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Unanimidade

TJPR nega habeas corpus para acusada do Caso Daniel; ação penal contra Evellyn segue

(Foto: Facebook)

A 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) negou nesta quinta (21), por unanimidade, habeas corpus para Evellyn Brisola Perusso, 19 anos, denunciada pelo Ministério Público do Paraná (MPPR) pelos crimes de fraude processual, corrupção de menores, denunciação caluniosa e falso testemunho no caso da morte do jorgador de futebol Daniel Correa Freitas A defesa pediu o trancamento da ação penal.

Segundo o relator, a peça acusatória descreveu adequadamente que há indícios da participação da paciente no cometimento dos delitos, e não se verificou de forma cristalina a ausência de justa causa para a ação penal no tocante aos crimes de denunciação caluniosa e falso testemunho. Por fim, foi denegada o HC e recomendou-se a continuidade do processo.

Evellyn ficou com a vítima, na festa de 18 anos de Allana, antes do crime e é a única dos sete acusados que não está presa, porque a pena aplicada ao crime pela qual é acausa ser relativamente baixa, segundo o Ministério Público do Paraná (MPPR). Evellyn foi a testemunha do caso que indicou que o gêmeo Eduardo Purkote teria dado a faca do crime a Edison Brittes Júnior, que confessou o assassinato. Além disso, segundo ela, Purkote agrediu o jogador e quebrou o celular de Daniel.

O jogador Daniel oi encontrado morto próximo à cidade de São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, no dia 28 de outubro. O corpo do atleta de 24 anos, com passagens por Cruzeiro, Botafogo, São Paulo e Coritiba, estava com o pescoço degolado e o órgão sexual decepado.

Veja quem os outros acusados pelo crime

Edison Brittes Júnior – homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual e corrupção de menor e coação no curso do processo;
Cristiana Brittes – homicídio qualificado por motivo torpe, coação do curso de processo, fraude processual e corrupção de menor;
Allana Brittes – coação no curso do processo, fraude processual e corrupção de adolescente;
Eduardo da Silva – homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual e corrupção de menor;
Ygor King – homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual e corrupção de menor;
David Willian da Silva – homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual, corrupção de menor e denunciação caluniosa;

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