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Marca-protesto curitibana Peita dá visibilidade para garotas índigenas. Veja videos

(Foto: Divulgação)

Como é a luta das mulheres dentro das aldeias? Como é para elas saberem que suas terras foram invadidas por genocídas europeus que dizimaram 90%* da população original do Brasil em menos de 100 anos de escravidão e assassinatos? Como é proteger reservas ambientais, bens da humanidade e não ter seus esforços reconhecidos? Como é ter pessoas tentando enfiar goela abaixo uma cultura e um sistema que você não quer? Em outubro e novembro, a PEITA vai trazer histórias de mulheres invisíveis aos olhos coloniais, mas que tem papéis de liderança e militância dentro de suas comunidades. O primeiro vídeo é com a caciqua Juliana Kerexu Mirim Mariano, da aldeia Tekoa Takuaty, em Paranaguá e foi divulgado no dia 15 de outubro.

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