ONG oferece curso gratuito sobre a segurança das crianças

9 outubro, 2017 às 14:37  |  por Josianne Ritz
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Esta semana comemora-se o Dia das Crianças. E, para celebrar essa data, a Criança Segura anuncia uma grande novidade: o lançamento do seu novo curso on-line e gratuito para Familiares e Responsáveis. Para se inscrever, basta fazer seu cadastro em ead.criancasegura.org.br/cadastro e iniciar os estudos.

O objetivo dessa formação é sensibilizar e informar familiares e responsáveis sobre as medidas preventivas e a importância da adoção de um comportamento seguro para a promoção da cultura de prevenção de acidentes com crianças e adolescentes de zero a 14 anos de idade.

“Sabemos que pais e familiares são responsáveis diretos pela segurança das crianças e adolescentes. Por isso, é fundamental que se informem sobre os possíveis acidentes que podem acontecer com meninos e meninas e adotem comportamentos de proteção e cuidado no cotidiano”, explica a responsável pelos cursos da Criança Segura, Carla Lerner.

O curso, que existe desde 2010, foi totalmente reformulado este ano e está mais dinâmico e atrativo. O formato da aprendizagem também mudou, agora ele é autoinstrucional, ou seja, o cursista irá gerir por si mesmo o tempo para se dedicar às atividades, de acordo com seu ritmo de aprendizagem e disponibilidade, pois não há mais tempo determinado para finalizar a formação, que é organizada em cinco aulas, com 20h de carga horária.

Além disso, o conteúdo do curso – que foi atualizado – passou a dar ênfase à prevenção de acidentes na faixa etária de zero a 4 anos, pois, devido a características próprias do desenvolvimento infantil, é nessa idade que meninos e meninas precisam de mais cuidado.

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Os livrinhos gratuitos do Itaú já estão disponíveis

3 outubro, 2017 às 14:37  |  por Josianne Ritz

O Itaú Unibanco lançou a esperada sétima edição do “Leia para uma Criança”, projeto de distribuição gratuita de livros infantis realizado em parceria com a Fundação Itaú Social. Com mais de 45 milhões publicações já oferecidas, a ação traz para sua coleção 2017 os livros “O Menino Azul”, de Cecília Meireles; e “Em Cima Daquela Serra”, de Eucanaã Ferraz e disponibilizará 1,6 milhão de kits para quem fizer o pedido no site.

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Mães empreendedoras promovem evento sobre acolhimento materno-infantil

12 setembro, 2017 às 14:47  |  por Josianne Ritz

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Com o objetivo de reunir em um só lugar uma multidisciplinaridade de temas e atividades que permeiam a maternagem e paternagem, quatro mães empreendedoras decidiram criar o Acolhe-conexões maternas. Um encontro que trará para os cinco dias de programação, entre 25 e 29 de setembro, profissionais de diversas especialidades para dialogar e ministrar atividades direcionadas às gestantes, mães, pais e cuidadores. As rodas de conversas e cursos acontecerão em diferentes horários no período das 14h às 20h, na Casa Poppins.

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Curar a si, para curar a todas.

23 agosto, 2017 às 15:58  |  por Rafaelle Mendes

Eu não sei como foi para vocês, mas para mim a chegada dos 35 veio com os dois pés no peito. Tanto das coisas boas, quanto das não tão boas assim. E como um presente de aniversário, o universo me deu uma oportunidade que não aparece todo dia. E é sobre ela que vou contar um pouquinho aqui.

“Um mergulho no coração de quem se é”. É com essa frase que o Florescer da Curandeira faz o seu chamado para participação das mulheres que acessam seu site, e suas redes sociais. E, antes que qualquer desavisado se pronuncie, curandeira aqui não tem o mesmo significado do dicionário: Indivíduo que se propõe curar doenças pela prática, sem curso de habilitação; charlatão em medicina, aliás, passa longe disso.

É exatamente o extremo oposto. Babi Surati Kiliam Farah, terapeuta corporal, especialista em análise reichiana e análise bioenergética, é a criadora do Florescer da Curandeira, e explica que a escolha da palavra curandeira se deu primeiro para desmistificar e tirar o estigma desse significado, já que etimologicamente a palavra remete à cura. E segundo porque, para ela, o real significado da curandeira é “aquela que cura a si mesmo antes de mais nada, e com a ressonância de sua própria cura, compartilha e auxilia a cura de quem a rodeia”.

