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Patrocínio em pauta

Caixa Econômica deve abandonar o futebol e deixar Trio de Ferro 'órfão'

(Foto: Divulgação/ Paraná Clube)

A Caixa Econômica Federal (CEF) deve estar com os dias de patrocínio no futebol contados. Ontem, durante a posse do novo presidente do banco estatal, Pedro Guimarães, o superministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a abordar o assunto, dizendo que "é possível fazer coisas cem vezes melhores com menos recursos do que gastar com publicidade em time de futebol".

Com a promessa de enxugar a máquina pública, o novo governo deve reduzir drasticamente os investimentos na área esportiva. E os clubes paranaenses poderão acabar ficando 'órfãos' de seu principal patrocínio nessa história.

Os três principais clubes de Curitiba, Athletico, Coritiba e Paraná Clube, contam atualmente com a Caixa como patrocinador master. Além deles, o Londrina também foi apoiado pela estatal no último ano.

O Furacão, por exemplo, recebeu R$ 6 milhões para estampar a marca na parte frontal de sua camisa no ano passado, enquanto o Paraná recebeu R$ 5 milhões. Já o Coritiba, por conta do rebaixamento, recebeu apenas R$ 4,5 milhões e o Londrina, R$ 3,1 milhões.

Os contratos, assinados entre março e maio do ano passado, possuem validade de um ano. Assim, caso venha a se confirmar o abandono da Caixa ao futebol, os clubes terão de buscar no setor privado outro patrocinador. Do contrário, terão um rombo de R$ 15,6 milhões para ser coberto (considerando-se os valores pagos pelo banco no ano passado).

Em todo o Brasil, são 25 clubes que contam com o patrocínio da Caixa, que investe anualmente R$ 127 milhões no esporte.

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