori criticar a Federação Paranaense de Futebol, que ao invés de salvaguardar os interesses dos clubes vem prejudicando o ”seu’ clube por desavenças. Claro, que as retaliações vindas de muito tempo só prejudicam, mas, o técnico atleticano já deveria sair da sua autoridade e intransigência em entender que o regional paranaense tem suas particularidades. Imaginem, os senhores, um cidadão lá do nordeste sabedor da presença do time rubro negro na Libertadores de América, ao olhar a tabela atual de clasificação do paranaense e ver o momento atleticano. Hoje na 10ª posição, faltando apenas 4 rodadas para a final classificatória.

Portanto, erra na disposição dos seus reservas imediatos, pois, não são escalados, e com isso dando preferência para a coordenação de base. Confesso não estar entendendo nada nesse procedimento, principalmente, da diretoria que anda muito passiva para o gosto da galera. Contudo, nesta quarta feira, jogando na Argentina contra o São Lorenzo de Almagro, tentará levar a esperança de recuperação do resultado (2×2), coisa que não aconteceu em casa contra os chilenos da Universidade Católica.

Lembre-s que:  O melhor da vida é sua história.

Neymar, virou lenda para os franceses.

10 março, 2017 às 10:06  |  por Capitão Hidalgo

O jogo contra os baianos ( Bahia E.C.) não poderia ser considerado normal qualquer que fôsse o resultado. Nada disso. Teria que vir como vitória, e isso aconteceu. A boa apresentação tática ficou cristalizada no resultado, de 2xo, afinal, isso porque o Tricolor da Vila ganhou de um time da Série A. Não só por isso, pois, o valor da bolsa dessa partida determinava um valor de mais de 600 mil reais. Com isso, agora é aguardar pelo resultado no clássico catarinense, Avaí x Florianópolis, para, também, configurar em mais uma etapa no Torneio da Primeira Liga. Portanto, a torcida paranista começa a entender, que depois de alguns anos, alguma coisa de bom está acontecendo. O momento é de saber interpretar, sobretudo, se algum tropeço acontecer, coisa natural, nada tirará o encaminhamento. Assim espero.Nada de disperçar.

Um grupo de torcedores procurou o presidente do Coritiba, Bacellar, para saber do envolvimento clubístico com o Atlético Paranaense. É sabido que esse envolvimento não tem sido muito saúdavel. Pudera, onde é que fica a tal revalidade. Mesmo dizendo ser amigo do mandatário rubro negro, os componentes que foram ao Couto Pereira agiram de forma correta ao exigir, do Bacellar, que saísse dessa encrenca, enviando uma mensagem para eliminar qualquer prognóstico de união. É o que aconteceu.

Por falar nesse clube, já sabemos que há um grande movimentação de alas oposicionistas para o próximo pleito. Nomes como do Dr. João Carlos Vialle e de Jacob Mehl, conhecedores das entranhas alviverdes, vem conduzindo opiniões contrárias aos atuais dirigentes, pelos fracassos dos últimos administradores. O slogan da campanha está registrado ” Bem longe do Atlético” ou Bem longe do Petráglia”. Bem sugestivo.

Ainda ecoando no mundo a vitoria esplendorosa do time da Cataluna, o Barcelona, que registrou uma das maiores goleadas( 6×1). Foi contra o PSG, que havia ganho em casa por 4xo e desperdiçou a grande chance de seguir nessa competição internacional, ao ser goleado impiedosamente. O nome do atacante brasileiro, Neymar, virou lenda para os espanhóis e franceses. Posso colocar, também, o mundo esportivo.

A vitória do Flamengo x San Lorenzo de Almagro ( 4×0), pôe em cheque o grupo atleticano, sobretudo, ´pelo empate frente ao time chileno,  Universidade Católica, em 2×2. Agora,  a necessidade de ganhar fora aumentou, ainda mais pela fragilidade que mostrou o time argentino. Parece que a briga dos rubros negros será mesmo contra os chilenos, pois, o Mengão está muito bem.

Lembre-se que: O melhor da vida é sua história.

Cada um com seu estádio. E olhe lá.