Isso é ao que se propõe o Florescer da Curandeira, uma vivência de autoconhecimento, de cura, união do sagrado feminino e formação de condutoras de Círculos de Cura. Babi explica que, “nosso corpo é o primeiro sistema que temos e, como um sistema, armazena todos os acontecimentos da vida”. Segundo ela, essa memória do corpo atua mais no nosso dia a dia do que a memória da mente, muito mais forte​mente​ do que as pessoas se dão conta. E “enquanto não se reconhece em si as coisas que incomodam, elas vão continuar voltando. Mudam os cenários, os personagens, mas o enredo vai ser o mesmo até que se olhe de frente pra ele. O único lugar que existe pra gente ir é para dentro.”

Então,​ o caminho para que se possa acessar esse sistema a fim de reparar e reprogramar é sair da zona de conforto, pois “olhar pra dentro nem sempre é um exercício fácil, nem sempre é bonito, mas sempre é fortalecedor. Ao fazer isso, as pessoas conseguem sair do sonho e partir para a realização. E com esse aterramento, vem a força, vem a estrutura para se realizar o que se quer, para vida e para si mesma”, esclarece Babi.

Para a participante da última formação que finalizou em julho deste ano, Etiene Spack, o Florescer da Curandeira foi um enorme aprendizado desde a hora em que decidiu se inscrever. “Eu estava numa fase da vida em que já não acreditava em muita coisa e precisava de ajuda.”, desabafa rindo. Quando viu o vídeo, diz que não pensou muito e se inscreveu, mesmo sem fazer ideia do que era aquilo. “Sempre fui uma pessoa muito fechada e tímida. Mas, com o Florescer consegui me libertar de muitas coisas. Consegui me reconhecer, me encontrar, me tranquilizar, perder muitos medos, e principalmente em me sentir muito bem comigo mesma e quando estou em grupo”, ressalta.

As ferramentas utilizadas pela terapeuta vão desde técnicas e dinâmicas da psicologia corporal, até medicinas indígenas, como o rapé – também conhecido como Sopro Sagrado, é uma medicina muito especial, feita de tabaco moído junto com cinzas de determinadas árvores e/ou plantas. É usado por povos de várias tradições indígenas tais como Yawanawá, Kaxinawás, povos do Equador e Colômbia. Promove bem-estar, podendo trazer muitas curas, limpeza, conexão. – e o temazcal – é uma das cerimônias ameríndias mais antigas de que temos conhecimento, que simboliza o retorno à origem, representado pelo regresso ao ventre da Mãe Terra, para um processo de purificação e renascimento.

Outro propósito da vivência é fortalecer o laço entre as mulheres, curar e aprofundar-se no Sagrado Feminino, fazendo o exercício de reconexão com esta irmandade, de beleza e encantamento, de vida, de mergulhar no próprio coração e no coração de todas as coisas. “Um convite para nos olharmos a partir de novas perspectivas, e assim, também podermos ampliar esta visão para o todo” diz sua criadora.

Sobre essa reconexão e reencontro com outras mulheres, Etiene é categórica: “o apoio das mulheres também foi algo maravilhoso na minha vida. Outra grande mudança​ é que antes só andava em grupos de homens. Aceitei e acolhi a mulher em mim e a minha volta. E tudo mudou na minha vida de uma maneira linda. Saí do Florescer querendo que outras mulheres pudessem sentir tudo isso. Querendo ajudar, dar forças e carinho pra que esse Florescer chegue no coração de muita gente”, conclui.

Em sua 4ª edição, que tem início no próximo dia 1º de setembro, o Florescer da Curandeira é dividido em quatro módulos, que acontecem uma vez ao mês, durante uma imersão de três dias em um sitio da região metropolitana de Curitiba e tem inscrições abertas até o próximo dia 20 de agosto, pelo endereço: www.cirandadascurandeiras.com.​

PS: Prometo que volto aqui contar como foi! Até.

 

Me desculpem os pais, mas eu mando um feliz dia para as “pães”

8 agosto, 2017 às 23:29  |  por Josianne Ritz

Me perdoem os pais, mas a minha homenagem no Dia dos Pais vai para as “pães”. Sim, as mães que são também pais e durante 24 horas, não uma horinha ou outra.

As “pães” se desdobram para sustentar e cuidar dos filhos sozinhas ou praticamente sozinhas. A maioria é separada ou nem chegou a ter um companheiro, mas há algumas que mesmo casadas são sós na missão de criar os filhos. São elas que ficam madrugadas acordadas para cuidar, dar remédio, correr para o hospital, costurar o uniforme, pagar todas as contas, comprar roupas, ir ao mercado.  São elas também que fazem a lição de casa com seus pequenos ou grandes, correm para comprar aquela cartolina de última hora, estão sempre com os ouvidos abertos para os dramas juvenis com atenção e sempre tiram da cartola mágica as palavras certas para acalmar os filhos.

