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Campeonato Brasileiro

Atlético entra na semana do clássico com cinco jogadores no DM

Atlético entra na semana do clássico com cinco jogadores no DM
O meia Matheus Anjos: no DM (Foto: Geraldo Bubniak)

O Atlético Paranaense só volta a jogar no domingo (dia 27), quando enfrenta o Paraná Clube, na Vila Capanema, pelo Campeonato Brasileiro. O técnico Fernando Diniz começa a semana esperando a recuperação de cinco jogadores que estão no departamento médico (DM): o zagueiro Paulo André (dores nas costas), o lateral-direito Jonathan (lesão na coxa), o meia-atacante Nikão (fratura na mão), o meia Matheus Anjos e o ponta Marcinho (dores musculares). O clube não deu informações sobre a possibilidade de recuperação desses jogadores. 

Os cinco atletas já não enfrentaram o Fluminense, no último domingo (20). Na partida, o volante Pavez saiu lesionado aos 14 minutos do primeiro tempo, quando foi substituído por Rossetto. O Atlético não divulgou se o volante chileno sofreu alguma contusão e se virou dúvida para o clássico de domingo.

Com o técnico Fernando Diniz, a escalação do Atlético sempre é mistério. Além de não dar pistas, o treinador tem inovado em algumas situações. Contra o Fluminense, por exemplo, o lateral Carleto jogou como zagueiro, o volante Pavez atuou na ala-direita e o volante Lucho González foi improvisado como zagueiro no segundo tempo. 

Diniz explicou essas improvisações. “A gente melhorou consideravelmente. Tenho vários defeitos, mas a falta de coragem não é um deles. A gente mexeu muito nas peças, mas não na estrutura. Ficou um time mais consistente, com um poder ofensivo maior e, ao mesmo tempo, um time mais bem posicionado, sem oferecer contra-ataque e levando mais perigo. Procuro colocar os caras que estão com mais confiança e que estão correspondendo”, declarou, após a derrota para o time carioca, no Maracanã.

Para o treinador, a derrota pode ser explicada de outra maneira. “A gente errou de uma maneira inocente no primeiro tempo. Demos um contra-ataque, algo que a gente tinha treinado. O segundo gol foi de um lance muito inocente, tomamos o gol de tiro de meta. A linha defensiva deveria correr para trás, andou para frente, e o Marcos Júnior entrou sozinho. No segundo tempo, a equipe melhorou, ofereceu menos contra-ataques, criou algumas chances e teve um maior volume ofensivo”, argumentou.

Para enfrentar o Paraná, é pouco provável que Diniz faça mudanças drásticas no estilo de jogo. “Temos que fazer ajustes e melhorar coisas que não são óbvias. O óbvio é muito fácil, aquilo que minha vó enxerga. Se a gente errar passes na primeira linha de construção, vamos sofrer sempre. Tem que corrigir outras coisas, ser persistente e continuar sendo corajoso. Mas a ideia, tenho muita clareza, é a melhor ideia que tem, por isso a carrego”, disse o técnico.

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