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Suburbana

Atacante do Paraná segue passos de Kruger, Cuca, Hideo e Marcos Guilherme

Atacante do Paraná segue passos de Kruger, Cuca, Hideo e Marcos Guilherme
Andrey enfrenta o Fluminense (Foto: Divulgação/Fluminense FC/Lucas Merçon)

O atacante Andrey, 18 anos, estreou pelo profissional na última segunda-feira (dia 8), na derrota do Paraná Clube para o Fluminense, no Maracanã. O jogador começou no futebol amador, no Trieste, do bairro Santa Felicidade, e no Internacional de Campo Largo. Está há dois anos nas categorias de base do Tricolor da Vila Capanema.

“Fui jogar um jogo em Campo Largo, em uma final, e lá tinha um bandeira que era olheiro do Paraná. Nesse jogo, me destaquei, e ele me chamou. Era o momento em que eu estava quase desistindo de jogar bola. Seria o último jogo da minha vida, na Suburbana. Depois de lá, falei que não queria mais jogar. Foi no dia 26 (de junho), meu aniversário, e tive a notícia de ir fazer um teste no Paraná Clube”, declarou o jogador, em entrevista coletiva nessa quarta-feira (dia 10). 

Andrey segue o mesmo caminho de Marcos Guilherme, que começou no mesmo Trieste e, ainda nas categorias de base, foi contratado por uma equipe profissional. O meia-atacante Marcos Guilherme terminou a formação no Atlético-PR e, em julho de 2018, acabou vendido para o Al-Wahda, da Arábia Saudita, por cerca de R$ 18 milhões.

HIDEO
O Paraná também trouxe reforços do amador no passado. Em 2005, contratou o meia Hideo, então com 28 anos, jogador que surgiu no futsal da AABB e passou pelas categorias de base do Coritiba. No profissional, já havia atuado por Francisco Beltrão e CFZ (Rio). Chegou a fazer testes no Locomotive Tbilisi, da Georgia. 

No Paraná, porém, Hideo teve pouco espaço. Entrou como substituto no final de oito partidas. Nunca ganhou uma oportunidade como titular. Em seguida, voltou para a Suburbana e virou um colecionador de títulos. Hoje aos 41 anos, ainda está em atividade e se destaca pela qualidade nas bolas paradas.

MARLON
Outra aposta da Suburbana foi o atacante Marlon. Em 1999, o jogador foi o destaque do Combate Barreirinha na conquista da Taça Paraná – principal competição amadora do Estado. Em seguida, acabou contratado pelo Paraná Clube. Virou titular após alguns meses de adaptação. Depois, rodou por Joinville, Figueirense, Juventude, Kawasaky Frontale (Japão), Portuguesa e América (México). Em 2008, voltou à Suburbana, defendendo o Trieste e, em seguida, o Santa Quitéria.

KRUGER E CUCA
Dois nomes históricos revelados pela Suburbana de Curitiba são o ponta Kruger e o meia Cuca.

Kruger, hoje com 73 anos, passou pelos amadores União Ahú e Combate Barreirinha antes de ser contratado em 1963 pelo Britânia, clube profissional que deu origem ao Paraná Clube. Só em 1966 chegou ao Coritiba.

Alexi Stival, o Cuca, começou no Iguaçu, de Santa Felicidade. O primeiro clube profissional foi o Santa Cruz (RS), em 1984. Fez história no Grêmio, de 1987 a 1989. Encerrou a carreira no Coritiba, nos anos 90.

JUNINHO
O paranaense Juninho, 36 anos, do Tigres, do México, é outro que seguiu esse caminho. Começou no Combate Barreirinha. Ainda com idade de juniores foi contratado pelo Coritiba. Se destacou como volante e como zagueiro. Ficou famoso no Botafogo, de 2005 a 2009, pelos gols de falta. Está no Tigres desde 2010.

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