As “pães” são mestras em logísticas: conseguem, por exemplo, trabalhar oito horas e mesmo assim levam os filhos ao médico, nas festas, na dança, na fonoaudióloga, tudo ao mesmo tempo. Também conseguem fazer um almoço delicioso à meia-noite com olhos já cansados e montar uma festa inteira de aniversário em uma madrugada.

Essas mulheres precisam ter o pulso mais firme que todas as mães e pais, porque se algo der errado ainda são apontadas por uns e outros como irresponsáveis. Estão sempre sob a vigilância de alguém.

As “pães” muitas vezes dormem chorando escondido por acreditarem que não vão dar conta de mais uma semana, um mês, um ano, das vidas de seus filhos, mas como num milagre acordam mais fortes.

Não é fácil ser uma “pãe”. Exige energia, requer força, organização, otimismo. Mas elas são movidas pelo amor mais intenso que alguém pode sentir, um amor que vale por dois, cem, mil.

Escrevo tudo isso com a experiência de ser a terceira geração de “pães” da minha família e com um orgulho danado destas mulheres lindas e fortes que me trouxeram até aqui.

 

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20 livros infantis para ler durante as férias de julho

20 julho, 2017 às 18:40  |  por Josianne Ritz

As férias de julho estão a todo o vapor e os pais também. Mas o descanso da sala de aula não significa que o aprendizado e conhecimento devam parar! E ler junto com a criança pode se tornar um momento de cumplicidade incrível.

Para ajudar as famílias com crianças de 1 a 10 anos de idade, a Leiturinha, maior clube de assinatura de livros infantis do Brasil, indica agora os livros mais divertidos e educativos para cada faixa-etária.

1 ano

Você troca? – Editora Roda & Cia
Com ilustrações que saltam aos olhos dos pequenos e texto em rimas bem-humoradas, este livro apresenta os animais e algumas coisinhas simples do dia a dia aos pequenos.

Hum, que gostoso! – Editora Autêntica
Com narrativa em primeira pessoa, esta obra fala sobre a evolução da alimentação, desde o mamar, até quando a criança já tem dentinhos e passa a comer coisas sólidas. Ideal para falar sobre os alimentos com seu pequeno.

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Livro ajuda na tarefa de falar sobre a morte para crianças

16 junho, 2017 às 12:47  |  por Josianne Ritz

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Se para adultos já é difícil lidar e entender a morte, para uma criança é mais difícil ainda. Quanto mais nova a criança e maior a ligação dela com a pessoa que morreu mais difícil a tarefa é para os pais. Passei por isso isso quando o avô dos minhas filhas morreu repentinamente de infarto quando elas tinham 6 e 1 ano.

 Hoje, recebi um livro infantil chamado “O dia em que a Vovó do Banzé morreu”, de Mylena Brunor Cooper. A proposta do livro é ajudar as crianças em luto. Não é o primeiro livro sobre o assunto e nem será o último para uma tarefa bem árdua, mas aborda o tema de uma maneira leve e direta.

“O livro traz sugestões para ajudar a explicar alguns aspectos práticos da morte, sem entrar no mérito religioso ou no pós-morte. É uma forma de abrir diálogo com a criança, já que evitar o assunto pode torná-la um adulto mais frágil e com bloqueios”, diz Mylena.  Empresária do ramo funerário, Mylena já vivenciou inúmeras ocasiões de velórios e reforça que falar a verdade para os pequenos é sempre a melhor opção.  “Falar que a pessoa falecida foi viajar, por exemplo, cria a expectativa da volta e faz a criança pensar que a pessoa se esqueceu dela”. Comparar a morte com um sono profundo, ou com dormir, também pode causar transtornos. “Fantasias, como ‘virou uma estrela’ ou ‘agora tem asas’, é sempre melhor deixar para a própria criança desenvolver da forma que for mais reconfortante para ela”, aconselha.

Um bom começo, segundo a autora, é descobrir o que a criança pensa sobre a morte. “É surpreendente ver a percepção que as crianças já possuem. A morte está nos desenhos, livros e filmes infantis, nos noticiários e nas conversas dos adultos. Muitas crianças já vivenciaram a perda de um peixinho, um gato ou um cachorro. Além disso, elas só perguntam sobre aquilo cuja resposta estão prontas para ouvir”, diz.