6 março, 2017 às 08:57  |  por Capitão Hidalgo

Não gostaria nem de perder tempo para falar à respeito, diria novamente, de uma idéia que vira e mexe vem ao noticiário. Tratá-se da utilização da Arena /Furacão, um sonho que acalenta o maioral atleticano, Petráglia, para que seus adversários, Coritiba e Paraná venham jogar no seu estádio. O Trio de Ferro juntos no mesmo estádio, com isso, a liberação com a venda das dependências do Estádio Couto Pereira, alías, um terreno avaliado em 500  milhões de reais. Quanto ao Tricolor da Vila, com suas pendências jurídicas, a idéia aliviaria a Prefeitura que está de olho no terreno de Vila Capanema. Para finalizar, como se eu não soubesse que seria um papo perdido, os conselheiros, fiscais e deliberativos das equipes, negou veementemente tal propositura. Então, fim de papo.

Enquanto assistimos grandes jogos dos campeonatos regionais, coloco em pauta, Corinthians x Santos; Gremio x Internacional e Flamengo e Fluminense, noto que vai ladeira abaixo,principalmente, em entusiasmo, o futebol paranaense. É de dar dó. Querem saber? O público de Coritiba x Prudentópolis foi um pouco mais de 5 mil pessoas. Ontem, na Vila Capanema, no jogo entre o Paraná Clube x Rio Branco, os quase 3 mil de sempre. Imagine em Foz do Iguaçu, o time da casa na rabeira enfrentado o “famoso time alternativo” do Atlético. Uma miséria de gente. Parece que nossos dirigentes fazem uma força danada para arruinar de vez o conceito do nosso futebol.

Contudo, enquanto o Atlético Paranaense tem o foco na sua estréia num dos Grupos da Libertadores de América, e será amanhã contra o Universidade do Chile, em casa com seu time titular, continua passando ao largo qualquer movimento que melhore seu quadro de jogadores que disputa o atual paranaense. Tudo bem que a diretoria e o técnico têm a tendência de deslustrar o nosso regional, mas, diria ser vergonhoso perder para um time sem qualquer condição técnica, o Foz do Iguaçu (1×0). Na classificação do estadual está práticamente na rabeira. Que vergonha.

Convido os amigos e confrades para aquela reunião da famosa, Confraria Amigos da Bola. Será hoje à partir das 19.30 horas, em outro local, Churrascaria Marumby, localizado na via que vem do litoral (Paranaguá) próximo ao viaduto que leva ao Jardim Botânico. A alegria de estar trocando figurinhas com  grandes personagens de nossa cidade é a nossa satisfação maior. Podem ter certeza. Nesse jantar de confraternização, tres pessoas estarão recebendo suas placas alusivas por seus desempenhos em nossa comunidade.

Na interinidade como técnico, Pachequinho continuará treinando a equipe alviverde para o jogo contra o J.Malucelli. Dizem que é bem provável a contratação de um técnico mais experiente para o curso dessa temporada. No sábado, com estréia do meia Anderson, o time jogou bem à ponto de ganhar do Prudentópolis (3×0) com muita facilidade. O próximo compromisso será contra o J.Malucelli.

Lembre-se que:  O melhor da vida é sua história. 

 

 

 

Youtube no Atletiba é assunto no país.

3 março, 2017 às 11:52  |  por Capitão Hidalgo

O ponta pé inicial para outra maneira de se ver futebol, e fugir da concorrência estabelecida há muitos anos na falta de um melhor critério na distribuição das verbas aos clubes,  foi dado com a iniciatica do alto mandatário atleticano, Mário Celson Petráglia,  carregando consigo, também, o Coritiba, através do seu presidente, Bacellar. Falo da transmissão do clássico, Via- Youtube, que foi implantado pela dupla e que está ecoando em todo país. Por não ter dado a mínima para o valor estabelecido às transmissões do paranaense, jogaram a idéia no ar, e parece-me que pelo andar da carruagem, o sucesso foi mais do que o esperado. Gostaram da brincadeira.

