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Educação pública paralisa atividades em dia de greve geral

Em todo estado, professores e funcionários paralisaram as atividades e em diversas cidades, se juntaram às demais categorias para protestar contra a reforma da previdência e para cobrar do governador o pagamento da reposição salarial, congelada há mais de 3 anos.

Segundo levantamento da APP-Sindicato, mais de 80% das mais de 2200 escolas estaduais e parte das redes municipais participam parcial ou totalmente da greve geral. Cerca de 60% dos educadores cruzaram os braços nesta sexta-feira, 14.

Em Maringá, mais de 5 mil pessoas foram às ruas e em Cascavel mais de 10 mil pessoas participaram do ato da greve geral. Londrina, no norte do estado, reuniu milhares de pessoas no centro da cidade. Em Curitiba, um ato acontece na frente do Palácio Iguaçu com a participação de diversas categorias de servidores. Uma comissão foi recebida pelo vice-governador mas sem avanços e nenhuma proposta de pagamento apresentada.

A orientação do Fórum dos Servidores é de greve por tempo indeterminado a partir do dia 25, caso o governo não apresente proposta de pagamento da dívida. São 17% acumulados e 4,94% de perda somente referente a 2018.

A APP-Sindicato realiza assembleia neste sábado (15), às 8:30 no pavilhão da Expo Unimed, na capital, e debate a possibilidade da greve por tempo indeterminado.

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