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Brasileirão

Técnico do Athletico poupa contra a Chape para buscar vantagens na Libertadores

Tiago Nunes
Tiago Nunes (Foto: Valquir Aureliano)

O técnico do Athletico Paranaense, Tiago Nunes, avisou que pretende poupar titulares na partida de domingo (dia 5) às 11 horas, contra a Chapecoense, em Chapecó, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. O objetivo é chegar melhor fisicamente para o duelo contra o Boca Juniors, na próxima quinta-feira (dia 9), em Buenos Aires.

“Temos um carinho à parte com a Libertadores e queremos buscar o máximo de rendimento fora e para tentar classificar em primeiro lugar. Vamos tentar deixar o grupo descansado para esse jogo e vamos avaliar como será a recuperação dos jogadores”, disse Tiago Nunes, em entrevista coletiva, na última quarta-feira (dia 1º), logo após a derrota em Fortaleza.

O Athletico já tem vaga garantida nas oitavas de final da Libertadores, mas precisa de um empate para assegurar a primeira posição do Grupo G. Após cinco rodadas, está com nove pontos, um a mais que o Boca Juniors.

Quem terminar em primeiro lugar do grupo terá duas vantagens. A primeira é ficar no pote 1 do sorteio das oitavas. Os clubes desse lado enfrentarão as equipes do pote 2 nas oitavas. Além disso, a pontuação da fase de grupos serve para a definir os mandos de campo até a final — o jogo de volta é no estádio da equipe com melhor pontuação.

VISITANTE
Um dos desafios do técnico Tiago Nunes é melhorar a performance da equipe como visitante. Nos três jogos fora de casa em 2019, três derrotas – para Tolima, Wilstermann e Fortaleza. “A gente não tem o rendimento fora de casa que conseguimos demonstrar em casa. Tem uma questão comportamental envolvida, isso fica muito claro. Precisamos ser mais agressivos fora de casa. Mas não fugimos da média dos times brasileiros. Desde que assumi a equipe, fiz 18 jogos fora e não perdi em doze deles. Precisamos melhorar para buscar o topo e, para chegar lá em cima, tem que vencer fora”, declarou o treinador.

Contra o Fortaleza, ele reclamou do “medo de perder” dos jogadores. “Nossa circulação foi muito lenta. Faltou a agressividade, a questão comportamental de arriscar um pouco mais também. Muitas vezes o medo de perder tira a vontade de ganhar. Tivemos uma posse estéril, não é essa a nossa característica. Temos que estar focados em vencer todos os jogos”, disse.

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