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Música

Blues e Rock na área? Com chope é bem melhor

Blues na janela do Porks
Blues na janela do Porks (Foto: Divulgação)

Quando se junta duas coisas que todo mundo ama, não tem erro. Pense na junção de cerveja com blues e rock, pronto, é a combinação certa para o público. Foi nesse gosto que o empresário José Araújo Netto, donos das marcas Porks, Quermesse e Mr. Hoppy – essa em parceria com Vinicius Sampaio, foi acabou se tornando um dos maiores produtores e incentivadores culturais no Paraná.
Ao todo, são mais de 100 apresentações em todas as casas espalhadas por Curitiba. José Netto, ou Zé, como é conhecido atua há mais de 10 anos como ativista cultural, paralelamente às atividades. Os estabelecimentos, já no coração dos curitibanos, estão espalhados por todas as regiões da capital paranaense e, em 2019, devem consolidar seu papel essencial como palco a artistas regionais. Confira a nossa conversa para entender um pouco mais sobre tudo isso.

O que te motivou a inserir o perfil de atividade cultural em todas as marcas que você criou?
José Araújo Netto — Quando montamos o Mr. Hoppy, víamos o universo do blues como uma coisa que a gente queria trabalhar, mas não sabia se iria ser com música ao vivo ou não. O Vinicius Sampaio foi essencial para a curadoria desses artistas que tocam nas nossas unidades, assim como é até hoje responsável pela escolha dos principais nomes. Começamos a trazer música ao vivo na nossa primeira casa, aos fins de semana. Desde então, foram cerca de 2 mil apresentações que já ocorreram em Curitiba. Hoje em dia, fazemos 150 shows por mês em todas as unidades e 80, mensalmente, na capital.

Quantos artistas você estima que já tocaram nas unidades do Mr. Hoppy e do Porks em Curitiba?
Netto — Fazendo uma média de quantas pessoas já tocaram, foram cerca de 2 mil apresentações que já ocorreram nas unidades de Curitiba. Isso dos que já tocaram, esse número cresce diariamente. Hoje em dia, fazemos 150 shows por mês em todas as unidades e 80, mensalmente, nas unidades de Curitiba.

O Porks tem a ação do Blues na Janela, que é uma atração constante no Porks. Já teve alguma ação específica, feita nesse âmbito cultural, não só de música, mas de feiras ou relacionada?
Netto — O que fizemos foram feiras de vinil, em que trazemos alguns caras que vendem vinis pra lojas. Já fizemos alguns eventos também com discotecagem, então não são só duplas ou trios, pessoas tocando instrumentos.
Também trazemos DJs, tanto discotecagem de vinil, que é aquela mais clássica, quanto a mais moderna com equipamentos de última geração. Também fizemos alguns projetos musicais muito legais, como o “Divas do Blues”, no ano passado, que eram apresentações só de mulheres que tocam e cantam blues.

Sobre o projeto “Blues da Janela”, no Porks: como surgiu a ideia?
Netto — Esse negócio do blues na janela no Porks Museu do Olho é incrível: quando aluguei a casa não tinha projeto de isso acontecer, sequer imaginávamos acabar fazendo. O melhor lugar que encontrei para os músicos e para as pessoas assistirem era, justamente, tocando naquela janela de frente ao Museu Oscar Niemeyer.

Você tem em mente algum próximo projeto cultural?
Netto — O meu maior projeto cultural é o Curitiba Blues Festival, que é um evento que eu já fiz no ano passado no Museu Oscar Niemeyer no “parcão”. É um festival que reúne, na maioria, artistas curitibanos da cena regional. Ano passado a gente reuniu mais de 4 mil pessoas lá e foi um sucesso.
É um evento bem bacana e em 2019 acontecerá no dia 11 de maio. Meus sócios da 302 e do Planeta Brasil, que têm como diretor o Patrick Cornelsen são muito relevantes na cena cultural brasileira e trabalham com várias tribos, além de contribuírem para que o Curitiba Blues Festival aconteça.
Em nosso site (www.curitibacult.com.br), você pode conferir a entrevista completa.

Fotos: divulgação

O ambiente do Mr. Hoppy

Banda no Mr. Hoppy

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