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Facebook declara guerra às notícias falsas na rede

Todo mundo tem um contato hiperativo no Facebook, ou seja, aquele que não para de postar links. Mas para felicidade daqueles que se incomodam com esse comportamento, a rede social resolveu ajudar. A plataforma vai começar a reduzir o alcance desses usuários no Feed de Notícias para tentar mostrar histórias mais relevantes.

As decisão da empresa tem relação com uma pesquisa interna feita pela rede social. Segundo o levantamento, há um pequeno grupo de usuários que publica muito durante o dia. Essas pessoas tendem a compartilhar conteúdo de baixa qualidade, como informações erradas ou sensacionalismo.

Como resultado disso (da pesquisa), nós queremos reduzir a influência desses ‘spammers’ e despriorizar os links que eles postam comparados com usuários convencionais, informou o Facebook em post em seu blog oficial.

A rede ressalta que esta decisão vai ser aplicada prioritariamente em links, e não a domínios de sites, fotos, vídeos ou atualizações de status.

A medida tomada pela rede social vem após o Facebook ser alvo de críticas por contribuir na disseminação de notícias falsas. Desde então, a companhia tem anunciado ações para tentar coibir este tipo de conteúdo.

Mercado Livre justifica veto à Nintendo 

Depois de banir a venda do Nintendo Switch, seus acessóris e jogos na plataforma, o Mercado Livre emitiu uma nota onde explica a decisão. Citando a legislação brasileira, o comunicado justifica a suspensão, mas a mensagem emitida pelo suporte aos varejistas também menciona a pressão exercida pela detentora da marca Nintendo no Brasil.

O Mercado Livre, companhia de tecnologia líder em e-commerce na América Latina, esclarece que a venda da Nintendo Switch por terceiros é proibida pela legislação brasileira, uma vez que o produti ainda não foi lançado no mercado nacional pela Nintendo ou distribuidor autorizado e também não possui os registros pelas agências reguladoras competentes. Desse modo, e conforme previsto em nossos termos e condições, o produto ainda não pode ser comercializado no site, informa a íntegra do comunicado oficial.

A legislação determina que qualquer produto eletrônico ou de telecomunicações seja vendido ou distribuído no Brasil seja avaliado pela Anatel antes de chegar ao consumidor. É necessária uma homologação que garanta a segurança do dispositivo e sua compatibilidade com os padrões adotados localmente.

Biblioteca de Apps

App da Anatel para reclamações
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) desenvolveu um aplicativo para que os consumidores possam fazer as suas reclamações. O app pode ser baixado para Android, iOS ou Windows Phone no endereço http://www.anatel.gov.br/consumidor/

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