A Equipe de Esportes da Rádio CBN-670 AM, de Curitiba, têm um canal (Whatsapp) para as informações pertinentes ao nosso trabalho. Democráticamente, também, os comentários que não saem a pùblico, pois, algumas “tiradas” vem envenenada um mexendo com outro. Comentários à parte, o repórter, Henrique Giglio, torcedor atleticano, que por algum tempo vem desvalorizando o estadual, na verdade, está comungando com o próprio clube. Agora mesmo, seu texto dizendo que o paranaense está como o diabo gosta, com o Coritiba largad com seus eternos erros, o Paraná Clube que não consegue ganhar em casa, e o Atlético ganhando com seus juvenis. Diria: êle está errado?

Por falar no Coritiba, os dirigentes atuais ainda não conseguiram um nome que queira vir trabalhar por aqui. Que fase. Agora, contratar por contratar, deixa como está. As críticas estão aumentando para cima do presidente do clube, que está indo para o seu final de mandato é nada de pitibiriba.  

Ainda garoto de rua, e sempre ligado ao futebol, volto ao tempo quando da Copa do Mundo, na Suécia, em 1958. Depois do alvoroço na perda de um título que estava nas mãos, isso em 1950, quando em pleno Maracanã a seleção brasileira de futebol perdeu para a Celeste Olímpica (Uruguai) por 2×1, colocando nosso país em cheque com tanta tristeza. Mas, foi em 58, que chegamos ao triunfo mundial. Confesso ainda lembrar ouvindo às transmissões por rádio dos famosos locutores,  Pedro Luis e Edson Leite. Parava o país. Impressionante, pois, o povo ia às ruas ou bares para acompanhar os gritos de gol. A equipe brasileira ia passando um por um nas fases classificatórias. O que dizer daquêle gol antológico do Pelé, em Gotemburgo, contra o País de Gales, que jogava numa retranca de dar gosto. Uma seleção espetacular, desculpem, a melhor de todos os tempos, diria por vários motivos.

Ma o que me leva a essa distancia, perguntaria, os senhores! A preocupação de todos os brasileiros com o time francês, que vinha goelando seus adversários. Um ataque arrazador, Wisnieski, Kopa,Fontaine, PIantoni e Vincent. Aliás, Fontaine fêz nessa Copa, simplesmente, 13 gols. Inácreditável. Chegava esse dia, o país preocupado com a fama dos franceses esperava pela partida. Estavam lá, profissionais da “latinha” para explicar o jogo, como o Pedro Luis, Edson Leite, Braga Júnior, Paulo Planet Buarque e outros. No final da partida não havia mais dúvidas quanto ao nosso selecionado, sobretudo, por ter ganho da melhor seleção daquele mundial. Placar na Suécia, Brasil 5 x França 2. Escrevo essa coluna para dimensionar aos senhores a figura do meia Kopa, um imigrante polonês, que jogou inicialmente, no Reims/França, e tempos depois foi se alianhar com outro famoso jogador, Alfredo Di Stefáno, no Real Madrid. Hoje o mundo esportivo está  triste com a notícia do falecimento dessa grande jogador, Kopa.

Lembre-se que: O melhor da vida é sua história

Coritiba sem GPS.

28 fevereiro, 2017 às 11:08  |  por Capitão Hidalgo

O técnico, Paulo César Carpegianni, é mais um no roteiro do descontrôle geral que vive o Coritiba F.C, ao ser dispensado da orientação técnica do clube. Dizem que após o vexame da equipe no jogo contra o Asa, de Arapiraca, seria o motivo. Parem com isso. Se for só pela derrota , então, o que dizer da desastrosa orientação administrativa , financeira é técnica que essa agremiação centenária vem respirando nos últimos anos. A realidade clubística é que há anos vem se arrastando, desde 2008, com a entrada do ex-presidente, Jair Cirino, sobretudo, por ter recebido o time na 1ª Divisão e caindo logo em seguida. Para que pudesse continuar na presidência, e também, pelas várias assinaturas de sua responsabilidade, soube, “amávelmente”, aceitar o grupo do Vilson Ribeiro, que na verdade já vinha trabalhando por fora para chegar ao poder. Com isso, Vilson de Andrade chegava ao trono, ficando por duas gestões. Dos seis anos, diria que 2 anos o problema foi de certa forma acomodado. Com um final de gestão fracassada por apoiar péssimos profissionais, principalmente, pela passagem de Felipe Ximenes, pessoa essa que deixou um legado de problemas sem precedentes. Outra lembrança triste foi aceitar que jogadores entrassem em campo empunhando uma faixa chamando-o de mentiroso. Mesmo assim, foi à luta para uma nova gestão, e aí se deu mal, pois, acabou perdendo para um conselho e torcida contra, sem esquecer do jogador Alex. Hoje conprova-se a ineficaz da presença de mais um sonhador, Rogério Bacellar.   Que triste sina a situação alviverde.

