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Gente do Bem

Aplicativo promove e incentiva a doação de sangue

Usuários podem acompanhar e ainda serem avisados sobre a demanda
Aplicativo promove e incentiva a doação de sangue
Aplicativo avisa doadores sobre necessidades dos bancos de sangue (Foto: Venilton Küchler)

Amanhã é comemorado o Dia Mundial do Doador de Sangue. Em Curitiba, os números de doadores têm crescido. Segundo o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar), mais de 35.600 doações foram realizadas em 2017. Para promover ainda mais as doações, o Instituto das Cidades Inteligentes (ICI) desenvolveu o aplicativo Hemogram, que permite ao usuário acompanhar as demandas existentes e ser avisado das próximas datas de doação. 
“Na maioria das vezes, a falta de conhecimento é o principal fator que impede a população de doar mais sangue. Vimos a necessidade de desenvolver uma ferramenta tecnológica de fácil acesso e que motive a população a realizar um ato do bem”, explica a gestora de atendimento do ICI e responsável pelo Hemogram, Gabrielle Pinheiro.
Disponível em Android, o app também faz o compartilhamento dos pedidos de doações via Facebook. “É uma ferramenta colaborativa, que incentiva a doação de sangue e engaja a população”, complementa Gabrielle. Quando o aplicativo é instalado, o usuário informa o tipo sanguíneo e fica sabendo qual banco de sangue necessita de doação.
O ICI também disponibiliza um painel em plataforma web, que é utilizado pelo Hemepar. Por meio do sistema, o centro pode cadastrar os pedidos de doação de sangue, os quais são divulgados para os usuários do Hemogram de forma imediata.
Desde 2014, a Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu 14 de junho como o Dia Mundial do Doador de Sangue. A iniciativa surgiu para conscientizar e homenagear os voluntários pela ação. Apesar de o Brasil estar dentro do parâmetro considerado como mínimo (pelo menos 1% da população deve ser doadora, e 1,8% dos brasileiros se enquadram nessa situação), o caminho até a meta estipulada pela organização ainda é longo: chegar aos 3%, patamar ultrapassado por países como Japão e Estados Unidos, que já alcançaram os 4%.
 

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