Publicidade
Trapaças

Procuradoria Geral da República cobra revisão de acordo de delação

Ao reforçar pedido pela rescisão dos acordos de colaboração dos executivos Wesley Batista e Francisco de Assis e Silva, da J&F, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou que ‘não há espaço para espertezas, ardis e trapaças’ no âmbito de uma delação premiada. A manifestação, em resposta às alegações das defesas, era a última que faltava chegar ao ministro para que ele decida se valida ou não a rescisão não só dos dois acordos, como também daqueles de Joesley Batista e Ricardo Saud.
Raquel aponta o ‘descumprimento do Acordo imputado a Wesley Batista, a saber, a prática de crime de insider trading durante o processo de negociação da sua colaboração premiada, e mesmo após a sua assinatura e homologação judicial’. “Trata-se de conduta que demonstra que, apesar do pacto firmado com o MPF, Wesley Batista continuou se valendo de expedientes espúrios, e mesmo criminosos”, afirma. 

DESTAQUES DOS EDITORES