 Dá para se notar que os problemas continuaram se avolumando. A criação de um Conselho Gestor, aliás, já mudada por várias vezes, comprova a veracidade dos fatos. Infelizmente, o clube que ainda não encontrou uma figura representativa vai de mal a pior. Onde é que esse clube pensa chegar com tantas derrotas, imaginem os senhores, perder em casa um título para o Operário de Ponta Grossa( 3×0); uma disputa no Couto contra o Atlético Paranaense(2×0), e agora ser despachado pelo Asa(2×0) pela Copa do Brasil. Pergunto : será só o técnico o maior problema?

Fica aberto para quem queira treinar o clube. Já se manifestaram contra, Levir Culpi e Marcelo Oliveira, que coincidentemente, conhecem de longe a agremiação. Com certeza virá alguém com vontade de comer, sem pensar nas consequências, isso é uma realidade. Foi de dar risada o planejamento da preparação que foi levado a Foz do Iguaçu, sobretudo, por não terem um elenco formado. Deixar as dependências, de Quatro Barras, para ir gastar dinheiro sem nenhuma previsão de conceito.Uma outra bobagem à contratação para assuntos internacionais, Juliano Belettti, que andou se árvorando em trazer o Ronaldinho Gaúcho. E ainda ouça falar que o melhor mesmo será construir um novo estádio. Sonho ou irresponsabilidade.  

 No meio de tudo isso, o jogo Atletiba, de amanhã, com o rubro negro jogando por jogar, pois, o pensamento está todo voltado para à Libertadores, e o Coritiba com as migalhas que possui, técnicamente. Duro mesmo é só criticar. Confesso que as vezes nem vontade tenho para comentar.

Enquanto isso, o Paraná Clube teve que aceitar a mudança do jogo contra o BAhia, pelos problemas que o time baiano sofreu com a logísitica de vôo. Com isso nada está decidido, Só para lembrar que essa partida é de suma importância para continuidade na Copa do Brasil. Se houver um empatar o jogo vai às penalidades máximas, Vitória de um ou outro é o da preferência.

Lembre-se que:  Que o melhor da vida é sua história.

Atlético chega na fase de grupos.

24 fevereiro, 2017 às 10:19  |  por Capitão Hidalgo

Mesmo com alguns atrapalhos, coisa natural dentro do jogo, o Atlético teve a devida capacidade para reverter o quadro, em Capiatá, contra o Deportivo. Depois do desastre dos 3×3, na Arena, o Furacão foi para o Paraguai na tentativa de mudar o panorama, afinal, o time da casa que tinha surpreendido fazendo tres gols, deixou a banana para ser descascada para o time paranaense. Fácil não foi, mas, um gol logo aos 13 minutos, numa bola lançada dentro da grande área, do Deportivo, a bola resvalou no zagueiro, Paulo André, e foi justamente encontrar o meia Lucho Gonzales, sozinho para estilingar e fazer o gol, que passou na verdade ser o da vitória. A dimensão desse resultado está na classificação, agora, devidamente participante da uma chave de grupo. O Atlético, com isso terá pela frente um calendário propício a arrecadar muito dinheiro, pois, vai ter pela frente, nessa nova etapa classificatória, equipes tradicionais do futebol sulamericano, como Universidade, do Chile; São Lorenzo, de Almagro e o Flamengo. Perspectivas com grandes possibilidades de seguir à frente.

Enquanto isso, naquela briga idiota do último domingo, agora, às claras, está determinado o jogo, Atletiba, para  próxima quarta feira`. Com todas as tratativas acertadas como gente grande, teremos, então, o clássico com transmissão via Youtube com os profissionais devidamente credenciados. Portanto, aquela quizumba feia que todo mundo ficou sabendo, agora liberadas, vai acontecer. Na verdade se o futebol paranaense fosse dirigido com mais habilidade nada disso teria acontecido.  

