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Operação bueiros

Rua Coronel Dulcídio terá bloqueio parcial a partir de segunda-feira

Rua Coronel Dulcídio terá bloqueio parcial a partir de segunda-feira
(Foto: Valdecir Galor/SMCS)

A nova fase das obras para despoluição de bueiros e galerias do Centro vai começar nesta segunda-feira (17/9) pela Rua Coronel Dulcídio. A partir das 9h, a faixa de circulação da esquerda da via será bloqueada no trecho entre a Rua Gutemberg e a Avenida Vicente Machado para os trabalhos.

O bloqueio parcial deve continuar pelos próximos 30 dias. O motorista deve procurar caminhos alternativos. “Quem costuma utilizar a Coronel Dulcídio pode optar pelas ruas paralelas a ela, a Capitão Souza Franco ou a Brigadeiro Franco”, orienta o diretor de Operações da Superintendência de Trânsito (Setran), Pedro Darci da Silva Junior.

De acordo com a Setran, diariamente passam pela Coronel Dulcídio entre 1,3 mil e 1,5 mil veículos nos horários de pico, de manhã e no fim da tarde.

O trabalho

A obra para despoluição de bueiros e galerias teve início no mês de agosto. Durante cerca de um mês e meio, os trabalhos foram executados na Vicente Machado, na quadra entre a Alameda Presidente Taunay e a Rua Coronel Dulcídio.

Após os serviços na Coronel Dulcídio, a obra segue para a Gutemberg, no trecho entre a Coronel Dulcídio e a Alferes Ângelo Sampaio, com interdição da faixa da direita da via (sentido Hospital Militar).

Na sequência, os trabalhos serão feitos na Ângelo Sampaio e na Alameda D. Pedro II, mas não será necessário bloquear as duas ruas.

A estimativa máxima para a execução total dos serviços é de oito meses, com conclusão prevista entre abril e maio de 2019.

Plano Municipal de Saneamento

O serviço contempla as metas previstas no Plano Municipal de Saneamento Básico, que foram incorporadas ao novo contrato de saneamento de Curitiba firmado com a Sanepar em junho deste ano.

Esta é a segunda grande intervenção realizada para melhorias no Coletor do Rio Ivo. Esse trecho da obra, por onde passa o rio, teve as galerias ampliadas com a colocação de estruturas de concreto na década de 1990, durante a primeira gestão do prefeito Rafael Greca, com o objetivo de reter o volume de água e evitar cheias.

 

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