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Curitiba-São Paulo

Com duplicação na BR 116, tempo de viagem cai cerca de 2h30

Duplicação do trecho na Serra do Cafezal completou um ano em dezembro
Duplicação do trecho na Serra do Cafezal completou um ano em dezembro (Foto: Divulgação/Autopista Régis Bittencourt)

Após um ano da entrega ao tráfego dos últimos trechos de duplicação da Serra do Cafezal, entre Juquitiba e Miracatu (SP) — liberados em dezembro de 2017 — a descida da Serra pelas BR-116, que antes era realizada em uma média de 3 horas, agora é possível ser feita num tempo médio de 25 minutos, em condições normais. O trecho de pouco mais de 30 quilômetros era um dos grandes gargalos rodoviários no País.
Com a duplicação completa da Serra do Cafezal, a rodovia Régis Bittencourt (BR-116), principal eixo logístico entre as regiões Sul e Sudeste do país, se consolida como corredor privilegiado para a entrada e saída de mercadorias para o Brasil e o Mercosul. A Régis é uma nova opção de acesso a pontos e destinos turísticos em municípios da região do Vale do Ribeira e dos litorais paulista, paranaense e catarinense, promovendo aumento de fluxo de veículos e, por consequência, maior desenvolvimento socioeconômico e de negócios nessas localidades.
“A duplicação encerrou um gargalo logístico que perdurou por anos e, agora, abre o caminho para acelerar o crescimento econômico do País”, afirma do diretor superintendente da Arteris Régis Bittencourt, Nelson Segnini Bossolan.
Ao longo do ano passado, outras obras foram entregues pela concessionária, como novos retornos, recuperação de pavimento, e uma área de escape no km 353 da pista sul (sentido Curitiba) da BR-116/SP. Liberado desde agosto/18, o dispositivo serve de auxílio aos motoristas que perdem o freio na descida da Serra do Cafezal.


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