Jogando mal, na cidade de Londrina, o Paraná Clube que perdeu o jogo por (2×1), na Primeira Liga, aliás um torneio muito desprestigiado, jogará amanhã contra o Bahia, valendo Copa do Brasil, em Vila Capanema.  O técnico Wagner Lopes, tentando amenizar as coisas, mudando a cada jogo um time em campo, acho que se perdeu na escala do veterano goleiro, Marcos. Nada contra o rapaz, afinal, é o único ídolo que tem o clube. E agora, a dúvida de quem jogará no gol amanhã, afinal, o goleiro Léo vinha muito bem.

Ontem, o desastre foi geral na derrota do Coritiba, pois, em pleno Couto Pereira perdeu para o time do Asa, de Arapiraca (2×0). Nem bem começou a temporada e o time paranaense já está fora da Copa do Brasil. É lastimável. Criticar só o técnico é muito fácil, mesmo com todo a sua experiência, Carpegianni, vê que seu  elenco é muito fraco. Ainda, que ontem, alguns torcedores foram ao coro chamando o time de sem vergonha, pois, algum tempo vejo a torcida anestesiada com toda bagunga  técnica. Acho que aqueles conselheiros que votaram no atual presidente devem estar com muita vergonha. Mudar por mudar não leva a lugar algum.

A notícia, então, é que o Jota Malucelli foi punido, em 16 pontos, pela inclusão atrasada no BID do jogador, Getterson. Como cabe recurso, o Dr. Marcelo Contini, está buscando, jurídicamente, vários argumentos de defesa, principalmente, a jurisprudência no caso idêntico do zagueiro, Vitor Ramos, do Vitória.

Lembre-se que: O melhor da vida é sua história.

Quando todos perdem. Uma lástima.

21 fevereiro, 2017 às 09:54  |  por Capitão Hidalgo

Analisando, como desportista, o que aconteceu no último domingo, na Arena, foi um ato chocante às pretensões de que um dia poderemos ter a volta de um dos maiores clássicos regionais do país. Parecia até que estava adivinhando, quando na matéria passada, fazia críticas aos atuais dirigentes por fazerem uma força danada em destruir o nosso futebol. Como profissional da comunicação esportiva, então, diria ter acompanhado momentos chocantes no que concerne tocante a falta de habilidade, tanto dos clubes como da própria Federação. Para aquêles que só souberam do entrevero envolvendo às partes, principalmente, os não residentes em Curitiba, vou tentar explicar a não realização do clássico em seus mínimos detalhes.

 Tudo estava pronto já com às execuções dos hinos do Estado do Paraná e o Nacional, quando o árbitro, Paulo Alves, trilou seu apito e ao mesmo tempo mandou parar. Um público de quase 25 mil torcedores, e os próprios integrantes da imprensa esportiva, pegos de surprêsa, procuravam saber o que poderia estar acontecendo. Um diz que me diz infernal foi tomando conta da situação. Resultado. O jogo parou porque “sua senhoria o árbitro”, à pedido da “Federação”, pediu que fossem retirados do gramado elementos que não estavam credenciados. Mas quem? O tabuleiro das notícas davam conta que 10 profissionais haviam sido contratados para cobrirem, pela Internet, e que não estavam regularizados para essa partida. Aí veio outro porque? Acontece que a dupla Atletiba, que não aceitou fazer contrato com a Rede Globo/RPC, por entender serem ridículas as cifras oferecidas, e para prestigiar o povão, achou que o melhor seria realizar, via imagem Internet, uma transmissão aos que não estavam no estádio. Na idéia dêles uma promoção sem custosvamos dizer, uma maneira de participação.

No vai e vem das informações, claro, as ilações foram surgindo. Culpar a quem? Todos aqui da aldeia sabem que a dupla Atletiba não fala a mesma lingua do presidente da Federação, sobretudo, porque nas últimas eleições foram contrários a continuidade do atual. Com isso veio a determinação: “se não tirarem os elementos do gramado não haverá  jogo”.  Nessa altura já se sabia que os profissionais contratados para a transmissão faziam parte do Esporte Interativo, empresa essa que até dinheiro adiantou a dupla para as futuras transmissões à partir, de 2018. Portanto a comédia pastelão virou um braço de ferro, sobretudo, porque nem a Federação liberou às entradas e muito menos os clubes de retirarem as pessoas.

