Memoriais da cidade

Comunidades polonesa e ucraniana fazem festa em Curitiba. Prefeito participa

Festa polonesa no Bosque do Papa atraiu centenas de visitantes
Festa polonesa no Bosque do Papa atraiu centenas de visitantes (Foto: Franklin de Freitas)

O Bosque do Papa, no Centro Cívico, e o Parque Tingui, no São João, foram palcos das festividades tradicionais das comunidades polonesa e ucraniana de Curitiba, ontem. No Memorial da Imigração Ucraniana, no Parque Tingui, a colônia ucraniana comemoru os 27 anos da Independência da Ucrânia. No Bosque do  Papa, os poloneses celebraram a Matka Boska Czestochowa — Nossa Senhora do Monte Claro, padroeira da Polônia.

No Parque Tingui, a festa da independência no Memorial Ucraniano teve comidas típicas, artesanatos, música e dança com apresentação de grupos folclóricos A independência da Ucrânia, conquistada em 24 de agosto de 1991. Também foi comemorado o Dia Nacional da Comunidade Ucraniana no Brasil, data festiva do dia 24 de agosto. Inaugurado em 26 de outubro de 1995, em homenagem ao centenário da chegada dos imigrantes, o Memorial Ucraniano é um tributo à contribuição desse povo à cultura paranaense. 

Poloneses
O Memorial da Imigração Polonesa (Bosque do Papa) recebeu a festa de Nossa Senhora de Czestochowa, padroeira da Polônia. A tradicional comemoração começou às 12 horas com almoço polonês, e seguiu pela tarde com apresentações de grupos folclóricos, celebração litúrgica e barracas com produtos típicos. Esta já é uma das festas mais tradicionais de Curitiba.

O prefeito Rafael Greca esteve no Bosque do Papa, para cumprimentar as famílias de origem polonesa que se reuniram na entronização do ícone de Nossa Senhora de Czestochowa, padroeira da Polônia. A festa também marcou a comemoração dos 38 anos da visita do Papa João Paulo II a Curitiba.

“Mais uma vez, como fazem há 38 anos, os poloneses lotam o Bosque do Papa para celebrar a Nossa Senhora de Montes Claros, a Nossa Senhora de Czestochowa, a Virgem de Devoção do Papa João Paulo II e da devoção das nossas avós imigrantes, das nossas 'babcias' (vovós) de Curitiba. A Nossa Senhora que tem uma cicatriz no rosto, símbolo do sofrimento do seu povo e que encontrou felicidade em Curitiba”, disse Greca.