Suspeita de homofobia

Corpo de professor e ativista LGBT, ligado ao MST, é encontrado carbonizado no Paraná

(Foto: Rafael Stédile/Divulgação)

O corpo de Lindolfo Kosmaski, 25 anos,  professor da rede estadual, ativista LGBT e do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), foi encontrado carbonizado na noite do último sábado (1), no município de São João do Triunfo, na região dos Campos Gerais, no Paraná. Há suspeita de crime homofóbico.

Kosmaski foi candidato a vereador de São João do Triunfo em 2020, pelo PT. Ativo nas atividades do movimento, principalmente do Coletivo LGBT Sem Terra e das Jornadas da Agroecologia, o militante frequentava o assentamento Contestado, na Lapa, na Região Metropolitana de Curitiba, onde participou da turma em Licenciatura em Educação no Campo na Escola Latino Americana de Agroecologia (ELAA), além de professor da rede estadual do Paraná, ele cursava mestrado na Universidade Federal do Paraná (UFPR), no programa Educação em Ciências e em Matemática.

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