E o povo que pagou foi saindo das dependências da Arena. Outra questão levantado quando aconteceria outro jogo e como seria reconhecida a entrada daqueles que compraram o ingresso. Resposta rápida, claro, com os ticketes, mas, nem sempre o torcedor guarda. A verdade é que nenhuma habilidade, inteligência, e o bom diálogo, e sim, o lado odiento das partes. Com isso perdemos todos e ninguém está salvo dessa tragédia. Pobre futebol paranaense, hoje, entregue às baratas com a falta de diálogo, humildade e discernimento.

Justiça se faça ao Paraná Clube, que de forma ordeira vai tentando participar de todos os eventos. Precisando melhorar sua condição financeira e administrativa, aceitou às regras de suas participações, e até agora vai justificando seu bom início dentro do paranaense. O Tricolor que joga hoje em Londrina, contra o Tubarão, valendo a Primeira Liga, no sábado recepcionará o time do Bahia, pela Copa do Brasil.

Lembre-se que: O melhor da vida é sua história.

Um Atletiba desmotivado.

18 fevereiro, 2017 às 10:31  |  por Capitão Hidalgo

ATLETIBA : “Quem te viu e quem te vê”. Essa é a verdade que deve ser dita nesses tempos em que o futebol paranaense, aliás, desprovido de bons dirigentes, vive sem aquela vibração que existia em outros tempos. Sou daquele tempo, felizmente, em que o Estádio Belfort Duarte se engalanava com as duas torcidas, que divididas nas partes, geral e arquibancada, davam o eco e mostra de um dos grandes clássicos regionais do país. Para aquêles que não sabem, a verdade é que  esse clássico definia qual o time a representar nosso estado no certame nacional, pois,  desde 1967 , com o Ferroviário, nunca mais o futebol paranaense ficou de fora. A regra era simples, ou seja, ser o campeão estadual.

Com a péssima campanha do Ferroviário, que foi o primeiro time a disputar o torneio nacional, o entao presidente da Federação Paranaense de Futebol, José Milani, de forma inteligente, procurou os clubes, Coritiba, Atlético e Ferroviário, para que se fizesse um torneio à parte, envolvendo às 3 equipes, com a exigência da convocação de 2 jogadores dos times que estariam de fora, e com isso, ter uma seleção mais credenciada, sempre no intuíto de melhorar à condição técnica do nosso futebol.

A história nos remete, então, em 1968, quando o Coritiba foi campeão do Estado, mas no torneio à parte, ganhou o Atlético, que acabou escalando jogadores do Coritiba, o goleiro Célio e lateral esquerdo Nilo, e do Ferroviário, o atacante Madureira e o Vilmar. Já em 1969, quem ganhou o estadual e o torneio foi o Coritiba , que levou os jogadores do Atlético, Paulista, Charrão e Nilson Borges. Em 1970, a situação mudou, pois, não havendo mais o torneio à parte, o Atlético o campeão, se utilizou dos jogadores, lateral direito, Hermes, e do meio campo, Hidalgo. Portanto, à partir de 1971, com os vários títulos estaduais conseguidos, foi o Coritiba que passou a representar o Paraná.

Com isso havia na época, o que poderia se dizer, a rivalidade esportiva. Precisava ganhar o estadual para representar o estado. Nos dias de hoje, o processo está modificado, pois, desde o estatuto da CBF, implantado anos atrás, o time que têm uma cadeira garantida por sua classificação entre às 16 equipes brasileiras, e que independe de um título estadual, emerge sua atenção para o brasileirão, sobretudo, porque nesse campeonato é que está o dinheiro do marketing e da televisão.

Portanto, tendo acompanhado os muitos, ATLETIBAS, noto com tristeza que a rivalidade já não é a mesma, e para complicar mais, os atuais dirigentes parecem que fazem questão de desmotivá-lo. Com previsão do Atletiba, de amanhã, vendo um Coritiba estropiado e um Atlé tico jogando com sua categora de base, o público na Arena não será como de antigamente.

Lembre-se que: O melhor da vida é sua história