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É tempo de planejar as finanças para 2012

Uma dica simples e importante é anotar os gastos
É tempo de planejar as finanças para 2012

Que tal começar 2012 com a vida organizada? Planejar é o primeiro passo para colocar em prática resoluções feitas na virada do ano, afirma o economista e professor da Faculdade de Educação Superior do Paraná (FESP), Nivaldo Camilo.

Mas todo e qualquer planejamento exige tempo. Para planejar é preciso tempo, ou seja, não é possível planejar para o próximo mês o que deveria ter sido feito há um ano, explica o professor destacando que é importante que o momento atual seja para planejar os vários meses que temos pela frente.

Dentro do planejamento estão questões do dia a dia, as despesas fixas como IPTU e IPVA que podem sair com descontos consideráveis se pagos com antecedência. Com lápis, caderno e calculadora na mão, será difícil não aproveitar os descontos e manter a organização. São descontos válidos se os pagamentos forem feitos da própria renda. Se for para tirar de uma terceira renda não vale a pena. Economicamente não compensa utilizar o cheque especial para fazer este tipo de pagamento. Em qualquer circunstâncias os juros são maiores que os descontos, avalia.

Mas afinal, como começar o ano colocando as dívidas em dia e como planejar 2012? De acordo com o economista, uma dica simples e importante é anotar os gastos. Se gastar um pouco mais numa semana, saberá que tem que poupar na semana seguinte. É preciso se adaptar e tentar poupar pelo menos um décimo da renda mensal. Em qualquer momento, qualquer um que gaste menos do que ganha está garantindo um futuro econômico promissor, diz o professor Nivaldo Camilo.

O professor chama atenção para o atual momento do cenário econômico internacional. É momento de não gastar, de preservar o que se tem e principalmente de evitar tomar dinheiro emprestado. Segundo ele, embora hoje a nossa economia doméstica seja de prosperidade o cenário internacional ainda é tenso e preocupante. Como estamos inegavelmente ligados ao mundo, ou seja, não há como se isolar em termos econômicos, é inevitável que o Brasil não sinta um pouco as consequências da crise econômica internacional. Por isso, é mais seguro começar o ano sem correr riscos e poupando o que se tem, disse o professor de economia da FESP.

 

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