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Tragédia em Suzano

Autoridades paulistas dizem que motivação de crime ainda é desconhecida

O secretário de Segurança Pública de São Paulo, João Camilo Pires de Campo, e o comandante da Polícia Militar, coronel Marcelo Salles, disseram nesta quarta-feira (13), em entrevista coletiva sobre o massacre na Escola Raul Brasil, em Suzano, que a motivação do crime ainda não é conhecida, mas está sendo investigada pela Polícia Civil. “Todos esses cabos soltos, cabe à polícia agora ir amarrando”, disse o secretário.

Os dois atiradores, eram ex-alunos da escola Raul Brasil. Um deles, de 17 anos, estudou na escola até o ano passado e tinha problemas (que não foram citados). Um inquérito foi aberto, e já houve uma reconstituição no local.

Os atiradores entraram na escola com certa facilidade, já que o portão estava aberto. Eles chegaram em um carro branco e portavam um revólver 38, quatro jet luders (para recarregamento de arma), uma besta (uma espécie de arco e flecha) e uma machadinha, que foi encontrada com um dos atiradores. Antes de entrar na escola, eles atiraram no dono de uma locadora de carros, Jorge Antonio Moraes, que também veio a óbito.

Quando entraram na escola, eles atiraram primeiro na coordenadora Marilena Ferreira Vieira Umezo, depois em uma funcionária da escola, reconhecida como Eliana Regina de Oliveira Xavier, e então miraram os alunos. Cinco estudantes e as duas funcionárias da escola morreram. Os atiradores se mataram.

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