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Sem Barreira

Massa diz que prova vai ajudar flagelados

Não era fácil a situação de Felipe Massa no Kartódromo dos Ingleses, nesta sexta-feira, em Florianópolis. Como anfitrião da quarta edição do Desafio das Estrelas, competição de kart, ele deveria receber seus convidados, dentre eles Michael Schumacher, com entusiasmo. Mas, ao mesmo tempo, o clima no Estado de Santa Catarina é de tragédia, por conta das mais de cem mortes causadas pelas enchentes, e a própria organização do evento chegou a ser questionada. Por isso, antes de falar propriamente em corrida de kart, Massa lembrou que a organização do seu evento doou R$ 50 mil às vítimas, e ele mesmo contribuiu com outros R$ 50 mil. Além disso, a renda proveniente dos ingressos vai para instituições de caridade e um dos seus macacões será leiloado para arrecadar fundos também. “A prova calhou de ser realizada em uma data triste para o Estado e ouvi muita gente dizendo que deveria ser cancelada, mas nossa visão é justamente a oposta: queremos mais é ajudar as pessoas", afirmou Massa.

Os 26 pilotos disputam duas baterias no domingo para definir o campeão. As duas terão duração de 25 minutos, mais uma volta. A largada da primeira será às 11h15, com transmissão ao vivo pela Globo, e a segunda, às 14 horas, apenas no SporTV. No ano passado, Schumacher deu um show e venceu a competição.

Fòrmula 1
Se Rubens Barrichello considera prematura a ida de Bruno Senna à Fórmula 1, Felipe Massa mostrou um ponto de vista totalmente diferente. Nesta sexta-feira, ele defendeu a possível chegada do sobrinho do tricampeão Ayrton Senna à categoria máxima do automobilismo. Bruno Senna disputa ma vaga na Honda em 2009 com o brasileiro Lucas di Grassi e o austríaco Alexander Wurz. Se um deles for contratado, Barrichello ficará de fora da escuderia.

Atletismo
O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) decidiu tomar ações mais drásticas para defender seus interesses em relação à confissão de doping do norte-americano Tim Montgomery, atleta campeão olímpico do revezamento 4x100 m nas Olimpíadas de Sydney-2000. A entidade contratou o advogado Sergio Mazzillo para acompanhar o caso de perto e a possível transferência do ouro para a equipe verde-amarela, segunda colocada na ocasião.

Natação
Uma medalha de ouro olímpica traz muitos benefícios e algumas armadilhas, como bem percebeu o nadador Cesar Cielo. Os Jogos de Pequim acabaram há mais de três meses e o Mundial de Roma, onde teoricamente ele buscará um recorde mundial, será daqui a pouco mais de seis meses. Mas o campeão olímpico dos 50 metros livre admite que ainda não conseguiu recuperar o entusiasmo de antes do evento da China. “Ainda não recuperei a vontade de treinar que tinha antes da Olimpíada”, disse Cielo, com boa dose de autocrítica.

Natação (II)
César Cielo diz ser favorável à iniciativa da Federação Internacional de Natação (Fina) de restringir o uso das roupas de competição. “É preciso um limite, porque a coisa saiu do controle. Agora o pessoal está fazendo roupas de neoprene, material que altera a flutuabilidade (capacidade de flutuar na água). Daqui a pouco vai ser uma batalha entre tecnologias, não pessoas”, observou o nadador. “Se deixar, colocam pé de pato na roupa”, brincou.
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