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Som alto

Defesa de acusado e matar músico no Juvevê pede exumação do corpo

A defesa do empresário Antônio Humia Dorrio, acusado de matar o engenheiro Douglas Regis Junkes durante uma briga entre vizinhos no bairro Juvevê por uma reclamação de som alto, pediu a exumação do corpo da vítima. A solicitação foi feita oito meses após o crime, registrado no dia 20 de maio de 2018, e protocolado na Justiça nesta última segunda-feira, 14.

O pedido está baseado em m parecer técnico produzido por um médico legista, após a primeira audiência da fase de instrução e julgamento do caso. De acordo com a defesa, do ponto de vista forense, há falhas e contradições nas perícias realizadas no local da morte.

O advogado de defesa do empresário, Adriano Bretas, argumenta que os laudos do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico Legal (IML) apontam número diferente de disparos que teriam atingido a vítima. Para o Instituto de Criminalística, Douglas foi atingido por quatro disparos. Já para o Instituto Médico Legal, seriam cinco tiros, sendo que um deles acertou a testa da vítima. Devido à essas divergências, a defesa alega que passou a comparar os apontamentos entre os laudos e encontrou mais contradições.

No local da morte, a perícia teria constatado uma perfuração em região abaixo do olho direito da vítima conforme foto juntada aos laudos. O ferimento foi fruto de um disparo causado durante a luta entre Regis e Antônio. No entanto, mesmo com a foto mostrando o ferimento na região próxima ao olho direito, IML e Criminalística apontaram o ferimento como sendo na região abaixo do olho esquerdo do engenheiro. 

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