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No último ano

60% dos bairros de Curitiba registraram alta no valor de locação dos imóveis

60% dos bairros de Curitiba registraram alta no valor de locação dos imóveis

Para quem deseja comprar um imóvel em Curitiba, alugar ou apenas investir, o Imovelweb, um dos maiores portais do mercado imobiliário do Brasil, avaliou, no mês de agosto de 2017, o valor do metro quadrado na região.

Segundo o levantamento, o preço médio de venda do metro quadrado na capital paranaense ficou em R$ 4.630,00, o que representa um aumento de 1,8% nos últimos doze meses. A região da Matriz foi a que apresentou o maior aumento de preço (7,4%), com o metro quadrado estimado em R$ 6.640,00. O bairro de Barigui, localizado na Cidade Industrial, foi o que registrou o valor do metro quadrado mais caro da cidade, acima de R$ 10.400,00, enquanto Campo de Santana, o preço mais econômico (R$ 2.836,00). O valor médio de um apartamento padrão de dois dormitórios, 65m² e uma vaga de garagem é de R$ 300 mil.

Já para quem está à procura de um imóvel para alugar, o estudo identificou que 60% dos bairros apresentaram alta de preço no último ano. Desde março de 2017, o valor de locação avançou 1,7% na cidade. As regiões administrativas da Matriz e Cidade Industrial registraram os maiores preços de aluguel na cidade, com R$ 1.181,00 e R$ 1,120,00, respectivamente. Já a região do Bairro Novo, apresentou o valor mais baixo, com R$ 793,00. 

Com a alta de preço do metro quadrado e de locação dos imóveis em Curitiba, o mercado paranaense aponta para uma retomada do setor na região, comenta Mateo Cuadras, CEO do Imovelweb.

Para aqueles que pretendem investir, a rentabilidade imobiliária, relação entre o aluguel anual e o preço pago na compra do imóvel ficou em 4,1% em agosto. Para recuperar o valor investido são necessários 24,3 anos de aluguel, prazo 1% menor que há um ano atrás. As regiões de Cajuru e Bairro Novo, ambas com 4,7%, apresentaram os maiores retornos anuais. Enquanto, a Cidade Industrial oferece a menor rentabilidade, 3,6%.

Nos últimos doze meses, o retorno bruto imobiliário da região ficou em 6%, acima da inflação (2,46%) e abaixo da remuneração da Poupança (7,64%).

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