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Em Curitiba

Assembleia discute o risco de fechamento da UFPR

(Foto: Reprodução/Facebook)

Professores de universidades federais marcaram greve nacional para os dias 2 e 3 de outubro. A decisão foi tomada em reunião do Andes-SN — Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior.

A paralisação é um protesto aos cortes nos orçamentos das universidades federais, da CAPES e do CNPQ, além do projeto Future-se.

Em Curitiba, a Apufpr-SSind (Associação dos Professores da UFPR), o Sinditest-PR (Sindicato dos Trabalhadores em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior no Paraná) e o DCE (Diretório Central dos Estudantes) convocaram uma assembleia comunitária (docentes, técnicos e estudantes) para a próxima terça-feira (17 de setembro) às 9 horas, no pátio da Reitoria da UFPR. O objetivo é discutir ações para reverter os cortes no orçamento das universidades e evitar o fechamento da UFPR.

Professores da UFPR também estão recomendando a suspensão do vestibular.

O texto de convocação da assembleia de terça-feira explica a situação. “A Universidade Federal do Paraná (UFPR) está passando pelo momento mais drástico em seus mais de 100 anos de história. Os cortes orçamentários do governo Bolsonaro estão levando a instituição a uma situação limite: sem recursos para custear despesas básicas (segurança, limpeza e outros serviços), a UFPR pode ter que fechar suas portas muito em breve. As dificuldades que a instituição enfrenta não é novidade. Mas esse risco nunca foi tão real como é hoje. Por isso, a comunidade vai se reunir em uma Assembleia Comunitária no dia 17 de setembro, às 9 horas no Pátio da Reitoria”, afirma o texto.

“Não bastaram os ataques e a violência simbólica estimulada pelo próprio Governo Federal, as avalanches de fake news que circularam (e ainda circulam) pelas redes sociais e aplicativos de mensagens, criadas para jogar a opinião pública contra docentes, técnicos e estudantes das universidades federais e os cortes de bolsas para pesquisa, o estrangulamento orçamentário está levando as instituições à paralisação. É urgente uma reação coletiva de todos os atores que fazem da universidade um espaço democrático de construção do conhecimento”, completa o texto de convocação da assembleia.

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