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Covid-19

Epicentro na Coreia do Sul zera casos novos; Nova Iorque abre valas comuns para enterrar mortos

Valas comuns em Nova Iorque
Valas comuns em Nova Iorque (Foto: Reprodução)

Um giro pelo mundo na tarde desta sexta-feira (10 de abril) para ficar bem informado sobre todas as novidades acerca do novo coronavírus.

Primeiro, as boas notícias. Em Daegu, na Coreia do Sul, nenhum novo caso da doença foi registrado nas últimas 24 horas. É a primeira vez que isso acontece desde o fim de fevereiro - a cidade foi o epicentro da doença no país, onde aconteceu mais da metade dos casos confirmados.

Desde que a Coreia do Sul se tornou o segundo país com mais casos, o governo tomou medidas mais drásticas e implementou uma política de testes em massa, confinamento e distanciamento social. Em todo o país, foram 27 novos casos nesta sexta - a meta do governo local é se manter com menos de 50 novas infecções por dia.

Saindo da Ásia para a Europa, mais boas notícias, vindas da Espanha. Nesta sexta-feira o país registrou o menor número diário de mortes desde 24 de março, com 605 óbitos nas últimas 24 horas.

Ao todo, 15.843 pessoas já faleceram na Espanha, segundo país mais afetado em território europeu, atrás apenas da Espanha. Por outro lado, a tendência de queda nos óbitos está possibilitando ao governo espanhol o relaxamento das medidas de isolamento. A partir da próxima semana, por exemplo, trabalhadores do setor de construção poderão voltar a circular e algumas fábricas serão reabertas, com entradas e saídas de funcionários escalonadas.

Do Velho Continente para o Novo Mundo, em Nova Iorque, nos Estados Unidos, a prefeitura resolveu adotar o uso de valas comuns para enterrar as vítimas da Covid-19. A cidade é a mais afetada no território estadunidense pela nova doença.

Imagens de drones, divulgadas pela Agência Reuters, mostram fileiras de caixões sendo enterrados por funcionários vestidos com roupas especiais de proteção e máscara na Ilha de Hart Island, perto do Bronx.

No estado, 159.937 casos da doença já foram confirmados e mais de 7 mil pessoas faleceram. Em tempos normais, a Ilha Hart realiza 25 enterros por semana. Hoje, já são mais de 20 por dia. Com isso, os enterros, que antes aconteciam semanalmente, agora estão sendo realizados cinco dias por semana.

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