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Brasil

Carnaval em Brasília tem serviço de emergência para crianças perdidas

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Os foliões que vão curtir o Carnaval na capital federal contam, a partir desta sexta (9), com um serviço de emergência para casos de crianças perdidas, abandonadas ou em qualquer outro tipo de situação de risco. De acordo com o governo do Distrito Federal, o canal SOS Criança ficará disponível 24 horas por dia até a próxima terça-feira (13), por meio do aplicativo de mensagens WhatsApp, pelo número (61) 99212-7776. As informações são da Agência Brasil. Para acionar o serviço, basta enviar uma mensagem de texto, foto, vídeo ou áudio e se identificar. O usuário deve mandar ainda a localização exata, com pontos de referência, e tentar identificar com a própria criança o nome dela e dos pais ou responsáveis, além de um número de telefone para contato. As informações serão enviadas à Central Integrada de Atendimento e Despacho, que dará o encaminhamento apropriado. Segundo a Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, os pais podem ser orientados a procurar uma delegacia de polícia próxima do local do evento ou uma viatura da Polícia Militar do Distrito Federal perto do ponto indicado. Também será possível acionar, de imediato, a Vara da Infância e da Juventude ou o Conselho Tutelar, em casos de exploração infantil e venda de bebidas alcoólicas, por exemplo. Ainda de acordo com a secretaria, o serviço vai ajudar a desafogar o sistema de emergências 190 no Distrito Federal durante a folia. CUIDADOS Como boa parte do público que passa pelos blocos de rua e festas particulares no período de carnaval é formado por crianças e adolescentes, a recomendação da secretaria é que pais e responsáveis conversem com eles antes de sair de casa. No caso de se perderem, a orientação é procurar um policial, bombeiro, agente de trânsito ou alguém uniformizado da segurança da folia e pedir ajuda. Outra dica da secretaria é ensinar crianças e adolescentes a memorizar o telefone de algum familiar e nunca aceitar bebida ou comida de estranhos. Além disso, aconselha-se colocar um crachá ou uma pulseira de identificação em menores de idade.

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