 Levar a criança ao velório ou ao cemitério não é errado. Segundo Mylena, não se deve forçar, mas pode-se encorajar a criança a ir. “As crianças são membros da família e têm direito de participar desse momento para esclarecer suas dúvidas e fantasias. Participar das etapas faz com que elas se sintam importantes. As visitas ao cemitério ou à Sala de Memórias de cinzas são boas aberturas para elas exporem o que sentem”, afirma.

 O livro também esclarece que é normal chorar e expressar tristeza, e que a criança não tem culpa sobre a morte da pessoa querida – o que é comum ocorrer. Mas, acima de tudo, esclarece Mylena, o que as crianças mais precisam nesses momentos é se sentir amadas e seguras. “Conhecimento nenhum é mais poderoso do que o amor. É tudo de que a criança precisa: bons ouvidos e um bom colo”, resume, a autora.

 O Dia em Que a Vovó do Banzé Morreu pode ser encontrado a partir do dia 19 de junho nas Livrarias Curitiba, assim como no site da rede. O livro também estará à venda na Capela Vaticano, em Curitiba. O valor é R$19,90.


 

Caso Baleia Azul: como pais devem agir sobre a internet

20 abril, 2017 às 08:44  |  por Josianne Ritz

Resultado de imagem para baleia azul Tentativas de suicídio e casos de automutilação que estariam relacionados ao chamado “jogo da Baleia Azul” têm chamado a atenção das autoridades policiais e de saúde em várias partes do Brasil, incluindo o Paraná. Preocupado com a situação, o Ministério Público do Paraná (MP-PR) faz um alerta aos pais para que redobrem os cuidados com os filhos, principalmente adolescentes, com intuito de atuar de modo preventivo e também identificar sinais que possam indicar que estejam participando dos desafios propostos pelo jogo. Além de estar mais próximos dos filhos, os pais ainda podem reforçar a atenção com algumas medidas simples para entender o que os filhos acessam na internet ou na TV. A promotora de Justiça Luciana Linero, que atua no Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça (Caop) da Criança e do Adolescente e da Educação do MPPR – Área da Criança e do Adolescente, lembra que ser pai ou mãe de adolescentes, por si, já exige mais, pois essa é uma fase em que naturalmente as pessoas tendem a apresentar um comportamento mais rebelde e vontade mais acentuada de transgredir regras. Além disso, ela comenta que os casos de depressão na adolescência, que podem deixar a pessoa mais suscetível a participar desse tipo de desafio, também têm se tornado mais comuns nos últimos anos. Veja as dicas para os pais Continuar lendo

O dia em que uma menininha escolheu cocô como tema de festa de aniversário

11 abril, 2017 às 13:27  |  por Josianne Ritz

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Desde que as festas viram temáticas, a escolha do tema é sempre uma novela familiar. Vamos ser honestos, seja uma festa simples ou uma mais sofisticada: quem escolhe mesmo  a temática é a criança.  Eu mesma já fiz festa para os meus filhos dos mais diversos temas, dos mais populares, como Hello Kitty e Disney até as mais alternativas, como videogame e Beatles.  Mas nesta semana vi um tema que chamou a atenção.

Por meses, quando sua mãe lhe perguntava qual o tema  Audrey queria para sua festa de aniversário de 3 anos, a menina respondia, sem titubear: cocô – aqueles sorridentes emojis de cocô. A garota foi insistente e a família topou.

Balões, bolo, biscoitos e até fantasias foram providenciadas. E a garotinha ficou feliz da vida, como mostram as fotos, que ganharam o mundo.

Festa com tema cocô pode? Pode sim e quem disser o contrário tem a mente pequena. A festa é livre, o mundo é livre e o sorriso da pequena Audrey diz tudo.

ONG propõe que mães experientes ajudem as recém-mães

18 março, 2017 às 10:20  |  por Josianne Ritz

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Eu sempre acreditei que as mães devem se ajudar, porque ninguém melhor que uma mãe para ajudar outra mãe em desespero. A Ong Temos também pensa assim e lançou um projeto muito interessante que quer incentivar as mães mais experientes a doar tempo para uma mãe de primeira viagem, principalmente as que acabaram de parir. A proposta é de uma hora de ajuda, que pode ser ajudar a dar banho, conversar, fazer um bolo ou ir junto ao médico. “Se você tem tempo pra doar e acredita que nós podemos ajudar a acabar com a solidão e o isolamento das mães, principalmente no período do pós-parto, vem com a gente!”, diz a ONG.

Para entrar nesta onda de ajuda é só se cadastrar no site da ONG e aguardar contato. Veja aqui